Rio Douro - Portugal
Outubro 28, 2007
Olá pessoal!
Como estão vocês?
Aqui está tudo muito bem, ora pois!
Esta foto foi tirada na cidade do Porto, com o famoso rio Douro ao fundo.
O rio Douro tem sua nascente na Espanha, estendendo-se pelo norte de Portugal, dividindo as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.
Porto, realmente, é uma das cidades mais belas que eu já vi. Toda a sua arquitetura, relembrando os séculos e séculos de história vivida pelo povo.
A cidade teve origem na época romana, onde toda a região se chamava Portus Cale (daí a origem do nome “Portugal”), e foi dentro de seus muros que aconteceu o casamento de D. João I de Portugal com a princesa inglesa, D. Filipa de Lencastre. E até hoje a cidade tem orgulho de ter sido o berço de D. Henrique, o grande navegador.
Porto também sempre foi uma das maiores potências econômicas de Portugal, onde comercializam desde a idade média, nozes, frutos secos, azeite, e seus famosos vinhos.
Abraços,
Marcus Vinícius de Mendonça

Sandroni na Univille
Outubro 20, 2007
O economista Paulo Sandroni estará proferindo palestra na Univille no dia 12/11/2007. Sandroni é referência nacional no processo de popularização do economês.
Entre suas obras, o Dicionário de Economia do Século XXI é sem dúvida uma das obras mais procuradas por alunos ou interessados por economia. O dicionário do economista de Paulo Sandroni, professor da FGV-SP e da PUC-SP, nasceu de uma necessidade: a de, em 1985, ajudar o leitor leigo e assustado a empreender a travessia das 48 obras lançadas na coleção “Os Economistas”.
Mais informações sobre o palestrante em: www.sandroni.com.br
IVGP - Setembro 2007
Outubro 19, 2007
Confira o IVGP do mês de agosto.
Sé Catedral - Braga - Portugal
Outubro 16, 2007
Dentro da cidade de Braga, bem no Centro Histórico, encontra-se a Sé Catedral e o seu tesouro, verdadeiras relíquias bracarenses. Este espantoso monumento, construído sob os estilos gótico, renascentista e barroco, foi fundado em 1070, destacando-se o ornamentado telhado, concebido por João de Castilho, o arquiteto do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
Outro ponto de referência na Sé Catedral são os 12 painéis de cerâmica, concebidos pelo professor Álvaro Rocha, que espelham as Estações da Cruz e que se situam por trás do altar-mor.

Por Marcus Vinícius
Aluno do Curso de Economia em intercâmbio em Portugal.
Três americanos levam o Nobel de Economia
Outubro 15, 2007
Os economistas norte-americanos Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson ganharam nesta segunda-feira o Prêmio Nobel de Economia, por criarem as bases de uma teoria que determina quando os mercados estão funcionando de forma eficaz.
Hurwicz, 90 anos, cidadão norte-americano de origem russa, torna-se o mais idoso laureado com um Nobel na história. A Real Academia Sueca de Ciências disse que os três estabeleceram a teoria do desenho de mecanismos, que examina a eficácia da alocação de recursos por diferentes instituições e se a intervenção governamental é necessária.
Hurwicz foi o pioneiro nesse campo, aperfeiçoado por Maskin, da Universidade Princeton, e Myerson, da Universidade de Chicago, segundo a explicação da Academia. Nascido em Moscou no ano na Revolução Bolchevique (1917), Hurwicz é professor-emérito da Universidade de Minnesota, em Minneapolis. Os economistas vão dividir um prêmio de 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,57 milhão).
Segundo a Academia, a teoria do desenho de mecanismos desempenha atualmente um papel central em muitas áreas da economia e partes da ciência política.
“A clássica metáfora de Adam Smith sobre a mão invisível refere-se a como o mercado, sob condições ideais, garante uma alocação eficiente de recursos escassos. Mas, na prática, as condições normalmente não são ideais. Por exemplo, a competição não é completamente livre, os consumidores não são perfeitamente informados e a produção e o consumo desejáveis privadamente podem gerar custos e benefícios sociais”, explicou a nota.
Eric Maskin nasceu em 1950, em Nova York, e doutorou-se em 1976 em Matemática Aplicada por Harvard. Atualmente leciona Ciências Sociais no Instituto de Estudos Avançados de Princeton.
Roger Myerson nasceu em 1951, em Boston. A exemplo de Maskin, tornou-se PhD em Matemática Aplicada por Harvard em 1976. Atualmente, ocupa uma cátedra em Chicago.
O Nobel econômico não é parte da lista original de prêmios estabelecida no testamento do inventor da dinamite, Alfred Nobel, em 1895. Ele só surgiu em 1968, e é originalmente chamado Prêmio Sveriges Riksbank (Banco Real Sueco) de Ciências Economicas em Memória de Alfred Nobel.
“Hoje, a teoria do desenho de mecanismos tem papel central em muitas áreas da economia e partes da ciência política”, disse. “A teoria tem ajudado os economistas a identificar mecanismos comerciais eficientes, esquemas regulatórios e procedimentos de votação”.
Confira os vencedores do Nobel de Economia dos últimos 10 anos:
2007: Leonid Hurwicz, Eric Maskin y Roger Myerson (Estados Unidos)
2006: Edmund S. Phelps (Estados Unidos)
2005: Robert J. Aumann (Israel/Estados Unidos) e Thomas C. Schelling (Estados Unidos)
2004: Finn E. Kydland (Noruega) e Edward C. Prescott (Estados Unidos)
2003: Robert Engle (Estados Unidos) e Clive Granger (Grã-Bretanha)
2002: Daniel Kahneman (Estados Unidos/Israel) e Vernon L. Smith (Estados Unidos)
2001: George A. Akerlof (Estados Unidos), A. Michael Spence (Estados Unidos) e Joseph E. Stiglitz (Estados Unidos)
2000: James Heckman (Estados Unidos) e Daniel McFadden (Estados Unidos)
1999: Robert Mundell (Canadá)
1998: Amartya Sen (Índia)
Fonte: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200710151118_AFP_48408211
Segunda Turma de Excel no Depto de Economia
Outubro 10, 2007
Nos meses de agosto e setembro o Departamento de Economia da Univille ofereceu a segunda edição do curso Excel Básico e Avançado para os alunos do curso de Economia. O curso foi ministrado pela Professora Juliana Engelke Back.
Índice Big Mac
Outubro 8, 2007
O índice Big Mac, uma forma de comparar o poder de compra no mundo todo, sinaliza que, após anos desvalorizado, agora o real está sobrevalorizado frente ao dólar (Exame, 10/10/2007)

Desde 1999, quando o câmbio brasileiro passou a flutuar livremente (dirty floating), o índice Big Mac vinha mostrando um real desvalorizado, cenário este que mudou no início de 2007, quando se percebeu uma valorização da moeda doméstica.
Aponta-se dois fatores, um externo e outro interno como responsáveis pela valorização do real. O primeiro diz respeito ao comportamento da economia americana e a crise das hipotecas, em que várias moedas se valorizaram nos últimos meses frente ao dólar, não apenas o real. Quanto ao fator interno é o desempenho da economia brasileira, com o crescente fluxo de recursos internacionais.
De acordo com a Bovespa, até o dia 20 de setembro, entrou 30 bilhões de reais no mercado acionário brasileiro desde o começo de 2007. “Esse câmbio é resultado da crescente inserção do Brasil na economia mundial. O status de grau de investimento, que está próximo, deve trazer mais uma enxurrada de capital estrangeiro, mantendo o real valorizado”, diz Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio da administradora de recursos Rio Bravo.
Vale a pena estudar economia
Outubro 2, 2007
Tenho muitos ex-alunos que volta e meia encontro por aí, seja na rua ou no ciberespaço, e quando indago o que eles estão fazendo respondem: “estou bem professor, muito melhor do que quando ainda era aluno, somente não estou trabalhando na área”. Indago ainda mais e acabo descobrindo que essa “área” à qual eles se referem está composta por setores que diretamente não estão ligados às finanças, elaboração de projetos ou cursos, mas que, indiretamente, está relacionado com o que foi ensinado no curso de economia.
São setores de marketing, planejamento estratégico, vendas etc. enfim, todos relacionados à economia. Certa vez, conversava com o coordenador de economia da Unicamp e ele me contou uma história interessante. Ele estava curioso por saber por que seus alunos de economia conseguiam facilmente estágios nas empresas multinacionais e nacionais de Campinas. Então, decidiu atender um dos tantos telefonemas de empresas à procura de estagiários. Nessa oportunidade, atendeu a ligação de um alemão gerente de produção de uma famosa multinacional ao qual fez a seguinte pergunta:
“Por que sua empresa procura nossos alunos? Afinal de contas, eles não têm experiência, nunca entraram numa fábrica, e, ainda, não têm a cancha suficiente para encarar um trabalho desses”.
O alemão respondeu: “Não se preocupe meu caro, vocês estão fazendo a melhor parte, formando um profissional com vários horizontes, múltiplos olhares (quantitativo, histórico e teórico), um profissional que não é específico porque pode atuar em qualquer área da minha empresa. Eu quero essa formação, o restante deixa comigo”.
Realmente, o que o mercado quer é um profissional com uma sólida formação abrangente e fundamentada, não específica e que possa se adequar a qualquer setor. Não existe área para um economista (ele pode ser até coordenador pedagógico!).
Por isso, quando ouço dos meus caros alunos que eles não estão trabalhando na área fico muito satisfeito porque sei que qualquer área pode ser o lugar de um economista.
Hugo Eduardo Meza Pinto é economista, professor e coordenador pedagógico das Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba. meza@santacruz.br
GAZETA DO POVO. 03 de agosto de 2007.

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