Hora de praticar
Agosto 21, 2008
Mais difícil do que ler as teorias econômicas é botar na prática os ensinamentos acadêmicos. O Departamento de Economia da Univille (www.univille.br) realiza no sábado, 23 de agosto, uma Gincana de Economia, que dará aos estudantes de Ciências Econômicas e Gestão Financeira a possibilidade de vivenciar decisões econômicas em tempo real.O evento consiste na disputa em duplas, no qual os jogadores deverão encontrar soluções de problemas econômicos, através do “Jogo da Economia Brasileira” (on-line).
Nas partidas, o adversário lança na tela do concorrente, situações a serem dominadas como: “aumento da taxa de juros”, “inflação”, “valorização da moeda”, entre outras. A equipe vencedora do 1º lugar participará da 6º Gincana Brasileira de Economia, realizada pelo CORECON/SP. Os 2º e 3º colocados receberão livros de economia. As inscrições encerram hoje, 21 de agosto, e podem ser feitas gratuitamente no departamento do curso de Ciências Econômicas.Para mais informações - economia@univille.br
Chat sobre diversificação de investimentos no atual cenário econômico
Agosto 20, 2008
Dia 26.08, terça-feira, às 16h00 o Banco Real realizará mais um VideoChat VanGogh.
O tema do debate será: Diversificação de investimentos no atual cenário econômico.
Os convidados para falar sobre o assunto são Aquiles Mosca, estrategista de investimentos da Asset Management do Banco Real, e Felipe Vaz gerente de investimentos do Banco Real desde 2001.
Para participar acesse: http://www.bancoreal.com.br/chat/
Receita registra arrecadação recorde de impostos em julho
Agosto 20, 2008
No mês passado, o governo federal arrecadou R$ 61,95 bilhões, o que representa 15,59% de crescimento em relação a julho do ano passado, descontada a inflação oficial do governo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mesmo com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF), a Receita Federal registrou, em julho, a maior arrecadação para o mês.
Nos sete primeiros meses, as receitas somaram R$ 396,93 bilhões, alta de 11,21% na comparação com o mesmo período de 2007. Segundo a Receita, o tributo cuja arrecadação cresceu mais percentualmente foi o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com total foi de R$ 11,5 bilhões de janeiro a julho, alta de 148,7%.
O segundo maior crescimento foi registrado na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) que incide sobre as entidades financeiras. A receita desse tributo subiu 34,97% de 2007 a 2008, atingindo R$ 4 bilhões.
No começo do ano, o governo aumento a alíquota da CSLL de 9% para 15% e também a alíquota do IOF em 0,38 ponto percentual, para compensar o fim da CPMF.
Agência Brasil / Wellton Máximo
Mercado aberto para economistas
Agosto 18, 2008
O mercado de trabalho para o economista está em constante evolução e o acadêmico de economia pode conquistar um lugar de destaque, além de boas remunerações em qualquer lugar do mundo. A afirmação partiu do professor e ex-vice-reitor da Universidade da Região de Joinville (Univille), o economista Wilmar Anderle, em palestra realizada na quinta-feira (14), no anfiteatro II da Instituição, em comemoração ao dia do economista festejado no dia 13 de agosto.
Anderle comentou que profissionais de economia estão sendo requisitados nos mais diversos setores, desde empresas financeiras ao serviço público, mas para isso precisa estar capacitado. “Estamos vivendo o momento mais próspero da economia mundial”, destaca o economista. De todos os executivos em atividade no Brasil, 11% são economistas. Convém citar que os salários dos executivos brasileiros estão entre as melhores remunerações do mundo, segundo a revista Exame. A economia é muito dinâmica e necessita de profissionais aptos ao novo cenário mundial, que necessita de inteligência e habilidade para interpretar situações. Assim, o professor provoca os estudantes a enxergarem as tendências e se atualizarem, já que Joinville figura entre as principais cidades do País e o desenvolvimento pessoal depende de cada um.
Confraternização
Após a palestra, estudantes e professores que fazem parte do Departamento de Economia da Univille participaram de um coquetel para integrar e comemorar a data especial para os economistas. O evento foi realizado no Mr. Abass Grill e Gastronomia, dentro do próprio campus.



Jogos e brincadeiras integram acadêmicos de economia e pedagogia
Agosto 18, 2008
Os acadêmicos dos cursos de Ciências Econômicas e Pedagogia realizaram no dia 11 de agosto, na Unidade Centro – Univille, uma série de atividades lúdicas que buscaram a integração dos alunos. Por meio de jogos, oficinas e brincadeiras os universitários aprenderam um pouco mais sobre o que se passa nas salas de aulas dos cursos oferecidos na Instituição.
Os alunos de economia puderam acompanhar a confecção de desenhos e até contação de histórias, destacando o valor da pedagogia na educação da nova geração de brasileiros. Já as estudantes de pedagogia brincaram de argolas, passa ou repassa e tabuleiro com perguntas sobre o amplo mundo econômico. Assim, as futuras educadoras conheceram um pouco mais os assuntos que hoje estão nas capas de jornais e noticiários, propiciando inclusive um maior acesso a educação. A equipe do Blog esteve lá e conferiu de perto a atividade. Confira nas imagens.


Indústria cresce 6,3% e agroindústria aumenta 4,2% no primeiro semestre
Agosto 14, 2008
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram quadro positivo para a produção industrial regional de janeiro a junho deste ano. A expansão da atividade em todo País, no primeiro semestre, foi de 6,3%. Dos 14 estados que apresentaram alta, sete registraram marcas acima da média. O destaque foi o Espírito Santo (16,1%), seguido por Paraná (11,3%), Goiás (11,1%), São Paulo (9,8%), Pernambuco (7,9%), Amazonas (7,5%) e Minas Gerais (6,6%).
Na maioria desses locais, confirma-se o padrão de crescimento observado para o total da indústria brasileira ao longo de 2008, uma vez que suas estruturas industriais têm forte presença de setores produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, além da elevada produção de commodities exportadoras. Os demais resultados foram: Pará (6,1%), Nordeste e Bahia (ambos com 4,6%), Rio Grande do Sul (4,4%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,3%) e Santa Catarina (1,3%).
Trimestre - Na análise trimestral, todos os locais assinalaram taxas positivas ao se comparar o segundo trimestre de 2008 com o de 2007. São Paulo ganhou ritmo entre o primeiro e segundo trimestre: 9,1% no primeiro e 10,4% no segundo. Nos índices de junho, comparados ao mesmo mês de 2007, o quadro também foi positivo, uma vez que 11 dos 14 locais pesquisados apontaram expansão. As taxas positivas oscilaram entre 16,6% de Goiás e 1,8% de Pernambuco. Acima da média nacional, que foi de 6,6%, além de Goiás (16,6%), destacaram-se Paraná (12,7%), Espírito Santo (11,4%), São Paulo (10,3%) e Pará (7,2%). Os demais resultados positivos foram: Minas Gerais (6,3%), Rio Grande do Sul (5,4%), Rio de Janeiro (4,2%), Ceará (4,0%), Amazonas (3,2%) e Pernambuco (1,8%).
Agroindústria - De janeiro a julho, a agroindústria brasileira cresceu 4,2%, ritmo próximo ao registrado no mesmo período de 2007 (4,8%). O bom desempenho da agroindústria, segundo o IBGE, está relacionado ao crescimento da safra, ao aumento do consumo do mercado interno, por conta da expansão da renda, e a um cenário externo favorável para a agricultura, com crescimento do volume exportado e dos preços. Segundo a pesquisa, esses fatores contribuíram ainda para a expansão da renda do setor e para o investimento em máquinas e equipamentos agrícolas (43,5%), adubos e fertilizantes (10,3%) e rações (7,5%). No semestre, o bom resultado da agricultura foi influenciado positivamente pelas condições climáticas favoráveis e pelo aumento do uso de defensivos, adubos e fertilizantes, que contribuíram para o aumento da produtividade.
SECOM DF
XIII Encontro de Economistas da Região Sul
Agosto 13, 2008
O XIII Encontro de Economistas da Região Sul acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto em Foz do Iguaçu/PR e este ano tem como tema “Perspectivas para o Brasil a partir das Experiências do Sul do País”.
Mais informações em: http://www.corecon-pr.org.br/enesul/index.php
Dia do Economista - Um curso de valor
Agosto 13, 2008
O Departamento de Economia da Universidade da Região de Joinville (Univille), em Santa Catarina, parabeniza aos 2.648 economistas já formados pela instituição que contribuem todos os dias para o crescimento e desenvolvimento econômico de toda a região norte do Estado.
Em comemoração ao Dia do Economista, o Departamento da Univille promoverá no dia 14 de agosto, às 19h30, no Anfiteatro II da universidade, uma palestra sobre o “Mercado de Trabalho em Joinville” com o professor e economista Wilmar Anderle. A entrada é gratuita e aborda um tema muito debatido em todas as camadas sociais.

Inflação tem oitava desaceleração seguida em São Paulo
Agosto 12, 2008
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou a primeira prévia de agosto em 0,38% ante 0,45% do encerramento de julho e 0,77% da primeira prévia do mês passado. Foi a oitava desaceleração seguida. Mais uma vez, a redução no ritmo de alta se deve ao grupo dos alimentos, que teve alta de 0,69%, abaixo da medição anterior (1,07%) e da primeira quadrissemana de julho (2,34%).
No período também houve a contribuição do grupo vestuário em queda de (-0,15%), um recuo mais acentuado do que o constatado na última pesquisa (-0,03%). O grupo de despesas pessoais desacelerou ante a pesquisa anterior (1,19%), mas ficou superior ao da primeira prévia de julho. Educação passou de uma alta de 0,05% para 0,04% e, ante a pesquisa de 30 dias atrás, indica recuo inflacionário já que estava em (0,11%).
Em habitação, a taxa passou de -0,09% para 0,04%, mas ainda assim está inferior à da primeira prévia de julho (0,12%). Essa alteração já era esperada pelos analistas econômicos, em função do reajuste da tarifa de energia elétrica.
Os demais grupos apresentaram as seguintes variações: transportes, 0,37% ante 0,12% da primeira quadrissemana de julho e 0,32% da última pesquisa; saúde com alta de 0,57%, ligeiramente acima da última pesquisa (0,56%) e abaixo da primeira quadrissemana de julho (0,74%).
Fipe: O índice tem por base os gastos de famílias residentes na cidade de São Paulo, com renda de um a 20 salários mínimos.
Agência Brasil / Marli Moreira
Perdas nas safras com aquecimento global podem superar R$ 7 bilhões em 2020, alerta estudo
Agosto 12, 2008
As perdas nas safras de grãos, causadas pelas mudanças climáticas, poderão chegar a R$ 7,4 bilhões em 2020, dobrando para R$ 14 bilhões em 2070, de acordo com o estudo “Aquecimento Global e Cenários Futuros da Agricultura Brasileira”.A pesquisa foi realizada pela Universidade de Campinas (Unicamp) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Os resultados foram divulgados ontem (11), pelas instituições na abertura do 7º Congresso Brasileiro do Agribusiness, em São Paulo.
Segundo informou à Agência Brasil o engenheiro agrônomo Hilton Silveira Pinto, da Unicamp, esse valor foi estimado em função da diminuição da área de produção e da produtividade. O café, por exemplo, apresenta tendência de sair das áreas tradicionais, que são os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná e passar a ser cultivado no Sul da Bahia, em 2050. A diferenciação é obtida na comparação das extensões que são perdidas com as novas áreas de produção.
A agricultura brasileira já vem experimentando queda da produção de algumas culturas. Hilton Silveira chamou a atenção para o fato de que a compensação tecnológica pode minimizar os efeitos do aquecimento global, projetado já para o ano de 2020. Ele explicou que um pequeno aumento da área de cultivo, acompanhado do grande aumento da produtividade promove essa compensação. “Se você aplicar técnicas corretas e desenvolver novas variedades, certamente pode compensar [os efeitos do]aquecimento global com novas tecnologias. Esse é o caminho que nós indicamos”.
As projeções mostram que as perdas serão de até R$ 8 bilhões para a soja em 2070. Esse valor corresponde à metade das perdas previstas para a agricultura na ocasião. No cenário mais otimista estabelecido pelo estudo, as culturas analisadas, excluindo cana e mandioca, devem experimentar um prejuízo anual de produção que varia de R$ 6,7 bilhões, em 2020, até R$ 12,2 bilhões, em 2070. Em contrapartida, o país “poderá ganhar entre R$ 17 bilhões e R$ 18 bilhões com a cana-de-açúcar”, disse Silveira.
Agência Brasil / Alana Gandra

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