Corte nos subsídios agrícolas dos EUA agrada mas não empolga agricultores brasileiros
Fevereiro 28, 2009
A proposta de orçamento para 2010 apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi bem recebida no Brasil, mas não chega a empolgar produtores rurais e especialistas do setor agrícola. Entre as novas regras propostas estão o fim dos subsídios aos grandes produtores rurais, a fixação de um teto de US$ 250 mil para os programas de apoio financeiro governamental e a redução dos subsídios ao seguro agrícola.
O deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), da Frente Parlamentar da Agropecuária, afirmou que o fim dos subsídios agrícolas internacionais está, há algum tempo, entre as principais discussões dentro do Congresso brasileiro, e se diz satisfeito com o posicionamento do presidente norte-americano. “O primeiro passo ele está dando e o aplaudimos. Enquanto os agricultores americanos recebem altos subsídios, os nossos estão com o dinheiro encalacrado no bancos. Por isso a dívida do setor é de R$ 120 bilhões”, disse.
Haroldo Cunha, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), afirmou que os chamados pagamentos diretos beneficiam, hoje, produtores de todos as culturas agrícolas. A limitação deste apoio, na sua avaliação, tira um pouco da competitividade dos agricultores norte-americanos. “É um dinheiro certo que eles tinham. A gente ainda não sabe de quanto será a redução e qual o tamanho do impacto disso, mas acredito quer qualquer redução vai significar perda de competitividade para o produtor americano”, afirmou.
Uma das medidas anunciadas por Obama é justamente na cadeia produtora de algodão: fim dos subsídios à estocagem do produto. “Na medida em que for retirando os subsídios em qualquer parte do processo produtivo, seja na comercialização, na produção, nos pagamentos diretos ou na estocagem, os produtores passam a perder competitividade e talvez migrem para outras culturas e a gente acabe ganhando espaço”, disse o presidente da Abrapa.
Saulo Nogueira, pesquisador do Instituto Icone, não está otimista quanto ao impacto econômico das medidas de Obama sobre a produção e as exportações brasileiras. Segundo ele, nos Estados Unidos há dois milhões de propriedades rurais e apenas 110 mil faturam acima de US$ 500 mil por ano e serão excluídas dos programas de ajuda financeira do governo. Muitos dos produtores que hoje competem com o Brasil são de médio porte e continuarão recebendo subsídios, afirmou.
“É difícil estimar o real impacto porque não se sabe até que ponto esse subsídio direto afeta a produção destas grandes propriedades, eles podem conseguir outras linhas de financiamento. Também é necessário ver qual o percentual de exportações destas propriedades que vai para países onde o Brasil também compete, para onde queremos exportar”, disse.
A mudança de algumas regras na concessão de subsídios também não deve influenciar as negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), acredita o especialista. Isso porque em julho foi negociado que o teto para o total de subsídios norte-americanos ficaria em torno de US$ 14 bilhões – praticamente o dobro da ajuda financeira atualmente concedida pelo governo aos agricultores.
“Apesar de ser um sinal positivo que o governo de Obama está dando aos outros países da OMC, não vai ter muita repercussão nas negociações multilaterais de comércio pois o que está emperrando a Rodada, agora, são outros temas, como as salvaguardas especiais”, afirmou.
As perspectivas são um pouco mais positivas para o médio prazo. Saulo Nogueira acredita que deve haver uma queda nas exportações norte-americanas de algumas commodities para determinados países como os do Oriente Médio, África e Ásia – novos mercados que o Brasil está disputando.
Agência Brasil - Mylena Fiori e Danilo Macedo
O Profeta da Paz
Fevereiro 11, 2009
No início da década de 70 e, durante esta, principalmente, ele, passaria a viver uma série de horrores, afinal, ele era… líder dos insubordinados, incorrigível agitador, perigoso esquerdista, contumaz agitador, advogado do Terceiro Mundo, pai da mentira, herdeiro espiritual de Antonio Conselheiro, gralha tagarela, comunista sino-cubano, pombo correio das esquerdas, garanhão da desordem social, caixeiro viajante da difamação…
Não eram poucos seus caluniadores. Indivíduos como Gustavo Corção, Gilberto Freyre, Nelson Rodrigues, David Nasser, todos, sempre tratavam com muito respeito e consideração àquele que deu carta branca ao aparelho repressor, o general Garrastazu Médice, pois, atacá-lo era uma credencial que agradava e simbolizava o apoio incondicional à Ditadura.
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XI Encontro de Economistas sobre Globalização e Problemas do Desenvolvimento
Fevereiro 11, 2009
Local: Palácio de Convenções de Havana, em Cuba.
Serão cinco dias de debates (02 a 06 de março), com a presença de quatro ganhadores do Prêmio Nobel de Economia.
Mais informações em: www.aealc.cu
Classe alta é a mais atingida pela crise mundial, aponta FGV
Fevereiro 11, 2009
As classes A e B, as mais altas da pirâmide social brasileira, perderam espaço em termos de ascensão social desde o agravamento da crise financeira internacional em setembro do ano passado, caindo 0,65% no período compreendido até dezembro. A constatação é da Fundação Getulio Vargas, que divulgou hoje (11), no Rio de Janeiro, estudo sobre a mobilidade social no país com a crise.
“As pessoas com renda mais alta estão vinculadas aos canais de impacto da crise, como o setor exportador, financeiro e imobiliário. A boa notícia é que esses setores são menos importantes aqui do que em outros países, em termos de emprego, de indicadores de renda”, disse o economista Marcelo Néri, que coordenou a pesquisa “Crônicas de uma Crise Anunciada: Choques Externos e a Nova Classe Média”.
No mesmo período dos dois anos anteriores – 2007 e 2006 – as classes A e B subiu 3% na pirâmide. O autor da pesquisa, Marcelo Néri, explicou que, se antes, de cada 100 pessoas que estavam nas classes A e B 20 caíam a cada ano, hoje, essa relação chega a 25. “É aí que os sinais da crise são mais visíveis”, constatou. Dessas 25 pessoas, quatro caíram diretamente para a classe E.
Os critérios da FGV definem as classes A e B como aquelas com renda superior a R$ 4.592 por mês. A classe C tem uma renda de R$ 1.064 a R$ 4.591. O segmento D possui um rendimento entre R$ 768 a R$ 1.064. Abaixo de R$ 768, as pessoas são enquadradas na classe E.
Néri explica que é provável que sejam pessoas que perderam o emprego ou faliram por conta da crise. Néri observou que o fato de a economia brasileira ser relativamente fechada e regulada garantiu uma maior proteção de choque financeiros externos.
O levantamento da FGV aponta, no entanto, que a crise não afetou tanto a classe C, na qual o movimento de ascensão não foi interrompido. A classe média emergente continua crescendo nas seis principais metrópoles do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre).
O estudo mostra que, em dezembro de 2008, a classe média (C) passou a representar 53,8% da população. No mesmo período de 2007, esse percentual era de 51,8%.
As classes D e E também continuaram encolhendo comparado aos anos anteriores, de acordo com a FGV. Enquanto 6,79% da classe D migrou para classes mais altas. Na classe E, esse percentual chegou a 8%.
Marcelo Néri ressaltou a importância das políticas públicas de transferência de renda e injeção de demanda pública em momentos como este. Ele citou como exemplo o programa Bolsa Família que, segundo ele, atende 25% da população brasileira. Na opinião do economista, o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) é outra ferramenta importante no amortecimento da crise na economia do país, além de melhorar a logística local.
Néri alertou que, embora as políticas públicas sejam necessárias, elas não são suficientes no longo prazo. “Se a gente gastar muitos recursos de maneira errada, no futuro, quando a crise passar, estaremos com o freio de mão puxado.” Ele defendeu instrumentos que criem microcréditos, abonos, microsseguros e investimento em educação para que o país e as classes mais pobres enfrentem os efeitos futuros da crise.
Agência Brasil - Flávia Villela
Brasil tem 12% das lavouras transgênicas de todo o mundo, diz estudo
Fevereiro 11, 2009
Estudo divulgado hoje (11) pela organização não-governamental (ONG) Conselho de Informações sobre Biotecnologia diz que o Brasil foi o responsável por 12% das lavouras geneticamente modificadas no mundo em 2007. Isso significa 15,8 milhões de hectares de lavouras desse tipo no país e a terceira posição no ranking dos maiores produtores de transgênicos.
De acordo com o estudo, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e da Argentina. Grande parte dos transgênicos produzidos no país são soja, responsável por 14 milhões de hectares; seguida do milho, com 1,4 milhão. O restante é de lavouras de algodão.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou que os terrenos onde são plantadas sementes transgênicas vão ser estudados para verificar se há algum tipo de contaminação do solo.
“Vamos vistoriar se, nas áreas do entorno daquelas onde são plantadas as sementes geneticamente modificadas, está havendo contaminação. Às vezes, há um mercado de produtos orgânicos e, se esse produto é contaminado com um transgênico, daqui a pouco ele perde o seu mercado”, afirmou Minc.
O estudo da ONG informou que a área de plantações transgênicas cresceu 10,7 milhões de hectares no ano passado em todo o mundo, 9,4% em comparação com o ano anterior. No total, as lavouras transgênicas representam 125 milhões de hectares.
Agência Brasil - Roberta Lopes
IBRET promove seminário para discutir mecanismos de administração das demissões em massa
Fevereiro 6, 2009
Evento será realizado em 17 de fevereiro na Universidade de São Paulo
O IBRET - Instituto Brasileiro das Relações de Emprego e Trabalho, inicia sua programação de 2009 com o seminário Mecanismos negociados para administrar demissões – A experiência internacional e a realidade brasileira. O evento é gratuito e será realizado no dia 17 de fevereiro, na FEA - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, em São Paulo.
Destinado a profissionais de Recursos Humanos, executivos, empresários, sindicalistas, advogados e entidades envolvidas com relações trabalhistas, o seminário discutirá as alternativas negociadas e transitórias para a onda de demissões generalizadas que se instaurou no mercado brasileiro no final de 2008, como um desdobramento da crise econômica.
“A retomada do crescimento é a resposta definitiva para o desemprego. No entanto, até que isso aconteça é necessário que se discutam medidas para minimizar o impacto da redução no nível de atividade nas empresas”, explica o economista Hélio Zylberstajn, Professor da FEA/USP e Presidente do IBRET. O Seminário se propõe a indicar algumas medidas concretas e úteis para os trabalhadores, as empresas e o governo.
A experiência internacional de países como o Uruguai, que possui uma legislação específica que regulamenta a suspensão do contrato trabalhista, será apresentada no seminário por representantes do Ministério do Trabalho deste país. Ferramentas de administração de demissões de países desenvolvidos e emergentes serão discutidas no evento, que abordará também alguns casos brasileiros. Este módulo será apresentado por Amauri Mascaro Nascimento, Professor titular em Direito do Trabalho da USP. Farão parte das sessões de debates representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo.
SERVIÇO:
INSCRIÇÕES através do site: www.ibret.org
Evento gratuito - Vagas limitadas
Data: 17/02/2009
Local: Sala de Congregação da FEA - USP
Av. Prof. Luciano Gualberto 908 - Cidade Universitária – São Paulo
Telefone: (11) 2922-9626
Mais sobre o IBRET:
O IBRET é uma associação de caráter multidisciplinar voltada para o debate, análise e reflexão sobre os grandes desafios, atuais e futuros, das relações trabalhistas no Brasil. Fundado em dezembro de 2006 por um grupo de 25 profissionais, oriundos do movimento sindical, de círculos empresariais e de pesquisadores e estudiosos do mundo acadêmico, o IBRET é membro do IIRA – International Industrial Relations Association, associação que liga sessenta entidades similares, de diferentes nacionalidades. Com a criação do Instituto, nosso país passou a oferecer aos profissionais brasileiros a oportunidade de se integrarem a uma rede mundial de profissionais das relações de trabalho.
Os associados do IBRET militam em quaisquer dos lados da relação trabalhista. Podem ser representantes de empresas, de trabalhadores ou, ainda, agentes de órgãos do governo. São membros na qualidade de pessoas físicas, não representando dentro do IBRET as organizações para as quais prestam seus serviços profissionais. Dessa forma, o IBRET tem conseguido se firmar como um espaço no qual os associados discutem profissional e independentemente os temas sobre os quais trabalham no exercício de suas funções. Ao se constituir este espaço de discussão profissional, abre-se um canal de diálogo independente de posições institucionais e comprometido com o aprimoramento, o amadurecimento e a profissionalização das relações de trabalho no Brasil.
Produção industrial cai 12,4% em dezembro, a mais acentuada redução da história
Fevereiro 3, 2009
Rio de Janeiro - Em dezembro de 2008, a produção industrial recuou 12,4% frente a novembro, na série com ajuste sazonal. Foi a redução mais baixa da série histórica – iniciada em 1991 – e também o terceiro ano consecutivo, nessa comparação, com resultado negativo. Em relação ao mesmo mês de 2007, a queda foi de 14,5% . O setor automobilístico registrou a maior retração, de quase 40%.
A produção industrial acumulou 3,1% em 2008, crescimento inferior ao acumulado em 2007 (6,0%). A produção no último trimestre de 2008 também recuou (9,4%) na comparação com o período. As informações constam da pesquisa Produção Industrial Mensal, divulgada hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com exceção de celulose e papel (0,4%) e outros equipamentos de transporte (6,7%), os demais 27 ramos pesquisados registram desempenho negativo. A indústria de veículos automotores teve queda de 39,7%, e representou o maior impacto negativo no índice global, seguido por máquinas e equipamentos (-19,2%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-48,8%), metalurgia básica (-18,3%), borracha e plástico (-20,1%), indústria extrativa (-11,8%) e outros produtos químicos (-9,0%).
O estudo aponta que os setores mais prejudicados foram justamente aqueles mais sensíveis à restrição de crédito e à queda das exportações de commodities.
Agência Brasil - Flávia Villela
A responsabilidade de repensar
Fevereiro 3, 2009
“…A globalização acompanhada de mercados livres, atualmente tão em voga, trouxe consigo uma dramática acentuação das desigualdades econômicas e sociais no interior das nações e entre elas.(1)” Assim observou Eric Hobsbawm em seu livro Globalização, Democracia e Terrorismo quando questionado sobre a pertinência de se discutir os efeitos da globalização neste início de século.
Parece estranho, neste início de 2009, trazer a tona a questão da globalização, porém na verdade ficará mais estranho ainda quando focarmos nas propostas de desenvolvimento aplicadas a cada ano entre as nações ricas e pobres. Em meio a crise que vivemos hoje, fica mais nítido ainda a acentuação e disparidades existente entre continentes, países e centros urbanos, que segundo Hobsbawm são as consequências do atual modelo utilizado.
Porém, para entendermos a estranheza e o contraste do que se é pregado e estampado diariamente em manchetes de jornais, precisamos retornar e desconstruir o conceito. E só assim buscarmos realmente pensar e elaborar propostas alinhadas com um verdadeiro desenvolvimento. Nos últimos dias, tanto no Fórum Social Mundial quanto em Davos, buscam-se diversas soluções para a questão acima abordada por Hobsbawm, porém ambos esquecem de tentar entender um pouco mais a raiz das propostas.
Longe de mim querer, com tão poucas palavras, descrever modelos econômicos e planos de desenvolvimento. Embora acredito ser realmente necessário seguir por este caminho. Quero apenas trazer a reflexão e discussão sobre o tema, conseguindo gerar uma consciência coletiva sobre o assunto já caminharemos um pouco mais em direção a igualdade, justiça e qualidade de vida que nossa sociedade tanto clama em qualquer parte do globo.
Enfim, Celso Furtado, no livro Os Ares do Mundo conduz o raciocínio de construção do conceito de desenvolvimento da seguinte forma: “…o estilo de vida criado pelo capitalismo industrial sempre será o privilégio de uma minoria. O custo, em termos de depredação do mundo físico, desse estilo de vida, é de tal forma elevado que toda tentativa de generalizá-lo levaria inexoravelmente ao colapso de toda uma civilização, pondo em risco as possibilidades de sobrevivência da espécie humana. Temos assim a prova definitiva de que o desenvolvimento econômico – a idéia de que os povos pobres poderão algum dia desfrutar das formas de vida dos atuais povos ricos – é simplesmente irrealizável…É nesse sentido que cabe afirmar que a idéia de desenvolvimento econômico é um simples mito.(2)” Ou seja, todas as consequências que temos visto e vivido nos últimos 10 meses, se levarmos em conta apenas o tempo do ápice da crise econômica, tem origem basicamente neste ímpeto da inserção de modelos econômicos em regiões que não suportam tais estruturas e o desgaste ambiental de outras regiões devido a enorme ganância exploratória.
Portanto, penso ser necessário e urgente avaliarmos nosso conceito de progresso e desenvolvimento, pois o que vemos é que o modelo seguido é insustentável. Se queremos realmente conduzir e gerar uma sociedade com qualidade de vida e sem desigualdades, precisamos avaliar as nossas propostas. E assim, usar as ferramentas da ciência e tecnologia, as quais neste século XXI se apresentam de forma abundante e tão próximas, como plataformas deste desenvolvimento.
Como Celso Furtado encerra seu raciocínio dizendo que graças a focalização errônea no conceito de desenvolvimento utilizado pelo mercado hoje, desviamos “ as atenções da tarefa básica de identificação das necessidades fundamentais da coletividade e das possibilidades que abre ao homem o avanço da ciência e da tecnologia (3)” e focalizamos apenas em como explorar, exportar e negociar de forma mais rápido e com menos custo. “Se irá poluir, desestabilizar o ciclo humano, ah isso e questão que poderá ser resolvida outro dia!”
João Baptista
www.concepcoeseconjunturas.blogspot.com
Referências:
(1) Globalização, Democracia e Terrorismo, Eric Hobsbawm, 2007, pág. 11.
(2) OS Ares do Mundo, Celso Furtado, 2ª Edição 1992, pág. 193-194.
(3) OS Ares do Mundo, Celso Furtado, 2ª Edição 1992, pág. 193-194.
Prêmio ANDIMA de Renda Fixa
Janeiro 26, 2009
O Prêmio ANDIMA de Renda Fixa contempla os melhores artigos científicos sobre o mercado de renda fixa.
Os três primeiros colocados recebem prêmios em dinheiro e têm seus trabalhos divulgados para o mercado financeiro, universidades e autoridades governamentais.
Para assegurar a qualidade técnica dos artigos selecionados, a Associação mantém com a SBFin – Sociedade Brasileira de Finanças convênio que prevê iniciativas conjuntas, tais como estudos, seminários, palestras e debates.
Encerramento das inscrições: dia 26 de abril de 2009.
Mais informações em: http://www.andima.com.br/premio/index.asp

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