Resultado do sorteio do livro O QUE FAZER DEPOIS DA CRISE

Maio 31, 2009

O sorteio dos dois livros O QUE FAZER DEPOIS DA CRISE foi realizado e os contemplados foram:

Fabricio Vasconcelos Ribeiro
Vitória - Espírito Santo

Fabiana Moises
Joinville - Santa Catarina

Agradecemos a todos que participaram e informamos que outras promocões irão ocorrer em breve.

Mantega atribui êxito do enfrentamento da crise ao governo, a trabalhadores e a empresários

Maio 29, 2009

O êxito do enfrentamento da crise deve-se ao governo federal, aos trabalhadores brasileiros, que confiam no país, e aos empresários, que continuam trabalhando. A afirmação foi feita pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em audiência pública no Senado. Ele também agradeceu ao Legislativo e ao Judiciário, que têm colaborado com a política econômica, ajudando o país no enfrentamento da crise.

Mantega afirmou que esta é a pior crise já enfrentada por sua geração, mas reiterou que no Brasil não parece grande, já que os esforços de todos estão contribuindo para minimizá-la.

“Lá fora as lojas estão às moscas; casas, abandonadas; prédios, vazios; há 7 a 8 milhões de desempregados por mês. Aqui, sentimos, é claro, mas [os efeitos] são menores do que lá. Tenho percebido isso quando estou lá fora”. Segundo ele, os empresários brasileiros quando vão ao exterior “estão sendo assediados pelos colegas” que querem investir no país.

Mantega fez as afirmações ao encerrar sua participação em audiência conjunta de quatro comissões do Senado, para falar sobre a crise financeira internacional e as medidas adotadas pelo governo brasileiro para minimizar os efeitos na economia.

Agência Brasil / Daniel Lima

Os Limites do Crescimento Econômico

Maio 29, 2009

A tradicional receita econômica, numa visão simplista, de curtissímo prazo, tem sido clara: para acabar com a pobreza, distribuir renda e gerar empregos, basta fazer a economia crescer. Será isso verdadeiro? Sendo verdadeiro, haverá um “ponto de quebra” do qual ultrapassar torna-se preocupante e perigoso? Em outras palavras, haverá limites para esse crescimento ou deve o sistema econômico buscar, a todo custo, expandir o crescimento econômico, tendo em vista que urge diminuir o fosso social que caracteriza, por exemplo, uma economia como a brasileira?

Antes de se pensar em qualquer modelo de crescimento econômico, as ações dos governantes devem (ou deveriam) repousar, prioritariamente, sobre a existência factual de limites ao crescimento. O fato concreto, real, que não é passível de dúvidas, é que há limites para o crescimento econômico e para o progresso material e esses passam, inevitavelmente, pela preservação dos recursos naturais e energéticos.

Numa situação como a atual em que o nível de consumo tem sido exageradamente inconseqüente, os “gargalos” do crescimento logo se fazem presentes, e as situações sociais e econômicas advindas de um crescimento exagerado e ambientalmente destruidor se tornam a cada dia insustentáveis.

O fato é que uma vez ultrapassados esses “gargalos” (limites) chegar-se-á a uma situação de total inversão dos ganhos: de crescimento econômico “pretensamente capaz” de diminuir a desigualdade social, entraremos, posteriormente, numa situação contraproducente com forte tendência a gerar mais desequilíbrios por conta do excessivo crescimento que não “respeitou” esses limites, até mesmo porque crescer economicamente não significa (e nunca significou) assegurar, por conseqüência, qualidade de vida.

Metaforicamente essa situação pode ser ilustrada da seguinte forma: é como encher um copo com água até que este transborde. O excesso, nesse caso, irá gerar desperdício e esse, no ambiente econômico atual de escassez de recursos, produzirá custos na tentativa de recuperar a situação anterior. Portanto, crescer de forma exagerada, sem o devido controle da questão ambiental é como crescer em área movediça: não há sustentabilidade. Não há ganho, mas, sim, custos.

Outra boa maneira de verificarmos essa situação é atentar-se para a questão do ponto de vista estritamente social. Atualmente, apenas 20% (vinte por cento) da população mais rica do mundo utilizam ¾ (75%) dos recursos naturais, numa situação em que metade da população (3 bilhões) está na pobreza.

Henrique Rattner, economista estudioso da questão ambiental, nos afirma que “pelo menos 1/3 da população vegeta nos limites de sobrevivência, não tendo acesso à água potável, saneamento, alimentação básica e serviços essenciais como educação e saúde e isto, apesar da incorporação de centenas de milhões de deserdados como produtores e consumidores na China e, em grau menor, na Índia”.

A desigualdade não pára por ai: o caso da água pótavel é gritante. É sabido que a quantidade de água doce disponível na terra é de apenas 0,5% do total das águas, incluindo as calotas polares geladas. Devido à urbanização intensa, os desmatamentos e a contaminação por atividades industriais e agrícolas (bases de um crescimento econômico sem limites), mesmo esta pequena quantidade de água está diminuindo, causando a desertificação progressiva da superfície da terra. O consumo de água, em consequência da urbanização (o crescimento econômico que não encontra fronteiras) dobra a cada 20 anos, mais rapidamente do que o crescimento da população. Se, de acordo com as estatísticas das Organizações das Nações Unidas (ONU), centenas de milhões de pessoas carecem de acesso à água potável, por outro lado, continua o consumo de desperdício (o exagero) do precioso líquido pela parcela dos mais afortunados que podem pagar pelo serviço. Enquanto regiões imensas na África, Ásia e América Latina carecem de recursos hídricos mínimos, nas regiões “desenvolvidas”, além de excesso de consumo, aumenta a poluição de rios, lagoas e lençóis freáticos e aqüíferos subterrâneos (é o crescimento sem limites se fazendo presente), tudo em nome de um suposto crescimento econômico que, reitero, parece não encontrar freios a sua expansão.

Para ler o artigo completo clique aqui.

Mantega: crise não acabou, mas talvez o pior tenha passado

Maio 28, 2009

A crise não acabou, mas talvez o pior tenha passado. Entre os fatores dessa melhora estão a consolidação do governo Obama nos Estados Unidos e as ações do G20 (grupo dos países em desenvolvimento), que melhoraram a confiança na economia. A avaliação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Segundo ele, os chamados ativos tóxicos (papéis sem lastro que circulavam no início da crise financeira internacional) continuam presentes. Além disso, os bancos não estão liberando crédito suficiente para mover a economia mundial, embora alguns setores já estejam recebendo recursos.

Mantega fez as afirmações em audiência conjunta de quatro comissões do Senado, para falar sobre a crise financeira internacional e as medidas adotadas pelo governo brasileiro para minimizar os efeitos na economia.

Agência Brasil / Daniel Lima

Taxa de juros cai e inadimplência aumenta para empresas

Maio 28, 2009

O Banco Central constatou redução nas taxas de juros cobradas de pessoas físicas e jurídicas e aumento da inadimplência para as empresas de março para abril.

Dados divulgados ontem (27) pelo BC indicam que a taxa de inadimplência média subiu de 5% para 5,2%. Para as pessoas jurídicas, a taxa passou de 2,6% para 2,9% e para as famílias (pessoas físicas), de 8,4% para 8,2%. A inadimplência refere-se ao percentual em atraso acima de 90 dias em relação ao total.

A taxa média de juros cobrada das empresas teve ligeira queda de 0,1 ponto percentual de março para abril (28,8% ao ano). Para as famílias, os juros anuais caíram de 50,1% para 48,8%. A taxa do cheque especial diminuiu de 158,6% para 156,3% ao ano.

Já o crédito para a compra de carros subiu 0,1 ponto percentual e chegou a 19,5% ao ano em abril. No caso do crédito pessoal, que inclui operações consignadas em folha, a redução foi de 40,5% em março para 38,5% em abril.

O prazo médio dos empréstimos caiu de 368 para 366 dias corridos. Para as empresas, o prazo passou de 281 para 273 dias corridos e para as famílias, de 488 para 491 dias corridos.

O spread (diferença entre taxa de captação e a cobrada do tomador final) caiu de 28,5 para 28,2 pontos percentuais. Para as empresas passou de 18 para 18,3 pontos percentuais e para as famílias, de 39,8 para 38,5 pontos percentuais.

Agência Brasil / Kelly Oliveira

Desvalorização do dólar é bom sinal para o Brasil, afirma Mantega

Maio 28, 2009

Ao participar de audiência pública no Senado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o processo de desvalorização do dólar que vem ocorrendo no Brasil é um bom sinal para o país, porque mostra a confiança de investidores externos na economia nacional. Mantega acrescentou que o lado negativo, no entanto, é o encarecimento das exportações brasileiras, como consequência do real mais caro.

Segundo o ministro, nos últimos três meses houve desvalorização da moeda americana de 17,76% e, nos últimos 30 dias, de 9,84%.

Para Mantega, o lado positivo da crise financeira internacional é que ela pode trazer oportunidades. Como exemplo, ele citou a consolidação da economia dos países emergentes e a aceleração de mudanças na área, como o acúmulo de reservas internacionais. O ministro acredita que o Brasil pode ultrapassar os US$ 205 bilhões em reservas de que dispõe hoje.

Outra oportunidade com a crise, segundo Mantega, é o enfraquecimento do dólar, do euro, da libra e do iene, fortalecendo ainda mais as moedas chinesa e brasileira.

Agência Brasil / Daniel Lima

Abertura do mercado chinês para frango brasileiro deve aumentar exportações em até 10%

Maio 28, 2009

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje (28) que a abertura do mercado chinês para a importação de carne de frango brasileira deve causar um aumento considerável nas exportações do setor.

“A abertura desse mercado deve aumentar, este ano, mais ou menos em 5% nossas exportações e, possivelmente, em 10% no próximo ano, o que é um dado muito positivo.”

O país asiático divulgou nesta semana a lista dos 22 frigoríficos brasileiros já autorizados a vender para o país. “A China é um mercado de quase US$ 1 bilhão por ano”, ressaltou, em nota do Ministério da Agricultura, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, referindo-se ao potencial do comércio entre os dois países.

Em 2008, o país exportou cerca de 3,4 milhões de toneladas de carne de frango. A venda gerou uma receita de US$ 6,3 bilhões ao agronegócio brasileiro. Este ano, até o início de maio, foram exportadas 1,1 milhão de toneladas de carne de frango ao valor de US$ 1,5 milhão.

Agência Brasil / Danilo Macedo

Movimento da bolsa nesta semana pode indicar tendência futura

Maio 28, 2009

O close day do IBOV de 26 de maio confirmou mais uma vez ao mercado a existência de uma LTA (linha de tendência de alta) formada a partir dos 35.721 pontos no dia 3 de março. Graficamente nota-se uma lenta recuperação da bolsa brasileira que tem acelerado desde o início deste canal de alta. Uma análise do momento revela que há uma zona de congestão na faixa dos 51.800 (close Day) aos 52.000 pontos. Tal ponto é de extrema importância do ponto de vista da grande onda iniciada em maio de 2008, pois se revela sobre os 50% do traçado fibonacciano no gráfico semanal. Caso haja rompimento deste topo então a continuação desta alta no Ibovespa é bastante plausível. Atenta-se, porém no curto prazo para o close day de 27 de maio com a formação de um candle caracterizado por uma forte indecisão do mercado, podendo caracterizar uma nova correção até o suporte da LTA ou ainda uma reversão de tendência.

Gráfico do IBOV à vista

Esse movimento pode ser atrelado, entre outros fatores pela tendência baixista do Dólar Futuro, que mantém uma relação inversa com o Índice Bovespa. Graficamente temos o Dólar Futuro caminhando sobre um canal de baixa bem definido com os topos descendentes, o que confirma também uma possível correção do IBOVESPA à vista. Do ponto de vista conjuntural, temos uma retomada do capital estrangeiro no país e ainda a presença dos fundos de investimentos internacionais que ainda estão “leves” e a expectativa é que venham colocando cada vez mais peso em economias emergentes, em especial no Brasil.

Dólar Futuro

Felipe Silva
Trader com certificação ANCOR/CVM
felipe@alethos.com.br

A economia presente no dia a dia

Maio 27, 2009

Conceitos econômicos usados neste artigo
Trade-off, comportamento do consumidor, curva de indiferença, velocidade de circulação da moeda, externalidades, elasticidades, bens substitutos, efeito-renda, efeito-substituição, utilitarismo, capital humano.

Introdução

Em sentido geral, os manuais de Economia tratam das questões relativas ao nível de preços, do emprego, do PIB, da taxa de inflação, do comércio exterior. Desses manuais saltam palavras e conceitos como produção, distribuição, consumo e crescimento econômico. Na árdua tarefa de entender e explicar a economia, os profissionais da área se debruçam em taxas como os depósitos compulsórios, as de juros (real e nominal), de curto e de longo prazo, a taxa de câmbio, nos patamares das dívidas pública e privada, interna e externa. Tiram desses manuais verdadeiros apostolados que se convertem em leis próprias, tais como a “Lei da Escassez”, “Lei da Oferta e Demanda” e a “Lei dos Rendimentos Decrescentes” fazendo assim parte do corolário econômico que infestam os cursos universitários em Economia.

No entanto, essa mesma Ciências Econômicas em seus diversos meandros, tanto macro quanto microeconômicos, está mais presente nas ações e nos pensamentos de todos nós muito mais do que imaginamos ou do que supomos.

Nesse pormenor, as questões econômicas (e seus conceitos) passam por uma infinidade de situações diversas que nos envolve no dia a dia. Desde escolher comer pizza ou feijoada, jogar damas ou xadrez, presenciar terremotos, conviver com epidemias, acidentes de carro, poluição dos rios e do ar que respiramos. É possível verificar e identificar conceitos econômicos em situações como epidemia de dengue, doença do porco, um trânsito constante nas grandes cidades, em festas barulhentas na casa do vizinho altas horas da noite, nas campanhas de vacinação, nos preços do cinema no shopping-center, na casquinha de sorvete do Mc Donald´s, nos tênis da marca Nike, numa polícia mal treinada, na possibilidade e facilidade de se cometer um crime. Para todos esses e tantos outros “casos e situações” a economia (enquanto ciência) está presente e se “manifesta” em seus diferentes conceitos que passam, por vezes, longe da compreensão do cidadão não familiarizado com os meandros dessa ciência.

Descrever esses “diversos atos, casos e situações econômicas”, explicando-os pelos conceitos “escondidos” no jargão econômico que, por vezes, não percebemos e que ocorrem com certa frequência em nosso dia a dia é o fito maior deste artigo. Somando-se a isso, este texto busca também evidenciar o verdadeiro papel do economista, qual seja: pensar no bem estar da sociedade e desenvolver ações que façam com que isso aconteça.

Por Marcus Eduardo de Oliveira

Marcus Eduardo de Oliveira é economista e professor universitário. Mestre em Integração da América Latina (PROLAM-USP) e especialista em Política Internacional (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo). É autor de “Conversando sobre Economia” (Ed. Alínea).

Par ler o artigo completo clique aqui.

Promoção BB - Banco do Brasil

Maio 25, 2009

Promoção BB - Banco do Brasil estimula crescimento do I-banking com a distribuição de R$ 720 mil em prêmios aos internautas do bb.com.br

O universo de usuários de transações virtuais (E-commerce ou I-banking) ainda cresce no Brasil, sendo que somente no uso de Internet Banking já se somam mais de 30 milhões de internautas. Para não perder o passo nesse mercado em ebulição e estimular que os clientes do banco usem mais o sistema virtual, o Banco do Brasil – maior instituição financeira em ativos do País e do Hemisfério Sul – lançou em março uma promoção para destacar o acesso ao Portal BB na web.

A promoção consiste da utilização do Portal no dia-a-dia. Os clientes que efetuarem transações online, como recargas de celular, transferências, contratação de seguros e empréstimos ou até mesmo o pagamentos de conta concorrem automaticamente a 180 prêmios de R$ 4 mil reais.

Essa ação é uma forma de premiar quem mais utiliza o bb.com.br para efetuar suas transações, além de incentivar novos acessos. A campanha chega em boa hora também para enfatizar que o home banking do BB é seguro e eficaz, já que de acordo com o Índice de Segurança Unisys, publicado em abril, pouco mais da metade dos 1,5 mil entrevistados (52%) está muito ou extremamente preocupada com a segurança na rede.

O Banco do Brasil reforça sua posição de liderança em transações eletrônicas e, além de garantir toda a segurança, ainda distribuirá R$ 720 mil. O BB foi direto ao usuário, atuando de forma intensa na divulgação por meio da Internet, mas não esqueceu seu correntista ou usuário que ainda não está plugado. A Instituição também investiu em um livreto que ensina o cliente, passo a passo a se conectar com o Banco do Brasil, a desfrutar da comodidade de ter serviços e produtos on-line e ainda como participar da promoção.

Para participar, basta que o internauta utilize o AutoAtendimento BB pela Internet e realize as transações. Além da promoção, o Banco criou taxas e condições especiais para contratar alguns produtos do Banco do Brasil como crédito, seguros e investimentos.

Até 31/12/2009, serão três sorteios pela Loteria Federal (60 prêmios por sorteio). Abaixo, seguem as datas:

Etapa
Período de Apuração
Extrato da Loteria Federal
Primeiro Sorteio
01/05 a 31/07
29 agosto
Segundo Sorteio
01/08 a 31/10
28 novembro
Terceiro Sorteio
01/11 a 31/12
30/01/2010

- Para acessar o site da promoção, clique aqui.
- Para conhecer o regulamento da promoção, clique aqui.

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