Twitter Updates for 2010-01-29

Janeiro 29, 2010

Paulo Bernardo defende suspens…

Janeiro 29, 2010

Paulo Bernardo defende suspensão de descontos no IPI de linha branca e automóveis. http://bit.ly/aQU6HD

Paulo Bernardo defende suspensão de descontos no IPI de linha branca e automóveis

Janeiro 29, 2010

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse na quinta-feira (28) não ver necessidade na renovação dos incentivos fiscais para os produtos da linha branca e os automóveis. Segundo ele, o governo avaliará a redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para esses itens, mas o ministro disse que, na opinião dele, as desonerações podem ser revogadas.

“Se houver alguma coisa comprovando que é necessário manter, certamente o governo vai ter sensibilidade. Eu, particularmente, acho que não precisa”, declarou o ministro, ao sair de reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). “Em princípio, acho que não [precisa]. A economia está boa, as vendas estão boas.”

Os dois incentivos haviam sido renovados no final do ano passado. A desoneração para a linha branca acaba neste domingo (31). Já o IPI reduzido para os automóveis do tipo flex e aqueles movidos exclusivamente a álcool vence em 31 de março.

O ministro também comentou a inclusão no Orçamento Geral da União de obras consideradas sob suspeita pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele disse discordar da avaliação do TCU de que o repasse de recursos para esses empreendimentos seja ilegal.

“Há controvérsia e até uma queda de braço em relação a esse assunto. E se daqui a três meses o TCU descobrir que está errado? Paralisar as obras não é a solução”, afirmou.

Para o ministro, a responsabilidade pela inclusão das obras no orçamento não cabe apenas ao governo, mas aos parlamentares que aprovaram o texto final. “O orçamento ficou vários meses no Congresso e os parlamentares declararam várias vezes que tudo estava resolvido. Algumas obras estão quase acabando e há mais de 26 mil trabalhadores envolvidos. Não vi nada de desvio de dinheiro”, acrescentou.

Paulo Bernardo disse que o orçamento precisará sofrer ajustes nos próximos meses, à medida que o governo tiver conhecimento sobre a entrada de recursos em caixa. No entanto, descartou que a área social e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) venham sofrer cortes. “O orçamento tem de ser equilibrado, mas saúde, educação, assistência social e PAC não têm contingenciamento”, assegurou.

Agência Brasil / Wellton Máximo
Edição: Lana Cristina

Desemprego atinge a menor taxa…

Janeiro 28, 2010

Desemprego atinge a menor taxa desde 1998, mostra pesquisa Dieese/Seade. http://bit.ly/cIbW7H

Desemprego atinge a menor taxa desde 1998, mostra pesquisa Dieese/Seade

Janeiro 28, 2010

A taxa de desemprego diminuiu em dezembro último, passando de 13,2% (novembro) para 12,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Foi a menor variação desde 1998, quando teve início o levantamento. O total de desempregados foi estimado 2,532 milhões de pessoas, 135 mil abaixo do verificado em novembro.

Os números são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade). Realizada em seis regiões metropolitanas (São Paulo, Belo Horizonte, Porto alegre, Salvador, Recife e Distrito Federal).

A região metropolitana de São Paulo foi a que registrou a maior queda no desemprego (-7%), seguida de Porto Alegre (-6,0%); Distrito Federal (-5,2%); Salvador (-4,5%), Recife (-1,1%) em Belo Horizonte não houve alteração, com a taxa permanecendo em 9,8% da PEA.

O nível de ocupação ficou 0,9% maior, resultado considerado “atípico” para o período, pelos analistas econômicos do Dieese/Seade. Foram criados 159 mil empregos e 24 mil pessoas ingressaram no mercado de trabalho. Com essas vagas, o total de empregados aumentou para 17,6 milhões de pessoas.

O crescimento do emprego foi maior na região metropolitana de Salvador (1,6%), seguido por Porto Alegre (1,2%), São Paulo (1,1%), Recife (0,4%), Distrito Federal (0,3%) e em Belo Horizonte, a taxa de ocupação permaneceu estável.

As maiores chances de contratação foram criadas pelo setor da indústria (74 mil), o que representou um aumento de 2,9%. No setor do comércio foram abertos 59 mil postos de trabalho, 2,1% mais do que em novembro, e no de serviços, 20 mil vagas, 0,2% acima do período anterior. Em outros setores, houve alta de 0,4% com 6 mil empregos.

Segundo o levantamento, o rendimento médio dos ocupados em novembro aumentou 0,8%, calculado em R$ 1.235,00 e dos assalariados 0,7% com R$ 1.302,00.

O resultado divulgado pelo Dieese/Seade é diferente dos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho (Caged), em função da diferença da metodologia adotada para calcular o índice de desemprego.

Agência Brasil / Marli Moreira
Edição: Tereza Barbosa

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Janeiro 28, 2010

Economia para pagar juros da d…

Janeiro 27, 2010

Economia para pagar juros da dívida pública tem o menor resultado desde 2002. http://bit.ly/c6w8Xx

Economia para pagar juros da dívida pública tem o menor resultado desde 2002

Janeiro 27, 2010

O superávit primário, a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, somou R$ 39,2 bilhões em 2009, valor 45% menor que os R$ 71,4 bilhões registrados em 2008 e o menor resultado desde 2002. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Tesouro Nacional. Para não descumprir a meta de esforço fiscal, o governo usou o mecanismo do Projeto Piloto de Investimentos (PPI).

O resultado leva em conta as receitas e despesas do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central (BC). Se também forem levados em conta os critérios do BC, que usa outra metodologia para calcular o esforço fiscal, o superávit primário somou R$ 42,3 bilhões no ano passado, pouco abaixo da meta de R$ 42,7 bilhões.

Os R$ 400 milhões de diferença foram abatidos da meta usando a margem de R$ 17,9 bilhões de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em setembro do ano passado, o Congresso Nacional aprovou uma medida provisória que ampliou o abatimento de recursos gastos em obras de infraestrutura e saneamento.

Por causa da crise econômica, que reduziu a arrecadação e resultou em aumento de despesas públicas, o governo decidiu reduzir o superávit primário no ano passado. A receita líquida cresceu 4,8% em 2009, contra aumento de 15% nas despesas.

O crescimento das despesas foi puxado principalmente pelos investimentos, que somaram R$ 34,137 bilhões no ano passado, valor 20,8% maior que o de 2008. Os gastos com custeio (manutenção da máquina pública) subiram 14,2% e as despesas com o pagamento do funcionalismo público aumentaram 15,9%.

Para não usar um valor significativo da margem de abatimento do PAC, o governo federal recorreu a manobras fiscais para aumentar as receitas nos últimos meses do ano. O dinheiro veio de depósitos judiciais e extrajudiciais repassados pela Caixa Econômica Federal ao Tesouro, dos lucros de empresas estatais e do parcelamento de impostos que reforçou o caixa da Receita Federal no segundo semestre.

Por causa dessas operações, o Governo Central registrou superávit de R$ 1,7 bilhão em dezembro. Pela primeira vez desde 1998, o resultado ficou positivo no mês, que costuma registrar déficit primário por causa do aumento de gastos no fim do ano.

Agência Brasil / Wellton Máximo
Edição: Lana Cristina

Caixa respondeu em 2009 por 71…

Janeiro 27, 2010

Caixa respondeu em 2009 por 71% do crédito imobiliário do mercado. http://bit.ly/cv72Df

Caixa respondeu em 2009 por 71% do crédito imobiliário do mercado

Janeiro 27, 2010

Em 2009, a Caixa Econômica Federal emprestou 71% do total de crédito imobiliário do mercado, a maior contratação habitacional da história do banco. O volume de crédito foi 102% superior ao total de 2008 e 9,4 vezes o realizado em 2003.

O volume de financiamentos fechou o ano em R$ 47,05 bilhões, dos quais R$ 14,1 bilhões se destinaram ao programa Minha Casa, Minha Vida. Foram beneficiadas 896.762 famílias, das quais 275.528 no programa governamental.

Em São Paulo, foram financiados 181.217 imóveis no valor total de 12,2 bilhões. Os dados constam do balanço da instituição em 2009.

Agência Brasil / Flávia Albuquerque
Edição: Tereza Barbosa

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