American Express vira banco para ter acesso ao pacote dos EUA de US$ 700 bi
14/11/2008
A celeridade do processo - que leva meses - demonstrou o poder das empresas de crédito sobre o mercado financeiro e despertou protestos de outras instituições que aguardam pareceres do Fed. “Todo mundo quer ser um banco, porque todos querem o acesso ao financiamento governamental”, disse Craig Maurer, analista da Calyon Securities, uma unidade do Credit Agricole Group, ao WSJ.
“Dada a continuação da volatilidade nos mercados financeiros, queremos estar melhores posicionados para tirar proveito dos vários programas do governo federal já implementados ou que possam vir a ser lançados de apoio às instituições financeiras”, respondeu o presidente da companhia, Kenneth Chenault. O cenário de crise internacional preocupa investidores do American Express.
Chenault disse ainda que a decisão “não altera fundamentalmente” a empresa, indicando que não está interessado em adquirir um grande banco comercial. Caso isso realmente não ocorra, a American Express poderá, por exemplo, comprar depósitos de instituições em dificuldades ou lançar um programa de poupança, diz o jornal. Essa estratégia normalmente atrai dinheiro de clientes que buscam taxas mais elevadas de rendimentos e preferem não deixar o dinheiro parado por muito tempo.
Com informações Exame/FSP






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