<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>O Economista &#187; Comércio Exterior</title>
	<atom:link href="http://www.oeconomista.com.br/category/comercio-exterior/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
	<description>Blog de Economia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 11:10:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.5.3" -->
	<copyright>Copyright &#xA9; 2012 O Economista </copyright>
	<managingEditor>celso@humantech.com.br</managingEditor>
	<webMaster>celso@humantech.com.br</webMaster>
	<category>posts</category>
	<image>
		<url>http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>O Economista &#187; Comércio Exterior</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Blog de Economia</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
	<itunes:author></itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name></itunes:name>
		<itunes:email>celso@humantech.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>Podcast: Balança comercial brasileira registra maior déficit para janeiro em 39 anos</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/podcast-balanca-comercial-brasileira-registra-maior-deficit-para-janeiro-em-39-anos/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/podcast-balanca-comercial-brasileira-registra-maior-deficit-para-janeiro-em-39-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[boletim de economia]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9847</guid>
		<description><![CDATA[ A balança comercial brasileira registrou o maior déficit para o mês de janeiro desde o início da série histórica, iniciada em 1973. O saldo negativo foi de US$ 1,291 bilhão.
A informação foi divulgada nessa semana pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Para a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A balança comercial brasileira registrou o maior déficit para o mês de janeiro desde o início da série histórica, iniciada em 1973. O saldo negativo foi de US$ 1,291 bilhão.</p>
<p>A informação foi divulgada nessa semana pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Para a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o resultado não deve comprometer o saldo anual. “O déficit registrado neste mês não compromete a expectativa positiva de fechar o ano com superávit comercial. Em 2009 e 2010, também houve déficit nos meses de janeiro e revertemos esse saldo negativo”, estimou.</p>
<p>Mais notícias no podcast de economia. Acesse!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/podcast-balanca-comercial-brasileira-registra-maior-deficit-para-janeiro-em-39-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/podcasts/podcast_76.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>A balança comercial brasileira registrou o maior déficit para o mês de janeiro desde o início da série histórica, iniciada em 1973. O saldo negativo ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>A balança comercial brasileira registrou o maior déficit para o mês de janeiro desde o início da série histórica, iniciada em 1973. O saldo negativo foi de US$ 1,291 bilhão.

A informação foi divulgada nessa semana pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Para a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o resultado não deve comprometer o saldo anual. “O déficit registrado neste mês não compromete a expectativa positiva de fechar o ano com superávit comercial. Em 2009 e 2010, também houve déficit nos meses de janeiro e revertemos esse saldo negativo”, estimou.

Mais notícias no podcast de economia. Acesse!</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Comércio Exterior, Destaques, Inflação, Notícias, Podcasts</itunes:keywords>
		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>FMI reduz projeções de crescimento. Brasil deve ter resultado abaixo da média</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/fmi-reduz-projecoes-de-crescimento-brasil-deve-ter-resultado-abaixo-da-media/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/fmi-reduz-projecoes-de-crescimento-brasil-deve-ter-resultado-abaixo-da-media/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9732</guid>
		<description><![CDATA[ O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado nesta terça-feira, 24, na capital norte-americana, Washington.
Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado nesta terça-feira, 24, na capital norte-americana, Washington.</p>
<p>Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste ano, abaixo da média global de 3,3%. Em 2010, a projeção de crescimento da economia brasileira foi de 7,5%, acima da média global de 5,2%.</p>
<p>A redução da perspectiva de crescimento mundial foi motivada principalmente pela deterioração econômica na zona do euro. &#8220;A principal razão é o recrudescimento da crise na zona do euro, que interage com fragilidades financeiras em outros lugares&#8221;, diz o relatório.</p>
<p>Para o FMI, a crise na Europa também repercute de forma negativa nas economias emergentes. &#8220;O crescimento em economias emergentes também deve desacelerar por causa do pior ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna&#8221;, ressalta o documento.</p>
<p>A previsão anterior para a economia mundial foi divulgada no ano passado e previa uma expansão de 4%. Para 2013, a perspectiva é de uma expansão de 3,9%, o que representa um corte de 0,6 ponto percentual. Para a zona do euro, o relatório prevê uma retração de 0,5% em 2012. A previsão anterior era de uma expansão de 1,1%. Para 2013, o relatório prevê uma recuperação lenta, com expansão de 0,8%.</p>
<p>O relatório expressa ainda forte preocupação com a saúde financeira das instituições bancárias e também com a falta de medidas eficazes na busca do equilíbrio fiscal dos países europeus. &#8220;Especificamente, preocupações com perdas no setor bancário e com a sustentabilidade fiscal levaram a uma ampliação nos juros de títulos soberanos para muitos países europeus&#8221;, destaca o FMI.</p>
<p>Para a China, o relatório prevê uma expansão, em 2012, de 8,2%, uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação à previsão anterior. Já em relação aos Estados Unidos, apesar dos riscos para a economia considerados pelo FMI, o relatório manteve a estimativa de crescimento de 1,8% em 2012. De acordo com o relatório, “o impacto desses eventos no crescimento será compensado pela forte demanda doméstica subjacente em 2012&#8243;.</p>
<p>&#8220;No médio prazo, Estados Unidos e Japão devem formular e implementar um plano de consolidação factível, pois nenhum dos países pode confiar em sua condição de refúgio seguro&#8221;, sugere o organismo internacional no relatório.</p>
<p>Luciana Lima/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/fmi-reduz-projecoes-de-crescimento-brasil-deve-ter-resultado-abaixo-da-media/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Relatório prevê desaceleração no crescimento brasileiro</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/relatorio-preve-desaceleracao-no-crescimento-brasileiro/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/relatorio-preve-desaceleracao-no-crescimento-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 10:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[Unctad]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9670</guid>
		<description><![CDATA[ O relatório anual elaborado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) aponta redução na estimativa de crescimento do Brasil em 2012.Segundo o documento, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve desacelerar para 2,7%, o que representa quase metade do percentual estimado pelo órgão em junho passado.
O estudo também prevê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O relatório anual elaborado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) aponta redução na estimativa de crescimento do Brasil em 2012.Segundo o documento, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve desacelerar para 2,7%, o que representa quase metade do percentual estimado pelo órgão em junho passado.</p>
<p>O estudo também prevê que o PIB mundial avance apenas 2,6% este ano e 3,2% em 2013. A zona do euro continua com a menor estimativa de crescimento.</p>
<p>No caso americano, a economia deverá desacelerar para 1,5%, contra os 2,8% previstos anteriormente. Países emergentes como a China e Índia devem manter um bom desempenho econômico. Entretanto, a expansão do PIB será inferior se comparada a dos anos anteriores.</p>
<p>A projeção para a China é 9% entre os anos de 2012 e 2013. A economia da Índia deve crescer de 7,7% a 7,9% entre 2012 e 2013.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/relatorio-preve-desaceleracao-no-crescimento-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Podcast: Inadimplência do brasileiro em 2011 subiu 21,5%</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/podcast-inadimplencia-do-brasileiro-em-2011-subiu-215/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/podcast-inadimplencia-do-brasileiro-em-2011-subiu-215/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 19:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[boletim semanal]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplencia]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9629</guid>
		<description><![CDATA[ De acordo com levantamento feito pela empresa de consultoria Serasa Experian, em 2011, a inadimplência do consumidor brasileiro aumentou 21,5% na comparação com o ano anterior.
Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e os juros elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor. Eles destacam ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>De acordo com levantamento feito pela empresa de consultoria Serasa Experian, em 2011, a inadimplência do consumidor brasileiro aumentou 21,5% na comparação com o ano anterior.</p>
<p>Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e os juros elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor. Eles destacam ainda que acúmulo de dívidas vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011.</p>
<p>Acesse mais notícias no boletim de economia:</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/podcast-inadimplencia-do-brasileiro-em-2011-subiu-215/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/podcasts/podcast_73.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>De acordo com levantamento feito pela empresa de consultoria Serasa Experian, em 2011, a inadimplência do consumidor brasileiro aumentou 21,5% na comparação com o ano ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>De acordo com levantamento feito pela empresa de consultoria Serasa Experian, em 2011, a inadimplência do consumidor brasileiro aumentou 21,5% na comparação com o ano anterior.

Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e os juros elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor. Eles destacam ainda que acúmulo de dívidas vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011.

Acesse mais notícias no boletim de economia:</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Comércio Exterior, Destaques, Inflação, Notícias, Podcasts</itunes:keywords>
		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>Euro registra menor cotação em comparação com o dólar desde 2010</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/euro-registra-menor-cotacao-em-comparacao-com-o-dolar-desde-2010/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/euro-registra-menor-cotacao-em-comparacao-com-o-dolar-desde-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cotação]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9541</guid>
		<description><![CDATA[ Nesta quinta-feria, 5, o euro teve a menor cotação desde setembro de 2010 em comparação com o dólar: abaixo de US$ 1,29. O valor foi registrado depois de uma emissão de títulos da França, em meio aos temores sobre a crise da dívida na Europa.
Pouco depois das 8h (horário brasileiro de verão, 10h GMT), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Nesta quinta-feria, 5, o euro teve a menor cotação desde setembro de 2010 em comparação com o dólar: abaixo de US$ 1,29. O valor foi registrado depois de uma emissão de títulos da França, em meio aos temores sobre a crise da dívida na Europa.</p>
<p>Pouco depois das 8h (horário brasileiro de verão, 10h GMT), o euro era negociado a US$ 1,2831, antes de registrar uma leve recuperação nos minutos seguintes.</p>
<p>O euro também recuou ao menor patamar em 11 anos contra o iene, de acordo com a agência de notícias Bloomberg. Às 8h19 (horário de brasília, 10h19 GMT), o euro caía 0,6%, a 98,65 ienes. A moeda de 17 nações caiu depois que a França vendeu 7,96 bilhões de euros em títulos da dívida nesta quinta, , em seu primeiro leilão do ano.</p>
<p>Com informações do portal G1.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/euro-registra-menor-cotacao-em-comparacao-com-o-dolar-desde-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo tratado pretende fortalecer o euro e conta com pelo menos 23 países da UE</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/novo-tratado-pretende-fortalecer-o-euro-e-conta-com-pelo-menos-23-paises-da-ue/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/novo-tratado-pretende-fortalecer-o-euro-e-conta-com-pelo-menos-23-paises-da-ue/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 11:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[países]]></category>
		<category><![CDATA[tratado]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9387</guid>
		<description><![CDATA[ Pelo menos 23 países integrantes da União Europeia (UE) farão parte de um novo tratado intergovernamental com o objetivo de fortalecer o euro. Reino Unido e Hungria ficarão de forma do acordo e se declararam não interessados. Suécia e República Tcheca disseram que deverão consultar seus Parlamentos. O anúncio foi feito na madrugada desta sexta-feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Pelo menos 23 países integrantes da União Europeia (UE) farão parte de um novo tratado intergovernamental com o objetivo de fortalecer o euro. Reino Unido e Hungria ficarão de forma do acordo e se declararam não interessados. Suécia e República Tcheca disseram que deverão consultar seus Parlamentos. O anúncio foi feito na madrugada desta sexta-feira, 9, pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.</p>
<p>Após mais de 10 horas de reunião, em Bruxelas, os líderes europeus se comprometeram a adotar um novo pacto fiscal com regras mais rígidas. Além disso, ficou acertado adiantar em um ano a entrada em vigor do fundo de resgate permanente e a adição de 200 bilhões de euros às reservas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar as nações em crise.</p>
<p>Para a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, os países da zona do euro deram uma resposta a três &#8220;elementos chave&#8221; da crise da dívida europeia: &#8220;A união fiscal, a aceleração da implementação do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM, na sigla em inglês, mecanismo de resgate permanente.) e a adição de US$ 270 bilhões às reservas do FMI, recursos a serem confirmados dentro de dez dias&#8221;.</p>
<p>O tratado intergovernamental deve estar concluído em março, de acordo com o presidente francês. &#8220;Preferíamos um tratado com os 27 países do bloco, mas não foi possível devido a nossos amigos ingleses&#8221;, disse Sarkozy.</p>
<div>Com informações do portal G1.com</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/novo-tratado-pretende-fortalecer-o-euro-e-conta-com-pelo-menos-23-paises-da-ue/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto aprovado pela Câmara aumenta participação brasileira no FMI</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/projeto-aprovado-pela-camara-aumenta-participacao-brasileira-no-fmi/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/projeto-aprovado-pela-camara-aumenta-participacao-brasileira-no-fmi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9361</guid>
		<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira, 6, projeto de decreto legislativo que aumenta a participação brasileira no cenário econômico mundial. A proposta eleva a participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI) em 0,533 ponto porcentual. Atualmente a participação é 1,783% passará para 2,316% das cotas totais do fundo. Com a medida, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira, 6, projeto de decreto legislativo que aumenta a participação brasileira no cenário econômico mundial. A proposta eleva a participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI) em 0,533 ponto porcentual. Atualmente a participação é 1,783% passará para 2,316% das cotas totais do fundo. Com a medida, o Brasil passará da décima quarta para a décima posição entre os países com maiores número de cotas no FMI. A matéria agora vai ao Senado.</p>
<p>A resolução promovendo alterações no fundo foi adotada em 15 de dezembro do ano passado e, além de aumentar a participação do Brasil, insere uma série de reformas na governança do FMI que fortalecem os países emergentes. Pelo texto, a formação da diretoria executiva sofrerá alterações.</p>
<p>Os diretores executivos dos cinco países com maiores quotas – EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido e França –, que são indicados pelos seus respectivos governos, passarão a ser eleitos pelos governadores dos demais países membros do fundo para mandato com dois anos de duração. Com a entrada em vigor do novo texto, todos os diretores executivos passarão a ser eleitos. Atualmente a eleição é somente para os demais 19 diretores executivos, dentre eles o do Brasil.</p>
<p>Um dos objetivos do tratado é facilitar possíveis rearranjos na composição das cadeiras de países no fundo, dado que possibilita que os cinco maiores cotistas da organização possam formar cadeiras com outros países. O rearranjo também permitirá reduzir o número de cadeiras comandadas por países desenvolvidos.</p>
<p>Iolando Lourenço/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/projeto-aprovado-pela-camara-aumenta-participacao-brasileira-no-fmi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesmo em crise, países como Grécia e Espanha são mais competitivos que Brasil</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-em-crise-paises-como-grecia-e-espanha-sao-mais-competitivos-que-brasil/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-em-crise-paises-como-grecia-e-espanha-sao-mais-competitivos-que-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[fiesp]]></category>
		<category><![CDATA[países]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9164</guid>
		<description><![CDATA[ Países que estão enfrentando forte crise econômica, como Grécia, Portugal e Itália, são mais competitivos do que o Brasil. É o que diz a pesquisa Índice Fiesp de Competitividade das Nações, divulgada nesta quarta-feira, 17, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
De acordo com o levantamento, referente ao ano de 2010, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Países que estão enfrentando forte crise econômica, como Grécia, Portugal e Itália, são mais competitivos do que o Brasil. É o que diz a pesquisa Índice Fiesp de Competitividade das Nações, divulgada nesta quarta-feira, 17, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).</p>
<p>De acordo com o levantamento, referente ao ano de 2010, o Brasil é o 37º país mais competitivo entre as 43 nações analisadas. O país, com nota 24,8, está atrás da Grécia, por exemplo, que figura na 33ª posição, com nota 35,8, da Espanha, na 22ª posição, com nota 51,8, e de Portugal, na 29ª posição, com nota 41,5. A Itália figura na 24ª posição, com 47,1 pontos.</p>
<p>Segundo o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, esses países, mesmo enfrentando uma condição econômica delicada, construíram no passado um estoque de fatores positivos que os mantêm competitivos mesmo durante a atual situação.</p>
<p>“Eles estão com problema de economia doméstica, mas têm um consumo do governo, em relação ao PIB [Produto Interno Bruto], menor [que o do Brasil], juros mais baixos, maior infraestrutura, tecnologia melhor, produtividade melhor que a do Brasil e, provavelmente, capital humano melhor. Itália e Grécia têm indicadores educacionais melhores que os do Brasil”, disse Coelho.</p>
<p>Na última década, o Brasil foi o oitavo país que mais avançou em produtividade entre as nações pesquisadas: saiu de 18,4 pontos, em 2000, para 24,8 em 2010, um ganho de 6,4 pontos. No período, os que mais aumentaram a pontuação foram a China, que cresceu 11,4 pontos &#8211; em 2010 atingiu 42,3 pontos, na 23ª posição &#8211; e a Coreia do Sul (elevação de 9,6 pontos, atingindo em 2010 72,8 pontos, na sexta posição).</p>
<p>Bruno Bocchini/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-em-crise-paises-como-grecia-e-espanha-sao-mais-competitivos-que-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Índice de Clima Econômico da América Latina cai 1,2 pontos</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/indice-de-clima-economico-da-america-latina-cai-12-pontos/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/indice-de-clima-economico-da-america-latina-cai-12-pontos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 10:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[ICE]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Clima Econômico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9150</guid>
		<description><![CDATA[ As incertezas do cenário econômico mundial levaram o Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina a cair de 5,6 para 4,4 pontos entre julho e outubro deste ano, ficando abaixo da média histórica de 5,1 pontos. O resultado, divulgado nesta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), “sinaliza a entrada da região em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>As incertezas do cenário econômico mundial levaram o Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina a cair de 5,6 para 4,4 pontos entre julho e outubro deste ano, ficando abaixo da média histórica de 5,1 pontos. O resultado, divulgado nesta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), “sinaliza a entrada da região em fase de declínio, após permanecer em<em> boom</em> econômico entre julho de 2010 e julho de 2011”. O ICE é o indicador que faz uma síntese da Sondagem Econômica da América Latina, pesquisa trimestral elaborada em parceria pelo Instituto alemão Ifo e pela FGV.</p>
<p>O Índice da Situação Atual (ISA) diminuiu de 5,9 para 5,2 pontos. Apesar da queda, o documento destaca que o nível superior a 5 pontos indica uma avaliação ainda favorável a respeito do momento presente. Já o Índice de Expectativas (IE) caiu de 5,3 para 3,5 pontos, atingindo o menor nível desde janeiro de 2009 (2,3 pontos). O movimento sinaliza pessimismo em relação aos próximos meses.</p>
<p>De acordo com a FGV, “a tendência de piora do ambiente econômico na América Latina segue o que ocorre em âmbito mundial”. O ICE apurado pelo Ifo para 119 países caiu de 5,4 para 4,3 pontos entre julho e outubro.</p>
<p>O Índice de Clima Econômico caiu em outubro no México e em todos os países da América do Sul, com exceção do Peru.</p>
<p>A Bolívia, o Brasil, o Chile, o México e a Venezuela registram ICE abaixo de 5 pontos, revelando um clima econômico desfavorável. A falta de competitividade internacional e de mão de obra qualificada, a desconfiança nas políticas governamentais, a inflação e o desemprego foram apontados pelos especialistas como principais problemas enfrentados por esses países.</p>
<p>No caso brasileiro, cujo ICE passou de 5,8 para 4,8 pontos, o principal problema apontado foi também a questão da competitividade, somada à inflação, à falta de mão de obra qualificada, ao déficit público e à escassez de capital.</p>
<p>Thais Leitão/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/indice-de-clima-economico-da-america-latina-cai-12-pontos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil deve se tornar maior produtor de biodiesel mundial em 2012</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/brasil-deve-se-tornar-maior-produtor-de-biodiesel-mundial-em-2012/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/brasil-deve-se-tornar-maior-produtor-de-biodiesel-mundial-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 10:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[petrobrás]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9094</guid>
		<description><![CDATA[ Em 2012, o Brasil deverá ultrapassar a Alemanha na produção de biodiesel, se transformando no maior produtor mundial desse tipo de combustível. A previsão é do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que participou nesta quarta-feira, 9, de uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.
Segundo ele, apesar de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Em 2012, o Brasil deverá ultrapassar a Alemanha na produção de biodiesel, se transformando no maior produtor mundial desse tipo de combustível. A previsão é do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que participou nesta quarta-feira, 9, de uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.</p>
<p>Segundo ele, apesar de ser considerado um sucesso, o programa de biodiesel brasileiro ainda tem desafios como a descentralização da produção e a ampliação da participação da agricultura familiar como fornecedora de matéria prima. “Nosso desafio é continuar crescendo com sucesso, mas de uma forma mais bem distribuída nos estados brasileiros e com maior participação dos pequenos produtores, especialmente nas regiões mais empobrecidas”, disse antes da audiência.</p>
<p>De 2008 a 2011, a venda de biodiesel cresceu de 1,1 milhão de metros cúbicos (m³) para 2,6 milhões de m³. As regiões Centro-Oeste e Sul concentram o maior número de usinas. Em 2010, cerca de 100 mil agricultores familiares faziam parte do programa de biodiesel, mas, segundo Rossetto, a produção e a renda dessas famílias ainda não são satisfatórias.</p>
<p>Segundo Rossetto, o crescimento do programa de biodiesel depende do aumento da quantidade de biodiesel que é misturado ao óleo diesel mineral, atualmente na proporção de 5%, além do incentivo à exportação. Ele defendeu a atualização dos incentivos fiscais e tributários para o setor,  assegurando apoio às regiões de menor desenvolvimento agrícola e social.</p>
<p>Rosseto também falou sobre o etanol, cuja produção e consumo estão em queda. Nos próximos dias, o governo deve anunciar medidas para estimular o setor. “As medidas já estão definidas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. Imagino que até sexta-feira [11] ou segunda-feira [14] isso seja anunciado”. Além de financiamento para estocagem, também devem ser abertas linhas de crédito para estimular a renovação e expansão dos canaviais e para aproveitar a capacidade ociosa das usinas.</p>
<p>Sabrina Craide/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/brasil-deve-se-tornar-maior-produtor-de-biodiesel-mundial-em-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced)

Served from: www.oeconomista.com.br @ 2012-02-08 13:08:04 -->
