O valor do amanhã: ensaio sobre a natureza dos juros

Novembro 2, 2009

Resenha Crítica

GIANNETTI, Eduardo. O valor do amanhã: ensaio sobre a natureza dos juros. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

Eduardo Giannetti é um economista brasileiro que nasceu em Belo Horizonte, no dia 23 de fevereiro de 1957. Formado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas ambas da Universidade de São Paulo.

Giannetti fez seu doutorado em economia na Universidade de Cambridge, onde foi professor entre 1984 e 1987 e de 1988 a 2001. Também lecionou na FEA/USP. Atualmente é professor integral no Ibmec São Paulo.

É autor de diversos livros e artigos, e ganhador dois prêmios Jabuti, em 1994 com o livro “Vícios privados, benefícios públicos?” e em 1995 com o livro “As partes e o todo”.

Outros livros escritos por Giannetti são: Beliefs in action (Cambridge University Press, 1991); As partes e o todo (Siciliano, 1995); Auto-engano (Cia. das Letras, 1997); Felicidade (Cia. das Letras, 2002); O Valor do Amanhã (Cia. da Letras, 2005); O livro das Citações (Cia das Letras, 2008).

Com uma linguagem doméstica e simples que aborda a questão das trocas entre presente e futuro e posteriormente suas conseqüências, o livro “O valor do amanhã” é constituído de quatro partes interligadas, cada uma delas com cinco capítulos que se interagem e se completam entre si.

A primeira parte da obra de Giannetti se reserva a discutir a questão histórica das trocas temporais e os juros pagos ou recebidos através delas. Com exemplos de diferentes espécies de seres vivos e seus variados tipos de metabolismos, o economista busca ilustrar esta parte para a melhor compreensão dos leitores. Aumentasse o enfoque a medida que o autor nos retrata as escolhas que tomamos frente a situações de necessidades e carências; comer a fruta verde e saciar a vontade momentânea mesmo que esta venha a causar um dano a saúde, ou esperar que a fruta amadureça, podendo colhe-la com uma aparência muito mais saborosa?

A segunda parte se encontra centrada nas escolhas temporais dos ciclos de vida dos seres humanos. Para que isso aconteça o autor usa elementos diferenciados para ilustrar suas idéias, assim como ocorre na primeira parte do livro. Quando crianças, nós seres humanos, não temos claramente o pensamento de poupar, e por isso parecemos desfrutar eternamente de algo que é apenas momentâneo, fato que ocorre com as pessoas mais idosas, não pela ingenuidade, mas sim por aproveitamento do que pouparam durante toda a vida. Já os jovens e adultos pensam o contrário e tentam economizar durante seus ciclos, pois sabem que ainda terão uma vida inteira pela frente. Em sumo o valor do futuro é função das expectativas e de tudo o que se pode esperar dele.

A busca por estimular uma reflexão sobre a idéia de “agir no presente tendo em vista o futuro” se encontra na terceiro parte. Nesta passagem Giannetti nos revela um método com três elementos básicos para poupar de forma correta e eficiente; são eles: a antevisão, a qual tem como objetivo o estudo e observação do tempo e estado; a estratégia, que reúne soluções para os problemas observados; e a implementação dos planos, que seria a execução das idéias produzidas. Para que tudo isso aconteça é preciso de um longo processo de educação, pois a preocupação excessiva com o amanhã gera desconforto e pode sufocar o sentido de viver. A terceira parte vem ao fim com o pensamento de que o tempo não pode ser poupado e nem comprado como o dinheiro e por isso o uso adequado do tempo deve ser devidamente calculado.

Por fim, porém não menos importante, a quarta parte se preocupa em transmitir o ditado de que nenhuma sociedade sobrevivera se não for capaz de transferir uma quantidade mínima do presente ao futuro. Nesta parte são acrescentadas pelo autor duas visões paralelas: uma delas descreve que houve um tempo em que o metabolismo entre sociedade e natureza estava restrito apenas ao consumo dos recursos que a natureza produzia espontaneamente e que devido a isso a idéia de guardar uma parcela desses recursos era ainda mais discutida; e a outra apresenta justamente o outro lado que retrata a domesticação de plantas e animais, mostrando que os processos industriais e produtivos nos proporcionam uma maior segurança alimentar, deixando o homem cada vez mais despreocupado. Segundo Giannetti uma domesticação externa acarreta mudanças ainda maiores no ser interno do homem, que recebe determinadas conseqüências conforme seu modo de vida.

De um modo geral o autor nos lembra que a decisão de adotar uma postura critica, de procurar a verdade e de valorizar o máximo o tempo, o dinheiro, os juros e o lucro, indiferente a quantidade que seja, é uma decisão livre de cada um, porém que deveria ser adotada por todos nós. Alerta-nos que determinadas escolhas geram conseqüências que poderão ser consideradas desejáveis ou indesejáveis pelo sujeito ou até mesmo por uma comunidade.

Com sólidos conhecimentos a cerca do desenrolar econômico–social, o autor empenhasse em apresentar clara e detalhadamente as circunstâncias e as características das pesquisas econômicas, por mais domésticas que estas sejam, levando-nos a compreender as idéias básicas das várias linhas da economia e também a descobrir novas maneiras de se interpretar o presente e os anos futuros.

Em suma podemos concluir dizendo que os exemplos citados amplamente por Eduardo Giannetti, nos auxiliam na compreensão das atividades de trocas intertemporais e nos possibilitam analisar e confrontar com várias posições, a fim de chegarmos à nossa própria fundamentação teórica a respeito do tema.

UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE – UNIVILLE
HISTÓRIA ECONÔMICA GERAL
PROFESSORA: GELTA MADALENA JONCK PEDROSO
ALUNO: HENRIQUE SPÄTH

Ecoeconomia - uma nova abordagem

Outubro 13, 2009

Com uma abordagem simples e direta o autor aponta e analisa os principais problemas ambientais atuais e futuros. A relação de dependência entre o homem e a natureza é evidenciada em todo o decorrer da leitura, e há uma crítica clara e forte a todos países, autores, teóricos e cientistas que, segundo o autor ignoram este fato. Outro tema enfatizado é a relação direta existente entre crescimento populacional e catástrofes ambientais.

Há uma divisão simples, composta pela introdução, seis capítulos (que contém vários subtítulos) e conclusão. O primeiro capítulo – Um pequeno inventário do caos ambiental - lista as mais relevantes agressões ecológicas feitas pelo homem. Teorias econômicas: Paraíso perdido, o segundo, evidencia a ineficiência, mas especialmente a omissão das teorias econômicas perante a busca pelo equilíbrio entre natureza e sociedade. O terceiro e quarto capítulo – A obsessão pelo crescimento infinito e ininterrupto, e População e fluxo de riquezas, respectivamente- fazem um estudo principalmente de caráter matemático sobre o provável crescimento demográfico mundial. Os dois últimos capítulos – O planeta Predo: Uma parábola e Ecoeconomia como visão alternativa- mais a conclusão, focam na necessidade de uma mudança radical, contínua e global, de hábitos sociais criados pela tecnologia, mercado e mídia.

Hugo Penteado, usa de recursos matemáticos em vários momentos da obra objetivando comprovar suas afirmações, mais precisamente quando o tema abordado é o crescimento demasiado . E sobre esse tema, logo na introdução, ele já demonstra sua admiração por Thomaz Malthus, a quem não deixa de criticar, levemente, ao apontar suas falhas teóricas e de tempo, no desenvolvimento da teoria da população.

A obra a todo o momento prioriza a diminuição da população absoluta, como forma de evitar um possível caos ecológico. E explana a contradição existente entre a economia tradicional e a ecoeconomia, denominada por Hugo como uma alternativa para evitar uma catástrofe. A primeira traça uma busca constante por mais consumidores capazes de absorver os diversos produtos que o mercado oferece, enquanto a segunda visa diminuir tanto o número de consumidores, quanto os produtos ofertados pelos produtores, a fim de diminuir de forma diretamente proporcional à relação consumidor-oferta. No entanto, se esse fato se concretizar, haverá uma queda significativa no lucro dos empresários, e tanto o setor macro, como o microeconômico, não vêem isso como positivo para a economia e sociedade.

Como forma de simplificar suas teorias, Hugo Penteado usa como instrumento uma parábola sobre um planeta chamado Predo. Com ela o leitor pode visualizar a trajetória de um planeta similar a Terra, no entanto àquele se adapta às balizas implantadas pela ecoeconomia, e com isso ele acaba se recuperando de problemas ambientais sérios, como os que vivemos atualmente. O ponto determinante está em uma analogia com a vida dos ursos, pois estes não destroem a fonte de sua alimentação, diferente de nós seres humanos.

Hugo Penteado faz inúmeras críticas a diversos autores, cientistas, economistas etc, e está certo em afirmar que a maioria das teorias ignoram a existência de um problema ambiental atual, e um colapso a médio e longo prazo. É fato que há um desencontro de teorias, quando se afirma que um aumento da produção gera emprego, este gera crescimento e posteriormente desenvolvimento, e ao mesmo tempo sabe-se da necessidade de controlar e amenizar bruscamente a extração de matéria-prima da natureza. O autor não menciona sobre algum tipo de equilíbrio, ele é direto ao afirmar que tem que haver uma redução e não estagnação do consumo.

E o mesmo deve ocorrer com a população que precisa ter seu crescimento contido de maneira rápida e eficaz. Pois esta, segundo o autor cresce de maneira infinita, enquanto o planeta tem seu espaço físico finito - fato. Apesar de estar correto em suas afirmações, Hugo Penteado é traído pelo exagero em vários momentos da leitura. Claro que esse exagero é proposital, e sua ênfase repetitiva em vários assuntos, em certos momentos soa como clichê, especialmente quando o tema abordado é população ou a relação de dependência entre homem e natureza.

Prova de que a persistência em alguns assuntos e a imaginação em demasia foram percebidas pelo autor, está no capítulo O planeta Predo: Uma Parábola, onde ele se desculpa com os leitores pelo abuso de imaginação e admite ter sido premeditado.

“Ecoeconomia - uma nova abordagem” é uma leitura atrativa para estudantes das ciências sociais, de algumas áreas da engenharia, ou para quem se interessar pelo assunto e queria ter uma visão econômica dos impactos causados pela destruição da natureza. Com um linguajar bastante simples, ele não requer nenhum material adicional que auxilie na leitura, pois o autor explica as principais nomenclaturas de caráter mais específico.

Estrategista e economista-chefe de investimentos do ABN AMRO Asset Management, Hugo Penteado é graduado e mestre pela Universidade de São Paulo- USP. Com amplo conhecimento em ecologia, após a publicação de seu livro, já ministrou mais de 200 palestras sobre o tema ecoeconomia. Seu propósito para um futuro breve é escrever um livro de ficção, que terá uma carta testamento do atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo desculpas pelos erros cometidos aos habitantes da Terra.

Resenha produzida por: Lucy Hellen Delfino Nunes
Estudante - Economia - Univille
Disciplina: História do Pensamento Econômico

Ecoeconomia

Outubro 13, 2009

Ecoeconomia é o título de um livro publicado em 2003 por Hugo Penteado. Aborda e critica o modelo de desenvolvimento econômico e sugere uma mudança nos padrões culturais de consumo mais ecoeficientes renunciando a teoria de crescer sempre.

Hugo Penteado inicia a obra descrevendo a situação ambiental que o mundo apresenta. Uma representação da situação ambiental apresentada por Penteado pode ser demonstrada com o título do primeiro parágrafo: “Um pequeno inventário do caos ambiental da terra”.

Em seguida são apresentadas as teorias econômicas adotadas pela maioria dos países e é feita uma crítica ao modelo aplicado: crescer sempre a qualquer custo. Para Penteado, este modelo esta fadado ao fracasso visto que, o planeta Terra possui limitações tanto na questão das fontes de matéria prima serem finitas como, e principalmente, a limitação do espaço físico disponível.

Ao final é apresentada uma visão alternativa para a solução dos problemas ambientais através da aplicação de novos valores culturais e mudanças na forma de mensuração das principais formas de medida de crescimento como o próprio calculo do PIB.

Ao longo do livro o autor apresenta diversos dados de estudos ambientais em diversas partes do mundo que dão ênfase na argumentação. Há uma crítica explícita ao julgamento que os países desenvolvidos fazem sobre os em desenvolvimento. Segundo Penteado, os países desenvolvidos, principalmente os Estados Unidos, condenam a forma com que os países em desenvolvimento estão utilizando seus recursos naturais. No entanto, o autor demonstra que esta exploração aos recursos naturais nada mais é do que uma forma de suprir as necessidades dos países desenvolvidos e, o mesmo ainda faz uma análise de que o modelo de desenvolvimento aplicado pelos países mais pobres é o mesmo utilizado outrora pelos países ricos. Este mesmo modelo que dizimou grande parte das florestas naturais e extinguiu ou poluiu diversos aqüíferos e rios ao longo dos anos.

Há críticas às Escolas Clássica e Keynesiana e às Expectativas Racionais. Todos estes modelos definidos por economistas não abordam a questão ambiental e, Penteado é categórico ao demonstrar a falha que isto produz. Segundo a teoria, o objetivo econômico deve ser sempre o “crescimento”, muitas vezes a qualquer custo. A falha esta em acreditar que o crescimento sempre irá ocorrer. Isto não é verdade visto que a área aproveitável da Terra possui tamanho limitado e, em determinado ponto no futuro teremos o esgotamento deste bem. Assim como a matéria prima utilizada para produzir os bens muitas vezes na maioria das vezes é finita, como é o caso do petróleo ou de outros minerais.

É observado que Hugo Penteado não escreveu o livro para demonstrar os malefícios do buraco na camada de Ozônio ou para definir datas de catástrofes ambientais como fazem tradicionalmente alguns ambientalistas. Ele parte de análises e dados ambientas para demonstrar a fragilidade das teorias econômicas.

Hugo Penteado explica que normalmente os economistas definem que o a economia molda a natureza mas, na verdade, são as leis da física e da natureza que dominam a economia. Isto ocorre por exemplo com a ideia de que o poder da tecnologia é ilimitado, o que não é verdade visto que para a tecnologia ser utilizada é necessária a matéria prima para fabricar a mesma e até mesmo para utilizá-la, sendo que, se os recursos (matéria prima) são limitados, o uso da tecnologia também será. Penteado usa a ideia de que nenhum cientista produzirá tecnologia para ser utilizada em um bem que não possui mais utilidade ou que não existe mais.

O livro é direcionado a um público que tenha conhecimento em economia, como os próprios economistas, mas pode ser compreendido por outros interessados haja vista a quantidade de notas de rodapé explicativos que o mesmo possui.

Hugo Penteado é Economista-Chefe e Estrategista de Investimentos do AAAM-Brasil, mestrado em Economia pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo.

Resenha produzida por: James Ruan Lange
Estudante - Economia - Univille
Disciplina: História do Pensamento Econômico

JCI e Univille promovem Campeonato de Oratória na Universidade

Setembro 15, 2009

A Junior Chamber International (JCI), em parceria com os Departamentos de Economia, Administração e Comércio Exterior da Univille, promovem o Campeonato de Oratória na Universidade. O eixo do projeto é baseado na realização de concursos de oratória em diversas etapas abordando um tema específico determinado pela JCI Brasil, com base nas metas de desenvolvimento do milênio elencadas pela ONU, metas estas para com as quais a JCI Internacional é co-responsável.

Os alunos selecionados por curso superior participarão de oficinas de capacitação de oratória com a campeã mundial de oratória Lena Souza e, no dia 04 de novembro, será realizada a final do Campeonato de Oratória na Universidade.

Para mais informações: www.jci.cc/joinville


Departamento de Economia da Univille oferece curso de Matemática Financeira – HP 12C

Setembro 15, 2009

O Departamento de Economia da Univille oferece o curso de aperfeiçoamento em Matemática Financeira – HP 12C, com aulas ministradas pelo professor do curso de Ciências Econômicas José Carlos Rodrigues. As aulas ocorrem no período matutino entre os dias 12/19 de setembro e 03 de outubro, no Campus Universitário.

Gincana no Curso de Economia da Univille

Agosto 25, 2009

As acadêmicas do 1º ano de Ciências Econômicas, Priscila de Borba e Priscilla Madeleyne da Cruz, foram as primeiras colocadas na III Gincana de Economia, realizada pelo Departamento de Economia da Univille, no último sábado (22 de agosto). Com a vitória, elas representarão a instituição na 7ª Gincana Brasileira de Economia entre faculdades de Ciências Econômicas dos estados brasileiros, através do “Jogo da Economia Brasileira”, organizada pelo Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon/SP) entre 16 e 18 de setembro, na capital paulista.

O objetivo do jogo será proporcionar a integração entre estudantes de Economia e estreitar o relacionamento entre Corecon/SP e as faculdades. A disputa consiste na busca por soluções de problemas econômicos entre duas equipes por partida, em que o adversário lança na tela do concorrente, situações a serem dominadas como: “aumento da taxa de juros”, “inflação”, “valorização da moeda”, entre outros. Além de medalhas e troféus, os integrantes das duplas vencedoras da Gincana em São Paulo concorrem a prêmios que variam entre R$ 3.000 e R$ 1.000 por dupla.

O Departamento de Economia da Univille levará as estudantes ao torneio em São Paulo e, além disso, também distribuiu prêmios aos segundos e terceiros colocados. Os estudantes do 1º ano de Ciências Econômicas, Alessandro Pereira Ramos e Célio João dos Santos, que ficaram com a segunda colocação, ganharam vales de R$70,00 para a compra de livros. O terceiro colocado, Juliano Cesar Mesadri, do 3º ano de Economia, também recebeu um vale-compras no valor de R$50,00. Os alunos Igor Rafael Bruns e Fabiana Moisés, do 2º ano, ficaram em 4º lugar e ganharam brindes. Parabéns aos estudantes!

Custo do Consumo de Energia Elétrica dos Eletrodomésticos

Junho 21, 2009

Além de toda discussão que se tem em torno do consumo da energia elétrica por conta do aquecimento global, não se pode esquecer desse item quando o assunto é também as finanças pessoais.

Não é de hoje o discurso que chuveiro elétrico, secadora de roupa, torneira elétrica e ferro elétrico são os maiores “vilões” quando se trata consumo.

A seguir, apresentamos uma tabela que classifica os principais aparelhos eletrodomésticos por potência, número de dias de uso por mês, tempo médio de uso por dia, consumo médio mensal e gasto total mensal. Para o cálculo, foi considerada a média do custo do KWh de R$ 0,35, sem impostos.

Analise a tabela, avalie seu consumo e verifique a possibilidade de economizar. Seu bolso agradece.

Consumo médio mensal dos principais aparelhos eletrodomésticos

Aparelho

Potência média (watts)

Número estimado de dias de uso/mês

Tempo médio de uso por dia

Consumo médio mensal (kWh)

Gasto mensal (R$)

Aparelho de som

20

30

4 h

2,4

0,84

Ar condicionado

3500

30

8 h

360,0

126,00

Aspirador de pó

1000

30

20 min.

10,0

3,50

Cafeteira elétrica

100

30

1h

30,0

10,50

Chuveiro elétrico**

3500

10

40min

70,0

24,50

Ferro elétrico

1000

12

1h

12,0

4,20

Freezer*

400

30

10h

120,0

42,00

Forno a resistência

1500

30

1h

45,0

15,75

Microondas

1300

30

20min

13,0

4,55

Geladeira 1 porta*

200

30

10h

60,0

21,00

Geladeira 2 portas*

300

30

10h

90,0

31,50

Lavadora de louça

1500

30

40min

30,0

10,50

Lavadora de roupas

1500

12

30min

9,0

3,15

Secadora de roupas

3500

12

1h

42,0

14,70

Torneira elétrica

3500

30

30min

52,0

18,20

Ventilador

100

30

8h

24,0

8,40


Prof. Jani Floriano
Professora de Economia e Coordenadora do Projeto de Extensão FINANÇAS PESSOAIS – UNVILLE
financas.pessoais@univille.br

Resultado do sorteio do livro O QUE FAZER DEPOIS DA CRISE

Maio 31, 2009

O sorteio dos dois livros O QUE FAZER DEPOIS DA CRISE foi realizado e os contemplados foram:

Fabricio Vasconcelos Ribeiro
Vitória - Espírito Santo

Fabiana Moises
Joinville - Santa Catarina

Agradecemos a todos que participaram e informamos que outras promocões irão ocorrer em breve.

Acadêmicos de Economia no Beto Carrero

Maio 23, 2009

Sábado, 16 de maio, os calouros do curso de Ciências Econômicas, da Unidade Centro, acompanhados dos professores Jani Floriano e Jucilei Geraldo Hubner, curtiram a primeira viagem da turma com muita diversão e brincadeira.

A ida ao Parque Beto Carrero World foi parte da premiação pelo 1º Lugar na Gincana do Calouro Solidário 2009. A equipe levou o título de campeã pelo show de solidariedade e integração nas atividades da Gincana, que aconteceram durante todo o mês de março.

Finanças Pessoais

Maio 22, 2009

O Departamento de Economia da Univille oferece, através do Projeto de Extensão Economia Doméstica – Administrando as Contas da Casa, cursos, oficinas e palestras sobre o tema Finanças Pessoais.

As próximas ações serão:

05/06/2009 – Itapoá/SC – Associação de Artesãos
15/06/2009 – Joinville/SC – Comunidade do Bairro Itaum
24/06/2009 – Joinville/SC – Grupo AllFlex
06/07/2009 – Joinville/SC – Unimed

A expectativa é atender, nestes encontros 450 pessoas.
Para outras turmas ou maiores informações, o e-mail de contato é: financas.pessoais@univille.br

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