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	<title>O Economista &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Blog de Economia</description>
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		<title>O Economista &#187; Entrevistas</title>
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		<title>&#8220;Há um excesso de tempo on-line&#8221;, afirma escritora</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[ Sherry Turkle, durante a ExpoGestão 2011
Sherry Turkle é socióloga, escritora e professora do Massachusetts Institute of Technology. Seus estudos se baseiam na análise de como a Internet está moldando um novo comportamento da sociedade.
Em visita recente ao Brasil, onde participou da ExpoGestão 2011, Sherry falou sobre como é possível usufruir dos benefícios da rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_7952" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/07/MVI_3617.MOV_snapshot_01.13_2011.07.29_15.05.39.jpg" rel="lightbox[7951]"><img class="size-medium wp-image-7952" title="Sherry Turkle" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/07/MVI_3617.MOV_snapshot_01.13_2011.07.29_15.05.39-300x168.jpg" alt="Sherry Turkle" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Sherry Turkle, durante a ExpoGestão 2011</p></div>
<p>Sherry Turkle é socióloga, escritora e professora do Massachusetts Institute of Technology. Seus estudos se baseiam na análise de como a Internet está moldando um novo comportamento da sociedade.</p>
<p>Em visita recente ao Brasil, onde participou da ExpoGestão 2011, Sherry falou sobre como é possível usufruir dos benefícios da rede sem ser dependente dela. Durante o evento, a socióloga e também autora de diversos livros sobre o assunto, trouxe para a discussão o tema debatido em seu último trabalho, o livro Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other (Sozinhos Juntos, Ed. Basic Books).</p>
<p>Em entrevista ao nosso blog, Sherry também contrapõe as diferenças entre estar sozinho e estar solitário. “Estar solitário é sentir uma ansiedade de desconexão, a pessoa fica apavorada quando está desconectada. Isso é a solidão”, explica.</p>
<p>Confira a entrevista abaixo e outros videocasts em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/user/portaloeconomista" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CdU2iEoNpZQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/CdU2iEoNpZQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Especialista defende o uso do cartão de crédito</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/especialista-defende-o-uso-do-cartao-de-credito-e-acredita-que-o-problema-esta-na-falta-de-disciplina-do-consumidor/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[novas regras cartões de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[ Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.
Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><a href="http://www.oeconomista.com.br/novas-regras-devem-incentivar-uso-racional-do-cartao-de-credito-diz-tombini/" target="_blank">Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil</a>. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.</p>
<p>Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente pelos consumidores, as regras também limitam o número de tarifas cobradas pelas empresas. Apenas cinco taxas poderão ser cobradas de todos os cartões emitidos a partir do dia 1º de junho desse ano. Antes disso, de acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, existiam cerca de 80 tarifas diferentes cobradas pelo uso do cartão de crédito. Uma cartilha elaborada pelo BC que compila e explica as mudanças está disponível em nosso canal no <a href="http://www.slideshare.net/oeconomista/cartilha-com-orientaes-sobre-as-novas-regras-do-carto-de-crdito" target="_blank">SlideShare</a>.</p>
<div id="attachment_7540" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit.jpg" rel="lightbox[7538]"><img class="size-medium wp-image-7540" title="José Eduardo Manier" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit-272x300.jpg" alt="José Eduardo Manier" width="272" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito&quot;, afirma Manier. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Para avaliar o impacto dessas modificações,<a href="http://www.oeconomista.com.br/" target="_blank"> O Economista</a> entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Manier tem longa experiência nas operações de cartões de várias empresas, como Losango e Finivest. Atualmente, ele é diretor de cartões da Lecca Financeira.</p>
<p><strong>Porque o cartão de crédito é um dos maiores vilões do endividamento da população?</strong></p>
<p>Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito, que como tal devemos observar as suas melhores práticas de uso. O cartão agrega algumas vantagens, como facilidade de pagamento, parcelamentos maiores, programas de recompensas e principalmente segurança.</p>
<p>O cartão hoje é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.</p>
<p>Podemos falar que no Brasil a experiência com cartão tem 30 anos, porém, somente nos últimos 15 anos o cenário macro econômico do país permitiu que negócios e parcerias com o varejo fossem feitas de modo a substituir o antigo crediário pela segurança do cartão.  Para assumir o risco dessa mudança, os emissores viram nas taxas e tarifas a grande fonte de receita desse produto.</p>
<p>Durante esses 15 anos os emissores realmente ganharam muito com esse tipo de negócio, porém, quando ele é mal administrado, a perda também pode ser muito grande.</p>
<p>Essa perda fez com que alguns players começassem a reparar que o grande segredo desse negócio é a permanência de uso pelo cliente e que para isso era necessário ensiná-lo a usar o produto.</p>
<p>Acho que o movimento natural é esse. Hoje em dia você já vê faturas auto explicativas, campanhas de uso consciente do crédito e a própria interferência do governo na tentativa de conter o uso irrestrito do crédito.</p>
<p>A conclusão que tiro é que se o consumidor não tiver disciplina o vilão pode ser qualquer meio de pagamento, seja cartão de crédito, carnê, cheques pré-datados, etc.</p>
<p><strong>Quais medidas a população pode adotar para se prevenir desse endividamento?</strong></p>
<p>Há 15 anos o cartão era utilizado pontualmente e tornou-se um produto concorrente ao crediário. Hoje em dia está substituindo o dinheiro para uso no dia a dia. Então, a minha dica é fazer uma programação de uso. Se você não tem dinheiro e não é usuário de cartão, você vai ao supermercado?</p>
<p>Se a ideia é substituir o dinheiro pelo dinheiro de plástico o princípio deve ser o mesmo. Só gaste aquilo que se programou para pagar.</p>
<p>Outra dica é não pagar o mínimo por mais de um mês consecutivo. Realmente pode virar uma bola de neve e a saída vai exigir certa disciplina nos gastos.</p>
<p><strong>Qual é a avaliação das mudanças propostas pelo Banco Central em relação às novas regras para os cartões de crédito? Quais serão os principais impactos?</strong></p>
<p>Acho que está em linha com o meu comentário sobre experiência de crédito. Enquanto o BC não focou na regulamentação e fiscalização do produto, os emissores aproveitaram a oportunidade para rever seus investimentos e riscos nas múltiplas tarifas e altas taxas.</p>
<p>Acho que a mudança vem em boa hora para simplificar e ajudar no uso consciente do crédito.</p>
<p>É claro que as tarifas e as taxas continuam sendo a grande fonte de receita do produto e por isso acho que ainda haverá uma queda de braço entre os emissores e o BC sobre valores máximos e mínimos permitidos, mas o fato de diminuírem as quantidades de tarifas é um sinal de que as coisas estão mudando. Agora o cliente passará a ter mais consciência do que está pagando.</p>
<p><strong>Como o consumidor deverá reagir a essa mudanças?</strong></p>
<p>Acho que como em qualquer mudança, devemos esperar um tempo de observação. Mas acredito que o cliente terá mais facilidade para compreender o que está comprando. É uma demanda antiga do consumidor que poderá comparar taxas e tarifas com maior facilidade agora.</p>
<p><strong>A previsão do Banco Central é de que essas medidas estimulem a população a contrair menos dívidas e a usar o cartão de forma mais racional. Acredita que seja essa a tendência?</strong></p>
<p>Tudo está convergindo para isso. Mas é preciso prestar atenção no crédito e não somente no cartão. O cenário econômico é positivo, mas exige cuidados para conter outros bichos de sete cabeças como a inflação. A forma como o BC está atuando elevando a taxa de juros básicos está deixando os empréstimos mais caros, porém, como o poder aquisitivo também está crescendo, existe uma tendência natural de um maior endividamento da população.</p>
<p>Acho que o BC está fazendo o papel dele de atuar em todas as frentes. O cartão é apenas mais um meio de concessão de crédito.</p>
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		<title>Para gestor da Intel, o Brasil tem um potencial ilimitado de inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 21:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[intel]]></category>

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		<description><![CDATA[ Marc Alexander é gestor global de Inovação da Intel Capital, braço de investimentos de capital de risco da Intel. Na empresa, que é referência na área de inovação em todo o mundo, ele trabalha com o desenvolvimento de novas tecnologias, operações de negócios e estratégias.
&#34;Se a preocupação em inovar for muito grande, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Marc Alexander é gestor global de Inovação da Intel Capital, braço de investimentos de capital de risco da Intel. Na empresa, que é referência na área de inovação em todo o mundo, ele trabalha com o desenvolvimento de novas tecnologias, operações de negócios e estratégias.</p>
<div id="attachment_7511" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/MVI_3611.MOV_snapshot_03.29_2011.06.22_18.12.591.jpg" rel="lightbox[7499]"><img class="size-medium wp-image-7511" title="Marc Alexander - Gestor de Inovação da Intel" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/MVI_3611.MOV_snapshot_03.29_2011.06.22_18.12.591-300x168.jpg" alt="Marc Alexander - Gestor de Inovação da Intel" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Se a preocupação em inovar for muito grande, mas a capacidade de executar estiver comprometida, a inovação se perde&quot;.  </p></div>
<p>Em entrevista ao O Economista, realizada durante a vinda de Marc para a edição deste ano da <a href="http://www.oeconomista.com.br/inicia-nesta-terca-feira-a-expogestao-2011/">ExpoGestão</a>, ele comenta sobre os desafios para a implantação de projetos inovadores nas empresas. De acordo com o especialista, o maior desafio é manter nos profissionais esse ideal de sempre querer inovar, já que iniciativas deste tipo são arriscadas. “Esse profissional tem isso por instinto, ele está disposto a correr os riscos que esse tipo de atividade traz e, por isso, tem sucesso em seus projetos”.</p>
<p>Marc também destacou o potencial do Brasil para se arriscar nessas ações: “No Brasil, há elementos fundamentais para que o país seja um líder em inovação não só na América Latina, mas também em todo o mundo”, conclui.</p>
<p>Assista abaixo à entrevista com Marc. Ela também está disponível em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/user/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="595" height="368" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zS0b5MK-vAY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="595" height="368" src="http://www.youtube.com/v/zS0b5MK-vAY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>“O importante é mostrar como a carga de impostos atrasa o país”, afirma fundador do MBE</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carlos schneider]]></category>
		<category><![CDATA[movimento brasil eficiente]]></category>

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		<description><![CDATA[ O empresário Carlos Schneider é um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Eficiente que, desde o ano passado, luta pela simplificação da carga tributária no país e pela eficiência no uso dos recursos públicos.
Algumas ações vêm sendo executadas pelo Brasil Eficiente para pressionar empresários e políticos na adesão ao projeto. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O empresário Carlos Schneider é um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Eficiente que, desde o ano passado, luta pela simplificação da carga tributária no país e pela eficiência no uso dos recursos públicos.</p>
<p>Algumas ações vêm sendo executadas pelo Brasil Eficiente para pressionar empresários e políticos na adesão ao projeto. De acordo com o empresário, há bastante otimismo em relação ao governo Dilma. “O governo já se comprometeu conosco afirmando que o ajuste fiscal é um assunto que deve estar na ordem do dia”, explica.</p>
<div id="attachment_7240" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/05/MVI_2907.MOV_snapshot_02.42_2011.05.31_08.19.16.jpg" rel="lightbox[7239]"><img class="size-medium wp-image-7240" title="Carlos Schneider, coordenador e fundador do Movimento Brasil Eficiente" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/05/MVI_2907.MOV_snapshot_02.42_2011.05.31_08.19.16-300x168.jpg" alt="Carlos Schneider, coordenador e fundador do Movimento Brasil Eficiente" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Para o empresário, é preciso sensibilizar a população que ainda não tem consciência dos impostos que paga. </p></div>
<p>Além disso, Carlos comenta que sensibilizar também a população é essencial, já que boa parte dos consumidores desconhece os impostos que estão embutidos em diversos produtos. “Infelizmente, ainda não possuímos um sistema tributário que privilegie a transparência na cobrança de impostos”, afirma.</p>
<p>Uma pesquisa feita pelo Movimento em todo o país com o objetivo de perceber como os brasileiros avaliam a questão fiscal indicou que 80% da população acha que não paga impostos. “Para que a população seja mobilizada, ela precisa saber que paga tributos. O importante é mostrar como a carga de impostos atrasa o país”, conclui.</p>
<p>Na entrevista abaixo, Carlos Schneider destaca as principais conquistas e projetos do Movimento. Assista aqui ou em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/user/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4qgch5_2fuY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/v/4qgch5_2fuY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Presidente do Cofecon faz balanço sobre a profissão do economista no Brasil</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/presidente-do-conselho-federal-de-economia-fala-sobre-os-projetos-para-2011/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/presidente-do-conselho-federal-de-economia-fala-sobre-os-projetos-para-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 14:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cofecon]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas economia]]></category>
		<category><![CDATA[Waldir Pereira Gomes]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em 2011, a regulamentação da profissão do economista no Brasil completa 60 anos. Entre as atribuições desse profissional, está a análise do ambiente econômico, elaboração de planos econômicos para empresas e governo, além da avaliação da viabilidade econômica para a realização de projetos específicos.
“Não desconhecemos as demandas dos economistas, mas elas serão enfrentadas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Em 2011, a regulamentação da profissão do economista no Brasil completa 60 anos. Entre as atribuições desse profissional, está a análise do ambiente econômico, elaboração de planos econômicos para empresas e governo, além da avaliação da viabilidade econômica para a realização de projetos específicos.</p>
<div id="attachment_6895" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC037031.jpg" rel="lightbox[6893]"><img class="size-medium wp-image-6895" title="Waldir Pereira Gomes" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC037031-300x225.jpg" alt="Waldir Pereira Gomes" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">“Não desconhecemos as demandas dos economistas, mas elas serão enfrentadas de acordo com os meios de que dispomos”, comentou Waldir ao falar sobre as metas para 2011. Foto: Divulgação / Cofecon.</p></div>
<p>Para discutir estas e outras questões relacionadas à profissão, <a href="http://www.oeconomista.com.br">O Economista</a> ouviu o presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Waldir Pereira Gomes.  Ele tomou posse para o segundo mandato consecutivo em fevereiro, junto com os novos conselheiros  do Cofecon.</p>
<p>Em entrevista ao blog, Waldir destaca os aspectos do surgimento e da consolidação do economista no Brasil, além de abordar a importância do relacionamento entre o Cofecon e os Conselhos Regionais. “A sociedade está em constante mutação e o papel do economista é conseguir avaliar esse cenário do ponto de vista econômico”, completa.</p>
<p>Confira no podcast abaixo a entrevista com Waldir Pereira Gomes:</p>
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		<itunes:subtitle>Em 2011, a regulamentação da profissão do economista no Brasil completa 60 anos. Entre as atribuições desse profissional, está a análise do ambiente econômico, elaboração ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Em 2011, a regulamentação da profissão do economista no Brasil completa 60 anos. Entre as atribuições desse profissional, está a análise do ambiente econômico, elaboração de planos econômicos para empresas e governo, além da avaliação da viabilidade econômica para a realização de projetos específicos.

[caption id="attachment_6895" align="alignleft" width="300" caption="“Não desconhecemos as demandas dos economistas, mas elas serão enfrentadas de acordo com os meios de que dispomos”, comentou Waldir ao falar sobre as metas para 2011. Foto: Divulgação / Cofecon."][/caption]

Para discutir estas e outras questões relacionadas à profissão, O Economista ouviu o presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Waldir Pereira Gomes.  Ele tomou posse para o segundo mandato consecutivo em fevereiro, junto com os novos conselheiros  do Cofecon.

Em entrevista ao blog, Waldir destaca os aspectos do surgimento e da consolidação do economista no Brasil, além de abordar a importância do relacionamento entre o Cofecon e os Conselhos Regionais. “A sociedade está em constante mutação e o papel do economista é conseguir avaliar esse cenário do ponto de vista econômico”, completa.

Confira no podcast abaixo a entrevista com Waldir Pereira Gomes:</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Entrevistas</itunes:keywords>
		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Secretário da Fazenda de SC fala sobre a questão tributária do estado</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cleverson siewert]]></category>
		<category><![CDATA[economia SC]]></category>
		<category><![CDATA[movimento brasil eficiente]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#34;O país todo passa por uma guerra fiscal&#34;, afirma. (Foto: Divulgação/Assessoria do 15º Enesul)
Em entrevista ao O Economista, Cleverson Siewert, secretário de Estado da Fazenda do Estado de Santa Catarina, falou sobre como o estado se insere no Movimento Brasil Eficiente, que tem como objetivo buscar um sistema mais justo de tributação no Brasil.
Santa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_6446" class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Renato-0601-copy.jpg" rel="lightbox[6442]"><img class="size-medium wp-image-6446" title="Cleverson Siewert" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Renato-0601-copy-202x300.jpg" alt="Cleverson Siewert" width="202" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O país todo passa por uma guerra fiscal&quot;, afirma. (Foto: Divulgação/Assessoria do 15º Enesul)</p></div>
<p>Em entrevista ao <a href="http://www.oeconomista.com.br"><strong>O Economista</strong></a>, Cleverson Siewert, secretário de Estado da Fazenda do Estado de Santa Catarina, falou sobre como o estado se insere no <a href="http://www.oeconomista.com.br/coordenador-do-movimento-brasil-eficiente-fala-sobre-a-questao-tributaria-do-pais/">Movimento Brasil Eficiente</a>, que tem como objetivo buscar um sistema mais justo de tributação no Brasil.</p>
<p>Santa Catarina foi o primeiro estado do Brasil a aderir  ao <a href="http://www.brasileficiente.org.br/Home.aspx">movimento</a> que foi idealizado pelo catarinense Carlos Schneider, presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij).  A adesão aconteceu em novembro deste ano.</p>
<p>Cleverson falou ainda sobre a lógica de tributação fiscal  no estado e que características Santa Catarina apresenta nesse segmento.</p>
<p>Acompanhe a entrevista com o secretário no videocast abaixo ou em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/user/portaloeconomista?feature=mhum">YouTube</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ex9CytH4syM?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ex9CytH4syM?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Presidente do BRDE discute a importância do banco para os estados do Sul</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/presidente-do-brde-fala-sobre-a-importancia-do-banco-para-os-estados-do-sul/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 19:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[BRDE]]></category>
		<category><![CDATA[renato de mello vianna]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) existe desde 1961. Desde março de 2009, a abrangência da instituição pública de fomento leva em conta também o Mato Grosso do Sul, além dos três estados da região Sul.
&#34;O objetivo do BRDE é desenvolver economicamente os estados&#34;, afirma. Foto: Divulgação, Fábio Mafra / Assessoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) existe desde 1961. Desde março de 2009, a abrangência da instituição pública de fomento leva em conta também o Mato Grosso do Sul, além dos três estados da região Sul.</p>
<div id="attachment_6330" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Renato-060.jpg" rel="lightbox[6329]"><img class="size-medium wp-image-6330" title="Renato de Mello Vianna" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Renato-060-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O objetivo do BRDE é desenvolver economicamente os estados&quot;, afirma. Foto: Divulgação, Fábio Mafra / Assessoria de Comunicação do BRDE.</p></div>
<p>Nessa semana, o entrevistado pelo <strong>O Economista</strong> é Renato de Mello Vianna, presidente do BRDE. Na entrevista, ele destacou a importância da instituição para a economia do Sul e qual é a relevância de parcerias entre bancos públicos e governo.</p>
<p>De acordo com Renato, o objetivo do banco é desenvolver economicamente todos os setores produtivos dos estados que fazem parte de sua área de atuação, sem visar lucro. No apoio à indústria, por exemplo, o incentivo a projetos que ampliam a capacidade produtiva da região em que são executados estimula a geração de emprego e renda. Nos últimos cinco anos, foram mais de 30 mil projetos apoiados pelo banco que somaram R$ 6,2 bilhões em contratações.</p>
<p>Assista à entrevista no vídeo abaixo ou em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iQHaMoCCSXk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/iQHaMoCCSXk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Coordenador do Movimento Brasil Eficiente fala sobre a questão tributária do país</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/coordenador-do-movimento-brasil-eficiente-fala-sobre-a-questao-tributaria-do-pais/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 17:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária brasil]]></category>
		<category><![CDATA[movimento brasil eficiente]]></category>
		<category><![CDATA[raul velloso]]></category>

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		<description><![CDATA[ Raul Velloso é economista e um dos fundadores do Brasil Eficiente
O objetivo do Movimento Brasil Eficiente, que existe desde julho deste ano, é promover a discussão sobre a questão tributária no Brasil. Considerando as altas taxas de impostos cobradas no país, o Brasil Eficiente busca reunir o setor produtivo nacional, federações empresariais, empresas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_6268" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/9P8T4545.jpg" rel="lightbox[6266]"><img class="size-medium wp-image-6268" title="Raul Velloso" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/12/9P8T4545-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Raul Velloso é economista e um dos fundadores do Brasil Eficiente</p></div>
<p>O objetivo do Movimento Brasil Eficiente, que existe desde julho deste ano, é promover a discussão sobre a questão tributária no Brasil. Considerando as altas taxas de impostos cobradas no país, o Brasil Eficiente busca reunir o setor produtivo nacional, federações empresariais, empresas de segmentos variados e a sociedade civil para debater uma proposta de reformulação fiscal.</p>
<p>A iniciativa não tem vinculação partidária e por meio de suas diretrizes aponta que ações poderiam ser executadas para diminir os impostos e promover o crescimento econômico e a geração de empregos no país num ritmo anual de 6%.</p>
<p>Raul Velloso é economista e coordenador do movimento. Em entrevista ao O Economista, Raul explica o processo de crescimento do gasto público no país e de que maneira o Brasil Eficiente se posiciona. A entrevista pode ser assistida abaixo ou em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
<p>Mais informações podem ser encontradas no portal: <a href="http://www.brasileficiente.org.br/Home.aspx">www.brasileficiente.org.br</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VD7VEoxnDB0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/VD7VEoxnDB0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Secretário de Comércio Exterior acredita que o Brasil precisa diversificar mais suas exportações</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/secretario-de-comercio-exterior-acredita-que-o-brasil-precisa-diversificar-mais-suas-exportacoes-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 11:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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		<category><![CDATA[secretário comércio exterior]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#34;Tivemos uma recuperação muito boa da crise internacional, tanto na exportação, quanto na importação&#34;, afirma. Foto: Divulgação / Peninha Machado
Welber Barral é o atual secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em entrevista ao O Economista, Barral destacou o potencial que o Brasil tem para se desenvolver no ramo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_6056" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/IMG_93562.jpg" rel="lightbox[6053]"><img class="size-medium wp-image-6056" title="Welber Barral" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/IMG_93562-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Tivemos uma recuperação muito boa da crise internacional, tanto na exportação, quanto na importação&quot;, afirma. Foto: Divulgação / Peninha Machado</p></div>
<p>Welber Barral é o atual secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em entrevista ao <strong>O Economista</strong>, Barral destacou o potencial que o Brasil tem para se desenvolver no ramo das exportações e quais são os principais entraves para esse progresso. O eco da crise internacional no Brasil, segundo Barral,  não pode ser visto como empecilho, já que o país se recuperou muito bem no período.</p>
<p>Para o secretário, é preciso ficar atento a algumas medidas para fortalecer as exportações brasileiras: “Nós temos que diversificar nossas exportações e nossos exportadores e, além disso, precisamos agregar valos às nossas exportações, daí a importância das ações de inovação”.</p>
<p>Acompanhe no podcast abaixo a entrevista com Welber Barral:</p>
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Welber </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>[caption id="attachment_6056" align="alignright" width="300" caption="&#34;Tivemos uma recuperação muito boa da crise internacional, tanto na exportação, quanto na importação&#34;, afirma. Foto: Divulgação / Peninha Machado"][/caption]

Welber Barral é o atual secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em entrevista ao O Economista, Barral destacou o potencial que o Brasil tem para se desenvolver no ramo das exportações e quais são os principais entraves para esse progresso. O eco da crise internacional no Brasil, segundo Barral,  não pode ser visto como empecilho, já que o país se recuperou muito bem no período.

Para o secretário, é preciso ficar atento a algumas medidas para fortalecer as exportações brasileiras: “Nós temos que diversificar nossas exportações e nossos exportadores e, além disso, precisamos agregar valos às nossas exportações, daí a importância das ações de inovação”.

Acompanhe no podcast abaixo a entrevista com Welber Barral:</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Entrevistas</itunes:keywords>
		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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	</item>
		<item>
		<title>Para o ex-embaixador Rubens Barbosa, o Brasil está perdendo competitividade no exterior</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/seminario-de-negocios-internacionais-discute-o-comercio-exterior-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 10:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[11º Seni]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário de Negócios Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Seni]]></category>

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		<description><![CDATA[ No Seni, Barbosa conduziu a palestra &#34;O mundo que surge da crise&#34;
Em entrevista ao O Economista,Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil na Inglaterra e nos Estados Unidos, salientou a importância de discutir a maneira como o Brasil está posicionado no comércio exterior. Barbosa foi um dos palestrantes do Seminário de Negócios Internacionais (Seni), que aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_5912" class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Embaixador-Rubens-Barbosa1.jpg" rel="lightbox[5907]"><img class="size-medium wp-image-5912" title="Embaixador Rubens Barbosa" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Embaixador-Rubens-Barbosa1-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">No Seni, Barbosa conduziu a palestra &quot;O mundo que surge da crise&quot;</p></div>
<p>Em entrevista ao <strong>O Economista</strong>,Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil na Inglaterra e nos Estados Unidos, salientou a importância de discutir a maneira como o Brasil está posicionado no comércio exterior. Barbosa foi um dos palestrantes do Seminário de Negócios Internacionais (Seni), que aconteceu no dia 22 de outubro, em Balneário Camboriú (SC).</p>
<p><strong>O Economista –</strong> <em>Que tipo de análise o senhor fará no Seni?</em></p>
<p>No seminário, irei falar um pouco do período em que fui embaixador nos EUA, onde tive uma experiência fantástica que muito me ajudou a entender o que se passa no mundo. Vou procurar dar minha visão sobre as transformações por que o mundo esta passando, sobretudo a partir da crise.</p>
<p><strong>O Economista -</strong> <em>Na sua opinião, qual a importância desse tipo de discussão estimulada no Seni para o comércio exterior brasileiro?</em></p>
<p>Acho muito importante porque o sucesso do comércio exterior brasileiro nos oito últimos anos escondeu as vulnerabilidades e os problemas que hoje enfrentamos. A presença da China no mundo como a grande máquina de produção de produtos industrializados e de consumo e também sua atuação na América do Sul estão mudando as condições de participação do Brasil na região e no processo de integração. Acho que a discussão pode chamar a atenção para os fatos novos que estão acontecendo e que nem todos estão se dando conta.</p>
<p><strong>O Economista &#8211; </strong><em>Diante da sua experiência em outras realidades fora do Brasil, quais são os pontos que ainda precisam evoluir no que diz respeito ao bom desempenho das exportações brasileiras?</em></p>
<p>O grande problema que os exportadores brasileiros enfrentam hoje é a perda da competitividade no exterior e agora mesmo para competir aqui no Brasil. A apreciação do câmbio expôs nossos problemas agravados com o custo Brasil cada vez maior. Essa situação expôs também a ausência de uma estratégia de negociação comercial que se ajustasse ao fracasso da Rodada de Doha.</p>
<p><strong>O Economista &#8211; </strong><em>Em recente texto seu, o senhor fala que o Brasil vem se destacando por prestar assistência financeira aos países menos desenvolvidos. A seu ver, de que maneira o país pode se beneficiar dessa prática “generosa”?</em></p>
<p>Procurei mostrar o volume dos compromissos externos assumidos pelo Brasil com a assistência financeira e técnica, talvez acima de nossas capacidades, tendo em vista as deficiências de recursos para projetos de infraestrutura e sociais ainda necessários no Brasil. Acho que em alguns casos, sobretudo com o financiamento de empresas brasileiras para competir em licitações de obras públicas, produtos e tecnologia brasileira poderão ser exportados. Em outros casos, poderá haver ganhos políticos, de prestígio para o Brasil e para o presidente Lula.</p>
<p>No link, está a programação completa do Seni: <a href="http://www.acij.com.br/seni/web/">www.acij.com.br/seni </a></p>
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