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	<title>O Economista &#187; Finanças Pessoais</title>
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		<title>O Economista &#187; Finanças Pessoais</title>
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		<title>Pesquisa mostra que 18% dos inadimplentes devem por descontrole com os gastos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 12:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Em uma pesquisa sobre inadimplência feita em setembro, cerca de 18% dos consumidores inadimplentes responderam que descontrole com os gastos foi o motivo para ficarem devedores, índice que aumentou sete pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano passado (11%).
Os dados foram apresentados nesta segunda-feira, 10, pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Em uma pesquisa sobre inadimplência feita em setembro, cerca de 18% dos consumidores inadimplentes responderam que descontrole com os gastos foi o motivo para ficarem devedores, índice que aumentou sete pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano passado (11%).</p>
<p>Os dados foram apresentados nesta segunda-feira, 10, pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e Boa Vista Serviços. Em nota, a associação declara: &#8221;A facilidade de crédito resultou em maior endividamento do consumidor&#8221;. O presidente da ACSP, Rogério Amato, observa, contudo, que, nos últimos meses, os bancos e o varejo se tornaram mais seletivos na concessão de crédito, &#8220;o que deve se refletir nas próximas pesquisas&#8221;.</p>
<p>Outras causas da inadimplência são desemprego (que foi de 48% para 51% no período), ter sido fiador, avalista ou emprestado o nome (de 9% para 10%), queda de renda (estável em 6%), doença em família (de 6% para 4%) e alguém da família ter ficado desempregado (de 2% para 4%).</p>
<p>O levantamento mostra ainda que 67% dos inadimplentes têm até 35 anos — em setembro de 2010, eram 59%. A faixa que concentra o maior índice é a de 26 a 30 anos (24% do total). Já os que têm mais de 60 anos representam apenas 1%.</p>
<p>A pesquisa, que diz respeito ao comércio da cidade de São Paulo, foi realizada com 804 consumidores que procuram o balcão de atendimento do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).</p>
<p>Com informações do portal Folha.com</p>
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		<title>Itaú Invista: seu dinheiro trabalhando para você</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 16:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Grande parte das pessoas não pode se considerar um expert quando o assunto é cuidar do próprio dinheiro. Quem já não se viu em uma situação apertada, em que as dívidas começam a preocupar? Ou ainda: quem nunca pensou que, apesar de estar com as contas em dia, não sobra dinheiro para começar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Grande parte das pessoas não pode se considerar um expert quando o assunto é cuidar do próprio dinheiro. Quem já não se viu em uma situação apertada, em que as dívidas começam a preocupar? Ou ainda: quem nunca pensou que, apesar de estar com as contas em dia, não sobra dinheiro para começar a pensar no futuro? E ainda tem aqueles que, mesmo com uma reserva de segurança, não sabem muito bem o que fazer para o dinheiro começar a render de verdade e garantir seus sonhos.</p>
<p>Pensando nisso, o Itaú criou um novo canal de investimentos no Youtube: o Itaú Invista. Nele, clientes e não clientes do banco poderão fazer uma análise da sua situação financeira a partir de 3 situações iniciais – estou endividado, não sobra dinheiro para investir e não sei em que aplicar meu dinheiro – e, por meio de um vídeo interativo, descobrir passo a passo o que fazer para colocar as contas em ordem. Tudo isso a partir de tópicos bem concretos e de fácil entendimento, como momento de vida, objetivos e perfil de investidor.</p>
<p>A ferramenta passa a ser um jeito simples e ágil de entender um pouco mais do mundo do dinheiro.</p>
<p>E, além da ferramenta interativa, o canal conta com tutoriais e vídeos de dicas que trazem mais conhecimento para que nós, leigos de economia, façamos nosso dinheiro trabalhar para nós, sem ter de ficar correndo atrás dele por toda a vida.</p>
<p>Com uma linguagem acessível, bem longe do economês chato, assuntos como o primeiro milhão, como se preparar para a aposentadoria e até a diferença entre investir e poupar são abordados.</p>
<p>Agora é só ir lá e descobrir o caminho para uma vida financeira mais saudável.</p>
<p>Conte com o Itaú, acesse: <a href="http://www.itau.com.br/invista/" target="_blank">www.itau.com.br/invista</a></p>
<p><em>Publieditorial.</em></p>
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		<title>Estudo mostra que brasileiros sabem pouco sobre finanças</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 20:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[ Apenas 31% dos brasileiros poupam dinheiro pensando na aposentadoria  e 44% investem dinheiro todo mês. Além disso, 40% dos clientes de  bancos usam mais a poupança como conta-corrente do que como investimento  para o futuro. Essas são algumas das conclusões de um estudo divulgado nesta quarta-feira, 3, pela Comissão Nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Apenas 31% dos brasileiros poupam dinheiro pensando na aposentadoria  e 44% investem dinheiro todo mês. Além disso, 40% dos clientes de  bancos usam mais a poupança como conta-corrente do que como investimento  para o futuro. Essas são algumas das conclusões de um estudo divulgado nesta quarta-feira, 3, pela Comissão Nacional de Educação Financeira (Conef).</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 30% dos brasileiros pagam apenas a parcela  mínima do cartão de crédito, quando sua situação financeira aperta, e  44% pediram dinheiro emprestado nos meses que antecederam a pesquisa.</p>
<p>Entre os brasileiros que têm menos de três anos de estudo, 47% deles  preferem pagar um número maior de parcelas, muitas vezes sem perceber  que elas embutem juros maiores.</p>
<p>O estudo foi realizado em 2008 para subsidiar a Estratégia Nacional  de Educação Financeira, lançada hoje, que tem por objetivo ensinar  estudantes e adultos sobre como poupar, investir, se preparar para a  aposentadoria e escolher o melhor crédito, entre outras decisões  financeiras.</p>
<p>Segundo Maria Helena Santana, presidenta da Comissão de Valores  Mobiliários, que integra a estratégia nacional, a pesquisa mostra que os  brasileiros têm pouca informação sobre finanças.</p>
<p>“A pesquisa mostrou um grau de desinformação bastante elevado em  relação às características dos serviços financeiros oferecidos no  mercado. Por exemplo, ao escolher o pagamento mínimo do cartão, muitos  não entendem que, ao fazer isso, há uma rolagem [da dívida] a juros  elevados”, disse Santana.</p>
<p>Entre os 1.809 entrevistados em seis capitais brasileiras, a maioria  acredita que investir é comprar carro, casa própria, computador,  eletrodomésticos e roupas, além de estudar. Segundo a pesquisa, o  resultado mostra que, para o brasileiro, investir é apenas “comprar” ou  “estudar”.</p>
<p>A estratégia nacional lançada hoje pretende levar a educação  financeira às escolas de ensino médio e fundamental, ensinando os alunos  a lidar com o dinheiro e a planejar sua vida econômica por meio da  distribuição de material didático aos professores.</p>
<p>Os adultos também poderão ter acesso a informações sobre crédito,  proteção ao consumidor, finanças pessoais, consumo consciente,  investimentos, capitalização, seguros e preparação para a aposentadoria  por meio de palestras, cartilhas, cursos e da mídia.</p>
<p>Além da CVM, fazem parte da iniciativa o Banco Central, o Ministério  da Educação, o Ministério da Previdência Social, a Superintendência  Nacional de Previdência Complementar (Previc) e a Superintendência de  Seguros Privados (Susep), além de instituições privadas, como a Bolsa de  Valores BM&amp;F Bovespa.</p>
<p>Vitor Abdala/Agência Brasil</p>
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		<title>Acompanhe os destaques da semana em nosso boletim</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 21:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. Para avaliar o impacto dessas modificações e também como é a relação do brasileiro com essa ferramenta de crédito, O Economista entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Para ele, o cartão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. Para avaliar o impacto dessas modificações e também como é a relação do brasileiro com essa ferramenta de crédito, <a href="http://www.oeconomista.com.br/especialista-defende-o-uso-do-cartao-de-credito-e-acredita-que-o-problema-esta-na-falta-de-disciplina-do-consumidor/">O Economista entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier</a>. Para ele, o cartão de crédito é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.</p>
<p>Acompanhe os outros destaques da semana:</p>
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		<itunes:summary>Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. Para avaliar o impacto dessas modificações e também como é a relação do brasileiro com essa ferramenta de crédito, O Economista entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Para ele, o cartão de crédito é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.

Acompanhe os outros destaques da semana:</itunes:summary>
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		<title>Especialista defende o uso do cartão de crédito</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/especialista-defende-o-uso-do-cartao-de-credito-e-acredita-que-o-problema-esta-na-falta-de-disciplina-do-consumidor/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.
Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><a href="http://www.oeconomista.com.br/novas-regras-devem-incentivar-uso-racional-do-cartao-de-credito-diz-tombini/" target="_blank">Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil</a>. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.</p>
<p>Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente pelos consumidores, as regras também limitam o número de tarifas cobradas pelas empresas. Apenas cinco taxas poderão ser cobradas de todos os cartões emitidos a partir do dia 1º de junho desse ano. Antes disso, de acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, existiam cerca de 80 tarifas diferentes cobradas pelo uso do cartão de crédito. Uma cartilha elaborada pelo BC que compila e explica as mudanças está disponível em nosso canal no <a href="http://www.slideshare.net/oeconomista/cartilha-com-orientaes-sobre-as-novas-regras-do-carto-de-crdito" target="_blank">SlideShare</a>.</p>
<div id="attachment_7540" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit.jpg" rel="lightbox[7538]"><img class="size-medium wp-image-7540" title="José Eduardo Manier" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit-272x300.jpg" alt="José Eduardo Manier" width="272" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito&quot;, afirma Manier. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Para avaliar o impacto dessas modificações,<a href="http://www.oeconomista.com.br/" target="_blank"> O Economista</a> entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Manier tem longa experiência nas operações de cartões de várias empresas, como Losango e Finivest. Atualmente, ele é diretor de cartões da Lecca Financeira.</p>
<p><strong>Porque o cartão de crédito é um dos maiores vilões do endividamento da população?</strong></p>
<p>Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito, que como tal devemos observar as suas melhores práticas de uso. O cartão agrega algumas vantagens, como facilidade de pagamento, parcelamentos maiores, programas de recompensas e principalmente segurança.</p>
<p>O cartão hoje é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.</p>
<p>Podemos falar que no Brasil a experiência com cartão tem 30 anos, porém, somente nos últimos 15 anos o cenário macro econômico do país permitiu que negócios e parcerias com o varejo fossem feitas de modo a substituir o antigo crediário pela segurança do cartão.  Para assumir o risco dessa mudança, os emissores viram nas taxas e tarifas a grande fonte de receita desse produto.</p>
<p>Durante esses 15 anos os emissores realmente ganharam muito com esse tipo de negócio, porém, quando ele é mal administrado, a perda também pode ser muito grande.</p>
<p>Essa perda fez com que alguns players começassem a reparar que o grande segredo desse negócio é a permanência de uso pelo cliente e que para isso era necessário ensiná-lo a usar o produto.</p>
<p>Acho que o movimento natural é esse. Hoje em dia você já vê faturas auto explicativas, campanhas de uso consciente do crédito e a própria interferência do governo na tentativa de conter o uso irrestrito do crédito.</p>
<p>A conclusão que tiro é que se o consumidor não tiver disciplina o vilão pode ser qualquer meio de pagamento, seja cartão de crédito, carnê, cheques pré-datados, etc.</p>
<p><strong>Quais medidas a população pode adotar para se prevenir desse endividamento?</strong></p>
<p>Há 15 anos o cartão era utilizado pontualmente e tornou-se um produto concorrente ao crediário. Hoje em dia está substituindo o dinheiro para uso no dia a dia. Então, a minha dica é fazer uma programação de uso. Se você não tem dinheiro e não é usuário de cartão, você vai ao supermercado?</p>
<p>Se a ideia é substituir o dinheiro pelo dinheiro de plástico o princípio deve ser o mesmo. Só gaste aquilo que se programou para pagar.</p>
<p>Outra dica é não pagar o mínimo por mais de um mês consecutivo. Realmente pode virar uma bola de neve e a saída vai exigir certa disciplina nos gastos.</p>
<p><strong>Qual é a avaliação das mudanças propostas pelo Banco Central em relação às novas regras para os cartões de crédito? Quais serão os principais impactos?</strong></p>
<p>Acho que está em linha com o meu comentário sobre experiência de crédito. Enquanto o BC não focou na regulamentação e fiscalização do produto, os emissores aproveitaram a oportunidade para rever seus investimentos e riscos nas múltiplas tarifas e altas taxas.</p>
<p>Acho que a mudança vem em boa hora para simplificar e ajudar no uso consciente do crédito.</p>
<p>É claro que as tarifas e as taxas continuam sendo a grande fonte de receita do produto e por isso acho que ainda haverá uma queda de braço entre os emissores e o BC sobre valores máximos e mínimos permitidos, mas o fato de diminuírem as quantidades de tarifas é um sinal de que as coisas estão mudando. Agora o cliente passará a ter mais consciência do que está pagando.</p>
<p><strong>Como o consumidor deverá reagir a essa mudanças?</strong></p>
<p>Acho que como em qualquer mudança, devemos esperar um tempo de observação. Mas acredito que o cliente terá mais facilidade para compreender o que está comprando. É uma demanda antiga do consumidor que poderá comparar taxas e tarifas com maior facilidade agora.</p>
<p><strong>A previsão do Banco Central é de que essas medidas estimulem a população a contrair menos dívidas e a usar o cartão de forma mais racional. Acredita que seja essa a tendência?</strong></p>
<p>Tudo está convergindo para isso. Mas é preciso prestar atenção no crédito e não somente no cartão. O cenário econômico é positivo, mas exige cuidados para conter outros bichos de sete cabeças como a inflação. A forma como o BC está atuando elevando a taxa de juros básicos está deixando os empréstimos mais caros, porém, como o poder aquisitivo também está crescendo, existe uma tendência natural de um maior endividamento da população.</p>
<p>Acho que o BC está fazendo o papel dele de atuar em todas as frentes. O cartão é apenas mais um meio de concessão de crédito.</p>
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		<title>Siga O Economista no Twitter, retuíte a mensagem e concorra a um livro sobre finanças pessoais</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/siga-o-economista-no-twitter-retuite-a-mensagem-e-concorra-a-um-livro-sobre-financas-pessoais/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 18:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Economista lança nesta terça-feira, 21, um concurso recreativo para os seguidores do blog no Twitter . Os usuários que replicarem (derem RT) na mensagem com o link para planilha para controle de gastos pessoais até as 11h da manhã de quarta-feira, 22, podem ganhar um exemplar do livro “Pare de Viver na Corda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/corda_bamba.gif" rel="lightbox[7459]"><img class="alignleft size-full wp-image-7461" title="Pare de Viver na Corda Bamba" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/corda_bamba.gif" alt="" width="150" height="213" /></a>O Economista lança nesta terça-feira, 21, um concurso recreativo para os seguidores do blog no <a href="http://www.twitter.com/oeconomista" target="_blank">Twitter</a> . Os usuários que replicarem (derem RT) na mensagem com o link para <a href="http://www.oeconomista.com.br/planilha-para-controle-das-financas-pessoais/" target="_blank">planilha para controle de gastos pessoais </a>até as 11h da manhã de quarta-feira, 22, podem ganhar um exemplar do livro “<a href="http://www.oeconomista.com.br/dica-de-livro-pare-de-viver-na-corda-bamba/" target="_blank">Pare de Viver na Corda Bamba</a>”, de Carlos Alberto Debastiani.</p>
<p>“Pare de Viver na Corda Bamba” ensina a administrar a vida financeira pessoal por meio de exemplos reais, dando dicas para criar hábitos saudáveis de consumo, que não comprometam a renda mensal. O autor é empresário na área de informática e já publicou quatro livros sobre negócios, entre eles “Avaliando Empresas, Investindo em Ações” e “Boas Apresentações Vendem Ideias”.</p>
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		<title>Caravana Meu Bolso em Dia dá dicas à população sobre finanças pessoais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 20:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[caravana meu bolso em dia]]></category>
		<category><![CDATA[febraban]]></category>
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		<description><![CDATA[ Um dia inteiro dedicado à educação financeira. Essa é a proposta da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que organiza no próximo domingo, 28, a Caravana do Meu Bolso em Dia. O portal Meu Bolso em Dia é uma iniciativa da entidade e oferece conteúdo exclusivo e atualizado sobre as melhores formas de administrar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um dia inteiro dedicado à educação financeira. Essa é a proposta da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que organiza no próximo domingo, 28, a Caravana do Meu Bolso em Dia. O portal <a href="http://www.meubolsoemdia.com.br/">Meu Bolso em Dia</a> é uma iniciativa da entidade e oferece conteúdo exclusivo e atualizado sobre as melhores formas de administrar os gastos familiares.</p>
<p>O evento acontecerá no Parque do Carmo, bairro Itaquera, em São Paulo (SP) e será gratuito e aberto ao público. A partir das 10 horas, os participantes terão a oportunidade de conversar com especialistas na área de finanças pessoais e ainda receber orientações sobre como economizar, investir, organizar o orçamento familiar e consumir de forma consciente. Além das dicas financeiras, a programação terá shows, teatro de fantoches, brincadeiras e atividades para toda a família. Quem passar pelo evento também poderá participar do sorteio de cinco notebooks.</p>
<p>A maratona de atividades se divide em algumas áreas, com tendas temáticas coordenadas por profissionais de cada segmento. Quem se planejou para começar a investir em 2011, por exemplo, poderá saber quais são as estratégias mais rentáveis para cada tipo específico de investimento. Para organizar as finanças pessoais e principalmente definir metas, o planejamento precisa ser a palavra de ordem. Por isso, a programação da Caravana também traz dicas de como ordenar o dinheiro buscando a realização dos objetivos pessoais.</p>
<p>Os interessados em abrir o próprio negócio encontrarão na tenda “Seja o seu próprio patrão” os cuidados que devem ser tomados na hora de começar um empreendimento de forma segura e o que fazer para torná-lo sólido e rentável. Já o espaço “Como começar” é exclusivo para jovens em início de carreira que querem desde cedo estruturar suas finanças.</p>
<p>O evento ocorrerá para auxiliar os consumidores a lidarem melhor com o seu dinheiro. Por meio da assessoria dos profissionais da Caravana, os visitantes poderão compreender a importância da racionalização dos seus gastos para uma vida econômica saudável. Além disso, a iniciativa legitima o posicionamento da Febraban em relação ao assunto. De acordo com a instituição, uma gestão financeira consciente pode conduzir à melhor qualidade de vida da população.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>O quê: </strong>Caravana Meu Bolso em Dia.</p>
<p><strong>Quando:</strong> dia 28 de novembro, a partir das 10 horas.</p>
<p><strong>Onde: </strong>Parque do Carmo. Avenida Afonso de Sampaio e Souza, 951, Itaquera. São Paulo (SP).</p>
<p><strong>Informações: </strong>(11) 2748-0010, (11) 2746-5001 e  no <a href="http://migre.me/2qrnM">site</a> do evento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Blogagem coletiva</strong></p>
<p>A troca de experiências é muito importante ao falar das boas práticas na administração das finanças pessoais. Por isso, além da participação na Caravana do Meu Bolso em Dia, o interessante é também estimular a discussão dos temas propostos no evento em outros espaços.</p>
<p>Sugerimos a você que possui um blog, site ou portal, que espalhe essa ideia por meio da blogagem coletiva, promovendo a interação dos leitores. A adesão à blogagem coletiva é simples: para participar, basta produzir um texto sobre o assunto e inserir o selo abaixo, que identifica a campanha, em seu site.</p>
<p>Participe e ajude a divulgar essa iniciativa!</p>
<p><strong>Selos da campanha:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4124 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 1" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="175" height="146" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="20" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 1&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;175&#8243; height=&#8221;146&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4125 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 2" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="230" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="30" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 2&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;230&#8243; height=&#8221;192&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4126 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 3" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="300" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="40" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 3&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;300&#8243; height=&#8221;250&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
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		<title>FEBRABAN oferece portal para controle das finanças pessoais</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 03:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[ No Meu bolso em dia, o leitor tem acesso a informações sobre as formas mais eficazes de guardar seu dinheiro, realizar a melhor compra, investir ou financiar
Lições sobre investimentos pessoais, conceitos de operações financeiras, dicas para administrar do jeito certo as dívidas. Esses são alguns dos serviços oferecidos no portal Meu bolso em dia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><a rel="attachment wp-att-5983" href="http://www.oeconomista.com.br/febraban-oferece-portal-para-controle-das-financas-pessoais/febraban/"><img class="alignleft size-full wp-image-5983" title="febraban" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/10/febraban.jpg" alt="" width="131" height="69" /></a><em>No Meu bolso em dia, o leitor tem acesso a informações sobre as formas mais eficazes de guardar seu dinheiro, realizar a melhor compra, investir ou financiar</em></p>
<p>Lições sobre investimentos pessoais, conceitos de operações financeiras, dicas para administrar do jeito certo as dívidas. Esses são alguns dos serviços oferecidos no portal Meu bolso em dia, uma iniciativa da Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN). O programa tem como objetivo orientar os cidadãos e as famílias sobre as melhores formas de administrar e organizar seus próprios orçamentos, promover o consumo consciente e ampliar a compreensão sobre os diversos produtos e serviços do sistema financeiro. Enfim, é um programa prático e funcional, totalmente isento de custos, elaborado para ajudar as pessoas e as famílias a fazerem a adequada administração de sua vida financeira.</p>
<p>No site Meu bolso em dia, o leitor encontrará divididos entre as categorias “Entenda o banco”, “Sempre positivo”, “Como comprar melhor” e “Você participa” materiais constantemente atualizados e que abrangem vários aspectos das finanças pessoais.</p>
<p>No menu “Entenda o banco”, por exemplo, os leitores ficam compreendendo nomes que estão na rotina da população que usa os serviços bancários, mas que nem sempre conseguem ser facilmente explicados. Uma linguagem simples e sucinta aborda os conceitos básicos de serviços como conta corrente, cheque especial, financiamento, previdência, seguro, etc.</p>
<p>Para tornar o conteúdo mais dinâmico, o portal disponibiliza vídeos que ajudam a apresentar seus conteúdos. Além disso, quem acessar pode também adaptar o material do site às suas necessidades, por meio de planilhas, simuladores e testes para saber de que maneira o dinheiro está sendo utilizado e identificar os principais problemas desse uso.<br />
De acordo com o presidente da FEBRABAN, Fabio Barbosa, a constante inclusão de consumidores no mercado bancário lança o desafio aos bancos para que eles se capacitem e possam auxiliar esse usuário recém-chegado, além daqueles que têm dúvidas na administração de suas finanças. “Quanto mais claro for esse relacionamento com o dinheiro, melhor para os clientes, para os bancos e para nosso país. Todos ganham”, afirma.</p>
<p>Acesse todo o conteúdo do site, no endereço <a href="http://migre.me/1OZw3" target="_blank">www.meubolsoemdia.com.br</a>.</p>
<p>Saiba das atualizações também pelo Twitter: <a href="http://migre.me/1OZxD" target="_blank">Twitter.com/meubolsoemdia</a>.</p>
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		<title>ANBIMA inaugura canal de orientação financeira exclusiva para mulheres</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/anbima-inaugura-canal-de-orientacao-financeira-exclusiva-para-mulheres/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 05:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Portal Como Investir traz orientações sobre investimentos, orçamento doméstico e ensina como garantir uma aposentadoria confortável

Na seção Mulheres e Investimentos, as leitoras vão encontrar orientação financeira, histórias de sucesso, guias e cartilhas para potencializar seus ganhos. “Homens e mulheres pensam e agem de forma distinta e seus investimentos devem refletir essas diferenças. Um homem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><em>Portal Como Investir traz orientações sobre investimentos, orçamento doméstico e ensina como garantir uma aposentadoria confortável<br />
</em><br />
Na seção Mulheres e Investimentos, as leitoras vão encontrar orientação financeira, histórias de sucesso, guias e cartilhas para potencializar seus ganhos. “Homens e mulheres pensam e agem de forma distinta e seus investimentos devem refletir essas diferenças. Um homem encara um conjunto de aplicações como uma disputa com outro homem. Já a mulher tende a ter menor tolerância a riscos e objetivos de mais longo prazo, porque é mais paciente e pragmática”, explica Denise Hills, membro da Comissão de Educação da ANBIMA. “Criamos a seção para orientar com mais qualidade o público feminino em suas necessidades específicas”, completa.</p>
<p>Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mais de um quarto dos domicílios brasileiros já está sob o comando exclusivo de mulheres. Em dez anos, o número de famílias chefiadas por mulheres cresceu quase 80%. Recorrer a investimentos para incrementar a renda da família pode ser uma boa saída também para elas.</p>
<p>Na seção Mulheres e Investimentos, alguns mitos são quebrados, como “aplicação financeira é assunto de homem” ou “não tenho dinheiro suficiente e não conheço o mercado”. Pesquisas com investidores não profissionais mostram que as mulheres costumam ganhar mais na Bolsa do que os homens, já que eles têm o hábito de fazer excessivo giro nas carteiras devido a seu excesso de confiança, gerando altos custos de corretagem. Não é preciso ser uma expert em finanças para ser uma investidora bem-sucedida e hoje em dia é possível fazer aplicações pela internet a partir de R$ 50.</p>
<p>Há ainda orientações específicas para solteiras e casadas. “Os objetivos e os impactos que os investimentos terão na vida dessas duas mulheres são diferentes. No casal, as decisões devem ser tratadas em conjunto, enquanto a solteira pode decidir individualmente”, diz a executiva.</p>
<p>O primeiro Guia é “10 passos para chegar aos R$ 100 mil”, que aborda situações que todas as mulheres passam no dia a dia, desde resistir a promoções até mostrar que administrar seu orçamento pessoal para atingir os seus objetivos não é tarefa impossível.</p>
<p><em>Para conhecer o conteúdo completo basta acessar: <a href="http://www.comoinvestir.com.br" target="_blank">www.comoinvestir.com.br</a></em></p>
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		<title>Melhor ser dono ou empregado?</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/melhor-ser-dono-ou-empregado/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 20:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[ Meu filho de 10 anos me questionou a alguns dias sobre o que era melhor, ser dono ou empregado e também quis saber “como ele poderia comprar ações”. Fiquei surpreso em saber que em sua escola estão dando aulas de empreendedorismo e que foi comentado com eles o que era uma ação.
Minha experiência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Meu filho de 10 anos me questionou a alguns dias sobre o que era melhor, ser dono ou empregado e também quis saber “como ele poderia comprar ações”. Fiquei surpreso em saber que em sua escola estão dando aulas de empreendedorismo e que foi comentado com eles o que era uma ação.</p>
<p>Minha experiência de ensinamento de gestão financeira com meu filho começou aos 5 anos, quando percebi que ele não tinha nenhuma noção sobre como era difícil ganhar o pão nosso de cada dia.</p>
<p>Comecei a dar uma semanada de R$ 5,00 para que comprasse os carrinhos que todos os dias ele me pedia para comprar, o jornal de futebol que todas as vezes que íamos a uma banca ou livraria ele me pedia as balas, bolachas e tudo o mais que me pedia todos os dias. Ele pelo que descrevo é provavelmente igual a muitas das crianças que conhecemos.</p>
<p>Com isto pude mostrar para ele que temos recebimentos em tempos certos e que não podemos gastar tudo o que se ganha, mesmo sendo muito pouco e que ficar rico da noite para o dia é algo que acontece apenas em filmes e novelas.</p>
<p>O importante do que quis passar para ele é como decidiria seus gastos? O que era importante e quais as prioridades na hora de comprar? Como iria pagar suas compras? Algumas vezes precisamos emprestar alguns recursos e que ele nos pagava nas semanas seguinte.</p>
<p>Gastar com sabedoria é um grande aprendizado e fará uma grande diferença no futuro de suas finanças pessoais.</p>
<p>Termos metas pessoais significa nos planejarmos, algumas metas devem ser de curto, médio e longo prazo</p>
<p>A maioria das pessoas não controla os gastos ou evitam compras desnecessárias, não aprendemos em família ou em nossas escolas. Planejar os gastos é mais do que certo que a maioria das pessoas não o fazem, não é de nossa cultura planejar.</p>
<p>Sem conhecimento básico de finanças pessoais somos presas fácil do consumismo e saímos por ai comprando brinquedos. A diferença entre os brinquedos das crianças e dos adultos é apenas o preço.</p>
<p>O padrão de vida das famílias depende mais da falta de conhecimentos sobre finanças pessoais do que da má distribuição de renda. Conhecemos pessoas que cresceram financeiramente e em patrimônio mesmo não ganhando grandes volumes de dinheiro. E também conhecemos pessoas que vivem tomando empréstimos, apesar de seus altos ganhos.</p>
<p>Toda a família deve estar envolvida na da forma de administrar os recursos e quem detém mais conhecimento de como gerir as finanças, deve estar repassando este conhecimento para os que precisam do conhecimento. Buscar as soluções em família e o segredo do sucesso, se todos estiverem com o mesmo objetivo as conquistas e crises serão mais fáceis de serem administradas.</p>
<p>Voltando a pergunta inicial, expliquei das vantagens e desvantagens de ser um empreendedor e um funcionário, sei que tenho muita inclinação para estimular o empreendedorismo, pois foi o que tive de ensinamento de meus pais, assumir riscos é algo necessário e devemos ensinar desde cedo.</p>
<p>Entendi que neste momento era importante fazer algo que recomendo em projetos de sucessão familiar e deveria testar dentro de casa, contar para meu filho qual foi a origem de nossa família, como foi a trajetória financeira de seu tataravô, bisavô, avô e pai e como financeiramente tivemos nossos erros e acertos. Foi um tempo muito bom, pois pedi para meu pai contar estas histórias, foi um tempo muito agradável e meu filho ficou muito entusiasmado.</p>
<p>Bem, hoje em dia meu filho não só administra muito bem sua semanada de R$ 10,00, como guarda dinheiro para comprar jogos e fazemos isto junto, como resultado nossa relação de pai e filho é cada dia melhor e ele já adquiriu um vídeo game, alguns jogos e tem alguns bons reais.</p>
<p>Este não é um entendimento rápido, portanto devemos iniciar o quanto antes.</p>
<p><em>Por:</em></p>
<p><em> <strong>Marco César de Oliveira</strong><br />
Economista &#8211; PUC/SP, MBA Gestão Empresarial &#8211; FIA/USP, palestrante, Professor na UNIFIEO, sócio da CORPORATE Management Consulting<br />
</em></p>
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