O Economista » Investimentos http://www.oeconomista.com.br Blog de Economia Tue, 07 Feb 2012 11:14:06 +0000 en hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.0 Copyright © 2012 O Economista celso@humantech.com.br celso@humantech.com.br posts http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg O Economista » Investimentos http://www.oeconomista.com.br 144 144 Blog de Economia celso@humantech.com.br no no Podcast: Confira as principais notícias da semana http://www.oeconomista.com.br/podcast-confira-as-principais-noticias-da-semana/ http://www.oeconomista.com.br/podcast-confira-as-principais-noticias-da-semana/#comments Fri, 20 Jan 2012 19:25:17 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=9704

Entre os destaques do blog nesta semana, está a pesquisa do IBGE que indica que os brasileiros gastam mais com saúde do que o governo.

Embora os gastos do governo com bens e serviços de saúde tenham aumentado entre 2007 e 2009, as famílias continuam contabilizando despesas mais elevadas no setor. De acordo com a pesquisa Conta Satélite da Saúde, divulgada nesta semana, as famílias gastaram, em 2009, R$ 157,1 bilhões em bens e serviços de saúde, enquanto a administração pública desembolsou R$ 123,6 bilhões com o mesmo setor.

Saiba mais informações no boletim semanal de economia.

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http://www.oeconomista.com.br/podcast-confira-as-principais-noticias-da-semana/feed/ 0 00:01:01 Entre os destaques do blog nesta semana, está a pesquisa do IBGE que indica que os brasileiros gastam mais com saúde do que o governo. Embora ... Entre os destaques do blog nesta semana, está a pesquisa do IBGE que indica que os brasileiros gastam mais com saúde do que o governo. Embora os gastos do governo com bens e serviços de saúde tenham aumentado entre 2007 e 2009, as famílias continuam contabilizando despesas mais elevadas no setor. De acordo com a pesquisa Conta Satélite da Saúde, divulgada nesta semana, as famílias gastaram, em 2009, R$ 157,1 bilhões em bens e serviços de saúde, enquanto a administração pública desembolsou R$ 123,6 bilhões com o mesmo setor. Saiba mais informações no boletim semanal de economia. Destaques, Investimentos, Juros, Notícias, Podcasts celso@humantech.com.br no no
PAC 2 executou 15% do orçamento e concluiu 11,3% das obras previstas http://www.oeconomista.com.br/pac-2-executou-15-do-orcamento-e-concluiu-113-das-obras-previstas/ http://www.oeconomista.com.br/pac-2-executou-15-do-orcamento-e-concluiu-113-das-obras-previstas/#comments Tue, 22 Nov 2011 19:30:40 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=9207

O segundo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em 2011 mostra que foram cumpridos, até o final de setembro, 15% da execução orçamentária prevista para o período 2011-2014, totalizando R$ 143 bilhões. De acordo com o governo federal, 11,3% das obras já foram concluídas.

O balanço foi apresentado nesta terça-feira, 22. Segundo os dados, entre junho e setembro deste ano, houve aumento de 66% na execução orçamentária, passando de R$ 86,4 bilhões para R$ 143,6 bilhões.

Na comparação com 2010, o volume de pagamentos efetuados via Orçamento Geral da União, durante o mesmo período, aumentou 22%, passando de R$ 17,7 bilhões para R$ 21,6 bilhões em 2011.

Dos R$ 143,6 bilhões executados, R$ 55,2 bilhões correspondem ao financiamento habitacional destinado à pessoa física; R$ 41,4 bilhões ao executado pelas empresas estatais; R$25,6 bilhões ao setor privado; e R$ 13,2 bilhões ao Orçamento Geral referente à área fiscal e de seguridade. O restante (R$ 5,4 bilhões) referem-se ao Programa Minha Casa, Minha Vida; ao financiamento ao setor público (R$ 2 bilhões); e às contrapartidas de estados e municípios (R$ 700 milhões).

A previsão é que o PAC 2 execute R$ 955 bilhões entre 2011 e 2014. Desses valores, R$ 708 bilhões são previstos para a execução de obras (74% do total). As demais obras serão concluídas após 2014.

Pedro Peduzzi, Yara Aquino e Daniel Lima / Agência Brasil.

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Podcast: Em três décadas, desigualdade na distribuição de renda brasileira cai 22,8% http://www.oeconomista.com.br/podcast-em-tres-decadas-desigualdade-na-distribuicao-de-renda-brasileira-cai-228/ http://www.oeconomista.com.br/podcast-em-tres-decadas-desigualdade-na-distribuicao-de-renda-brasileira-cai-228/#comments Fri, 11 Nov 2011 18:35:18 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=9111

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a desigualdade na distribuição de renda do país diminuiu 22,8% nos últimos 30 anos. O índice caiu de 0,31 (em 1980) para 0,24 (em 2010). Quanto mais baixo o índice, melhor a distribuição de renda.

A desigualdade no rendimento domiciliar per capita nos municípios brasileiros caiu mais nas regiões Nordeste (-39,3%), Centro-Oeste (-37,5%), Sul (-29,6%) e Sudeste (-26,3%). A menor redução, de 14,9%, ocorreu na Região Norte. O estado que teve o melhor desempenho na redução da desigualdade no rendimento domiciliar, no período em análise, foi a Paraíba, com queda de 47,9% no índice de Gini.

Mais notícias no podcast:

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BID investe US$ 6,5 bilhões no Brasil. Copa do Mundo está entre prioridades http://www.oeconomista.com.br/bid-investe-us-65-bilhoes-no-brasil-copa-do-mundo-esta-entre-prioridades/ http://www.oeconomista.com.br/bid-investe-us-65-bilhoes-no-brasil-copa-do-mundo-esta-entre-prioridades/#comments Mon, 07 Nov 2011 10:50:56 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=9052

Mesmo em momento de desaceleração econômica, o Brasil terá seus investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assegurados. Segundo dados do BID, neste momento existem 95 operações em andamento para o Brasil no valor de US$ 6,5 bilhões, dos quais US$ 2,035 bilhões já foram desembolsados até setembro deste ano.

Habitação e projetos de desenvolvimento ocupam 30% dos recursos disponíveis. Na seqüência, aparecem água e saneamento com 23%, transporte com 22% e turismo com 15%. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também estão entre as prioridades do BID.

“Além de recursos fornecidos por empréstimos e subvenções, na área de cooperação técnica estamos procurando ajudar o Brasil a deixar um legado social positivo da Copa e depois dos eventos olímpicos. Nós estamos trazendo as melhores práticas e ideias de lugares que já sediaram grandes eventos”, disse o economista regional dos países do Cone Sul do BID, Eduardo Borensztein.

Com a crise na economia internacional, o direcionamento dos investimentos do BID vai depender da situação de cada país. Segundo Borensztein, as economias menores são mais vulneráveis à escassez de financiamento internacional e precisam de mais acesso a recursos, com empréstimos de desembolso rápido.

Já sobre as maiores economias da região, que em geral têm comparativamente menores necessidades de financiamento e amplas reservas internacionais, Borensztein disse que a ênfase será sobre as operações, priorizando as que atendam às necessidades dos setores sociais e as regiões mais vulneráveis a uma recessão econômica.

“O Brasil está em uma posição forte, graças à robustez das finanças públicas e a um sistema financeiro sólido, bem como à credibilidade das suas políticas macroeconômicas. Um olhar brilhante das perspectivas econômicas, com o aumento dos rendimentos e de uma classe média em expansão”, comentou o economista.

Com informações do portal Agência Brasil

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China diminui investimentos no Brasil em 2011 http://www.oeconomista.com.br/china-diminui-investimentos-no-brasil-em-2011/ http://www.oeconomista.com.br/china-diminui-investimentos-no-brasil-em-2011/#comments Thu, 03 Nov 2011 11:06:51 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=9015

Este ano, a  China investiu 25% a menos no Brasil do que em 2010. De acordo com dados do Banco Central, de janeiro a setembro de 2011, os asiáticos fizeram investimentos diretos de US$ 333 milhões no país, contra US$ 444 milhões feitos no ano anterior.

A China hoje é o maior parceiro comercial do Brasil, à frente dos Estados Unidos. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as trocas com os chineses chegaram a US$ 56 bilhões em 2010. No ano, até setembro, considerando todos os países, o Brasil registrou o ingresso de US$ US$ 50,5 bilhões em investimento estrangeiro direto, contra US$ 22,557 bilhões no ano anterior.

Entre os motivos apontados por especialistas para a diminuição do volume investido pela China neste ano estão as medidas protecionistas que vêm sendo adotadas pelo governo brasileiro – como as tarifas sobre a importação de calçados chineses, para proteger os fabricantes locais – e o agravamento da crise europeia, que faz os investidor reavaliar seus planos de negócios.

“Houve realmente diminuição [dos investimentos]. O Brasil tem a sensação de que alguns setores estão sendo invadidos pelos chineses e impõe barreiras [a alta do IPI para carros estrangeiros foi a medida mais recente]. Diante disso, nenhum investidor se sente seguro e confiante em trazer tanto dinheiro para um terreno hostil. Mas posso dizer que a China continua apostando e enxergando o Brasil como uma grande oportunidade”, disse Tang Wei, diretor-geral da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico (CBCDE).

Apesar de a entrada de investimentos ter diminuído em relação ao ano passado, as perspectivas de Tang Wei são otimistas. Ainda que faltem apenas pouco mais de dois meses para o ano terminar, o diretor-geral da Câmara Brasil-China disse que a China não deverá fechar 2011 com volume de investimentos menor do que o verificado em 2010.

Já para o economista Luis Antonio Paulino, diretor titular do Instituto Confúcio e professor da Universidade Paulista (Unesp), é possível que os investimentos de 2011 não cheguem ao volume do observado no ano anterior. “Talvez esse resultado seja apenas por uma questão circunstancial. De qualquer forma, em 2010, houve muitos investimentos, e esse ano pode não repetir o mesmo montante.”

Na quarta-feira, 2, o presidente da China, Hu Jintao, e a presidente Dilma Rousseff participaram de um encontro bilateral. Os líderes estão em Cannes (França) para a 6ª Cúpula do G20.

Com informações do portal G1.com

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BNDES libera 2ª parcela do financiamento para construção de Angra 3 http://www.oeconomista.com.br/bnds-libera-2%c2%aa-parcela-do-financiamento-para-construcao-de-angra-3/ http://www.oeconomista.com.br/bnds-libera-2%c2%aa-parcela-do-financiamento-para-construcao-de-angra-3/#comments Thu, 27 Oct 2011 19:48:54 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=8964

O Banco Nacional de Dessenvolvimento Social e Econômico (BNDES) liberou nesta quinta-feira, 27, a segunda parcela do financiamento para construção da Usina Nuclear Angra 3, em Angra dos Reis (litoral sul do estado do Rio), no valor de R$ 308 milhões. A quantia representa 8,3% do empréstimo de R$ 6,1 bilhões. A primeira parcela, de R$ 200 milhões, foi liberada em junho passado. O dinheiro vai ser usado na compra de máquinas e equipamentos e na contratação de serviços nacionais até dezembro de 2011.

De acordo com o diretor de Administração e Finanças da Eletrenuclear (estatal responsável pela construção e operação de usinas nucleares no Brasil), até o fim do ano serão investido R$ 1,4 bilhão em Angra 3.

“Com a retomada das obras da usina em 2010, a empresa já injetou R$ 300 milhões no empreendimento no ano passado. Além dos recursos do BNDES, a empresa receberá R$ 890 milhões da Eletrobras, do fundo da Reserva Global de Reversão (RGR), para serem aplicados unicamente no setor elétrico”.

Desse montante, explicou o Negrine, já foram liberados R$ 366 milhões (41,1% do total) em duas parcelas, pagas em janeiro e agosto de 2011. Os obras de Angra 3 foram paralisadas em 1986 por decisão do governo e só foi retomada depois de 2008, quando passou a fazer parte do Programa de Aceleração do Crecimento (PAC). A usina termonuclear terá 1.405 megawatts de potência instalada e deve entrar em operação em dezembro de 2015, com capacidade para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante um ano inteiro. A usina está orçada em R$ 10 bilhões, sendo que 75% desses gastos serão feitos no Brasil.

A cobertura dos serviços de engenharia e das aquisições de equipamentos no mercado externo, cerca de 1,3 bilhão de euros, será feita por meio de financiamento internacional. A Eletrobras escolheu um consórcio de bancos liderado pelo francês Société Générale para financiar essa etapa do empreendimento. O contrato entre as partes deverá ser assinado em novembro.

Flávia Villela/Agência Brasil

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Aprovado financiamento do BNDS para construção de parques eólicos na Bahia http://www.oeconomista.com.br/aprovado-financiamento-do-bnds-para-construcao-de-parques-eolicos-na-bahia/ http://www.oeconomista.com.br/aprovado-financiamento-do-bnds-para-construcao-de-parques-eolicos-na-bahia/#comments Wed, 05 Oct 2011 11:49:22 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=8687

Um financiamento no valor de R$ 297,4 milhões foi aprovado nesta terça-feira, 4, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de cinco parques eólicos no interior da Bahia, totalizando potência de 98,8 megawatts (MW). A estimativa é de que as obras e a operação dos empreendimentos criem mais de 1.400 postos de trabalho diretos e indiretos.A participação do BNDES corresponde a 70% do valor total do projeto (R$ 423,3 milhões).

Segundo o banco, as novas usinas integram o conjunto de 14 centrais eólicas que foi vencedor do 2º Leilão de Energia de Reserva, realizado em 2009. As centrais eólicas são controladas pela empresa Renova Energia. Nove dessas usinas já obtiveram financiamento do BNDES no ano passado.

Incluindo esses cinco novos parques na Bahia, sobe para 70 o número de usinas eólicas construídas com apoio do BNDES no país. A capacidade instalada é de 1,5 mil MW. Os empréstimos do banco para o setor somam R$ 4,5 bilhões.

Alana Gandra/Agênia Brasil

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Itaú Invista: seu dinheiro trabalhando para você http://www.oeconomista.com.br/itau-invista-seu-dinheiro-trabalhando-para-voce/ http://www.oeconomista.com.br/itau-invista-seu-dinheiro-trabalhando-para-voce/#comments Tue, 06 Sep 2011 16:49:50 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=8402

Grande parte das pessoas não pode se considerar um expert quando o assunto é cuidar do próprio dinheiro. Quem já não se viu em uma situação apertada, em que as dívidas começam a preocupar? Ou ainda: quem nunca pensou que, apesar de estar com as contas em dia, não sobra dinheiro para começar a pensar no futuro? E ainda tem aqueles que, mesmo com uma reserva de segurança, não sabem muito bem o que fazer para o dinheiro começar a render de verdade e garantir seus sonhos.

Pensando nisso, o Itaú criou um novo canal de investimentos no Youtube: o Itaú Invista. Nele, clientes e não clientes do banco poderão fazer uma análise da sua situação financeira a partir de 3 situações iniciais – estou endividado, não sobra dinheiro para investir e não sei em que aplicar meu dinheiro – e, por meio de um vídeo interativo, descobrir passo a passo o que fazer para colocar as contas em ordem. Tudo isso a partir de tópicos bem concretos e de fácil entendimento, como momento de vida, objetivos e perfil de investidor.

A ferramenta passa a ser um jeito simples e ágil de entender um pouco mais do mundo do dinheiro.

E, além da ferramenta interativa, o canal conta com tutoriais e vídeos de dicas que trazem mais conhecimento para que nós, leigos de economia, façamos nosso dinheiro trabalhar para nós, sem ter de ficar correndo atrás dele por toda a vida.

Com uma linguagem acessível, bem longe do economês chato, assuntos como o primeiro milhão, como se preparar para a aposentadoria e até a diferença entre investir e poupar são abordados.

Agora é só ir lá e descobrir o caminho para uma vida financeira mais saudável.

Conte com o Itaú, acesse: www.itau.com.br/invista

Publieditorial.

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Governo liberou R$ 2 bilhões para Minha Casa, Minha Vida http://www.oeconomista.com.br/governo-liberou-r-2-bilhoes-para-minha-casa-minha-vida/ http://www.oeconomista.com.br/governo-liberou-r-2-bilhoes-para-minha-casa-minha-vida/#comments Wed, 24 Aug 2011 11:48:18 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=8250

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberou cerca de R$ 2 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida no primeiro semestre de 2011. Os números foram apresentados nesta terça-feira, 23, durante a reunião do Conselho Curador do fundo.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o valor de R$ 1,998 bilhão será utilizado para contratar 122 mil unidades habitacionais. A maior parte das liberações do FGTS para o programa habitacional foi para a Região Sudeste, no total de R$ 732 milhões. Em seguida estão o Sul, com R$ 521 milhões, o Nordeste, com R$ 422 milhões, e o Centro-Oeste, com R$ 277 milhões. Para a Região Norte, foram liberado R$ 92 milhões.

Somando os repasses do FGTS para as áreas de Habitação Popular, Habitação – Operações Especiais, Infraestrutura Urbana, Saneamento Básico e Fundo de Arrendamento Residencial, o total liberado pelo fundo nos primeiros seis meses do ano chega a R$ 13,5 bilhões.

Luana Lourenço/Agência Brasil

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Brasil é o 5º país que mais recebe investimento estrangeiro http://www.oeconomista.com.br/brasil-e-o-5%c2%ba-pais-que-mais-recebe-investimento-estrangeiro/ http://www.oeconomista.com.br/brasil-e-o-5%c2%ba-pais-que-mais-recebe-investimento-estrangeiro/#comments Wed, 27 Jul 2011 12:06:30 +0000 Equipe O Economista http://www.oeconomista.com.br/?p=7930

No ano passado, o Brasil passou a ocupar a quinta posição entre os países que mais recebem investimentos estrangeiros diretos (IED), saltando dez posições na lista. O dado consta do relatório World Investiment Report 2011, da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), divulgado nesta terça-feira, 26, pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet).

Em 2009, o Brasil ocupava a 15ª posição entre as nações que mais recebiam investimentos estrangeiros, com a atração de US$ 25,9 bilhões. No ano passado, o Brasil recebeu US$ 48,4 bilhões em IED, superado apenas pelos Estados Unidos (US$ 228,2 bilhões), pela China (US$ 105,7 bilhões), por Hong Kong (US$ 68,9 bilhões) e pela Bélgica (US$ 61,7 bilhões).

A expectativa é que, até 2013, o Brasil suba mais uma posição. Um levantamento feito pela Unctad entre as empresas multinacionais apontou o Brasil como um dos países mais citados para investimentos, atrás de China, Estados Unidos e Índia.

O relatório da Unctad mostra ainda que os fluxos globais de investimento direto em todo o mundo cresceram 5% no ano passado em relação a 2009, atingindo US$ 1,24 trilhão. Segundo a Unctad, foi a primeira alta em três anos, embora os investimentos continuem 15% menores ao período anterior à crise financeira mundial.

Pela primeira vez na história, os fluxos de investimentos diretos estrangeiros para as economias em desenvolvimento superaram os fluxos de investimentos para as economias desenvolvidas. Do total de US$ 1,24 trilhão, mais da metade (51,3%) foi destinado às economias em desenvolvimento, principalmente a China, que cresceu 11% entre 2009 e 2010. A participação da América Latina também aumentou: de 10,5% em 2009 para 12,8% no ano passado. Já a participação da Europa caiu de 34% em 2009 para 23,7% no ano passado.

De acordo com o relatório, as saídas de investimento das economias em desenvolvimento cresceram 21% em 2010 e responderam por 29% do total de fluxos globais de investimentos estrangeiros. No ano passado, o Brasil foi responsável por 0,9% desse total. Para a Unctad, se for mantida a atual velocidade de desconcentração dos fluxos por origem, em 2017 os países em desenvolvimento deverão ultrapassar as economias desenvolvidas.

A Unctad acredita que, este ano, o IED deve ficar entre US$ 1,4 e US$ 1,6 trilhão, praticament o nível pré-crise mundial. O pico da série de fluxos, US$ 1,9 trilhão, atingido em 2009, só deverá ser alcançado em 2013.

Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

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