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	<title>O Economista &#187; Sem Categoria</title>
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		<title>O Economista &#187; Sem Categoria</title>
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		<title>Segundo prazo para garantir desconto na conta de luz acaba quinta-feira</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/segundo-prazo-para-garantir-desconto-na-conta-de-luz-acaba-quinta-feira/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Os consumidores de energia classificados nos critérios de baixa renda  e que utilizam entre 40 quilowatts-hora (kWh) e 65 kWh por mês têm até a  próxima quinta-feira, 1º, para se inscrever no Cadastro Único para  Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e garantir a manutenção  dos descontos previstos na Tarifa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Os consumidores de energia classificados nos critérios de baixa renda  e que utilizam entre 40 quilowatts-hora (kWh) e 65 kWh por mês têm até a  próxima quinta-feira, 1º, para se inscrever no Cadastro Único para  Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e garantir a manutenção  dos descontos previstos na Tarifa Social de Energia Elétrica.</p>
<p>O prazo para quem gasta mais energia já venceu e para quem tem consumo  entre 30 kWh e 40 kWh a data final para o cadastramento é 1º de outubro.  Os consumidores que gastam menos de 30 kWh mensais têm até o dia 1º de  novembro para se cadastrar. Até o fim do ano, todas as famílias que têm  direito ao benefício devem estar com a situação regularizada.</p>
<p>Quem ainda não está inscrito no Cadastro Único deve procurar a  Secretaria de Assistência Social de seu município ou entrar em contato  com o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome pelo número<br />
0800-7072003. Depois da inscrição, o consumidor deve comparecer à distribuidora, que  vai encaminhar as informações à Agência Nacional de Energia Elétrica  (Aneel).</p>
<p>Com o desconto da tarifa social, a redução na conta de luz pode chegar a  65% para quem consome até 30 quilowatts-hora (kWh) por mês, a 40% para  aqueles com consumo entre 31 kWh e 100 kWh/mês e a 10% para famílias que  gastam de 101 kWh a 220 kWh/mês. O desconto chega a 100% para o consumo  de até 50 kWh por mês para famílias indígenas e quilombolas que atendam  a uma das duas condições básicas para obter o benefício.</p>
<p>No ano passado, a Aneel mudou as regras para conceder os descontos na  tarifa de energia. Antes, o benefício era dado automaticamente para as  unidades que consumiam até 80 quilowatts-hora por mês, independentemente  da renda familiar. Com as novas regras, a tarifa só será concedida para  quem estiver inscrito no Cadastro Único, que inclui as famílias com  renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou de três salários  mínimos no total.</p>
<p>Sabrina Craide/Agência Brasil</p>
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		<title>Curso de perícia econômico-financeira será oferecido em Florianópolis</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/curso-de-pericia-economico-financeira-sera-oferecido-em-florianopolis/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 19:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[ Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC  (Conselho Regional de Economia) e o Sindecon-SC (Sindicato dos Economistas). O custo é de R$ 620,00 para economistas filiados ao conselho ou estudantes e de R$ 680,00 para os demais.</p>
<p>A perícia econômico-financeira diz respeito aos cálculos financeiros para liquidação de sentenças e para diversos fins no processo judicial. As aulas serão divididas em dois módulos que somarão 32 horas.</p>
<p>As inscrições on-line estão encerradas. Para participar, é preciso entrar em contato com a organização do curso pelo telefone  48 32221979 ou pelo e-mail  <a href="mailto:tecnico@corecon-sc.org.br">tecnico@corecon-sc.org.br</a>.  Também é possível inscrever-se no Corecon-SC, na Rua Trajano, n° 265, 12° andar, em Florianópolis.</p>
<p>Informações: www.corecon-sc.org.br/pericia2011/</p>
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		<title>Inflação medida pelo IPC-S atinge maior taxa desde a segunda prévia de fevereiro</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/inflacao-medida-pelo-ipc-s-atinge-maior-taxa-desde-a-segunda-previa-de-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 13:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV) encerrou o mês de novembro com alta de 1%, o que representa um acréscimo de 0,15 ponto percentual sobre a taxa da apuração anterior.
O resultado é o maior desde a segunda prévia de fevereiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV) encerrou o mês de novembro com alta de 1%, o que representa um acréscimo de 0,15 ponto percentual sobre a taxa da apuração anterior.</p>
<p>O resultado é o maior desde a segunda prévia de fevereiro, quando a taxa alcançou 1,04%. O índice se refere às variações de preços no período de 22 a 30 de novembro, comparado aos 30 dias anteriores.</p>
<p>Os alimentos foram os que mais influenciaram a elevação, com aumento de 2,27%, em média, 1,98%. Entre os itens que tiveram destaque estão as carnes bovinas (de 9,43% para 10,71%), as frutas (de 2,71% para 3,95%) e os adoçantes (de 4,85% para 7,14%).</p>
<p>Em habitação, a taxa passou de 0,30% para 0,43%, com destaque para o condomínio residencial (de 0,16% para 1,08%).</p>
<p>Embora tecnicamente o resultado do grupo vestuário seja avaliado como estável, com variação de 1,01% ante 1%, o segmento de roupas femininas teve expressiva correção, passando de 0,27% para 0,41%. Em saúde e cuidados pessoais, ocorreu avanço de 0,23% para 0,39%, com destaque para os artigos de higiene pessoal (de –0,22% para 0,31%).</p>
<p>No grupo educação, leitura e recreação, houve uma elevação de 0,20% para 0,34%, motivada pelo reajuste nas passagens aéreas (de –0,01% para 5,86%).</p>
<p>Em transportes, a taxa passou de 0,68% para 0,69%, com destaque para a tarifa de ônibus urbano (de 0,27% para 0,41%). Em despesas diversas, a taxa atingiu 0,31%, ante 0,25%, sob o efeito da elevação de preço da ração para animais domésticos (de 0,36% para 1,58%).</p>
<p>Na lista dos principais itens que pressionaram a inflação estão a alcatra (de 9,15% para 11,80%), carne moída (de 9,66% para 9,36%), batata-inglesa (de 12,72% para 11,27%), o contrafilé (de 9,38% para 10,74%) e açúcar refinado (de 5,44% para 8,43%).</p>
<p>Marli Moreira / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
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		<title>Pagamento do décimo terceiro a aposentados eleva déficit da Previdência</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 16:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[13º salário]]></category>
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		<category><![CDATA[déficit na previdência]]></category>
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		<description><![CDATA[ A Previdência Social arrecadou em setembro deste ano R$ 17,127 bilhões, com despesas de R$ 26,318 bilhões e déficit de R$ 9,1 bilhões. Houve pequena queda em relação a agosto na arrecadação da área urbana, que vem sendo superavitária ao longo do ano.
As despesas com a área rural, no entanto, tornam o sistema deficitário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A Previdência Social arrecadou em setembro deste ano R$ 17,127 bilhões, com despesas de R$ 26,318 bilhões e déficit de R$ 9,1 bilhões. Houve pequena queda em relação a agosto na arrecadação da área urbana, que vem sendo superavitária ao longo do ano.</p>
<p>As despesas com a área rural, no entanto, tornam o sistema deficitário, e a diferença tem que ser coberta pelo Tesouro Nacional.</p>
<p>As despesas cresceram em setembro em relação a agosto por causa do pagamento do décimo terceiro salário a aposentados e pensionistas. Em agosto, a arrecadação foi de R$ 17,424 bilhões e as despesas ficaram em 22,869 bilhões.</p>
<p>De janeiro a setembro deste ano, a Previdência arrecadou R$ 147,334 bilhões, contra R$ 132 bilhões nos nove meses de 2009. No mesmo  período do ano passado, as despesas ficaram em R$ 172,9 bilhões, tendo se elevado para R$ 187,4 bilhões nos nove primeiros meses de 2010.</p>
<p>O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, afirmou que a projeção para o déficit da Previdência Social no fechamento de 2010 caiu de R$ 46 bilhões para R$ 44,5 bilhões.</p>
<p>Lourenço Canuto / Agência Brasil<br />
Edição: Graça Adjuto</p>
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		<title>Google pode adquirir portal Like.com</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/google-pode-adquirir-portal-like-com/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 19:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ De acordo com informação publicada pelo jornal norte-americano &#8220;The Wall Street Journal&#8221; nesta quarta-feira (18), o Google está negociando a compra do buscador Like.com. O site permite que o usuário procure imagens de artigos de moda e acessórios e depois encaminhe às lojas on-line correspondentes.
O jornal, que não divulgou suas fontes, informou que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>De acordo com informação publicada pelo jornal norte-americano &#8220;The Wall Street Journal&#8221; nesta quarta-feira (18), o Google está negociando a compra do buscador <a href="http://www.like.com">Like.com</a>. O site permite que o usuário procure imagens de artigos de moda e acessórios e depois encaminhe às lojas on-line correspondentes.</p>
<p>O jornal, que não divulgou suas fontes, informou que o Google reformulou seu sistema de pesquisa por imagens, com foco na melhora do serviço e de maiores oportunidades a seus anunciantes.</p>
<p>Segundo o diário, o Google renovou seu sistema de busca de imagens, numa tentativa de melhorar o serviço e dar mais oportunidades aos anunciantes. A compra do Like.com viria para reforçar essa ideia e gerar mais receitas com publicidade para o Google.</p>
<p>Com informações da Folha.com.</p>
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		<title>Segundo Mantega, Brasil será um dos países com maior geração de empregos neste ano</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/segundo-mantega-brasil-sera-um-dos-paises-com-maior-geracao-de-empregos-neste-ano/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Brasil será um dos países que proporcionalmente mais vai gerar empregos em 2010, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Desde o início deste ano, destacou ele, o país criou 1,5 milhão de postos de trabalho.
Proporcionalmente, o Brasil será um dos países que mais ganhará empregos em 2010, disse, nesta quinta-feira (12), Mantega, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Brasil será um dos países que proporcionalmente mais vai gerar empregos em 2010, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Desde o início deste ano, destacou ele, o país criou 1,5 milhão de postos de trabalho.</p>
<p>Proporcionalmente, o Brasil será um dos países que mais ganhará empregos em 2010, disse, nesta quinta-feira (12), Mantega, durante pronunciamento na cerimônia de premiação de 31 empresas pela revista IstoÉ Dinheiro.</p>
<p>Segundo o ministro, com os avanços econômicos, o país está se tornando, inclusive, um importador de talentos. “Estamos importando trabalhadores. Não são apenas os brasileiros que foram trabalhar fora que estão voltando. Também há trabalhadores estrangeiros vindo para o Brasil.”</p>
<p>Daniel Mello / Agência Brasil<br />
Edição: João Carlos Rodrigues</p>
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		<title>Programa de computador auxilia empresas na identificação de perdas de eletricidade</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/programa-de-computador-auxilia-empresas-na-identificacao-de-perdas-de-eletricidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um software desenvolvido pelo professor Antonio Padilha Feltrin, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), vai ajudar empresas do setor elétrico a calcular e identificar os pontos mais vulneráveis da rede a perdas elétricas. De acordo com dados oficiais, essas perdas atingem 18% da eletricidade produzida, desde a etapa de geração nas usinas até a distribuição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um software desenvolvido pelo professor Antonio Padilha Feltrin, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), vai ajudar empresas do setor elétrico a calcular e identificar os pontos mais vulneráveis da rede a perdas elétricas. De acordo com dados oficiais, essas perdas atingem 18% da eletricidade produzida, desde a etapa de geração nas usinas até a distribuição de energia para os consumidores.</p>
<p>O programa de computador será apresentado ainda este mês no seminário Temporada de Caça aos Gatos, na Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (Aeerj). O tema é uma referência às ligações clandestinas para economia de energia elétrica consumida, interferindo no valor da conta.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Feltrin disse que a maior parte das perdas ocorre na fase de distribuição de energia, devido ao nível de tensão e ao tamanho das redes, entre outros fatores. O percentual de perda varia de região para região. A estimativa é que até 12% das perdas de energia produzida estejam na fase da distribuição.<br />
Feltrin explicou que o software ajuda as empresas a calcular as perdas técnicas por segmento de rede, ou seja, por dispositivos existentes nas redes elétricas, contribuindo para a redução de custos. “O que nós estabelecemos foi uma maneira de calcular, de forma a tornar [a empresa] eficiente, no sentido de não precisar de muito esforço de pessoal, por semanas, trabalhando em cima disso. O cálculo poderia ser feito rapidamente, todos os meses, sem grandes custos”.</p>
<p>O maior vilão das perdas, na fase da distribuição, de acordo com Feltrin, são os transformadores. “[Eles] são em grande número e provocam perdas 24 horas por dia”. As perdas dessa fase são registradas também em equipamentos como cabos elétricos, conexões e medidores.</p>
<p>A Unesp está em negociações com uma empresa do setor de tecnologia da informação sobre a possibilidade de comercialização do programa de computador. Feltrin adiantou que algumas empresas do setor elétrico também demonstraram interesse no trabalho.</p>
<p>O professor, agora, se dedica a aperfeiçoar o software, para que, além de calcular as perdas técnicas, que ocorrem pela passagem de corrente elétrica até chegar aos consumidores, possam ser dimensionadas também as regiões onde ocorrem mais perdas comerciais devido a ligações irregulares, os chamados gatos.<br />
“Nós estamos trabalhando, agora, em um refinamento, para o cálculo dessas perdas comerciais. Para ter uma informação mais localizada e mais eficiente, para efeito de indicação de ações para redução dessas perdas”. Para ele, acabar com as ligações clandestinas é possível com a identificação dos consumidores que usam esse recurso e a implementação de programas de investimento pelas empresas.</p>
<p>Alana Gandra / Agência Brasil<br />
Edição: Lana Cristina</p>
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		<title>Projeção de analistas para a inflação em 2010 chega a 5,29%</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 18:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A expectativa de analistas e investidores para a inflação neste ano aumentou um pouco mais de acordo com a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central. Por outro lado, as projeções mostram recuo na dívida líquida do setor público.
Os dados publicados no boletim Focus mostram que passou de 5,18% para 5,29% a projeção do Índice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A expectativa de analistas e investidores para a inflação neste ano aumentou um pouco mais de acordo com a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central. Por outro lado, as projeções mostram recuo na dívida líquida do setor público.</p>
<p>Os dados publicados no boletim Focus mostram que passou de 5,18% para 5,29% a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial de inflação, para 2010.</p>
<p>Houve aumento também na expectativa para o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), que reajusta a maioria dos contratos de aluguel, que passou de 6,80% para 7,69%.</p>
<p>Para a inflação dos preços gerais da economia – o Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI) – os analistas diminuíram a projeção, que passou de 7,14% para 7,11%. A projeção para a inflação na cidade de São Paulo – Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe) – também caiu, passando de 5,41% para 5,39%.</p>
<p>As projeções dos analistas para os preços administrados ou monitorados &#8211; determinados por contratos preestabelecidos ou por um órgão do setor público, como os serviços telefônicos, os produtos derivados de petróleo, eletricidade e planos de saúde e tarifas de transportes públicos &#8211; subiram de 3,65% para 3,70%.</p>
<p>A dívida líquida do setor público na pesquisa recuaria, no final do ano, de 41,40% para 41,35% em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), já que a estimativa para o crescimento da economia aumentou de 5,52%.</p>
<p>A projeção para a taxa de câmbio e para os juros básicos da economia no final do ano permanece inalterada, US$ 1,80 e 11,25%, respectivamente. Para a produção industrial, a perspectiva é de uma elevação de 9% para 9,31%.</p>
<p>O déficit em conta corrente, um dos principais indicadores das contas externas, foi mantido em US$ 50 bilhões nas estimativas, com o saldo da balança comercial em US$ 10 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 38 bilhões.</p>
<p>Daniel Lima / Agência Brasil<br />
Edição: Tereza Barbosa</p>
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		<title>Índice que reajusta aluguéis tem quinta queda seguida, constata FGV</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 21:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romero</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) fechou o mês de julho em -0,43%. Foi a quinta queda consecutiva da taxa apurada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), usada para corrigir aluguéis, financiamentos imobiliários e consórcios. Em 12 meses, o índice acumula deflação de 0,67%.</p>
<p>Entre os componentes do IGM-P, a maior queda foi registrada no índice de matérias-primas brutas com -1,89%, que reflete as seguintes variações: soja (-3,32%); laranja (-17,19%) e café (-5,52%; minério de ferro (-10,70%; arroz em casca (-0,16%) e mandioca (0,96%).</p>
<p>Outro componente, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve queda de 0,85%. Os item bens finais fechou em -0,31%, sob efeito do desaquecimento no subgrupo alimentos in natura (-4,86%). Sem levar em consideração esses alimentos e os combustíveis, o item bens finais sobe para 0,19%.</p>
<p>O grupo bens intermediários teve queda de 0,66% em processo de recuperação, porque em junho a taxa havia fechado em -1,37%. O subgrupo de materiais para manufatura fechou em -0,16%.</p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) fechou julho em 0,34%. Dos sete grupos que compõem o IPC, três tiveram alta e a maior foi no item alimentação (0,44%). Entre os principais itens com aumento estão as frutas (0,66%), arroz e feijão (0,34%) e adoçantes (4,19%).</p>
<p>Em habitação houve aumento de 0,46%, sob a influência da tarifa de eletricidade residencial (1,78%). O grupo transportes fechou em 0,03%, com destaque a recuperação de preços do álcool combustível (-0,33%).</p>
<p>Em sentido oposto, houve queda em despesas pessoais, que passaram de 1,34% em junho para 0,15% em julho, com redução dos cigarros (0,02%), em educação, leitura e recreação (de 0,08% para 0,03%), em passagem aérea (de 1,95% para -3,69%) ; vestuário (de 0,53% para 0,46%), calçados masculinos (de 1,30% para -0,34%) e saúde e cuidados pessoais, puxado pelos preços de planos e seguros, que passaram de  0,46% em junho, para 0,42%.</p>
<p>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve aumento de 0,37%, mas em velocidade inferior a junho, quando havia apresentado alta de 1,53%. O grupo mão-de-obra desacelerou, passando de 3,50% para 0,79%. Materiais e equipamentos mantiveram-se em baixa (-0,10%) e o grupo serviços fechou o mês com alta de 0,40%.</p>
<p><em>Marli Moreira &#8211; Agência Brasil</em></p>
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		<title>Redução das tarifas trouxe descontos de 15% a 20% nas passagens aéreas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 12:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que as empresas aéreas deem descontos abaixo dos preços mínimos das passagens internacionais, estipulados por uma tabela, trouxeram descontos médios de 15% a 20% nas passagens mais baratas. A afirmação foi feita sábado(25) pela diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, em entrevista à Agência Brasil.
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que as empresas aéreas deem descontos abaixo dos preços mínimos das passagens internacionais, estipulados por uma tabela, trouxeram descontos médios de 15% a 20% nas passagens mais baratas. A afirmação foi feita sábado(25) pela diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>A decisão de dar descontos graduais no preço mínimo a voos para a América do Norte, América Central, Europa, Ásia,  África e Oceania foi tomada pela Anac em abril deste ano. A medida foi criticada pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação (Snea) e pela TAM, que chegaram a entrar na Justiça para impedir sua adoção, alegando que isso beneficiaria as empresas estrangeiras e prejudicaria as companhias brasileiras.</p>
<p>Solange Vieira diz que, curiosamente, a TAM foi uma das empresas aéreas que concederam os maiores descontos nos primeiros meses da medida. Segundo ela, as tarifas que tiveram maiores reduções de preços foram para a França, Inglaterra e Estados Unidos.</p>
<p>A política de concessão de descontos previa a autorização da redução dos preços das passagens até 20% do valor da tabela da Anac, entre 23 de abril e 22 de julho deste ano. Desde a última quinta-feira (23), as empresas estão autorizadas a conceder descontos até 50%. Apesar disso, Solange Vieira diz que, nos últimos dias, não houve descontos, assim como não deverá haver nas próximas semanas, já que julho e agosto são períodos de alta temporada.</p>
<p>“A tendência é que os preços fiquem altos porque aumenta muito a demanda de voos. A gente deve poder observar como o mercado vai se comportar a partir de setembro, quando volta para a baixa temporada”, disse a presidente da agência.</p>
<p>Segundo a decisão da Anac, a partir de 23 de outubro, serão autorizados descontos de 80% nos preços tabelados. Em 23 de janeiro de 2010, a tabela de preços mínimos para passagens internacionais deixará de existir, sendo permitido às empresas a estipulação de qualquer valor para suas tarifas.</p>
<p><em>Vitor Abdala &#8211; Agência Brasil</em></p>
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