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	<title>O Economista &#187; balança comercial</title>
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		<title>O Economista &#187; balança comercial</title>
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		<title>Podcast. Dilma afirma que combate à inflação é “imutável e permanente”</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 21:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dilma garante ofensiva contra inflação no mesmo dia que Força Sindical sugere indexação dos salários. Superávit primário e balança comercial registram resultados negativos. Ouça no podcast.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13227" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13227" title="39ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Ec2412_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Dilma Rousseff afirmou no pronunciamento à nação por ocasião do Dia do Trabalho que a luta contra a inflação é “constante, imutável, permanente”.</p></div>
<p>A presidente Dilma Rousseff afirmou no pronunciamento à nação por ocasião do Dia do Trabalho que a luta contra a inflação é “constante, imutável, permanente”. A declaração ocorreu no mesmo dia que o presidente da Força Sindical sugeriu indexar os salários à inflação, proposta rejeitada pelo secretário-geral da Presidência.</p>
<p>Ainda que o governo afirme estar ofensivo, o mercado aumentou a expectativa para a inflação deste ano. Uma das críticas é o gasto do governo, que não está sendo recuado diante da inflação crescente. Tal atitude derrubou o superávit primário, que registrou o pior índice desde 2010.</p>
<p>Outro índice que teve registros negativos foi da balança comercial, com o pior resultado da série histórica, iniciada em 1959.</p>
<p>Confira os detalhes no podcast.</p>
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		<itunes:summary>[caption id="attachment_13227" align="alignleft" width="150" caption="Dilma Rousseff afirmou no pronunciamento à nação por ocasião do Dia do Trabalho que a luta contra a inflação é “constante, imutável, permanente”."][/caption]

A presidente Dilma Rousseff afirmou no pronunciamento à nação por ocasião do Dia do Trabalho que a luta contra a inflação é “constante, imutável, permanente”. A declaração ocorreu no mesmo dia que o presidente da Força Sindical sugeriu indexar os salários à inflação, proposta rejeitada pelo secretário-geral da Presidência.

Ainda que o governo afirme estar ofensivo, o mercado aumentou a expectativa para a inflação deste ano. Uma das críticas é o gasto do governo, que não está sendo recuado diante da inflação crescente. Tal atitude derrubou o superávit primário, que registrou o pior índice desde 2010.

Outro índice que teve registros negativos foi da balança comercial, com o pior resultado da série histórica, iniciada em 1959.

Confira os detalhes no podcast.</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Mercado prevê, mais uma vez, inflação ainda maior e PIB mais baixo</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/mercado-preve-mais-uma-vez-inflacao-ainda-maior-e-pib-mais-baixo/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 12:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar em 5,73% em 2012 e 5,49% em 2013, de acordo com a previsão dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para formular o relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira, 7.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2012 em 5,73% e deverá ser de 5,49% em 2013, segundo previsão dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para formular o relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira, 7. A estimativa anterior era de inflação em 5,71% no ano passado e 5,47% neste ano. A meta central de inflação estabelecida pelo BC é de 4,5%, com dois pontos de tolerância para mais ou para menos.</p>
<p>A taxa de juros, que é usada como ferramenta de controle à inflação e está em 7,25% (a mínima histórica), deve permanecer neste patamar até o fim de novembro, conforme a expectativa dos economistas, seguindo a mesma linha de previsão do relatório anterior.</p>
<p>Já o Produto Interno Bruno (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) de 2012, ficou estável em 0,98% &#8211; o pior resultado desde 2009, quando houve retração de 0,3%. Para este ano, a previsão passou de avanço de 3,30% para 3,26%. Em contraposição, o Ministério da Fazenda projeta o PIB de 2013 em 4%.</p>
<p>Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2013 recuou de R$ 2,09 para R$ 2,08 por dólar, a expectativa para o resultado da balança comercial sofreu recuo de superávit em US$ 15,22 bilhões para US$ 15 bilhões. A previsão para entrada de investimentos estrangeiros no Brasil em 2012 e 2013 permaneceu em US$ 60 bilhões.</p>
<p>Com informações do portal G1.</p>
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		<title>Superávit da balança comercial de setembro é 17% menor que o resultado do ano passado</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 20:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 2,557 bilhões em setembro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o resultado é fruto de exportações no valor de US$ 19,999 bilhões e de importações equivalentes a US$ 17,442 bilhões.
Mesmo com o valor superavitário, o resultado é 16,8% inferior ao registrado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 2,557 bilhões em setembro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o resultado é fruto de exportações no valor de US$ 19,999 bilhões e de importações equivalentes a US$ 17,442 bilhões.</p>
<p>Mesmo com o valor superavitário, o resultado é 16,8% inferior ao registrado em setembro de 2011, quando a balança apresentou saldo de US$ 3,072 bilhões. De janeiro a setembro, a média diária dos embarques externos ficou em US$ 1,053 bilhão. Houve uma queda de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2011.</p>
<p>Nas importações, a média registrada por dia útil é US$ 918 milhões, no acumulado do ano. O valor é 4,9% menor que o da média registrada na mesma base de comparação do ano passado. Houve queda principalmente nos gastos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, veículos, automóveis e partes, adubos e fertilizantes, e farmacêuticos.</p>
<p>No acumulado do ano, o superávit comercial soma US$ 15,727 bilhões – resultado da diferença entre as vendas externas de US$ 180,597 bilhões e compras de US$ 164,870 bilhões. Houve queda de 31,8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o saldo comercial somou US$ 23,059 bilhões.</p>
<p>A redução nas exportações é atribuída ao decréscimo nas vendas externas de semimanufaturados (-15,6%) e básicos (-7,9%). No caso dos semimanufaturados, houve queda, principalmente, em ouro, óleo de soja em bruto, alumínio, ferro/aço, açúcar e celulose. Em contrapartida, houve aumento nos embarques de manufaturados ante setembro do ano passado, principalmente, óleo combustível (+183,7%).</p>
<p>De acordo com o ministério, no caso das importações, caíram os gastos com combustíveis e lubrificantes (-25,6%), matérias-primas e intermediários (-3,6%) e bens de consumo (-1,9%). Compras de bens de capital registraram aumento de 9,3%.</p>
<div id="_mcePaste">Luciene Cruz / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Lana Cristina.</div>
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		<title>Banco Central não fará novo corte de juros, diz Focus</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-nao-fara-novo-corte-de-juros-diz-focus/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 12:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A projeção para os resultados da balança comercial é de superávit de US$ 18 bilhões em 2012.
O Brasil não deve sofrer um novo corte de juros neste ano, a projeção de inflação chegou aos 5,35%, a estimativa para o PIB permanece estável em 1,57% e o câmbio está previsto para fechar 2012 em R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_11063" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Ec2409_m.jpg" rel="lightbox[11062]"><img class="size-thumbnail wp-image-11063" title="Ec2409_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Ec2409_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">A projeção para os resultados da balança comercial é de superávit de US$ 18 bilhões em 2012.</p></div>
<p>O Brasil não deve sofrer um novo corte de juros neste ano, a projeção de inflação chegou aos 5,35%, a estimativa para o PIB permanece estável em 1,57% e o câmbio está previsto para fechar 2012 em R$ 2 por dólar. São essas as previsões divulgadas pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira, 24, através do boletim Focus.</p>
<p>O documento é resultado de uma pesquisa da autoridade monetária com mais de 100 instituições financeiras do país.</p>
<p><strong>Juros e inflação</strong></p>
<p>Os economistas do mercado financeiro estão desacreditados na possibilidade de uma nova redução na taxa básica de juros, Selic, que atualmente atingiu a mínima histórica e está em 7,5% ao ano. <strong> </strong></p>
<p>Em agosto, o Copom informou que se houvesse um novo reajuste na Selic, ele seria feito com a “máxima parcimônia”. Por isso, os analistas acreditavam na possibilidade que a taxa de juros pudesse chegar a 7,25% até o fim deste ano.</p>
<p>A previsão de estabilidade na Selic sustenta uma necessidade do BC de calibrar os juros para atingir as metas de inflação, que estão em 4,5% (com tolerância de dois pontos para mais ou para menos) até 2014 e tem por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>A expectativa anterior do IPCA era de 5,26%. Agora é de 5,35%. Para 2013, a previsão dos analistas permaneceu estável em 5,50%.</p>
<p><strong>PIB</strong></p>
<p><strong> </strong>A estimativa do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012 permaneceu estável em 1,57% na última semana. Este seria o pior resultado do PIB desde 2009, quando houve retração de 0,3%.</p>
<p>Para o ano que vem, a estimativa se manteve em 4% de expansão.</p>
<p><strong>Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros</strong></p>
<p><strong></strong>A previsão para a taxa de câmbio para o fim deste ano e do ano que vem ficou em R$ 2 por dólar, segundo o relatório Focus, que também manteve inalterado a projeção para os resultados da balança comercial, com superávit de US$ 18 bilhões em 2012. Já para o ano que vem, a precisão do saldo positivo passou de US$ 14,40 bilhões para US$ 14,48 bilhões.</p>
<p>Ainda neste ano, a previsão para a entrada de investimentos estrangeiros no país passou de US$ 55 bilhões para US$ 56 bilhões. Em 2013 espera-se que sejam investidos no Brasil US$ 59 bilhões. A expectativa anterior para o ano que vem era de US$ 58 bilhões.</p>
<p>Com informações do portal G1.</p>
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		<title>Balança comercial tem resultado superior a US$ 1 bilhão na primeira semana de setembro</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/balanca-comercial-tem-resultado-superior-a-us-1-bilhao-na-primeira-semana-de-setembro/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 20:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A balança comercial brasileira registrou saldo de US$ 1,028 bilhão na primeira semana de setembro. O resultado é fruto de exportações no valor de US$ 4,445 bilhões e de importações equivalentes a US$ 3,417 bilhões, segundo números divulgados nesta segunda-feira, 10, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
No acumulado do ano, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A balança comercial brasileira registrou saldo de US$ 1,028 bilhão na primeira semana de setembro. O resultado é fruto de exportações no valor de US$ 4,445 bilhões e de importações equivalentes a US$ 3,417 bilhões, segundo números divulgados nesta segunda-feira, 10, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>
<p>No acumulado do ano, o superávit comercial soma US$ 14,198 bilhões – resultado da diferença entre as vendas externas de US$ 165,043 bilhões e compras internacionais de US$ 150,845 bilhões. Houve queda de 30% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o saldo comercial registrado somou US$ 20,3 bilhões.</p>
<p>Em setembro, a média diária dos embarques externos foi US$ 1,111bilhão. O índice é a maior média diária desde a primeira semana de junho. Houve um pequeno crescimento de 0,2% ante o mesmo período de 2011. O aumento é atribuído ao acréscimo nas exportações de manufaturados (+9,3%) e de básicos (+0,2%). Em contrapartida, retrocederam as vendas de semimanufaturados para o exterior (-18,7%).</p>
<p>A média diária das compras internacionais somou US$ 854,3 milhões, baixa de 11,26% em relação a setembro do ano passado (US$ 962,5 milhões). De acordo com o MDIC, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-60,3%), farmacêuticos (-27,7%), aparelhos eletroeletrônicos (-13,8%) e siderúrgicos (-12,3%).</p>
<p>Luciene Cruz / Agência Brasil.</p>
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		<title>Balança comercial registra saldo de US$ 3,2 bilhões</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/balanca-comercial-registra-saldo-de-us-32-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 20:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A balança comercial brasileira registrou saldo de US$ 3,227 bilhões no mês de agosto. O resultado é fruto de exportações no valor de US$ 22,382 bilhões e de importações equivalentes a US$ 19,155 bilhões, de acordo com números divulgados nesta segunda-feira, 3, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O índice foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A balança comercial brasileira registrou saldo de US$ 3,227 bilhões no mês de agosto. O resultado é fruto de exportações no valor de US$ 22,382 bilhões e de importações equivalentes a US$ 19,155 bilhões, de acordo com números divulgados nesta segunda-feira, 3, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>
<p>O índice foi o melhor superávit mensal do ano, 12,2% maior em comparação com o mês anterior (julho). No entanto, o desempenho ficou 17,1% abaixo do saldo contabilizado em agosto do ano passado.</p>
<p>No ano, o superávit comercial soma US$ 13,172 bilhões, 34% menor que o mesmo período de 2011.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil.</p>
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		<title>Balança comercial registra superávit de US$ 1,098 bilhão na 2ª semana de agosto</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-1098-bilhao-na-2%c2%aa-semana-de-agosto/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 12:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,098 bilhão na segunda semana de agosto. A informação é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Entre os dias 6 e 12 de agosto o país exportou US$ 5,027 bilhões: 13,8% a menos que o mesmo período de 2011. Já as importações somaram US$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,098 bilhão na segunda semana de agosto. A informação é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Entre os dias 6 e 12 de agosto o país exportou US$ 5,027 bilhões: 13,8% a menos que o mesmo período de 2011. Já as importações somaram US$ 3,929 bilhões, uma queda de 18,9%. Os dados foram divulgados na segunda-feira, 13.</p>
<p>No mês de agosto, as exportações nacionais somam US$ 7,840 bilhões, enquanto as importações chegam a US$ 6,284 bilhões – superávit de US$ 1,556 bilhão. O resultado é 60% menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o saldo positivo foi de US$ 3,893 bilhões.</p>
<p>Até a segunda semana de agosto, o saldo positivo do Brasil é de US$ 11,501 bilhões, valor 34,3% inferior ao de igual período do ano passado. O resultado se deve a US$ 146,057 bilhões em exportações e US$ 134,556 bilhões em importações.</p>
<p>Esses números são resultados de uma nova etapa da crise financeira internacional. Por conta do menor crescimento da economia global as exportações diminuem, aumenta a competição internacional por mercados compradores, onde o Brasil se inclui. Além disso, as vendas externas brasileiras em outras nações ficam dificultadas.</p>
<p>Com informações do Portal G1.</p>
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		<title>Fluxo cambial em abril tem saldo positivo de US$ 6,58 bi</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O fluxo cambial (saldo da entrada e saída de dólares do país) fechou o mês de abril com saldo positivo em US$ 6,588 bilhões, e na primeira semana deste mês, com três dias úteis, ficou negativo em US$ 1,787 bilhão. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 9, pelo Banco Central (BC). De janeiro até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O fluxo cambial (saldo da entrada e saída de dólares do país) fechou o mês de abril com saldo positivo em US$ 6,588 bilhões, e na primeira semana deste mês, com três dias úteis, ficou negativo em US$ 1,787 bilhão. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 9, pelo Banco Central (BC). De janeiro até 4 de maio, o saldo está positivo em US$ 23,529 bilhões, ante US$ 39,952 bilhões registrados em igual período do ano passado.<br />
O segmento comercial (operações relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 7,527 bilhões, em abril, e de US$ 652 milhões, nos três primeiros dias úteis de maio.</p>
<p>Já o segmento financeiro (investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações) fechou o mês passado com resultado negativo de US$ 939 milhões e de US$ 2,439 bilhões, na primeira semana de maio.</p>
<p>De janeiro até 4 de abril, o saldo do fluxo financeiro ficou positivo em US$ 5,417 bilhões, enquanto o comercial ficou em US$ 18,111 bilhões.</p>
<p>O BC também informou que as compras de dólares no mercado à vista elevaram as reservas internacionais em US$ 7,223 bilhões, no mês passado, e em US$ 63 milhões, no dia 2 de maio.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil</p>
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		<title>Governo corta R$ 55 bilhões do Orçamento da União para cumprir meta de superávit</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que o corte de R$ 55 bilhões no Orçamento Geral da União de 2012 busca o cumprimento da meta cheia do superávit primário previsto para este ano, de R$ 140 bilhões. “É um contingenciamento alto, sim, mas vai garantir a obtenção do resultado primário que aprovamos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que o corte de R$ 55 bilhões no Orçamento Geral da União de 2012 busca o cumprimento da meta cheia do superávit primário previsto para este ano, de R$ 140 bilhões. “É um contingenciamento alto, sim, mas vai garantir a obtenção do resultado primário que aprovamos na Lei de Diretrizes Orçamentária [LDO]”, comentou.</p>
<p>Mantega destacou que a economia feita para pagar os juros da dívida pública e, consequentemente, manter a trajetória de queda em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), garante a consolidação fiscal do país nesse momento de instabilidade econômica mundial.</p>
<p>“Isso [o corte] significa o fortalecimento das finanças públicas brasileiras e a redução da dívida publica brasileira. Hoje assistimos a vários países endividados. Dívida elevada é sinônimo de vulnerabilidade, fraqueza. Queremos o Brasil com Orçamento forte. Para buscar essa consolidação fiscal, temos que continuar contendo gastos de custeio, de modo a viabilizar investimentos para recursos sociais”, disse.</p>
<p>O ministro destacou ainda que o bloqueio (contingenciamento) permite que o Banco Central insista na política de reduzir a taxa básica de juros, Selic, que atualmente está em 10,5% ao ano. Para ele, o cenário de inflação em queda, corte de gastos e resultado primário expressivo “abre espaço para a redução taxa básica de juros, redução do gasto financeiro e crescimento maior do país”. O governo trabalha com a expectativa de inflação de 4,7% este ano.</p>
<p>Luciene Cruz e Wellton Máximo/Agência Brasil</p>
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		<title>Balança comercial registra resultado positivo depois de três meses de déficit</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 19:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Brasil registrou mais entradas do que saídas de dólares em janeiro deste ano, informou, nesta quarta-feira, 8, o Banco Central (BC). No mês passado, o saldo dos ingressos e saídas da moeda americana, fluxo cambial, ficou positivo em US$ 7,283 bilhões. O saldo positivo ocorreu depois de três meses seguidos de resultados negativos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Brasil registrou mais entradas do que saídas de dólares em janeiro deste ano, informou, nesta quarta-feira, 8, o Banco Central (BC). No mês passado, o saldo dos ingressos e saídas da moeda americana, fluxo cambial, ficou positivo em US$ 7,283 bilhões. O saldo positivo ocorreu depois de três meses seguidos de resultados negativos. A última vez que havia sido registrado saldo positivo foi em setembro de 2011 (US$ 8,484 bilhões).</p>
<p>Em janeiro do ano passado, o saldo era positivo em US$ 15,513 bilhões. Nos três primeiros dias deste mês, as entradas continuaram superiores às saídas, com saldo de US$ 3,794 bilhões.</p>
<p>O resultado do mês passado foi puxado pelo segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), que registrou saldo positivo de US$ 6,902 bilhões. O fluxo comercial (operações relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 381 milhões.</p>
<p>Nos três primeiros dias deste mês, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 3,66 bilhões e o comercial, em US$ 134 milhões.</p>
<p>Neste ano até o dia 3 de fevereiro, o fluxo cambial está positivo em US$ 11,077 bilhões. O segmento financeiro também registra saldo positivo, US$ 10,561 bilhões, assim como o comercial (US$ 515 milhões).</p>
<p>Com a forte entrada de dólares no país e a consequente queda da moeda, o BC retomou operações de compra da moeda. Hoje, o BC realizou um leilão a termo (com liquidação futura), a mesma operação realizada na última sexta-feira (3). A última vez que o BC tinha feito esse tipo de leilão foi no dia 26 de julho de 2011. Na última segunda-feira (6), o BC fez um leilão de compra de dólares no mercado à vista, o que não fazia desde 13 de setembro de 2011.</p>
<p>Kelly Oliveira/Agência Brasil</p>
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