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	<title>O Economista &#187; banco central</title>
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		<title>O Economista &#187; banco central</title>
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		<title>III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[[ 22 de novembro de 2011; 17:00; ] O III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira acontece em Brasília, de 21 a 23 de novembro. O evento reúne representantes do governo, do setor de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais, para discutir sobre a promoção da inclusão social e financeira no país.

Diversas entidades participam do Fórum, como o Sistema de Cooperativas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O III Fórum Banco Central sobre inclusão financeira acontece em Brasília, de 21 a 23 de novembro. O evento reúne representantes do governo, do setor de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais, para discutir sobre a promoção da inclusão social e financeira no país.</p>
<p>Diversas entidades participam do Fórum, como o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).</p>
<p>O evento que tem como tema central &#8220;Do microcrédito à inclusão financeira: 10 anos de articulação do Banco Central&#8221; visa promover um sistema financeiro cada vez mais sustentável, eficiente e inclusivo, além de lançar a Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF).</p>
<p>Confira a <a href="http://www.bcb.gov.br/pre/semicro5/IIIForumprogramacao09112011.pdf" target="_blank">programação</a>.</p>
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		<title>BC apresenta Relatório da Inflação e prevê possível recessão de países ricos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 20:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos  Hamilton Araújo, disse, nesta quinta-feira, 29, que há elevada possibilidade de  recessão em economias maduras. Ao apresentar o Relatório de Inflação,  ele reforçou que a expectativa é que o ritmo lento do crescimento  econômico global se estenda por um período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos  Hamilton Araújo, disse, nesta quinta-feira, 29, que há elevada possibilidade de  recessão em economias maduras. Ao apresentar o <em>Relatório de Inflação</em>,  ele reforçou que a expectativa é que o ritmo lento do crescimento  econômico global se estenda por um período mais prolongado do que se  imaginava.</p>
<p>Nesse cenário de menor crescimento econômico mundial, há também indicativos de que os preços das <em>commodities</em> (produtos primários com cotação internacional) fiquem mais comportados  em 2011. “No ano passado, uma fonte grande de pressão inflacionária  foram as <em>commodities</em>. O que temos observando é uma certa moderação. Há redução substancial das pressões vindas de <em>commodities</em>”, disse o diretor.</p>
<p>Para Araújo, a crise externa deve fazer com que os preços subam menos  tanto no Brasil como nos outros países. “O cenário internacional  introduz um viés desinflacionário para o Brasil”. Araújo explicou que a  expectativa não é de deflação (queda dos preços), mas de inflação mais  baixa.</p>
<p>A projeção de referência do BC para a inflação, medida pelo Índice de  Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é 6,4% este ano e 4,7% em 2012. O BC  espera que o pico da inflação anualizada ocorra ao final deste  trimestre, com recuo a partir do fim do ano.</p>
<p>O diretor acrescentou que, para a economia brasileira, a expectativa é  de crescimento moderado. O BC revisou a estimativa de expansão do  Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos  no país, este ano, de 4% para 3,5%.</p>
<p>Araújo destacou ainda houve redução do descompasso entre oferta e  demanda, moderação no crédito e no mercado de trabalho. De acordo com o  diretor, os aumentos salariais também estão mais compatíveis com os  ganhos de produtividade. &#8220;Entendo que qualquer ganho de salário real  acima da produtividade, em algum momento, vai repercutir nos preços. O  que temos observado com as informações que dispomos sobre convenções  coletivas, acordos entre padrões e empregados, é um recuo nos ganhos  reais de salários&#8221;.</p>
<p>Segundo o diretor, o crescimento econômico no Brasil tem que ser  compatível com a capacidade do país de investir. Na avaliação dele, será  possível crescer de forma mais acentuada quando o país avançar em  reformas estruturais e em ações que melhorem o ambiente de negócios e,  assim, aumentar a taxa de poupança para investir.</p>
<p>Kelly Oliveira/Agência Brasil</p>
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		<title>Lucro do Banco Central no primeiro semestre foi de R$ 12,2 bilhões</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/lucro-do-banco-central-no-primeiro-semestre-foi-de-r-122-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 20:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[ O Banco Central (BC) apresentou lucro de R$ 12,2 bilhões no primeiro  semestre de 2011. No mesmo período, em 2010, o resultado foi um lucro de  R$ 10,8 bilhões. O valor apurado desconsidera o custo de manutenção das  reservas internacionais. Se esse fosse levado em conta o custo de R$  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Central (BC) apresentou lucro de R$ 12,2 bilhões no primeiro  semestre de 2011. No mesmo período, em 2010, o resultado foi um lucro de  R$ 10,8 bilhões. O valor apurado desconsidera o custo de manutenção das  reservas internacionais. Se esse fosse levado em conta o custo de R$  44,5 bilhões para administrar as reservas internacionais, o BC teria  tido prejuízo de R$ 32,3 bilhões.</p>
<p>Em 2009, o BC mudou a contabilidade e excluiu os custos das reservas  internacionais do resultado da instituição. Na época, o banco alegou  que, como a dívida pública externa – usada para compensar as reservas no  balanço da instituição – passou para o Tesouro Nacional, não faria  sentido manter os custos das reservas na sua contabilidade.</p>
<p>Por causa da queda do dólar nos últimos anos, as reservas  internacionais (ativos em moeda estrangeira no exterior) perdem valor se  convertida em reais. Essa desvalorização se traduziria em custo para a  instituição financeira na hora de fechar o balanço se a contabilidade  das reservas não fosse separada.</p>
<p>De acordo com o diretor de Administração do BC, Altamir Lopes, a alta  dos juros ao longo de 2011 ajudou a impulsionar o lucro de R$ 12,2  bilhões em operações em moeda nacional. No primeiro semestre, o BC  vendeu R$ 29,5 bilhões em títulos a mais do que comprou para fazer  política monetária. Apesar disso, o valor dos títulos públicos na  carteira do banco aumentou R$ 19,4 bilhões por causa do reconhecimento  de juros.</p>
<p>O balanço da autoridade monetária no primeiro semestre foi aprovado nesta quinta-feira, 25, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O lucro de R$ 12,2  bilhões será transferido ao Tesouro Nacional em até dez dias úteis. O  prejuízo com a administração das reservas internacionais será coberto  pelo Tesouro em 2012. Segundo Lopes, o valor do repasse do Tesouro ao  Banco Central precisa ser aprovado no Orçamento do próximo ano.</p>
<p>Wellton Máximo/Agência Brasil</p>
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		<title>Taxa de juros sobe para nível mais alto desde janeiro de 2009 após quinto aumento consecutivo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 00:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar de 12,25% para 12,5% ao ano a taxa básica de juros (Selic). Foi a quinta elevação da taxa este ano. É a mais alta taxa desde janeiro de 2009 (12,75% ao ano).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar de 12,25% para 12,5% ao ano a taxa básica de juros (Selic). Foi a quinta elevação da taxa este ano. É a mais alta taxa desde janeiro de 2009 (12,75% ao ano).</p>
<p>Em nota divulgada no início da noite, o Copom disse que, &#8220;avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação, decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 12,5% ao ano, sem viés&#8221;.</p>
<p>Desta vez, o Copom não citou a necessidade de manutenção do processo de elevação da taxa por &#8220;horizonte prolongado&#8221;, como constava em notas anteriores.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-7856" href="http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-juros-sobe-para-nivel-mais-alto-desde-janeiro-de-2009-apos-quinto-aumento-consecutivo/imagem13/"><img class="alignleft size-full wp-image-7856" title="tabela juros" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem13.png" alt="" width="600" height="308" /></a></p>
<p><strong>Juros</strong></p>
<p>O aumento dos juros é parte do trabalho iniciado no final de 2010 para esfriar a economia e controlar a inflação, que está hoje no maior nível em seis anos. No início do governo Dilma, os juros estavam em 10,75% ao ano. Hoje, está no maior nível desde março de 2009.</p>
<p>Antes de aumentar a taxa básica, o BC já havia anunciado restrições a financiamentos e retirado recursos da economia. O governo também cortou gastos do Orçamento e dobrou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre empréstimos para pessoas físicas.</p>
<p>Dados recentes mostram que a inflação caiu nos últimos três meses, mas menos que o esperado pelo mercado. O IPCA, índice oficial que serve de referência para o BC, acumulada alta de 6,71% em 12 meses, acima do teto da meta, que é de 4,5% com dois pontos de tolerância.</p>
<p>Com informações da Agência Brasil / Stênio Ribeiro e  FSP</p>
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		<title>Especialista defende o uso do cartão de crédito</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/especialista-defende-o-uso-do-cartao-de-credito-e-acredita-que-o-problema-esta-na-falta-de-disciplina-do-consumidor/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[ Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.
Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><a href="http://www.oeconomista.com.br/novas-regras-devem-incentivar-uso-racional-do-cartao-de-credito-diz-tombini/" target="_blank">Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil</a>. As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.</p>
<p>Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente pelos consumidores, as regras também limitam o número de tarifas cobradas pelas empresas. Apenas cinco taxas poderão ser cobradas de todos os cartões emitidos a partir do dia 1º de junho desse ano. Antes disso, de acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, existiam cerca de 80 tarifas diferentes cobradas pelo uso do cartão de crédito. Uma cartilha elaborada pelo BC que compila e explica as mudanças está disponível em nosso canal no <a href="http://www.slideshare.net/oeconomista/cartilha-com-orientaes-sobre-as-novas-regras-do-carto-de-crdito" target="_blank">SlideShare</a>.</p>
<div id="attachment_7540" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit.jpg" rel="lightbox[7538]"><img class="size-medium wp-image-7540" title="José Eduardo Manier" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/José-Eduardo-Manier-edit-272x300.jpg" alt="José Eduardo Manier" width="272" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito&quot;, afirma Manier. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Para avaliar o impacto dessas modificações,<a href="http://www.oeconomista.com.br/" target="_blank"> O Economista</a> entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Manier tem longa experiência nas operações de cartões de várias empresas, como Losango e Finivest. Atualmente, ele é diretor de cartões da Lecca Financeira.</p>
<p><strong>Porque o cartão de crédito é um dos maiores vilões do endividamento da população?</strong></p>
<p>Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito, que como tal devemos observar as suas melhores práticas de uso. O cartão agrega algumas vantagens, como facilidade de pagamento, parcelamentos maiores, programas de recompensas e principalmente segurança.</p>
<p>O cartão hoje é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.</p>
<p>Podemos falar que no Brasil a experiência com cartão tem 30 anos, porém, somente nos últimos 15 anos o cenário macro econômico do país permitiu que negócios e parcerias com o varejo fossem feitas de modo a substituir o antigo crediário pela segurança do cartão.  Para assumir o risco dessa mudança, os emissores viram nas taxas e tarifas a grande fonte de receita desse produto.</p>
<p>Durante esses 15 anos os emissores realmente ganharam muito com esse tipo de negócio, porém, quando ele é mal administrado, a perda também pode ser muito grande.</p>
<p>Essa perda fez com que alguns players começassem a reparar que o grande segredo desse negócio é a permanência de uso pelo cliente e que para isso era necessário ensiná-lo a usar o produto.</p>
<p>Acho que o movimento natural é esse. Hoje em dia você já vê faturas auto explicativas, campanhas de uso consciente do crédito e a própria interferência do governo na tentativa de conter o uso irrestrito do crédito.</p>
<p>A conclusão que tiro é que se o consumidor não tiver disciplina o vilão pode ser qualquer meio de pagamento, seja cartão de crédito, carnê, cheques pré-datados, etc.</p>
<p><strong>Quais medidas a população pode adotar para se prevenir desse endividamento?</strong></p>
<p>Há 15 anos o cartão era utilizado pontualmente e tornou-se um produto concorrente ao crediário. Hoje em dia está substituindo o dinheiro para uso no dia a dia. Então, a minha dica é fazer uma programação de uso. Se você não tem dinheiro e não é usuário de cartão, você vai ao supermercado?</p>
<p>Se a ideia é substituir o dinheiro pelo dinheiro de plástico o princípio deve ser o mesmo. Só gaste aquilo que se programou para pagar.</p>
<p>Outra dica é não pagar o mínimo por mais de um mês consecutivo. Realmente pode virar uma bola de neve e a saída vai exigir certa disciplina nos gastos.</p>
<p><strong>Qual é a avaliação das mudanças propostas pelo Banco Central em relação às novas regras para os cartões de crédito? Quais serão os principais impactos?</strong></p>
<p>Acho que está em linha com o meu comentário sobre experiência de crédito. Enquanto o BC não focou na regulamentação e fiscalização do produto, os emissores aproveitaram a oportunidade para rever seus investimentos e riscos nas múltiplas tarifas e altas taxas.</p>
<p>Acho que a mudança vem em boa hora para simplificar e ajudar no uso consciente do crédito.</p>
<p>É claro que as tarifas e as taxas continuam sendo a grande fonte de receita do produto e por isso acho que ainda haverá uma queda de braço entre os emissores e o BC sobre valores máximos e mínimos permitidos, mas o fato de diminuírem as quantidades de tarifas é um sinal de que as coisas estão mudando. Agora o cliente passará a ter mais consciência do que está pagando.</p>
<p><strong>Como o consumidor deverá reagir a essa mudanças?</strong></p>
<p>Acho que como em qualquer mudança, devemos esperar um tempo de observação. Mas acredito que o cliente terá mais facilidade para compreender o que está comprando. É uma demanda antiga do consumidor que poderá comparar taxas e tarifas com maior facilidade agora.</p>
<p><strong>A previsão do Banco Central é de que essas medidas estimulem a população a contrair menos dívidas e a usar o cartão de forma mais racional. Acredita que seja essa a tendência?</strong></p>
<p>Tudo está convergindo para isso. Mas é preciso prestar atenção no crédito e não somente no cartão. O cenário econômico é positivo, mas exige cuidados para conter outros bichos de sete cabeças como a inflação. A forma como o BC está atuando elevando a taxa de juros básicos está deixando os empréstimos mais caros, porém, como o poder aquisitivo também está crescendo, existe uma tendência natural de um maior endividamento da população.</p>
<p>Acho que o BC está fazendo o papel dele de atuar em todas as frentes. O cartão é apenas mais um meio de concessão de crédito.</p>
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		<title>Junho inicia com fluxo cambial negativo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[ O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, está  negativo em US$ 2,936 bilhões, neste mês, com oito dias úteis, até a  última sexta-feira, 10, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quarta-feira, 15. Nos oito primeiros dias úteis de junho do ano passado, o  saldo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, está  negativo em US$ 2,936 bilhões, neste mês, com oito dias úteis, até a  última sexta-feira, 10, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quarta-feira, 15. Nos oito primeiros dias úteis de junho do ano passado, o  saldo também foi negativo, em US$ 1, 776 bilhão.</p>
<p>O segmento financeiro (registro de investimentos em títulos, ações,  remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações)  levou a esse resultado. O saldo do fluxo financeiro ficou negativo em  US$ 3,490 bilhões, neste mês até o dia 10. Já o fluxo comercial  (relacionado a operações de exportações e importações) ficou positivo em  US$ 555 milhões, no período.</p>
<p>De janeiro a 10 de junho, o fluxo cambial está positivo em US$ 39,454  bilhões, ante US$ 5,867 bilhões de igual período de 2010. Os dados  preliminares deste ano mostram que o fluxo financeiro registra saldo  positivo de US$ 24,083 bilhões e o comercial, de US$ 15,370 bilhões.</p>
<p>O BC também informou que as compras de dólares no mercado à vista  elevaram as reservas internacionais em US$ 1,665 bilhão, neste mês, até o  dia 10.</p>
<p>Kelly Oliveira/Agência Brasil</p>
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		<title>Novas regras devem incentivar uso racional do cartão de crédito, diz Tombini</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 14:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[ As novas regras de cartão de crédito têm o objetivo de incentivar o uso racional do instrumento e ajudar as famílias a reduzir o endividamento excessivo, afirmou nesta terça-feira, 24, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini.
Segundo Tombini, eram crescentes as reclamações de usuários contra as empresas de cartões de crédito. Por isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>As novas regras de cartão de crédito têm o objetivo de incentivar o uso racional do instrumento e ajudar as famílias a reduzir o endividamento excessivo, afirmou nesta terça-feira, 24, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini.</p>
<p>Segundo Tombini, eram crescentes as reclamações de usuários contra as empresas de cartões de crédito. Por isso, foi necessário “aperfeiçoar” esse relacionamento. “Esse ambiente representava potencial risco operacional e reputacional”, disse.</p>
<p>De acordo com Tombini, o BC continuará a acompanhar o desenvolvimento da indústria de cartão de crédito e débito e poderá, sempre que necessário, adotar novas medidas. Segundo ele, as novas regras não representam o “fim de um processo”.</p>
<p>A partir do dia 1º de junho, o valor mínimo a ser pago todos os meses não poderá ser inferior a 15% do total da fatura do cartão de crédito. Esse percentual sobe para 20% a partir de dezembro de 2011.</p>
<p>A mudança é resultado de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), definida em novembro do ano passado. Segundo o BC, o objetivo de definir um percentual mínimo de pagamentos é evitar o risco de superendividamento. Uma cartilha já está disponível no<a href="http://www.bcb.gov.br/pec/appron/apres/cartilha.pdf"> site do BC</a>, com orientações sobre as novas regras.<br />
Outra mudança do CMN é limitar a cinco o número de tarifas que podem ser cobradas dos clientes de cartões de crédito: anuidade; emissão de 2ª via do cartão; retirada em espécie na função saque; no uso do cartão para pagamento de contas; e no caso de pedido de avaliação emergencial do limite de crédito. Essa limitação no número de tarifas passa a valer para os cartões emitidos a partir de 1º de junho de 2011. Para quem já tem cartão de crédito ou adquirir um até 31 de maio deste ano, as cinco tarifas valem a partir de 1º de junho de 2012.</p>
<p>Segundo o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, atualmente existem cerca de 80 tarifas diferentes cobradas pelo uso do cartão de crédito.</p>
<p>Também ficou definido que só serão permitidos dois tipos de cartão: o básico e o diferenciado, associado a programas de benefícios e recompensas.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil</p>
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		<title>Dívida externa aumentou US$ 22,422 bilhões no ano, segundo BC</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 20:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[dívida externa]]></category>

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		<description><![CDATA[ A posição estimada da dívida externa do país atingiu US$ 279,226 bilhões no mês de março, com evolução de US$ 22,422 bilhões em relação a dezembro último, conforme anunciou  nesta terça-feira, 26, o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, ao divulgar o Relatório do Setor Externo referente a março.
Ele disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A posição estimada da dívida externa do país atingiu US$ 279,226 bilhões no mês de março, com evolução de US$ 22,422 bilhões em relação a dezembro último, conforme anunciou  nesta terça-feira, 26, o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, ao divulgar o Relatório do Setor Externo referente a março.</p>
<p>Ele disse que a dívida externa de longo prazo cresceu US$ 9,5 bilhões no trimestre e soma, hoje, US$ 209 bilhões, enquanto o estoque da dívida de curto prazo (com vencimento ao longo dos próximos 12 meses) teve aumento mais pronunciado, de US$ 12,9 bilhões no período, totalizando US$ 70,2 bilhões.</p>
<p>Segundo Maciel, a expansão verificada na dívida de curto prazo deveu-se ao ingresso líquido de US$ 7,7 bilhões em empréstimos a bancos e a emissões líquidas de US$ 2,6 bilhões em papéis do setor bancário, além de US$ 2,6 bilhões de empréstimos a outros setores.</p>
<p>No caso da dívida de médio e longo prazos houve o ingresso líquido de US$ 4,9 bilhões em bônus e notas e de US$ 3,6 bilhões em empréstimos ao setor bancário, mais US$ 2,4 bilhões de empréstimos a outros setores. O destaque no período, acrescentou, foi a redução de US$ 2,2 bilhões no endividamento externo de longo prazo do governo federal.</p>
<p>O relatório do BC menciona, ainda, que as reservas externas do país continuam em alta. As divisas externas somaram US$ 317,1 bilhões no final de março, aumento de US$ 9,6 bilhões no mês, em decorrência, principalmente, das compras feitas pela autoridade monetária no mercado à vista de câmbio, no total de US$ 8,8 bilhões. Houve também receitas de US$ 629 milhões com a remuneração das reservas e US$ 175 milhões com a valorização do real e outras operações externas.</p>
<p>Mas, de acordo com o último número liberado pelo BC, relativo ao dia 20 deste mês, as reservas internacionais cresceram mais US$ 8,588 bilhões neste mês e estão, agora, em US$ 325,734 bilhões. Número que continua em constante evolução, pois o BC tem feito intervenções diárias no câmbio, com vistas a conter a desvalorização da moeda norte-americana em relação ao real.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil</p>
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		<title>Governo economizou R$ 7,9 bilhões em fevereiro para pagamento dos juros da dívida</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[superávit]]></category>

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		<description><![CDATA[ União, estados e municípios economizaram R$ 7,913 bilhões em fevereiro para abater os juros da dívida pública, de acordo com Relatório de Política Fiscal divulgado há pouco pelo Banco Central (BC). Foram R$ 2,530 bilhões do Governo Central (Tesouro Nacional, BC e Previdência), R$ 4,708 bilhões dos governos regionais e R$ 675 milhões das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>União, estados e municípios economizaram R$ 7,913 bilhões em fevereiro para abater os juros da dívida pública, de acordo com Relatório de Política Fiscal divulgado há pouco pelo Banco Central (BC). Foram R$ 2,530 bilhões do Governo Central (Tesouro Nacional, BC e Previdência), R$ 4,708 bilhões dos governos regionais e R$ 675 milhões das empresas estatais.</p>
<p>Essa economia, conhecida como superávit fiscal consolidado, foi menor que os R$ 17,748 bilhões registrados em janeiro. O acumulado do ano registra R$ 25,661 bilhões. Nos últimos 12 meses, o superávit primário chega a R$ 108,089 bilhões, ou 2,89% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. A meta do governo é chegar ao fim de 2011 com superávit de R$ 117,9 bilhões.</p>
<p>O relatório do BC destaca que os pagamentos com juros atingiram R$ 19,115 bilhões no mês (praticamente repetindo os R$ 19,281 bilhões de despesas com juros em janeiro). No ano, os desembolsos com juros somam R$ 38,396 bilhões, contra R$ 28,392 bilhões em igual período do ano passado. Nos últimos 12 meses, o total de gastos com juros soma R$ 205,373 bilhões, equivalentes a 5,50% do PIB.</p>
<p>Descontando-se os gastos com juros do superávit primário, o país contabiliza déficit nominal de R$ 11,202 bilhões em fevereiro, que sobe para R$ 12,735 bilhões no bimestre. Nos últimos 12 meses, terminados em fevereiro, o déficit acumulado foi de R$ 97,274 bilhões, que corresponde a 2,60% do PIB, estimado pelo BC, de R$ 3,736 trilhões.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil</p>
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		<title>BC eleva para 5,6% projeção de inflação neste ano</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 18:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[inflação 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar 2011 em 5,6%, de acordo com projeção do Banco Central (BC), divulgada nesta quarta-feira, 30.
Em sintonia com as perspectivas do cenário de mercado, no qual economistas da iniciativa privada fazem estimativas com base nas taxas atuais de juros e de câmbio, o BC corrigiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar 2011 em 5,6%, de acordo com projeção do Banco Central (BC), divulgada nesta quarta-feira, 30.</p>
<p>Em sintonia com as perspectivas do cenário de mercado, no qual economistas da iniciativa privada fazem estimativas com base nas taxas atuais de juros e de câmbio, o BC corrigiu a projeção divulgada no relatório de dezembro, que previa inflação de 5% em 2011.</p>
<p>Com taxa básica de juros (Selic) a 11,75% ao ano e o dólar a R$ 1,65 no final de 2011, as projeções para o IPCA dos últimos 12 meses devem ficar em 6,2% neste trimestre, com aumento para 6,6% no terceiro trimestre e recuo para 5,6% no final do ano.</p>
<p>A expectativa é mais condizente com as projeções do mercado, com base em números coletados até o dia 11 deste mês, mas ainda está abaixo dos 5,82% que os analistas de instituições financeiras previam na segunda semana do mês, como mostra o boletim Focus da época, resultado de pesquisa semanal do BC. Essa projeção, na última pesquisa, aumentou para 6%. Neste caso, porém, os entrevistados consideram as expectativas de aumento da Selic para 12,25% ainda neste ano.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil</p>
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