Primeira semana do mês teve saldo cambial negativo de US$ 925 milhões
Dezembro 10, 2009
A movimentação cambial deixou saldo negativo de US$ 925 milhões na primeira semana de dezembro, de acordo com números divulgados na quarta-feira (9) pelo Banco Central (BC).
As operações comerciais tiveram fraco desempenho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com déficit de US$ 1,421 bilhão, resultado de importações no valor de US$ 2,663 bilhões e exportações de US$ 1,243 bilhão.
Já o desempenho da movimentação financeira com o exterior foi melhor do que na área comercial, com entrada de US$ 5,4 bilhões. Nesse total, estão computadas as compras diárias do BC no mercado à vista de dólares, no total de US$ 1,578 bilhão. Como as remessas de divisas para fora do país foram de US$ 4,904 bilhões, o superávit financeiro ficou em US$ 495 milhões.
De acordo com o BC, o saldo cambial acumulado no ano soma US$ 25,821 bilhões, fruto de saldos de US$ 9,638 bilhões na movimentação comercial (exportação e importação) e US$ 16,183 bilhões nas operações financeiras.
Agência Brasil / Stênio Ribeiro
Edição: Lana Cristina
Relatório do BC prevê crescimento de 5% para 2010
Novembro 16, 2009
Os economistas do mercado financeiro aumentaram suas estimativas para o crescimento da economia brasileira em 2010 para 5%, de acordo com o relatório Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira (16). A projeção anterior era de que a economia cresceria 4,83% no ano que vem.
Para 2009, os economistas estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) aumentará 0,21% em vez da projeção anterior de 0,20%. A melhora na expectativa de crescimento ocorreu depois que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB do segundo trimestre deste ano cresceu 1,9% na comparação com os três primeiros meses, o que tirou a economia brasileira da chamada “recessão técnica”.
O relatório traz ainda a previsão de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2009, recuará 0,01%, passando para 4,26% na nova estimativa. Já para 2010, o mercado espera que o índice reduza de 4,46% para 4,41%.
A expectativa dos analistas para a taxa básica de juros, atualmente em 8,75% ao ano, é de que ela comece a subir a partir de junho do ano que vem em diante. Em junho de 2010, a estimativa é que os juros avancem para 9,13% ao ano.
Com informações do G1.
BC aprimora registro de operações financeiras externas para saber o que é derivativo
Novembro 12, 2009
O Banco Central adotou nesta quarta-feira (11) medida que obriga o registro de instrumentos financeiros vinculados a empréstimos captados no exterior. O banco pretende, com isso, ter controle sobre as operações conhecidas no mercado financeiro como derivativas.
Isso porque o BC registra um fluxo mensal da ordem de US$ 700 milhões em empréstimos externos, mas não dispõe dos números exatos sobre a parcela de derivativos daí decorrentes. Com a medida, o banco se alinha às normas internacionais de prudência bancária e aprimora a transparência do regime de operações financeiras.
A classificação do que seja derivativo deve ser feito em sistema administrado por entidades de registro e de liquidação financeira de ativos devidamente autorizadas pelo BC ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como pré-requisito para a liberação dos recursos ao tomador do empréstimo, e a medida entra em vigor dentro de 45 dias.
Registro semelhante foi exigido para as instituições financeiras que realizam operações com derivativos no país, a partir da edição da Resolução 3.505, de outubro de 2007.
Agência Brasil / Stênio Ribeiro
Edição: João Carlos Rodrigues
Primeira semana de novembro registra fluxo cambial negativo de US$ 1,38 bilhão
Novembro 11, 2009
A saída de dólares do país foi maior do que a entrada em US$ 1,388 bilhão na primeira semana de novembro, com quatro dias úteis, segundo informou nesta quarta-feira (11) o Banco Central (BC).
Em outubro, foi registrado saldo positivo de US$ 14,598 bilhões, o segundo maior valor da série histórica do BC. O resultado do mês passado foi influenciado pela abertura de capital do Banco Santander, que lançou ações. Este ano, o último saldo negativo no fluxo cambial em um mês ocorreu em março (-US$ 797 milhões). Em novembro de 2008, o saldo também ficou negativo, mas foi menor: US$ 95 milhões.
Essa saída de recursos ocorreu depois de o governo definir alíquota de 2% de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações financeiras de estrangeiros em Bolsa de Valores e renda fixa. A medida, que entrou em vigor no dia 20 de outubro, foi adotada em um momento de desvalorização do dólar, com grande entrada de recursos externos no país.
A valorização do real ante o dólar dificulta as exportações brasileiras e facilita as importações de produtos. Segundo o governo, o objetivo da medida é evitar a especulação na Bolsa de Valores ou no mercado de capitais brasileiro.
No segmento financeiro, afetado pela medida do governo, o saldo é negativo em US$ 818 milhões, na primeira semana do mês. Já o fluxo comercial, com dados do comércio exterior do Brasil, ficou negativo em US$ 569 milhões.
De janeiro até a primeira semana de novembro, o fluxo cambial é positivo em US$ 21,468 bilhões, contra US$ 12,454 bilhões registrados no mesmo período de 2008. No acumulado do ano, o fluxo comercial é positivo em US$ 12,437 bilhões e o financeiro, em US$ 9,031 bilhões.
Mesmo com a saída de recursos no início do mês, o Banco Central manteve as compras diárias de dólares. Na primeira semana de outubro, com quatro dias úteis, foram liquidadas compras de dólares no mercado à vista no valor de US$ 507 milhões.
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Nádia Franco
Captação da poupança fica positiva pelo sexto mês, mesmo com menos aplicações
Novembro 6, 2009
Os depósitos em caderneta de poupança foram maiores do que as retiradas no mês de outubro. A chamada captação líquida chegou a R$ 1,042 bilhão.
Foi o sexto mês seguido em que houve resultado positivo, embora o valor tenha sido menor do que os registrados em setembro (R$ 3,510 bilhões) e em agosto (R$ 3,098 bilhões).
No período, os depósitos totalizaram R$ 82,753 bilhões e as retiradas, R$ 81,710 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Banco Central.
O relatório se baseia em dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) - que destina recursos ao setor imobiliário - e da poupança rural.
A maior captação é do SBPE, no total de R$ 670,364 milhões, com depósitos no total de R$ 71,497 bilhões e retiradas de R$ 70,826 bilhões.
A captação líquida da poupança rural foi de R$ 372,516 milhões, resultado da diferença entre depósitos de R$ 11,255 bilhões e saques de R$ 10,883 bilhões.
A caderneta de poupança é remunerada pela Taxa Referencial (TR) mais 0,5% ao mês e não há cobrança de taxa de administração.
Kelly Oliveira / Agência Brasil
Edição: Tereza Barbosa
Entrada líquida de dólares no país em outubro é segunda maior da série histórica do BC
Novembro 4, 2009
O saldo da entrada e saída de dólares do país (fluxo cambial) ficou positivo em US$ 14,598 bilhões em outubro deste ano. Ou seja, houve entrada líquida de dólares no país. Esse valor é o segundo maior da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em 1982. O maior saldo ocorreu em junho de 2007 (US$ 16,51 bilhões).
No mesmo período de 2008, o cenário era outro. Devido a efeitos da crise financeira internacional naquele mês, houve saída líquida de dólares no valor de US$ 4,639 bilhões.
Segundo os dados do BC, o fluxo financeiro – investimentos em títulos, Bolsa de Valores, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações – ficou positivo em US$ 13,106 bilhões. Em outubro de 2008, ocorreu o contrário: houve saída líquida de dólares pelas operações financeiras, no valor de US$ 6,249 bilhões.
A forte entrada de dólares no Brasil levou o governo a taxar o capital externo que entra no Brasil para aplicações em ações e papéis de renda fixa. Agora, é feita a cobrança de 2% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para esse tipo de aplicação feita por estrangeiros.
No caso do fluxo comercial (diferença entre exportações e importações, financiamento ao comércio exterior por meio dos Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio – ACC – e dos pagamentos antecipados), o saldo positivo foi de US$ 1,492 bilhão no mês passado, contra US$ 1,610 bilhão registrado em igual período de 2008.
De janeiro até outubro deste ano, o fluxo cambial é positivo em US$ 22,856 bilhões, contra US$ 12,549 bilhões positivos registrados no mesmo período de 2008. No acumulado do ano, o fluxo financeiro está positivo em US$ 13,255 bilhões, ante US$ 32,332 bilhões negativos registrados de janeiro até outubro do ano passado. Já o fluxo comercial ficou positivo em US$ 9,600 bilhões, contra US$ 44,880 bilhões registrados no acumulado de janeiro a outubro de 2008.
O BC também informou que foram liquidadas compras de dólares no mercado à vista neste mês, em outubro, no valor de US$ 6,738 bilhões, o maior valor registrado em 2009. Neste ano, o BC voltou a comprar dólares no mercado à vista no dia 8 de maio. Em setembro, essas compras somaram US$ 3,481 bilhões.
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Nádia Franco
Contas públicas têm pior resultado primário para meses de setembro desde 2001
Outubro 30, 2009
O setor público apresentou déficit primário de R$ 5,763 bilhões, em setembro, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central (BC).
O resultado primário é a diferença entre as receitas e as despesas e é uma forma de reserva que o governo faz honrar seus compromissos financeiros, como o pagamento de juros da dívida pública.
Essa foi a primeira vez neste ano que é registrado resultado negativo. Foi o pior setembro da série histórica, iniciada em dezembro de 2001. No mesmo mês de 2008, houve superávit primário de R$ 6,618 bilhões.
O resultado foi influenciado pelo déficit primário do Governo Central, formado pelo Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência, que chegou a R$ 8,020 bilhões, o pior resultado da série iniciada em 1991.
Só o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve resultado negativo de R$ 9,173 bilhões. O Banco Central teve déficit de R$ 62 milhões e o Tesouro registrou superávit primário de R$ 1,215 bilhão.
Em setembro, os governos regionais (estaduais e municipais) tiveram superávit primário de R$ 1,722 bilhão e as empresas estatais tiveram, de R$ 535 milhões.
O pagamento de juros chegou a R$ 16,664 bilhões, o pior resultado para meses de setembro da série iniciada em dezembro de 2001. Em relação a agosto deste ano, houve elevação de R$ 3,5 bilhões.
“Contribuiu para essa elevação o efeito da valorização cambial no mês sobre ativos internos atrelados ao dólar”, informa o BC. Em setembro de 2008, o pagamento de juros foi bem menor - R$ 6,051 bilhões
Ao serem incluídos os gastos com juros, tem-se o resultado nominal. Em setembro deste ano, foi registrado déficit nominal de R$ 22,427 bilhões, contra superávit nominal de R$ 567 milhões registrados no mesmo mês de 2008.
No acumulado de janeiro a setembro, o resultado fiscal está positivo. O superávit primário chegou a R$ 37,714 bilhões, o que corresponde a 1,70% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Nos 12 meses fechados em setembro, o superávit primário é de 1,17% do PIB ou R$ 34,662 bilhões, o pior resultado da série iniciada em dezembro de 2001. A meta do governo para o superávit primário neste ano é de 2,5% do PIB, com a possibilidade de abater 0,94 ponto percentual de gasto com investimento.
O governo central apresenta superávit primário de R$ 18,518 bilhões, de janeiro a setembro. Os governos regionais (R$ 18,942 bilhões) e as empresas estatais (R$ 253 milhões) também apresentaram resultado positivo.
Nos nove meses do ano, o pagamento de juros somou R$ 124,973 bilhões, ante R$ 126,545 bilhões registrados no mesmo período de 2008. O déficit nominal em R$ 87,260 bilhões, valor bem maior do que o registrado em igual período do ano passado: R$ 17,073 bilhões.
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Tereza Barbosa
Analistas esperam inflação no centro da meta em 2010
Outubro 26, 2009
Analistas do mercado financeiro esperam que a inflação atinja o centro da meta de 4,5% em 2010. A informação é do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com base em projeções do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.
De acordo com o boletim, a previsão anterior para a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2010, era de 4,41%. Essa é a segunda elevação seguida para o índice.
A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo Banco Central, além do centro de 4,5%, tem limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%. Essa meta, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, é válida para este e para o próximo ano.
Para 2009, os analistas ajustaram a previsão para o IPCA de 4,30% para 4,29%.
O BC usa a taxa básica de juros, a Selic, como instrumento para controlar a inflação. A expectativa do mercado financeiro, para este ano, é de que os juros básicos sejam mantidos no atual patamar de 8,75% ao ano. Ao final de 2010, os analistas esperam que a taxa esteja em 10,5% ao ano, a mesma projeção do boletim anterior.
Os analistas também fazem projeções para outros indicadores. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, passou de 4,02% para 3,99%. Para 2010, a projeção também caiu de 4,50% para 4,40%.
Para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa é de deflação neste ano. A estimativa de queda para o IGP-DI passou de -0,29% para -0,41% e para o IGP-M, de -0,60% para -0,65%. Em 2010, os analistas mantiveram a projeção de alta de 4,5% para esses dois índices.
A projeção para os preços administrados caiu de 4,12% para 4,10%, em 2009, e permaneceu em 3,5% em 2010. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Talita Cavalcante
Saldo parcial de aplicações estrangeiras em ações neste mês é o maior desde 1947
Outubro 23, 2009
As aplicações de estrangeiros em ações negociadas no Brasil somam US$ 8,761 bilhões neste mês até esta sexta-feira (23), segundo informou o Banco Central (BC). Esse valor, ainda preliminar, é o maior da série quando comparado a todos os meses fechados desde 1947. Em setembro deste ano, chegaram a ingressar no país US$ 3,987 bilhões para investimentos em papéis.
De acordo com o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, houve concentração expressiva de lançamento de ações. No início deste mês, o Banco Satander fez essa operação de lançamento de ações.
Também é recorde a aplicação de estrangeiros em ações totais, ou seja, as negociadas no país e as vendidas no exterior. Nos dados preliminares até hoje, o valor está em US$ 13,025 bilhões.
As aplicações em renda fixa no país neste mês estão em US$ 1,580 bilhão, até esta sexta. No mês passado esse total foi de US$ 2,872 bilhões.
Segundo Lopes, os dados apurados até agora ainda não foram influenciados pela medida do governo de taxar pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) as aplicações de estrangeiras em fundos de renda fixa e na bolsa. “Vamos aguardar. É cedo [para fazer avaliação]”, afirmou Lopes.
De acordo com Lopes, o aumento dos investimentos em ações se deve à melhor expectativa quanto à economia brasileira. “A expectativa que se tem em relação a economia é totalmente distinta do que a que se tinha há um ano. A bolsa brasileira se tornou bastante atrativa e não seria diferente em relação ao capital estrangeiro”.
Lopes acrescentou que o balanço de pagamentos (as transações comerciais e financeiras do Brasil com o exterior) “mostra sinais bastantes positivos, seja no mercado capitais ou nos investimentos diretos [aqueles que vão para o setor produtivo]”. “Vamos continuar recebendo investimentos diretos expressivos”, disse.
Em setembro, o investimento estrangeiro direto somou US$ 1,816 bilhão. Para Lopes, o resultado do mês passado só não foi melhor por conta de uma operação não esperada. Uma empresa do setor de bebidas comprou papéis da controladora no exterior no valor aproximado de US$ 1 bilhão. “Isso é uma relação entre matriz e filial, mas na metodologia isso é contabilizado como retorno de investimento direto”, explicou Lopes.
Neste mês, até esta sexta (23), o investimento estrangeiro direto é de US$ 1,3 bilhão. A expectativa do BC para o mês é de US$ 1,7 bilhão.
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Tereza Barbosa
BC altera regra para liquidação de oferta simultânea de ações no Brasil e em outro país
Setembro 29, 2009
O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (29) que passará a determinar prazos diferenciados para liquidação (pagamento) de operações de oferta pública de ações, com abertura de capital, que ocorram simultaneamente no Brasil e em outros países.
As ofertas públicas servem para as empresas aumentarem capital e capacidade de investimento. É o caso do Banco Santander que fará esse tipo de operação, com lançamento no Brasil e na Bolsa de Nova York. A ideia é que a liquidação possa correr simultaneamente na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e nos Estados Unidos.
Segundo o Banco Central, se as operações não fossem feitas de forma simultânea, poderia haver problemas de arbitragem, porque haveria diferenças nos prazos de liquidação. De acordo com comunicado do BC, a liquidação poderá ser feita em quatro dias úteis após a negociação.
A medida também possibilitará que as ações compradas do Santander possam ser vendidas para outros interessados (mercado secundário) no mesmo dia.
Conforme comunicado do BC, para cada caso de operações como essa, será definida a necessidade de adequação dos prazos de liquidação. A mudança foi proposta pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Agência Brasil / Kelly Oliveira
Edição: Nádia Franco

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