<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>O Economista &#187; bc</title>
	<atom:link href="http://www.oeconomista.com.br/tag/bc/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
	<description>Blog de Economia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 19:16:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.5.3" -->
	<copyright>Copyright &#xA9; O Economista 2010 </copyright>
	<managingEditor>celso@humantech.com.br (O Economista)</managingEditor>
	<webMaster>celso@humantech.com.br (O Economista)</webMaster>
	<category>posts</category>
	<image>
		<url>http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>O Economista &#187; bc</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Blog de Economia</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
	<itunes:author>O Economista</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>O Economista</itunes:name>
		<itunes:email>celso@humantech.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>Copom eleva taxa básica de juros para 12% ao ano em terceiro aumento consecutivo</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-12-ao-ano-em-terceiro-aumento-consecutivo/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-12-ao-ano-em-terceiro-aumento-consecutivo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 23:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=7084</guid>
		<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou há pouco que a taxa básica de juros (Selic) para os próximos 45 dias será de 12% ao ano. A decisão foi tomada pelos diretores do BC na noite de hoje (20) com o objetivo de conter o processo de inflação, em evidência desde setembro de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou há pouco que a taxa básica de juros (Selic) para os próximos 45 dias será de 12% ao ano. A decisão foi tomada pelos diretores do BC na noite de hoje (20) com o objetivo de conter o processo de inflação, em evidência desde setembro do ano passado.</p>
<p>Em comunicado divulgado depois da reunião, o Copom explica que &#8220;dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu elevar a taxa Selic para 12% ao ano, sem viés, por 5 votos a favor e 2 votos pelo aumento da taxa Selic em 0,5 ponto percentual&#8221;.</p>
<p>O Copom adiantou também que &#8220;considerando o balanço de riscos para a inflação, o ritmo ainda incerto de moderação da atividade doméstica, bem como a complexidade que ora envolve o ambiente internacional&#8221; entendeu que, neste momento, &#8220;a implementação de ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta em 2012.&#8221;</p>
<p>Foi o terceiro aumento da taxa Selic no ano. A taxa básica de juros terminou 2010 em 10,75% ao ano e está, agora, no nível mais alto desde janeiro de 2009, quando estava em 12,75%.</p>
<p>O reajuste dos juros é mais um instrumento que o governo tem para tentar controlar a inflação. Em dezembro do ano passado, a tentativa de fazer a inflação baixar começou quando o BC aumentou o compulsório bancário, retirando cerca de R$ 61 bilhões de circulação, com o objetivo de reduzir o crédito e o consumo no mercado doméstico. Além disso, o BC exigiu também que os bancos disponibilizassem mais capital próprio como seguro nos empréstimos de longo prazo.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>Em março, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 6,3%, maior alta em mais de três anos. A previsão do mercado financeiro é que o indicador termine o ano em 6,29%. A meta estipulada pelo BC é de 4,50% para 2011, com tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, o que faz com que a inflação máxima tolerada pela instituição seja de 6,5% ao ano.</p>
<p>Agência Brasil / Stênio Ribeiro e FSP</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-12-ao-ano-em-terceiro-aumento-consecutivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BC registra entrada líquida de US$ 2,181 bilhões em outubro, até dia 8</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/bc-registra-entrada-liquida-de-us-2181-bilhoes-em-outubro-ate-dia-8/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/bc-registra-entrada-liquida-de-us-2181-bilhoes-em-outubro-ate-dia-8/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 17:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo comercial]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo financeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=5814</guid>
		<description><![CDATA[ O Banco Central (BC) registrou entrada líquida (descontada a saída) de US$ 2,181 bilhões, neste mês, até a última sexta-feira (8). De janeiro até a semana passada, a entrada da moeda no país somou US$ 19,303 bilhões, contra US$ 10,869 bilhões registrados em igual período de 2009.
Nos dados preliminares deste mês, o fluxo financeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Central (BC) registrou entrada líquida (descontada a saída) de US$ 2,181 bilhões, neste mês, até a última sexta-feira (8). De janeiro até a semana passada, a entrada da moeda no país somou US$ 19,303 bilhões, contra US$ 10,869 bilhões registrados em igual período de 2009.</p>
<p>Nos dados preliminares deste mês, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) é responsável pela entrada de dólares no país. No período, entraram US$ 3,265 bilhões por esse segmento.</p>
<p>O fluxo comercial (operações de exportações, importações e financiamento ao comércio exterior) registrou, em outubro até o dia 8, saída líquida (descontada a entrada) de US$ 1,084 bilhão.</p>
<p>Na semana passada, o BC informou que a entrada de dólares no país, em setembro, pelo segmento financeiro foi recorde na série histórica iniciada em 1982. O total chegou a US$ 16,716 bilhões.</p>
<p>De janeiro até 8 de outubro, o fluxo financeiro registra entrada de US$ 24,824 bilhões e o comercial, saída de US$ 5,521 bilhões.</p>
<p>O BC também informou que as compras de dólares no mercado à vista somam US$ 2,764 bilhões, neste mês até o dia 8.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/bc-registra-entrada-liquida-de-us-2181-bilhoes-em-outubro-ate-dia-8/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesmo com queda nos depósitos em setembro, captação da poupança é a segunda melhor do ano</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-com-queda-nos-depositos-em-setembro-captacao-da-poupanca-e-a-segunda-melhor-do-ano/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-com-queda-nos-depositos-em-setembro-captacao-da-poupanca-e-a-segunda-melhor-do-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 11:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[sistema brasileiro de poupança e empréstimo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=5734</guid>
		<description><![CDATA[ O volume de depósitos em cadernetas de poupança somou R$ 99,467 bilhões no mês de setembro, redução de 1,3% em relação aos depósitos do mês anterior. Em compensação, os saques das cadernetas foram 4,39% menores que em agosto e somaram R$ 94,620 bilhões. Como resultado, a captação líquida foi de R$ 4,846 bilhões, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O volume de depósitos em cadernetas de poupança somou R$ 99,467 bilhões no mês de setembro, redução de 1,3% em relação aos depósitos do mês anterior. Em compensação, os saques das cadernetas foram 4,39% menores que em agosto e somaram R$ 94,620 bilhões. Como resultado, a captação líquida foi de R$ 4,846 bilhões, uma variação de 166,41% sobre o saldo de R$ 1,819 bilhão no mês anterior.</p>
<p>Foi a segunda melhor captação líquida do ano, atrás apenas dos R$ 6,836 bilhões contabilizados em julho, e deixou o melhor saldo da poupança em meses de setembro, conforme relatório divulgado nesta quarta-feira (6) pelo Banco Central (BC). Além disso, a captação da poupança está positiva há 16 meses, desde que passou o momento mais complicado da crise financeira mundial. A última “sangria” da poupança, quando os saques superaram os depósitos, se deu em abril do ano passado.</p>
<p>De acordo com o BC, a poupança rendeu R$ 1,935 bilhão no mês passado. Esse resultado, somado à captação líquida, elevou o estoque total dos depósitos em poupança para R$ 360,107 bilhões. São R$ 284,965 bilhões (79,13% do total) depositados na tradicional caderneta do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), R$ 75,139 bilhões (20,86%) na poupança rural e R$ 3,266 milhões (0,01%) residuais de poupança vinculada.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil<br />
Edição: Vinicius Doria</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/mesmo-com-queda-nos-depositos-em-setembro-captacao-da-poupanca-e-a-segunda-melhor-do-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom eleva taxa básica de juros para 10,75%</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1075/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1075/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=4148</guid>
		<description><![CDATA[ O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual. Com isso, a taxa a vigorar pelos próximos 45 dias sobe de 10,25% para 10,75% ao ano. Foi o terceiro reajuste do ano para uma taxa que começou 2010 em 8,75%, o nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual. Com isso, a taxa a vigorar pelos próximos 45 dias sobe de 10,25% para 10,75% ao ano. Foi o terceiro reajuste do ano para uma taxa que começou 2010 em 8,75%, o nível mais baixo desde a criação do Copom, em 1996.</p>
<p>Em nota divulgada há pouco, logo depois do fim da quinta reunião do colegiado de diretores do BC no ano, o Copom afirmou que “avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unani midade, elevar a taxa Selic para 10,75% ao ano, sem viés [não pode ser alterada até a próxima reunião]”.</p>
<p>A nota acrescenta ainda que “considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo”.</p>
<p>O aumento da Selic não deve, porém, provocar maior impacto nas taxas de juros das operações de crédito do mercado, de acordo com Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).</p>
<p>Ele disse que algumas instituições financeiras já anunciaram que não vão reajustar suas taxas de juros, em razão da queda nos índices de inadimplência e da maior competição no sistema financeiro. De qualquer sorte, acrescentou que se houvesse correção plena, de acordo com o aumento da Selic, o efeito no mercado seria muito pequeno.</p>
<p>De acordo com as contas da Anefac, o Brasil tem a taxa de juros mais alta do mundo, entre os países industrializados e aqueles em desenvolvimento. Está acima de 5% reais, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, embora os juros praticados pelos bancos sejam bem mais altos ainda.</p>
<p>Considerando-se uma cesta de seis linhas de crédito oferecidas às pessoas físicas (juros do comércio, cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor, empréstimo pessoal no banco e empréstimo em financeira) a taxa média atual, de 6,90% ao mês ou 122,71% ao ano, aumentaria para 6,94% ao mês ou 123,71% ao ano.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil por Aécio Amado/Stênio Ribeiro</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1075/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeção para crescimento da economia fica estável após 16 semanas em alta</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-crescimento-da-economia-fica-estavel-apos-16-semanas-em-alta/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-crescimento-da-economia-fica-estavel-apos-16-semanas-em-alta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim]]></category>
		<category><![CDATA[focus]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3921</guid>
		<description><![CDATA[ Depois de 16 semanas seguidas de elevação na estimativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano, a projeção foi mantida em 7,20%, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC). Para 2011, a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Depois de 16 semanas seguidas de elevação na estimativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano, a projeção foi mantida em 7,20%, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC). Para 2011, a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, é mantida em 4,5% há 31 semanas.</p>
<p>As previsões de crescimento econômico são importantes para as empresas porque servem como indicativo de qual será a demanda pelos seus produtos. Já para os trabalhadores, as projeções sobre o PIB têm a ver com a disponibilidade de emprego e até mesmo com as perspectivas salariais do mercado de trabalho.</p>
<p>Além da estimativa para o PIB, consta do boletim Focus a expectativa para a produção industrial, que neste ano deve ter crescimento de 11,91%, a mesma estimativa anterior. Para o próximo ano, a previsão de expansão da produção industrial foi mantida em 5%.</p>
<p>A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi alterada de 41% para 40,85%, em 2010, e permaneceu em 39,50%, em 2011.</p>
<p>A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 1,80, neste ano, e foi alterada de R$ 1,90 para R$ 1,85, em 2011.</p>
<p>A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 15,72 bilhões para 15,71 bilhões, neste ano, e permaneceu em US$ 7,83 bilhões, em 2011.</p>
<p>Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) neste ano, os analistas alteraram a estimativa de US$ 47 bilhões para US$ 47,23 bilhões. Para 2011, foi ajustada a projeção de déficit de US$ 57 bilhões para US$ 58 bilhões.</p>
<p>A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 35 bilhões para US$ 34,65 bilhões, neste ano. Para 2011, foi mantida a previsão de US$ 40 bilhões.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-crescimento-da-economia-fica-estavel-apos-16-semanas-em-alta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa do BC confirma que brasileiros usam cada vez menos cheques</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[cheques]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3891</guid>
		<description><![CDATA[ Os cheques são usados cada vez menos pelos brasileiros, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central (BC). A quantidade de cheques com liquidação entre os bancos caiu de 1,967 bilhão, em 2004, quando a pesquisa começou a ser feita pelo BC, para 1,233 bilhão no ano passado. Em 2008, foram 1,373 bilhão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Os cheques são usados cada vez menos pelos brasileiros, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central (BC). A quantidade de cheques com liquidação entre os bancos caiu de 1,967 bilhão, em 2004, quando a pesquisa começou a ser feita pelo BC, para 1,233 bilhão no ano passado. Em 2008, foram 1,373 bilhão de cheques liquidados.</p>
<p>Por outro lado, o valor médio desse instrumento aumentou em cerca de 6%, na comparação entre o ano passado (R$ 884) e 2008 (R$835). Em 2004, o valor médio era de R$ 510. Segundo o relatório, os cheques estão sendo substituídos pelos cartões de crédito ou débito nas operações de valores mais baixos. Na avaliação do BC “há, portanto, espaço para criação de facilidades adicionais que possibilitem pagamentos de maior valor comandados eletronicamente a partir do ponto de venda”.</p>
<p>O relatório também mostra que o cartão de crédito continua sendo o principal meio de pagamento em número de transações. Foram 2,777 bilhões no ano passado contra 2,52 bilhões em 2008. O valor médio dessas operações ficou em R$ 92 no ano passado. O cartão de débito foi usado em 2,309 bilhões de transações em 2009 (ante 2,097 bilhões em 2008), com valor médio de R$ 53. A transferência de crédito passou de 1,718 bilhão em 2008 para 1,848 bilhão de transações no ano passado, com média de R$ 3 mil por transação.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Vinicius Doria</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secif-RJ: Ata do Copom praticamente decreta a elevação da Selic em abril</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/secif-rj-ata-do-copom-praticamente-decreta-a-elevacao-da-selic-em-abril/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/secif-rj-ata-do-copom-praticamente-decreta-a-elevacao-da-selic-em-abril/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 21:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[secif]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[sindacato das financeiras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3491</guid>
		<description><![CDATA[ O Sindicato das Financeiras do Estado do Rio de Janeiro (Secif-RJ) acaba de divulgar nota avaliando a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta terça-feira (30).
Para o presidente da entidade que agrega as financeiras, José Arthur Assunção, é praticamente certa a elevação da Selic na reunião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Sindicato das Financeiras do Estado do Rio de Janeiro (Secif-RJ) acaba de divulgar nota avaliando a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta terça-feira (30).<br />
Para o presidente da entidade que agrega as financeiras, José Arthur Assunção, é praticamente certa a elevação da Selic na reunião de abril do Copom pelo teor da ata divulgada nesta segunda. “Os três votos pela elevação dos juros, já na última reunião do colegiado, mostraram uma divisão marcante. E, lendo a ata, existem trechos em que fica muito claro que a adequação da política monetária, ou seja, um ajuste na taxa de juros está muito próximo. Se não acontecer na reunião de abril, vai acontecer na outra. Mas eu arriscaria dizer que será em abril sim”.<br />
No meu entender, apesar de o BC ter como sua missão principal a defesa da moeda e estar desempenhando esse papel de forma magistral desde o início do governo Lula, está na hora de promovermos um debate maior sobre os reais efeitos de uma elevação da Selic, nesse momento, como única forma de combater a inflação. Em outros momentos, a elevação da taxa foi importantíssima. Mas será que, hoje em dia, o Brasil não teria mais instrumentos para utilizar antes de optar pela alta dos juros básicos?<br />
Outra pergunta: sem querer ir de encontro aos números apresentados pelo Copom, não vejo a economia tão aquecida assim ainda. Tivemos queda de PIB no ano passado. O crescimento desse ano se dará a partir de uma base muito baixa.<br />
E a capacidade instalada da indústria, de modo geral, não parece em níveis tão altos. Pode ser que um ou outro setor até esteja. Mas não é uma tendência geral, até porque nem chegamos ainda aos níveis pré-crise.<br />
Não vou também defender juros reais negativos, como muitos países adotam no momento. Mas seria mais salutar aguardarmos um pouco mais para promovermos ajustes na Selic. Continuo defendendo que o Copom espere, pelo menos, o fim desse primeiro semestre para adequar a política monetária a uma nova realidade. E quem sabe se ele esperar nem vá precisar mexer nos juros básicos?<br />
Fonte: Assessoria de imprensa do Sindicato das Financeiras do Estado do Rio de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/secif-rj-ata-do-copom-praticamente-decreta-a-elevacao-da-selic-em-abril/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom mantém juros básicos em 8,75% pela quinta vez seguida</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-basicos-em-875-pela-quinta-vez-seguida/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-basicos-em-875-pela-quinta-vez-seguida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3475</guid>
		<description><![CDATA[ O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano, sem viés, em linha com as expectativas dos analistas financeiros. Foi a quinta reunião seguida do Copom sem mexer na taxa básica de juros, que está no nível mais baixo desde o início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano, sem viés, em linha com as expectativas dos analistas financeiros. Foi a quinta reunião seguida do Copom sem mexer na taxa básica de juros, que está no nível mais baixo desde o início da série histórica iniciada em 1996.</p>
<p>Em comunicado, o colegiado de diretores do BC justificou que a decisão foi tomada depois de avaliar todas as tendências de política macroeconômica e verificar que a inflação continua na trajetória da meta de 4,5%, podendo variar 2 pontos para mais ou para menos.</p>
<p>Foram 5 votos a favor da manutenção e 3 votos pela elevação da taxa em 0,5 ponto percentual. Na nota, o Copom diz que “irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião para, então, definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária.”</p>
<p>De acordo com o boletim Focus, publicação semanal do BC, com as expectativas de mercado, os analistas estimam uma possível elevação da taxa na próxima reunião, marcada para os dias 27 e 28 de abril. Mas, antes de reunião deste mês, havia divergências entre economistas sobre a necessidade de alta dos juros neste mês.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-basicos-em-875-pela-quinta-vez-seguida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom deve manter Selic em 8,75% ao ano na reunião desta semana, preveem analistas</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-deve-manter-selic-em-875-ao-ano-na-reuniao-desta-semana-preveem-analistas/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-deve-manter-selic-em-875-ao-ano-na-reuniao-desta-semana-preveem-analistas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim focus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3469</guid>
		<description><![CDATA[ Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) não esperam alteração na taxa básica de juros, Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta terça-feira (16) e a próxima quarta-feira. A informação é do boletim Focus, que traz a previsão de aumento da taxa básica somente em abril, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) não esperam alteração na taxa básica de juros, Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta terça-feira (16) e a próxima quarta-feira. A informação é do boletim Focus, que traz a previsão de aumento da taxa básica somente em abril, com elevação do atual patamar de 8,75% ao ano para 9,25% ao ano.</p>
<p>Ao final de 2010, os analistas esperam que a Selic chegue a 11,25% ao ano. Para o fim de 2011, a projeção foi alterada de 11,23% para 11% ao ano.</p>
<p>A expectativa de elevação da Selic vem acompanhada de projeção de alta de inflação. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano subiu pela oitava vez consecutiva, passando de 4,99% para 5,03%, acima do centro da meta de inflação, de 4,5%. Essa meta tem margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é de 2,5% e o superior de 6,5%. Para 2011, também foi elevada a expectativa para o IPCA de 4,50% para 4,60%.</p>
<p>A meta de inflação é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, com base no IPCA. Cabe ao Banco Central persegui-la e, para isso, a instituição usa como instrumento a taxa básica de juros. Quando considera que a economia está aquecida e a trajetória de inflação é de alta, o Copom do BC aumenta os juros básicos.</p>
<p>O boletim Focus também traz projeções de outros índices de inflação. A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 5,91% para 6,24%, neste ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa passou de 5,88% para 6,38%. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, foi alterada de 5,40% para 5,41%. Para 2011, a estimativa para esses índices – IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe – permanece em 4,5%.</p>
<p>A previsão para os preços administrados permanece em 3,60%, em 2010, e em 4,50%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-deve-manter-selic-em-875-ao-ano-na-reuniao-desta-semana-preveem-analistas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Primeira semana do mês teve saldo cambial negativo de US$ 925 milhões</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/primeira-semana-do-mes-teve-saldo-cambial-negativo-de-us-925-milhoes/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/primeira-semana-do-mes-teve-saldo-cambial-negativo-de-us-925-milhoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 10:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3125</guid>
		<description><![CDATA[ A movimentação cambial deixou saldo negativo de US$ 925 milhões na primeira semana de dezembro, de acordo com números divulgados na quarta-feira (9) pelo Banco Central (BC).
As operações comerciais tiveram fraco desempenho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com déficit de US$ 1,421 bilhão, resultado de importações no valor de US$ 2,663 bilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A movimentação cambial deixou saldo negativo de US$ 925 milhões na primeira semana de dezembro, de acordo com números divulgados na quarta-feira (9) pelo Banco Central (BC).</p>
<p>As operações comerciais tiveram fraco desempenho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com déficit de US$ 1,421 bilhão, resultado de importações no valor de US$ 2,663 bilhões e exportações de US$ 1,243 bilhão.</p>
<p>Já o desempenho da movimentação financeira com o exterior foi melhor do que na área comercial, com entrada de US$ 5,4 bilhões. Nesse total, estão computadas as compras diárias do BC no mercado à vista de dólares, no total de US$ 1,578 bilhão. Como as remessas de divisas para fora do país foram de US$ 4,904 bilhões, o superávit financeiro ficou em US$ 495 milhões.</p>
<p>De acordo com o BC, o saldo cambial acumulado no ano soma US$ 25,821 bilhões, fruto de saldos de US$ 9,638 bilhões na movimentação comercial (exportação e importação) e US$ 16,183 bilhões nas operações financeiras.</p>
<p>Agência Brasil / Stênio Ribeiro<br />
Edição: Lana Cristina</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/primeira-semana-do-mes-teve-saldo-cambial-negativo-de-us-925-milhoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced)

Served from: www.oeconomista.com.br @ 2012-02-04 12:53:03 -->
