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	<title>O Economista &#187; blog economia</title>
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		<title>Acesse as principais notícias da semana com o nosso podcast</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 19:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ As práticas para promover o comércio exterior na região Sul do país foram tema de um videocast produzido pelo O Economista nessa semana.
Representantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apontaram as principais dificuldades do setor e indicaram que ações podem ser feitas para estimular os negócios internacionais.
O vídeo está publicado aqui [...]]]></description>
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<p>Representantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apontaram as principais dificuldades do setor e indicaram que ações podem ser feitas para estimular os negócios internacionais.</p>
<p>O vídeo está publicado <a href="http://www.oeconomista.com.br/economistas-da-regiao-sul-apontam-as-principais-dificuldades-para-a-internacionalizacao-economica-dos-tres-estados/">aqui</a> e também em nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
<p>Acompanhe no podcast o resumo das notícias da semana:</p>
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		<itunes:summary>As práticas para promover o comércio exterior na região Sul do país foram tema de um videocast produzido pelo O Economista nessa semana.

Representantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apontaram as principais dificuldades do setor e indicaram que ações podem ser feitas para estimular os negócios internacionais.

O vídeo está publicado aqui e também em nosso canal no YouTube.

Acompanhe no podcast o resumo das notícias da semana:</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Medidas anunciadas pelo BC terão impacto na inflação e na atividade econômica, diz Meirelles</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 17:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ As medidas prudenciais anunciadas nesta sexta-feira (3) pelo Banco Central (BC) terão efeitos no nível de expansão do crédito e de liquidez (recursos disponíveis no mercado financeiro) e, por consequência, na inflação e nas condições econômicas do país, avaliou o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles.
“Embora sejam ações de natureza eminentemente prudencial, pode-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>As medidas prudenciais anunciadas nesta sexta-feira (3) pelo Banco Central (BC) terão efeitos no nível de expansão do crédito e de liquidez (recursos disponíveis no mercado financeiro) e, por consequência, na inflação e nas condições econômicas do país, avaliou o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles.</p>
<p>“Embora sejam ações de natureza eminentemente prudencial, pode-se afirmar, com razoável grau de segurança, que terão implicações macroeconômicas. Por exemplo, impactando o mercado de crédito e sua dimensão quantitativa e também via preços”, afirmou.</p>
<p>De acordo com Meirelles, as medidas adotadas reduzem a liquidez no mercado financeiro e inibem o surgimento de trajetórias de crescimento do crédito não sustentáveis, “as bolhas”.</p>
<p>O BC anunciou nesta sexta o aumento do requerimento de capital das instituições financeiras dos atuais 11% para 16,5%, para a “maioria das operações de crédito a pessoas físicas&#8221;. Isso significa que, para cada R$ 100 emprestados, o banco deverá ter R$ 16,5 e não mais R$ 11 para arcar com riscos.</p>
<p>A medida estabelece que, para empréstimo com prazos mais longos, os bancos terão que reservar mais recursos para cobrir riscos. No caso do crédito ao consumidor, a nova alíquota vale para os empréstimos com prazo superior a 24 meses. No caso do crédito consignado, a medida atinge operações com prazo superior a 36 meses.</p>
<p>Quando o financiamento for de veículos, a alíquota incidirá quando o prazo de pagamento do empréstimo for de 24 a 36 meses, com entrada inferior a 20% do valor do bem. A regra também vale quando o prazo for de 36 a 48 meses e a entrada for inferior a 30% do valor do bem. Outra situação em que a regra passa a vigorar é nos casos de prazo de financiamento entre 48 e 60 meses, quando a entrada for inferior a 40% do valor do bem.</p>
<p>Segundo o presidente do BC, há a tendência de maior inadimplência em operações de longo prazo. Ele citou que no caso de financiamento de veículos, com prazo de um a dois anos, a inadimplência fica em cerca de 1,5%, depois de 12 meses do contrato. No caso do prazo de três a quatro anos, a inadimplência fica em quase 6%, após 12 meses. Quando o período aumenta para cinco a dez anos, a inadimplência fica em 8%, ao chegar a 12 meses.</p>
<p>Meirelles defendeu as medidas prudenciais por considerar que a “rápida expansão do nível de crédito pode ensejar a ocorrência de excesso por parte dos agentes econômicos, com recebimento de garantias incompatíveis com os riscos envolvidos e ou alongamentos excessivos dos prazos”.</p>
<p>Também foi anunciado o aumento de alíquotas de depósitos compulsórios, recursos que os bancos são obrigados a deixar no BC, e assim não podem usar os recursos para emprestar aos clientes. Segundo Meirelles, a ideia é retirar incentivos introduzidos durante a crise financeira internacional, iniciada em 2008.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
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		<title>Dívida pública soma R$ 1,436 trilhão em outubro, mostra Banco Central</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/divida-publica-soma-r-1436-trilhao-em-outubro-mostra-banco-central/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 15:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,436 trilhão, em outubro, informou nesta  terça-feira (30) o Banco Central (BC). Esse resultado representa 41,3% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Em relação a setembro, houve redução de 0,2 ponto percentual nessa relação. A dívida em relação ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,436 trilhão, em outubro, informou nesta  terça-feira (30) o Banco Central (BC). Esse resultado representa 41,3% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Em relação a setembro, houve redução de 0,2 ponto percentual nessa relação. A dívida em relação ao PIB no mês passado é a mais baixa desde abril de 2009 (40,3% do PIB).</p>
<p>Segundo o BC, contribuíram para essa redução o superávit primário do mês, que não considera mais no cálculo o Grupo Eletrobras, e o crescimento do PIB.</p>
<p>No ano, a relação entre dívida e PIB teve queda de 2,1 pontos percentuais. “Os principais fatores que contribuíram para essa redução foram o superávit primário, com 2,5 pontos percentuais do PIB, e o efeito do crescimento do PIB corrente, com 4,2 pontos percentuais”, diz relatório do Banco Central.</p>
<p>Em sentido contrário, diz o documento do BC, os juros nominais apropriados à dívida e a valorização cambial de 2,3% no ano contribuíram para elevações de 4,5 pontos percentuais e de 0,3 ponto percentual do PIB, respectivamente.</p>
<p>Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, a expectativa é de desaceleração da dívida líquida em relação ao PIB. A projeção para novembro é de 41%. Para o ano, com a exclusão da Eletrobras do cálculo do superávit primário, a projeção do BC para a relação entre a dívida líquida do setor público passou de 40% do PIB para 40,5%.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
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		<title>Desenvolvimento sustentável: é possível?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 18:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Em seu mais recente livro “Cuidar da Terra, Proteger a Vida”, Leonardo Boff assevera que: “Em 1961, precisávamos de metade da Terra para atender às demandas humanas. Em 1981, empatávamos: precisávamos de uma Terra inteira. Em 1995 ultrapassamos em 10% sua capacidade de reposição, mas era ainda suportável”.
No entanto, os alarmes disparados continuaram anunciando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Em seu mais recente livro “Cuidar da Terra, Proteger a Vida”, Leonardo Boff assevera que: “Em 1961, precisávamos de metade da Terra para atender às demandas humanas. Em 1981, empatávamos: precisávamos de uma Terra inteira. Em 1995 ultrapassamos em 10% sua capacidade de reposição, mas era ainda suportável”.</p>
<p>No entanto, os alarmes disparados continuaram anunciando a expansiva agressão sofrida pela Terra. O calendário marcava o dia 23 de setembro de 2008 vaticinado pelos estudiosos como o Earth Overshoot Day, ou seja, o dia da ultrapassagem da Terra. A partir dessa data constatou-se, em escala universal, que a Terra ultrapassou em 30% sua capacidade de suporte e reposição.</p>
<p>A partir disso, o que pensar, o que fazer? Continuar de forma desenfreada a exploração/dilapidação dos recursos naturais sem limites ou fazer a reversão de forma rápida? Continuar priorizando o mercado que exige mercadorias diversificadas a todo instante ou olhar com respeito e atenção redobrada para a qualidade de vida? Continuar com a prédica traçada desde os trabalhos seminais das ciências econômicas que pontuam que crescimento econômico é remédio eficaz para a cura dos males sociais ou fazer com que essa mesma ciência esteja submetida ao projeto de vida, cuja essência é a qualidade e não a quantidade?</p>
<p>Respostas a essas dúvidas estão soltas por aí, embora haja mais dissenso que consenso em matéria de se pensar a intrincada relação economia – natureza –recursos – desejos – produção &#8211; consumo.</p>
<p>Eric Hobsbawn, um dos maiores intelectuais do século XXI, a esse respeito já se posicionou: “Ou ingressamos num outro paradigma ou vamos de encontro à escuridão”. Por outro paradigma, o renomado historiador quer dizer que não basta fazer mudanças no sistema, é preciso mudar o sistema.</p>
<p>Destruir a natureza em troca dos apelos da voracidade do mercado de consumo é, antes disso, destruir as teias que sustentam a vida. O mercado, assim como toda a economia, depende de algo que está acima de tudo isso: a natureza. A economia, como atividade produtiva, é apenas um subproduto do ambiente natural e depende escandalosamente dos mais variados recursos que a natureza emana. Nós, seres humanos, como todos os seres vivos, somos partes e não o todo desse ambiente natural que contempla a riqueza do viver.</p>
<p>É forçoso ressaltar que não estamos na Terra; somos a Terra. Não ocupamos a natureza como meros partícipes dela; somos a própria natureza a partir do fato de sermos feitos de poeira estelar. Dependemos da natureza, das terras agricultáveis, da água, do ar, do sol, da chuva, do fitoplâncton (algas microscópicas unicelulares) e dependemos das estrelas. Isso não é prosa nem verso; é fato! São as estrelas, com uma capacidade ímpar de brilhar e, por isso, com o poder de nos afastar o medo da noite, que convertem hidrogênio em hélio pela fusão nuclear e, dessa combinação, permite-se aflorar o potássio, o oxigênio, o carbono, o ferro que vão se localizar nos aminoácidos (unidades químicas que compõem as proteínas) e nas proteínas (que formam os músculos, os ligamentos, os tendões, as glândulas, enfim, que permitem o crescimento ósseo). Sem isso a vida não seria possível. Somos natureza ainda por razões filológicas (estudo científico de uma língua). Não por acaso, somos originários do Adão bíblico (Adam, em hebraico,<br />
significa “Filho da Terra”), ainda que isso seja puramente metafórico. Somos natureza quando nos damos conta ainda de que pelo aspecto filológico a palavra homem/humano vem de “húmus”, cujo significado é “terra fértil”.</p>
<p>Cada vez que percebemos avançar esses assuntos, mais ainda vamos aprofundando a importância do tema. As preocupações ecológicas, vistas num passado não muito distante como apenas retóricas românticas, hoje, para nossa felicidade, ocupam a agenda das principais lideranças governamentais.</p>
<p>Em certa medida, parece ser consenso que estamos falando de uma perspectiva que envolve, na essência, a manutenção da vida pelos íntimos laços que temos para com a mãe Terra, também chamada Gaia.</p>
<p>Isso é do interesse de todos e de todas, e não mais dos praticantes da militância verde – os primeiros a chamar a atenção para esses graves assuntos.</p>
<p>Nesse pormenor, é oportuno resgatarmos a argumentação do educador canadense Herbert M. McLuhan (1911-1980): “Na espaçonave Terra não há passageiros. Todos somos tripulantes”.</p>
<p>A economia, sendo um espaço de conhecimento das ciências humanas, não pode prescindir de ajudar na disseminação de um discurso em prol da vida, e não a favor do deus mercado como tem sido freqüente desde o surgimento da Escola Clássica no século XVIII.</p>
<p>Discutir desenvolvimento pelas lentes das ciências econômicas é, antes de mais nada, pensar em aspectos qualitativos, e não na atual dimensão econômica dos projetos que apontam, unicamente, para o aspecto quantitativo. Perceber a economia apenas pela quantidade de coisas produzidas é um erro abissal que somente tem feito provocar ainda mais a cultura do desperdício e da falta de parcimônia em matéria de regular a atividade produtiva, ao passo que aprofunda o consumismo, essa chaga do sistema capitalista.</p>
<p>Ainda hoje, mesmo diante dos mais contundentes e acirrados discursos sobre a grave crise ambiental que se estabelece, apresenta-se como sendo uma boa política econômica aquela capaz de fazer o PIB subir, independente se esse crescimento se dará nas bases da exploração/destruição ambiental.</p>
<p>Esquecem ou ignoram os apedeutas que tudo que cresce muito, ou explode ou esparrama. Explodir, esparramar, significa, grosso modo, perdas, desperdícios. Crescer por crescer é a base das células cancerígenas. A economia não pode mais trilhar esse caminho. Isso leva à morte. Ora, isso não é solidificável; é altamente destrutível. O caminho de qualquer economia que apenas prioriza e faz de tudo para atender aos ditames do mercado que clama por mais produção e consumo, atingindo picos de crescimentos inimagináveis, é por todos conhecido: destruição, desmatamento, poluição, escassez, extinção das espécies.</p>
<p>É em nome desse modelo perverso e criminalmente responsável por mortes que o mercado é abastecido enquanto a natureza é descapitalizada, ao passo que a vida é posta em risco. Uma hora qualquer – e que não seja tarde demais &#8211; alguém irá perceber que as palavras do cacique Seatlle ditas ao governante norte-americano em 1854 estavam pontualmente certas: “(&#8230;) Eles vão perceber que não dá para comer dinheiro”.</p>
<p>Para o bem de todos é necessário aludir que não se pode medir crescimento de uma economia quando se derruba uma árvore, se polui um rio, se contamina uma nascente. Isso tem outro nome: insanidade.</p>
<p>Não há economia que prospere sustentavelmente nas bases dessa patologia. Para atenuar esse discurso, os economistas modernos criaram a expressão desenvolvimento sustentável. No entanto, não são poucos os que cometem outro equívoco na vã esperança de que essa palavra mágica (sustentável) seja de fato algo aplicável.</p>
<p>Todavia, resta-nos indagar: sustentável para quem? Como? Quando? Onde? A continuar a exploração desenfreada, não é possível sustentar esse crescimento. Logo, a expressão é, por si, falaciosa. Num projeto de desenvolvimento que se pauta pelas linhas mestras da competição, não é factível que seja algo sustentável, uma vez que essa competição, feita pelos mecanismos conhecidos, apenas produz exclusão à medida que uns poucos ganham e triunfam sobre a derrota de centenas de milhões de pessoas.</p>
<p>Se milhares são (e serão cada vez mais) os que engrossam (e vão engrossar) as fileiras da miséria e da penúria, como é possível afirmar se tratar de desenvolvimento sustentável? Só há sustentabilidade quando todos/todas participam, sem exclusão. Exclusão é conceito que não combina com a abrangência do termo sustentabilidade.</p>
<p>Ademais, argumenta-se, insistentemente, que o desenvolvimento sustentável é exequível, pois, um belo dia, a natureza irá responder pelas demandas dos recursos renováveis. Esquecem-se os que assim argumentam que o universo é finito; não aumentará de tamanho. Os recursos, muitos deles, vão acabar; muitos não são renováveis.</p>
<p>Assim, uma vez mais é oportuno chamar a atenção de que o termo “sustentável” é pouco confiável. L. Boff refletindo sobre isso no livro citado no início dessas palavras pondera que “(&#8230;) sustentabilidade deve ser garantida, primeiramente, à Terra, à humanidade como um todo, à sociedade e a cada pessoa”. A economia (ciência) em seus poucos mais de 230 anos precisará avançar muito ainda para englobar com primazia esse termo em seus predicados. Exclusivamente pelas raias da competição nada se conseguirá.</p>
<p>De toda sorte, a escala de valores que deve predominar então, caso queiramos priorizar a vida, deve incluir a cooperação, a partilha, a solidariedade, a comunhão, o compartilhamento. Definitivamente, o projeto econômico precisa estar à serviço da vida em suas dimensões, incluindo, principalmente, a perspectiva ecológica. Urge pensarmos na perspectiva de que o modelo aí posto está errado e já passou da hora de propor alternativa. A vida tem pressa e o relógio do tempo passa rápido demais.</p>
<p>*Marcus Eduardo de Oliveira é economista pela Faculdade de Ciências  Econômicas e Administrativas de Osasco (FEAO), mestre pela USP e  professor de economia da Faculdade de Ciências da Fundação Instituto  Tecnológico de Osasco (FAC-FITO) e da Fundação Instituto de Ensino para  Osasco (UNIFIEO).</p>
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		<title>Acompanhe no videocast quais são as principais dificuldades para a internacionalização dos estados da região Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 12:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Vinícius Lummertz, secretário de Estado e Planejamento de Santa Catarina, André Nunes, economista do Rio Grande do Sul e Jackson Bittencourt, membro do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon –PR), discutem quais são os desafios para estimular a área do comércio exterior no Sul do Brasil.
Santa Catarina, de acordo com Vinícius, possui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Vinícius Lummertz, secretário de Estado e Planejamento de Santa Catarina, André Nunes, economista do Rio Grande do Sul e Jackson Bittencourt, membro do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon –PR), discutem quais são os desafios para estimular a área do comércio exterior no Sul do Brasil.</p>
<p>Santa Catarina, de acordo com Vinícius, possui um conjunto de potencialidades que precisam ser compatibilizadas para que as exportações possam prosperar. Segundo ele, o estado tem como forte característica econômica o turismo e a área tecnológica, por exemplo. Por isso, o governo deve promover a organização dessas várias vocações e estimular as práticas de internacionalização.</p>
<p>Já o Rio Grande do Sul, segundo o economista André Nunes, precisa ainda de alguns acertos como a redução de taxa de juros, melhor controle do gasto  público e acordos internacionais com outros continentes. Dessa forma, haverá um olhar mais amplo para a questão da exportação no estado.</p>
<p>Na economia paranaense os esforços para promover a internacionalização são recentes. Jackson Bittencourt, conselheiro do Corecon-PR, informa que a principal dificuldade  é a necessidade de investimentos no segmento.</p>
<p>Para saber a opinião dos entrevistados sobre o assunto, assista ao videocast abaixo ou acesse nosso canal no <a href="http://www.youtube.com/portaloeconomista">YouTube</a>.</p>
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		<title>Relembre a semana econômica com o nosso podcast</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 20:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O podcast semanal do Economista nessa semana destaca a Caravana Meu Bolso em Dia, evento que acontece no próximo domingo em São Paulo (SP) e que irá tirar dúvidas da população sobre a melhor forma de gerenciar as finanças pessoais. Durante todo o dia, especialistas de diversas áreas se revezam para dar dicas e assessorar os visitantes.</p>
<p>Outra notícia importante para a economia brasileira foi a baixa taxa de desemprego nacional. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 25, mostraram que o índice foi de 6,1%, o que representa a menor estatística desde março de 2002.</p>
<p>Ouça em nosso boletim o restante das notícias econômicas dessa semana:</p>
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		<itunes:summary>O podcast semanal do Economista nessa semana destaca a Caravana Meu Bolso em Dia, evento que acontece no próximo domingo em São Paulo (SP) e que irá tirar dúvidas da população sobre a melhor forma de gerenciar as finanças pessoais. Durante todo o dia, especialistas de diversas áreas se revezam para dar dicas e assessorar os visitantes.

Outra notícia importante para a economia brasileira foi a baixa taxa de desemprego nacional. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 25, mostraram que o índice foi de 6,1%, o que representa a menor estatística desde março de 2002.

Ouça em nosso boletim o restante das notícias econômicas dessa semana:</itunes:summary>
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		<title>Desemprego atinge em outubro menor taxa desde março de 2002, mostra IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 15:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O índice de desemprego em outubro foi de 6,1%, praticamente estável em relação ao mês anterior (6,2%). De acordo com os números divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a taxa mais baixa desde março de 2002, quando a Pesquisa Mensal de Emprego começou a ser feita para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O índice de desemprego em outubro foi de 6,1%, praticamente estável em relação ao mês anterior (6,2%). De acordo com os números divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a taxa mais baixa desde março de 2002, quando a Pesquisa Mensal de Emprego começou a ser feita para o conjunto das seis principais regiões metropolitanas do país. Em relação a outubro de 2009, quando o índice de desemprego foi de 7,5%, houve uma queda de 1,4 ponto percentual.</p>
<p>O número de pessoas desocupadas em outubro foi de 1,4 milhão, estável em relação a setembro e 17,6% menor do que em outubro de 2009. Já a população ocupada (22,3 milhões de pessoas), também estável na comparação com setembro, registrou uma alta de 3,9% em relação a outubro do ano passado, o que representa a criação 841 mil postos de trabalho.</p>
<p>A estabilidade em relação a setembro também se verifica no número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) e no rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.515,40). Na comparação anual, no entanto, houve um crescimento de 8,4% no emprego com carteira assinada – o que significa a criação de 805 mil postos de trabalho – e de 6,5% no rendimento médio real.</p>
<p>Paulo Virgilio / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
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		<title>Governo discute medidas para estimular financiamento privado, diz presidente do BNDES</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 17:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O governo federal discute os acertos finais de um pacote de medidas para estimular o setor privado a ampliar o nível de investimentos, sobretudo em infraestrutura. Segundo o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, as &#8220;microrreformas&#8221; são necessárias para que se crie, no país, um modelo de financiamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O governo federal discute os acertos finais de um pacote de medidas para estimular o setor privado a ampliar o nível de investimentos, sobretudo em infraestrutura. Segundo o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, as &#8220;microrreformas&#8221; são necessárias para que se crie, no país, um modelo de financiamento privado voluntário de longo prazo.</p>
<p>&#8220;Hoje, todo o financiamento de longo prazo está concentrado numa única instituição, que é o BNDES, e isso não é desejável, já que a escala de investimentos precisa subir muito e seria impossível a sustentação do atual modelo&#8221;, afirmou Coutinho, referindo-se à necessidade de que a atual taxa de investimento, de cerca de 19% do Produto Interno Bruto (PIB), atinja pelo menos 23% nos próximos anos &#8211; sem que, para isso, o BNDES tenha que ampliar seu volume de empréstimos.</p>
<p>Segundo ele, o aumento da taxa de investimentos é necessário para permitir que a economia brasileira continue crescendo de forma sustentável.</p>
<p>&#8220;É imperioso que se desenvolva um modelo de financiamento privado voluntário e as microrreformas são necessárias para induzir, de maneira suave, tranquila, esse novo modelo&#8221;, disse Coutinho, sem detalhar que medidas estão sendo discutidas pela equipe econômica e os integrantes da equipe de transição que prepara o próximo governo. De acordo com ele, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, está de acordo com a necessidade de conceder estímulos ao crédito privado.</p>
<p>&#8220;Não há nenhuma medida pirotécnica, bombástica, ou qualquer atropelo à poupança. O que pretendemos é dar um tratamento amigável para que o setor privado possa emitir papéis de longo prazo com um tratamento tributário calibrado e regras tributárias mais favoráveis&#8221;, declarou Coutinho.</p>
<p>O presidente do BNDES explicou que a intenção do governo é que, com as novas condições, o sistema de financiamento privado leve três ou quatro anos para estar suficientemente &#8220;robusto&#8221; e passar a atender à crescente demanda por financiamentos de médio prazo.</p>
<p>&#8220;A ideia é criar um mercado de crédito e financiamento de maturidade média e prazos intermediários. É difícil imaginar que, já num primeiro momento, o mercado possa vir a suprir créditos de longuíssimo prazo, mas acredito que créditos de quatro a sete anos para os setores industrial e de serviços poderão sim vir a ser supridos pelo mercado&#8221;, disse Coutinho. Ele destacou que, embora as taxas de juros cobradas pelo setor privado inicialmente possam ser mais altas do que as do BNDES, a proposta do governo é que, &#8220;em médio prazo&#8221;, elas sejam convergentes.</p>
<p>Alex Rodrigues / Agência Brasil<br />
Edição: Juliana Andrade</p>
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		<title>Caravana Meu Bolso em Dia dá dicas à população sobre finanças pessoais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 20:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um dia inteiro dedicado à educação financeira. Essa é a proposta da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que organiza no próximo domingo, 28, a Caravana do Meu Bolso em Dia. O portal Meu Bolso em Dia é uma iniciativa da entidade e oferece conteúdo exclusivo e atualizado sobre as melhores formas de administrar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um dia inteiro dedicado à educação financeira. Essa é a proposta da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que organiza no próximo domingo, 28, a Caravana do Meu Bolso em Dia. O portal <a href="http://www.meubolsoemdia.com.br/">Meu Bolso em Dia</a> é uma iniciativa da entidade e oferece conteúdo exclusivo e atualizado sobre as melhores formas de administrar os gastos familiares.</p>
<p>O evento acontecerá no Parque do Carmo, bairro Itaquera, em São Paulo (SP) e será gratuito e aberto ao público. A partir das 10 horas, os participantes terão a oportunidade de conversar com especialistas na área de finanças pessoais e ainda receber orientações sobre como economizar, investir, organizar o orçamento familiar e consumir de forma consciente. Além das dicas financeiras, a programação terá shows, teatro de fantoches, brincadeiras e atividades para toda a família. Quem passar pelo evento também poderá participar do sorteio de cinco notebooks.</p>
<p>A maratona de atividades se divide em algumas áreas, com tendas temáticas coordenadas por profissionais de cada segmento. Quem se planejou para começar a investir em 2011, por exemplo, poderá saber quais são as estratégias mais rentáveis para cada tipo específico de investimento. Para organizar as finanças pessoais e principalmente definir metas, o planejamento precisa ser a palavra de ordem. Por isso, a programação da Caravana também traz dicas de como ordenar o dinheiro buscando a realização dos objetivos pessoais.</p>
<p>Os interessados em abrir o próprio negócio encontrarão na tenda “Seja o seu próprio patrão” os cuidados que devem ser tomados na hora de começar um empreendimento de forma segura e o que fazer para torná-lo sólido e rentável. Já o espaço “Como começar” é exclusivo para jovens em início de carreira que querem desde cedo estruturar suas finanças.</p>
<p>O evento ocorrerá para auxiliar os consumidores a lidarem melhor com o seu dinheiro. Por meio da assessoria dos profissionais da Caravana, os visitantes poderão compreender a importância da racionalização dos seus gastos para uma vida econômica saudável. Além disso, a iniciativa legitima o posicionamento da Febraban em relação ao assunto. De acordo com a instituição, uma gestão financeira consciente pode conduzir à melhor qualidade de vida da população.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>O quê: </strong>Caravana Meu Bolso em Dia.</p>
<p><strong>Quando:</strong> dia 28 de novembro, a partir das 10 horas.</p>
<p><strong>Onde: </strong>Parque do Carmo. Avenida Afonso de Sampaio e Souza, 951, Itaquera. São Paulo (SP).</p>
<p><strong>Informações: </strong>(11) 2748-0010, (11) 2746-5001 e  no <a href="http://migre.me/2qrnM">site</a> do evento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Blogagem coletiva</strong></p>
<p>A troca de experiências é muito importante ao falar das boas práticas na administração das finanças pessoais. Por isso, além da participação na Caravana do Meu Bolso em Dia, o interessante é também estimular a discussão dos temas propostos no evento em outros espaços.</p>
<p>Sugerimos a você que possui um blog, site ou portal, que espalhe essa ideia por meio da blogagem coletiva, promovendo a interação dos leitores. A adesão à blogagem coletiva é simples: para participar, basta produzir um texto sobre o assunto e inserir o selo abaixo, que identifica a campanha, em seu site.</p>
<p>Participe e ajude a divulgar essa iniciativa!</p>
<p><strong>Selos da campanha:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4124 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 1" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="175" height="146" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="20" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 1&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_175_146.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;175&#8243; height=&#8221;146&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4125 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 2" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="230" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="30" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 2&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_230_192.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;230&#8243; height=&#8221;192&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/"><img class="size-full wp-image-4126 aligncenter" style="float: none;" title="Selo 3" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg" alt="Blogagem Coletiva - Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio" width="300" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><textarea cols="40" rows="8" name="t"> &lt;a href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221; mce_href=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/caravana-meu-bolso-em-dia-da-dicas-a-populacao-sobre-financas-pessoais/&#8221;&gt;&lt;img class=&#8221;size-full&#8221; align=&#8221;center&#8221; border=&#8221;0&#8243; title=&#8221;Selo 3&#8243; src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg&#8221; mce_src=&#8221;http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2010/11/selo_300_250.jpg&#8221; alt=&#8221;Blogagem Coletiva – Qualidade de vida associada a educação financeira #EuApoio&#8221; width=&#8221;300&#8243; height=&#8221;250&#8243; /&gt;&lt;/a&gt; </textarea></p>
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		<title>Construção de usinas nucleares deve impulsionar setor industrial no país</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 10:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A construção de usinas nucleares pelo governo brasileiro nos próximos 15 anos deve movimentar cerca de R$ 40 bilhões no período e dar impulso ao segmento. A previsão é da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnem), que apresentará nesta terça-feira (23), durante o 1º Encontro de Negócios de Energia Nuclear, em São Paulo, possibilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A construção de usinas nucleares pelo governo brasileiro nos próximos 15 anos deve movimentar cerca de R$ 40 bilhões no período e dar impulso ao segmento. A previsão é da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnem), que apresentará nesta terça-feira (23), durante o 1º Encontro de Negócios de Energia Nuclear, em São Paulo, possibilidades de investimentos no setor, que poderá gerar cerca de 50 mil empregos.</p>
<p>No evento, a Cnem divulgará um estudo inédito com as demandas do Programa Nuclear Brasileiro. O documento avaliou a necessidade de serviços, insumos e matérias-primas para a conclusão da Usina Angra 3 e a construção de mais quatro unidades até 2025. Desde a necessidade de formação profissional, a lista inclui a produção de equipamentos tecnológicos, componentes eletromecânicos e peças que serão usadas nos ciclos do combustível nuclear.</p>
<p>De acordo com o coordenador-geral de Planejamento e Avaliação da Cnem, Francisco Rondinelli Júnior, para a construção de Angra 3, que está em andamento e deve ter todos os materiais e serviços licitados em cerca de um ano e meio, há a estimativa de que 70% do fornecimento sejam nacionais. Com a exposição das demandas do programa, o objetivo é ampliar esse percentual na construção das demais usinas, adequando e qualificando o setor.</p>
<p>&#8220;Apesar da descontinuidade do programa nuclear, que constrói usinas nucleares num intervalo muito grande e acaba desmobilizando o setor industrial, existe o fato de a indústria do petróleo no país estar produzindo insumos comuns. Existe um parque industrial que atende ao segmento de petróleo e gás que está bem próximo do que exigimos. Alguns itens precisarão de certificação, mas nem todos, portanto existe uma capacidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em relação ao domínio da produção do urânio, combustível das usinas nucleares, o coordenador explicou que o país detém a tecnologia, mas precisa ampliá-la para escala industrial. Dessa maneira, destacou que os negócios poderão também se expandir em países com os quais o Brasil mantém acordos de cooperação na América Latina, como a Argentina. &#8220;Apesar de as usinas serem diferentes, outros países também falam em energia nuclear, como o Chile&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O 1º Encontro de Negócios de Energia Nuclear será realizado na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, e também abordará investimentos em energia nuclear nas áreas de saúde a agricultura. O encontro será encerrado nesta terça.</p>
<p>Isabela Vieira / Agência Brasil<br />
Edição: Graça Adjuto</p>
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