<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>O Economista &#187; copom</title>
	<atom:link href="http://www.oeconomista.com.br/tag/copom/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
	<description>Blog de Economia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 May 2013 13:23:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.5.3" -->
	<copyright>Copyright &#xA9; O Economista 2010 </copyright>
	<managingEditor>celso@humantech.com.br (O Economista)</managingEditor>
	<webMaster>celso@humantech.com.br (O Economista)</webMaster>
	<category>posts</category>
	<image>
		<url>http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>O Economista &#187; copom</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Blog de Economia</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
	<itunes:author>O Economista</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>O Economista</itunes:name>
		<itunes:email>celso@humantech.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>Banco Central eleva Selic a 7,5% para segurar a inflação</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-eleve-selic-a-75-para-segurar-a-inflacao/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-eleve-selic-a-75-para-segurar-a-inflacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=13084</guid>
		<description><![CDATA[Selic sai da mínima histórica e sobe a 7,5% para conter a inflação. Apesar disso, BC se diz cauteloso na condução da política econômica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13085" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13085" title="Ec1411_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Ec1411_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Com alta da Selic, Banco Central quer conter consumo para baixar os preços e segurar o avanço da inflação.</p></div>
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), decidiu elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25%, para 7,5%. Com esse movimento, o BC pretende segurar o crédito para conter o consumo e forçar uma redução de preços, segurando a<a href="http://www.oeconomista.com.br/inflacao-supera-teto-da-meta-e-chega-a-659-em-12-meses-diz-ibge/" target="_blank"> inflação</a> que, segundo os economistas, já atinge mais de um setor da economia. A decisão foi anunciada no fim da reunião do Comitê, na noite de quarta-feira, 17.</p>
<p>A Selic estava, desde outubro de 2012, em 7,25%: a mínima histórica.</p>
<p>Apesar disso, na nota divulgada à imprensa, a autoridade monetária reforçou a necessidade de precaução, justificando que “incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela”.</p>
<p>Esse cuidado do BC ocorre por causa de uma possível redução do preço das commodities no mercado internacional, que pode causar deflação na economia interna. Além disso, o governo ainda espera que as desonerações anunciadas nas últimas semanas, como para os <a href="http://www.oeconomista.com.br/dilma-anuncia-nova-cesta-basica-mais-barata/" target="_blank">produtos da cesta básica</a>, ainda causem efeitos, e uma decisão precipitada de aumentar os juros em demasia acabe por desestimular o crescimento da economia nacional, ainda em recuperação.</p>
<p>Além do impacto no crédito e no consumo e dos resultados esperados no controle da inflação, o aumento da Selic altera o rendimento da <a href="http://www.oeconomista.com.br/poupanca-tem-maior-captacao-liquida-do-ano/" target="_blank">caderneta de poupança</a>, que desde maio do ano passado está atrelado à taxa básica. Com juros em 7,5% ao ano, a remuneração da poupança sobe de 5,07% para 5,25% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Antes da mudança das regras, a poupança rendia, pelo menos, 6,17% ao ano, mais TR.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-eleve-selic-a-75-para-segurar-a-inflacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom mantém em 5% projeção de reajuste da gasolina este ano</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-em-5-projecao-de-reajuste-da-gasolina-este-ano/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-em-5-projecao-de-reajuste-da-gasolina-este-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 20:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[projeções do Copom]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=12789</guid>
		<description><![CDATA[A tarifa de telefonia e o preço do botijão de gás devem ficar estáveis, este ano, de acordo com projeção do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A projeção para o reajuste do preço da gasolina, em 2013, foi mantida em 5%. A estimativa para o recuo da tarifa residencial de eletricidade ficou em aproximadamente 15%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_12790" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12790" title="Ec1403_v" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Ec1403_v-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Para Copom, reajuste da gasolina neste ano será de 5%. Em contrapartida, eletricidade deve ficar 15% mais barata.</p></div>
<p>A tarifa de telefonia e o preço do botijão de gás devem ficar estáveis, este ano, de acordo com projeção do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).</p>
<p>A projeção para o reajuste do preço da gasolina, em 2013, foi mantida em 5%. A estimativa para o recuo da tarifa residencial de eletricidade ficou em aproximadamente 15%, ante 11% considerados em janeiro. “Essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais recentemente anunciadas, bem como reajustes e revisões tarifárias ordinários programados para este ano”, informa o BC, na ata da última reunião do Copom.</p>
<p>Para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, neste ano, a projeção de reajuste foi reduzida para 2,7%, ante 3% considerados em janeiro.</p>
<p>Em relação à política fiscal, o BC informa que considera como hipótese de trabalho a geração de superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de R$ 155,9 bilhões em 2013, conforme os parâmetros da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).</p>
<p>Para 2014, a expectativa é a geração de superavit primário em torno de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<div id="_mcePaste">Kelly Oliveira / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Juliana Andrade.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-em-5-projecao-de-reajuste-da-gasolina-este-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom se reúne para avaliar taxa básica de juros</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-se-reune-para-avaliar-taxa-basica-de-juros/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-se-reune-para-avaliar-taxa-basica-de-juros/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 13:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=12708</guid>
		<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) incia nesta terça-feira, 5, no período da tarde, a segunda reunião do ano. O objetivo é avaliar os rumos da política econômica no Brasil e no exterior, com vistas a alterar, se necessário, a taxa básica de juros (Selic) que está em 7,25% ao ano desde outubro de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) incia nesta terça-feira, 5, no período da tarde, a segunda reunião do ano. O objetivo é avaliar os rumos da política econômica no Brasil e no exterior, com vistas a alterar, se necessário, a taxa básica de juros (Selic) que está em 7,25% ao ano desde outubro de 2012 – o menor patamar desde a criação do Copom, em junho de 1996.</p>
<p>A reunião do colegiado de diretores do BC é realizada em duas etapas. Somente ao fim do segundo dia de discussões os dirigentes da autoridade monetária deliberam sobre a viabilidade de alterar a taxa Selic em vigor. Em seguida, anunciam a decisão, sempre à noite, depois do fechamento do mercado.</p>
<p>A maioria dos analistas financeiros é favorável à manutenção dos juros básicos no atual patamar, como mostra o boletim Focus, divulgado na segunda-feira, 4, pelo BC. As expectativas estão voltadas para os possíveis sinais a serem emitidos na nota de divulgação do resultado da reunião e na ata a ser liberada quinta-feira da semana que vem (14).</p>
<p>A maioria das instituições financeiras trabalha com a perspectiva de a Selic continuar em 7,25% até o fim do ano. Mas começam a surgir defensores entre eles de uma ligeira elevação da Selic para um combate efetivo às pressões inflacionárias.</p>
<div id="_mcePaste">Stênio Ribeiro / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Graça Adjuto.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-se-reune-para-avaliar-taxa-basica-de-juros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom mantém juros em 7,25% ao ano</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-em-725-ao-ano/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-em-725-ao-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 12:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=11828</guid>
		<description><![CDATA[O Banco Central (BC) anunciou na noite desta quarta-feira, 28, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em manter a taxa básica de juros em 7,25% ao ano. A decisão, unânime, ocorreu após dez cortes consecutivos da Selic. Em junho do ano passado, o juro básico da economia estava em 12,25% e veio caindo desde então como medida para tentar fechar o ano dentro da meta da inflação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Central (BC) anunciou na noite desta quarta-feira, 28, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em manter a taxa básica de juros em 7,25% ao ano. A decisão, unânime, ocorreu após dez cortes consecutivos da Selic. Em junho do ano passado, o juro básico da economia estava em 12,25% e veio caindo desde então como medida para tentar fechar o ano dentro da meta da inflação.</p>
<p>Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ao subir os juros, o BC atua para controlar a inflação, porque, teoricamente, desestimula o consumo. Ao contrário, com os juros mais baixos, o Copom julga estar com a inflação dentro da meta estabelecida, que é de 4,5%, com variação de dois pontos para mais ou para menos.</p>
<p>De acordo com a nota divulgada pelo BC, o Copom decidiu manter a Selic em 7,25% “considerando o balanço de riscos para a inflação, a recuperação da atividade doméstica e a complexidade que envolve o ambiente internacional”. Ainda de acordo com o texto divulgado, “o Comitê entende que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear&#8221;.</p>
<p>Para o mercado financeiro, uma nova alteração na Selic só deve acontecer em janeiro de 2014, quando a taxa deve chegar a 7,75%. Até lá, dizem os analistas, o Copom deve manter os atuais 7,25%.</p>
<p>Quem tem aplicações na poupança foi diretamente impactado com a decisão do Comitê. Uma nova redução na Selic comprometeria ainda mais o rendimento da caderneta de poupança, que desde maio está atrelado à Selic: quando a taxa está superior a 8,5% ao ano, o investimento rende 6,17% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), como ocorria na regra anterior. Agora, com a Selic em 8,5% a.a ou menos, a poupança passa a render o equivalente a 70% da taxa básica, mais TR.</p>
<p>A definição da taxa básica neste ano já é pensada para gerar reflexos no ciclo inflacionário de 2013. Isso acontece porque os movimentos dos juros básicos demoram cerca de seis meses para impactarem plenamente na economia. Porém, mesmo com a recente decisão, segundo o mercado, o BC não vai atingir a meta central da inflação em 2013 (4,5%). Apesar disso, o índice deve ficar dentro do intervalo de tolerância estabelecido.</p>
<p>Com informações do portal G1.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-mantem-juros-em-725-ao-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem unanimidade, Copom reduz Selic pela décima vez</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/sem-unanimidade-copom-reduz-selic-pela-decima-vez/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/sem-unanimidade-copom-reduz-selic-pela-decima-vez/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 14:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[crise mundial]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=11300</guid>
		<description><![CDATA[ Mesmo com o recente aumento da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu 0,25% a taxa básica de juros, Selic. Agora ela passa a operar em 7,25% ao ano. É a décima vez que o Copom reduz a taxa de juros, desde agosto do ano passado, quando a taxa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Mesmo com o recente aumento da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu 0,25% a taxa básica de juros, Selic. Agora ela passa a operar em 7,25% ao ano. É a décima vez que o Copom reduz a taxa de juros, desde agosto do ano passado, quando a taxa estava em 12,50% ao ano. Desde então, a Selic perdeu 5,25 pontos – queda de quase 42%. É o menor nível histórico.</p>
<p>Em nota, o Copom explicou a decisão: “Considerando o balanço de riscos para a inflação, a recuperação da atividade doméstica e a complexidade que envolve o ambiente internacional”, entende que “a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear”.</p>
<p>Mas dessa vez, diferente do que ocorria desde março deste ano, a decisão não foi unânime. Três membros do conselho entenderam que os cortes feitos até agora já eram suficientes para auxiliar na recuperação da economia, e que mais reduções afetariam a inflação. Os outros cinco integrantes conseguiram fazer valer a ideia de que a crise internacional poderia trazer ainda mais efeitos para o país e o Brasil ainda não está reagindo aos estímulos dados até agora.</p>
<p>De acordo com a jornalista Miriam Leitão, em comentário ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo, o governo precisa buscar outras saídas para recuperar a economia nacional: “O grande instrumento é o aumento do investimento. O governo, apesar de tudo o que se esforçou esse ano, não conseguiu investir nem o que estava estabelecido no orçamento”, disse.</p>
<p>Para o economista Paulo Sandroni, a redução da Selic é uma medida de “pouco fôlego” porque não chega ao consumidor final. Ele concorda com a tese de que o que está faltando para o crescimento do país é o investimento: “A única forma de garantir um crescimento é através de um investimento que encontra do outro lado o consumo”, defende.</p>
<p>A nova taxa entra em vigor a partir desta quinta-feira, 11, com validade até a próxima reunião do Copom, em 28 de novembro.</p>
<p><strong>O Economista </strong>publica uma entrevista com o economista Paulo Sandroni na próxima semana. Ele irá abordar essas e outras questões. Acompanhe.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/sem-unanimidade-copom-reduz-selic-pela-decima-vez/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Podcast: Proposta orçamentária federal para 2013 ultrapassa os R$ 2 tri</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/podcast-proposta-orcamentaria-federal-para-2013-ultrapassa-os-r-2-tri/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/podcast-proposta-orcamentaria-federal-para-2013-ultrapassa-os-r-2-tri/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 20:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[proposta orçamentária federal 2013]]></category>
		<category><![CDATA[redução do IPI]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=10875</guid>
		<description><![CDATA[ 
Com IPI reduzido para material de construção até o fim de 2013, Construção Civil deve ser beneficiada.
O Brasil deve investir R$ 2,140 trilhões de reais no ano que vem. O valor consta na proposta orçamentária para 2013 que foi entregue esta semana ao Senado. As áreas contempladas foram saúde, educação, Programa Brasil Sem Miséria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div class="mceTemp">
<div id="attachment_10879" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Ec3108_vPodcast1.jpg" rel="lightbox[10875]"><img class="size-medium wp-image-10879" title="Ec3108_vPodcast" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Ec3108_vPodcast1-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Com IPI reduzido para material de construção até o fim de 2013, Construção Civil deve ser beneficiada.</p></div>
<p>O Brasil deve investir R$ 2,140 trilhões de reais no ano que vem. O valor consta na proposta orçamentária para 2013 que foi entregue esta semana ao Senado. As áreas contempladas foram saúde, educação, Programa Brasil Sem Miséria e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de uma proposta de aumento do salário mínimo para R$ 670,95.</p></div>
<p>Além disso, a semana foi marcada por decisões do governo federal com objetivo de aquecer a economia: a taxa básica de juros foi reduzida para 7,5% e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi prorrogada para automóveis, linha branca, móveis e material de construção.</p>
<p>Confira os destaques da semana no podcast.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/podcast-proposta-orcamentaria-federal-para-2013-ultrapassa-os-r-2-tri/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/podcasts/podcast_90.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>[caption id="attachment_10879" align="alignleft" width="224" caption="Com IPI reduzido para material de construção até o fim de 2013, Construção Civil deve ser beneficiada."][/caption]

O Brasil deve investir R$ ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>[caption id="attachment_10879" align="alignleft" width="224" caption="Com IPI reduzido para material de construção até o fim de 2013, Construção Civil deve ser beneficiada."][/caption]

O Brasil deve investir R$ 2,140 trilhões de reais no ano que vem. O valor consta na proposta orçamentária para 2013 que foi entregue esta semana ao Senado. As áreas contempladas foram saúde, educação, Programa Brasil Sem Miséria e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de uma proposta de aumento do salário mínimo para R$ 670,95.
Além disso, a semana foi marcada por decisões do governo federal com objetivo de aquecer a economia: a taxa básica de juros foi reduzida para 7,5% e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi prorrogada para automóveis, linha branca, móveis e material de construção.

Confira os destaques da semana no podcast.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Destaques, Notícias, Podcasts</itunes:keywords>
		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>Banco Central reduz a Selic para 7,5%, novo recorde histórico</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-reduz-a-selic-para-75-novo-recorde-historico/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-reduz-a-selic-para-75-novo-recorde-historico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 13:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=10856</guid>
		<description><![CDATA[ O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu por unanimidade reduzir a taxa básica de juros, Selic, para 7,5%. É o nono corte seguido, que coloca o percentual em novo recorde histórico.
A decisão já era aguardada pelos economistas e foi adiantada nesta quarta-feira, 29, por O Economista. O movimento de redução da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu por unanimidade reduzir a taxa básica de juros, Selic, para 7,5%. É o nono corte seguido, que coloca o percentual em novo recorde histórico.</p>
<p>A decisão já era aguardada pelos economistas e<a href="http://www.oeconomista.com.br/banco-central-deve-fazer-corte-historico-na-selic-nesta-quarta/" target="_blank"> foi adiantada nesta quarta-feira, 29</a>, por <strong>O Economista</strong>. O movimento de redução da taxa básica de juros começou em agosto de 2011. O objetivo é estimular a economia nacional em meio ao agravamento da crise internacional, que provoca reflexos no país. As alterações na taxa de juros, para o governo, são um estímulo à produção e uma forma de garantir o alcance das metas de inflação pré-estabelecidas.</p>
<p>A meta central de inflação é de 4,5%, com uma tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.</p>
<p>Com informações do Portal G1.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-reduz-a-selic-para-75-novo-recorde-historico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Banco Central deve fazer corte histórico na Selic nesta quarta</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-deve-fazer-corte-historico-na-selic-nesta-quarta/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-deve-fazer-corte-historico-na-selic-nesta-quarta/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 13:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=10835</guid>
		<description><![CDATA[ É aguardado para a noite desta quarta-feira, 29, o anúncio do Comitê de Política Monetária (Compom) de redução da taxa básica de juros, Selic. A aposta dos analistas do mercado financeiro é que a taxa caia dos atuais 8% para 7,5%, uma nova mínima histórica.
Segundo a pesquisa Focus, o mercado acredita que haverá ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>É aguardado para a noite desta quarta-feira, 29, o anúncio do Comitê de Política Monetária (Compom) de redução da taxa básica de juros, Selic. A aposta dos analistas do mercado financeiro é que a taxa caia dos atuais 8% para 7,5%, uma nova mínima histórica.</p>
<p>Segundo a pesquisa Focus, o mercado acredita que haverá ainda mais uma redução da Selic até o final deste ano, chegando a 7,25%. Este seria o décimo corte seguido na taxa básica de juros.</p>
<p>A intenção do Banco Central (BC) é recuperar a atividade econômica do país, que<a href="http://www.oeconomista.com.br/indicadores-apontam-crescimento-na-economia-brasileira/" target="_blank"> apesar de demonstrar sinais de melhora nas últimas pesquisas</a>, continua em ritmo lento. Com essa decisão, o BC descentraliza suas atenções nos índices da inflação. A meta central de inflação é de 4,5%, com uma variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.</p>
<p>De acordo com relatório do banco Itaú, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre deve mostrar crescimento de 0,5%. Este resultado está acima dos 0,2% do primeiro trimestre, mas ainda não alcança a previsão do Ministério da Fazenda, que é de crescimento de 3% para o ano.</p>
<p>Desde 1986, quando teve início a série do BC sobre a Selic, a taxa não alcançava um dígito. Na época, era de 23,5% ao ano. Ultrapassou os três dígitos – mais de 100% ao ano – no lançamento do Plano Real. Somente em junho de 2009, no segundo mandato do ex-presidente Lula, a taxa atingiu um dígito pela primeira vez, mas vigorou por um período limitado – até meados de 2010. Ela só voltou a ficar abaixo de 10% ao ano em março de 2012, já no governo Dilma.</p>
<p>Hoje a Selic impacta diretamente o consumidor final principalmente com as <a href="http://www.oeconomista.com.br/podcast-governo-anuncia-novas-regras-para-a-poupanca/" target="_blank">regras da nova poupança</a>. Com o juro básico em 8% ao ano, os depósitos feitos a partir de 4 de maio deste ano rendem 0,4551% ao mês, mais a variação da taxa referencial (TR). Os depósitos anteriores a essa data rendem 0,5% mais TR.</p>
<p>Com informações do Portal G1.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/banco-central-deve-fazer-corte-historico-na-selic-nesta-quarta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeção para o PIB cai pela 4ª semana consecutiva</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-o-pib-cai-pela-4%c2%aa-semana-consecutiva/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-o-pib-cai-pela-4%c2%aa-semana-consecutiva/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 12:42:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[relatório focus]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=10825</guid>
		<description><![CDATA[ Caiu de 1,75% para 1,73% a previsão do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na manhã desta terça-feira, 28. É a quarta redução seguida para o PIB neste ano. Há quatro semanas a previsão era de 1,90%. Para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Caiu de 1,75% para 1,73% a previsão do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na manhã desta terça-feira, 28. É a quarta redução seguida para o PIB neste ano. Há quatro semanas a previsão era de 1,90%. Para o ano que vem, a projeção é de um crescimento de 4%, número que também teve queda, já que há um mês a aposta estava em 4,05%.</p>
<p>A projeção de inflação também teve alta pela sétima semana consecutiva. Medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 5,15% para 5,19%, somente na última semana. Para o ano que vem, a projeção se manteve em 5,50% pela nona semana seguida.</p>
<p>Selic. Para os economistas, o Comitê de Política Monetária (Copom) vai reduzir a taxa básica de juros (Selic) de 8,0% para 7,50% ao ano já na próxima quarta-feira. Para o fim de 2012, as estimativas para o patamar da Selic seguem em 7,25%. Em 2013 a projeção é de 8,25%: recuo de 0,25 pontos em relação ao projetado quatro semanas atrás.</p>
<p>A taxa de câmbio permanece, pela terceira semana seguida, projetada em R$ 2,00 para o fim de 2012 e 2013. No fim de agosto e de setembro, a estimativa é de que o dólar esteja cotado em R$ 2,02.</p>
<p>A pesquisa Focus do Banco Central mostrou, também, que a expectativa para o Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2012, que é voltado ao setor produtivo, ficou em US$ 55 bilhões pela nona semana. Para 2013, a projeção de ingresso caiu; de US$ 60 bilhões para US$ 59 bilhões.</p>
<p>Com informações do Estado de S. Paulo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/projecao-para-o-pib-cai-pela-4%c2%aa-semana-consecutiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copom diminui taxa básica de juros para 8% ao ano</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/copom-diminui-taxa-basica-de-juros-para-8-ao-ano/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/copom-diminui-taxa-basica-de-juros-para-8-ao-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 20:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=10578</guid>
		<description><![CDATA[ A taxa básica de juros (Selic), que já era a mais baixa da história em 8,5%, caiu nesta quarta-feira, 11, para 8% ao ano, valendo pelos próximos 45 dias. A oitava diminuição seguida da taxa, que serve de parâmetro para os juros da economia, foi anunciada há pouco pelo Comitê de Política Monetária (Copom), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa básica de juros (Selic), que já era a mais baixa da história em 8,5%, caiu nesta quarta-feira, 11, para 8% ao ano, valendo pelos próximos 45 dias. A oitava diminuição seguida da taxa, que serve de parâmetro para os juros da economia, foi anunciada há pouco pelo Comitê de Política Monetária (Copom), ao fim da quinta reunião do colegiado de diretores do Banco Central (BC) no ano.</p>
<p>O Copom reduziu a Selic, de 8,5% para 8% ao ano, porque entendeu que no momento “permanecem limitados os riscos para a trajetória de inflação”. Além disso, o colegiado de diretores do BC considera que a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária, em razão da fragilidade da economia global.</p>
<p>O diagnóstico faz parte da nota que o comitê divulgou logo após o término da reunião, e acrescenta que em virtude da ausência de pressões inflacionária decidiu, por unanimidade, prosseguir o processo de ajuste das condições monetárias. Com isso, deixa em aberto a possibilidade de novas reduções nas reuniões futuras.</p>
<p>A taxa de 8% é a mais baixa da história do Copom, criado em 1996,  vale para os próximos 45 dias, uma vez que a decisão foi &#8220;sem viés&#8221;. Significa dizer que a taxa básica de juros não poderá mudar até a próxima reunião do comitê, agendada para os dias 28 e 29 de agosto.</p>
<p>A decisão era esperada pela maioria dos analistas financeiros que todas as semanas são consultados pela pesquisa boletim Focus do BC. Alguns torciam, inclusive, por uma redução mais ousada, para 7,75%, por entenderem que o cenário atual, de inflação em queda e atividade econômica fraca, cria condições favoráveis para o BC afrouxar, tanto quanto possível, a política monetária.</p>
<p>A taxa Selic caiu 4,5 pontos percentuais nas oito reuniões que o Copom realizou do final de agosto de 2011 até hoje, o que resulta em uma queda de 36%. Essa redução, porém, não foi acompanhada na mesma proporção pelo sistema financeiro nacional (SFN), em que pese a determinação governamental, no último mês de abril, para que os bancos oficiais baixassem seus juros como forma de estimular os bancos privadas a fazerem o mesmo.</p>
<p>Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo mostra que, com base nos dados dos sete maiores bancos do país, mesmo considerando as reduções feitas pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, os juros nos bancos caíram muito pouco nos últimos 12 meses: 6,30% na taxa média mensal do empréstimo pessoal, que estava em 5,50% no mês passado, e 12,55% na taxa média do cheque especial, que era 8,36%. Esta é mais alta, em um mês, do que a Selic anual.</p>
<p>Stênio Ribeiro / Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/copom-diminui-taxa-basica-de-juros-para-8-ao-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced)

Served from: www.oeconomista.com.br @ 2013-05-24 13:52:51 -->