<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>O Economista &#187; crédito</title>
	<atom:link href="http://www.oeconomista.com.br/tag/credito/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
	<description>Blog de Economia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 11:14:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.5.3" -->
	<copyright>Copyright &#xA9; O Economista 2010 </copyright>
	<managingEditor>celso@humantech.com.br (O Economista)</managingEditor>
	<webMaster>celso@humantech.com.br (O Economista)</webMaster>
	<category>posts</category>
	<image>
		<url>http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>O Economista &#187; crédito</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Blog de Economia</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
	<itunes:author>O Economista</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>O Economista</itunes:name>
		<itunes:email>celso@humantech.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>Empréstimos para aposentados e pensionistas somou R$ 28 bilhões em 2011</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/emprestimos-para-aposentados-e-pensionistas-somou-r-28-bilhoes-em-2011/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/emprestimos-para-aposentados-e-pensionistas-somou-r-28-bilhoes-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[pensionistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9842</guid>
		<description><![CDATA[ Aposentados e pensionistas contraíram, no ano passado, R$ 28,4 bilhões em dívidas na modalidade de crédito consignado. O valor é quase 6% a mais do que o montante das operações feitas em 2010, quando os bancos liberaram R$ 26,8 bilhões, segundo informações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O número de operações fechadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Aposentados e pensionistas contraíram, no ano passado, R$ 28,4 bilhões em dívidas na modalidade de crédito consignado. O valor é quase 6% a mais do que o montante das operações feitas em 2010, quando os bancos liberaram R$ 26,8 bilhões, segundo informações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O número de operações fechadas no ano passado aumentou ligeiramente em relação a 2010. Foram fechados 10,2 milhões de contratos de crédito consignado, 1,53% a mais do que em 2010, com 10,1 milhões.</p>
<p>Só em dezembro foram liberados R$ 2,29 bilhões nesta modalidade de crédito, 2,96% menos que em novembro (R$ 2,36 bilhões). O número de operações também caiu, de 729 mil contratos para 711 mil (-2,5%). Do total de operações do mês, 37,6% foram contratadas por segurados na faixa etária de 60 a 69 anos. As faixas etárias de 50 a 59 anos e de 70 a 79 anos foram responsáveis, cada uma, por 23% dos empréstimos liberados em dezembro.</p>
<p>Do total de operações consignadas de empréstimo pessoal e de cartão de crédito, em dezembro, mais da metade (384 mil) foram efetuadas por segurados com renda de até um salário mínimo. Esses aposentados e pensionistas contrataram, em média, R$ 2.341,39 em cada operação de empréstimo pessoal e R$ 456,91 em cartão de crédito.</p>
<p>Na faixa salarial de um a três salários mínimos, os empréstimos pessoais tiveram como valor médio R$ 3,3 mil e, na contratação via cartão de crédito, R$ 570,40. Na faixa acima de três salários mínimos, o valor médio de cada empréstimo na modalidade de crédito pessoal e cartão de crédito foi R$ 6 mil e R$ 729, respectivamente.</p>
<p>A margem consignável do empréstimo pessoal é limitada a 30% da remuneração líquida dos aposentados e pensionistas.</p>
<p>O balanço completo das operações de crédito consignado na folha de pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2011 estão disponíveis na página do Ministério da Previdência Social na internet.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/emprestimos-para-aposentados-e-pensionistas-somou-r-28-bilhoes-em-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Volume de financiamento imobiliário em 2011 é o maior já registrado</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/volume-de-financiamento-imobiliario-em-2011-e-o-maior-ja-registrado/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/volume-de-financiamento-imobiliario-em-2011-e-o-maior-ja-registrado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apartamento]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[imobiliário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9771</guid>
		<description><![CDATA[ Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões. Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões. Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% acima do ano anterior. Os dados foram anunciados nessa quinta-feira, 26, pelo novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari.</p>
<p>De acordo com o executivo, a previsão é manter o crédito imobiliário em alta neste ano de 2012, mas o ritmo de crescimento deverá ser um pouco mais lento com um aumento em torno de 30%. Na avaliação de Lazari, mesmo prevendo uma taxa menor, esse avanço esperado será muito expressivo, devendo alcançar R$ 103,9 bilhões.</p>
<p>“A nossa preocupação não é a de apresentar um crescimento elevado, e sim contínuo, de forma sustentável”, observou.</p>
<p>Lazari acrescentou que existem sinalizações para um aumento da participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB), do atual 4,7% para 10%, nos próximos anos, tomando por base o bom desempenho da economia interna.</p>
<p>Mas para isso, ele destacou, serão necessárias novas alternativas de captação de recursos, além da poupança. Ele informou que as negociações com as autoridades monetárias nesse sentido estão caminhando bem e que ainda neste ano poderão estar definidas. Entre as sugestões está o lançamento de novas opções de investimentos no mercado financeiro a exemplo do Covered Bonds, título já adotado na Europa.</p>
<p>No ano passado, a captação líquida da poupança atingiu R$ 9,4 bilhões e o saldo das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aumentou 10% sobre 2010 totalizando R$ 330,6 bilhões.</p>
<p>Marli Moreira/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/volume-de-financiamento-imobiliario-em-2011-e-o-maior-ja-registrado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caixa Econômica reduz juros depois de queda da Selic</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/caixa-economica-reduz-juros-depois-de-queda-da-selic/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/caixa-economica-reduz-juros-depois-de-queda-da-selic/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caixa econômica]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9697</guid>
		<description><![CDATA[ A Caixa Econômica Federal informou que reduziu taxas de juros em suas linhas de crédito e vai disponibilizar R$ 40 bilhões para micro e pequenas empresas. Segundo o banco, a diminuição dos juros ocorre depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduzir, nessa quarta-feira, 18, a taxa básica de juros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A Caixa Econômica Federal informou que reduziu taxas de juros em suas linhas de crédito e vai disponibilizar R$ 40 bilhões para micro e pequenas empresas. Segundo o banco, a diminuição dos juros ocorre depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduzir, nessa quarta-feira, 18, a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano.</p>
<p>Para as pessoas físicas, segundo a Caixa, a redução dos juros é de até 28,3 pontos percentuais (pp) ao ano. Para as empresas, a queda vai até 1 pp ao ano.</p>
<p>Para o segmento de crédito à pessoa física, foram contemplados produtos como: CDC automático, com redução de 0,6 pp ao ano; cheque especial, com redução de 0,4 pp ao ano (nova taxa mínima de 1,35% ao mês); consignação, com redução de 0,5 pp ao ano na taxa mínima e crédito pessoal IR, com redução de até 3,3 pp ao ano (2,82% ao mês). A Caixa também reduziu, em até 28,3 pp ao ano, as taxas em algumas variantes de cartão de crédito (rotativo e parcelado com juros) e em 0,2 pp ao ano no CDC sênior.</p>
<p>Para o segmento de micro e pequenas empresas, estão os produtos crédito especial empresa, fundo de garantia de operações (FGO), com redução de 0,7 pp ao ano (nova taxa mínima de 1,47% a.m.); e financiamento de capital de giro, com redução de 1,0 pp ao ano (taxa mínima de 2,62% a.m.). As reduções atingiram também o setor de média e grande empresa, abrangendo os produtos: financiamento de capital de giro parcelado, fnanciamento para investimentos em máquinas e equipamentos; e financiamento de veículos novos.</p>
<p>A Caixa pretende disponibilizar este ano R$ 40 bilhões em volume de crédito para micro e pequenas empresas, o que significa um crescimento de 20% em relação ao valor aplicado em 2011.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/caixa-economica-reduz-juros-depois-de-queda-da-selic/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Taxa de juros de crédito para pessoa física é a menor em seis anos</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-juros-de-credito-para-pessoa-fisica-e-a-menor-em-seis-anos/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-juros-de-credito-para-pessoa-fisica-e-a-menor-em-seis-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 19:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa física]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9651</guid>
		<description><![CDATA[ A taxa média de juros cobrados em operações de crédito para pessoas físicas atingiu, em dezembro do ano passado, a menor variação desde 1995. O índice ficou em 6,58%, o que representa uma redução de 0,09 ponto percentual sobre a variação de novembro (6,67%). No ano, as pessoas físicas que tomaram empréstimo pagaram juros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa média de juros cobrados em operações de crédito para pessoas físicas atingiu, em dezembro do ano passado, a menor variação desde 1995. O índice ficou em 6,58%, o que representa uma redução de 0,09 ponto percentual sobre a variação de novembro (6,67%). No ano, as pessoas físicas que tomaram empréstimo pagaram juros de 114,84%, taxa que é 2,18 pontos percentuais menor do que a do acumulado de 2011 até novembro (117,2%).</p>
<p>Os dados são de pesquisa feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). No comparativo com dezembro de 2010, quando o juro anual ficou em 119,97%, a queda foi de 4,28%,</p>
<p>Entre as seis linhas de crédito para pessoas físicas consideradas pelo indicador, apenas os juros do cartão de crédito foram mantidos estáveis em 10,69% ao mês. Todos os demais itens – cheque especial, empréstimos em bancos, empréstimos em financeiras, comércio e crédito direto ao consumidor (CDC) – tiveram redução em suas taxas.</p>
<p>O juro médio pago pelas empresas apresentou queda ainda mais expressiva, com redução de 3,01% no mês, passando de 3,98%, em novembro, para 3,87% em dezembro. Na taxa anual, houve retração de 3,67% e o indicador caiu de 59,92% para 57,72 %, ao ano, de um mês para o outro. Já no comparativo com dezembro de 2010, quando o índice ficou em 56,45% ao ano, houve elevação de 2,25% na taxa.</p>
<p>Astrês linhas de crédito pesquisadas apresentaram queda e a mais expressiva, de 5,73%, foi constatada nos descontos de duplicatas com os juros passando de 3,14% ao mês para 2,96%. No ano, a variação alcançou 41,51% ante 44,92% do mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Pelas previsões da Anefac, os juros deverão continuar caindo, nos próximos meses. O vice-presidente da entidade, Miguel de Oliveira, justificou que, por um lado, o Ministério da Fazenda vem tomando medidas “para evitar uma desaceleração forte em nossa economia” e, por outro, o Banco Central tem sinalizado a possibilidade de ser mantida uma trajetória de queda da taxa básica de juros, a Selic, que passou de 10,75%, em dezembro de 2010, para 11%, em dezembro de 2011, com um aumento de 2,33%.</p>
<p>Na próxima terça-feira, 17, o Comitê de Política Monetária (Copom) faz a primeira reunião do ano de 2012, quando avaliará se altera a Selic, que está em 11%. As expectativas do mercado apontam para uma queda de 0,5 ponto percentual. Caso essa queda se concretize, será a quarta consecutiva.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-juros-de-credito-para-pessoa-fisica-e-a-menor-em-seis-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FGTS cria linha de crédito para financiar material de construção</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/fgts-cria-linha-de-credito-para-financiar-material-de-construcao/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/fgts-cria-linha-de-credito-para-financiar-material-de-construcao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[fgts]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[materiais de construção]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9598</guid>
		<description><![CDATA[ O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nessa terça-feria, 10, em reunião extraordinária, a criação de uma nova linha de crédito à classe média. O financiamento pode ser de até R$ 20 mil por pessoa, para aquisição de materiais de construção.
Inicialmente, o crédito disponível será de R$ 300 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nessa terça-feria, 10, em reunião extraordinária, a criação de uma nova linha de crédito à classe média. O financiamento pode ser de até R$ 20 mil por pessoa, para aquisição de materiais de construção.</p>
<p>Inicialmente, o crédito disponível será de R$ 300 milhões. Caso a demanda seja maior, o valor pode chegar a R$ 1 bilhão. Para tomar o empréstimo, não é exigido limite de renda. No entanto, o financiador deve possuir conta no FGTS e comprovar propriedade de imóvel residencial regularizado com valor máximo de R$ 500 mil. O teto faz parte das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).</p>
<p>Segundo o representante do Ministério do Trabalho e presidente suplente do Conselho Curador do FGTS, Paulo Eduardo Cabral Furtado, os juros cobrados nesta linha de empréstimo serão de 12% ao ano. O valor é metade da menor taxa praticada pelos bancos, que está entre 25% e 45% ao ano. O prazo de pagamento é de até 120 meses.</p>
<p>Furtado destacou que o financiamento servirá para facilitar a melhoria dos imóveis residenciais. “Essa linha se propõe à ampliação e reforma de imóveis residenciais, enquadrados no SFH e que contempla também inovações como equipamentos de aquecimento solar, hidrometração individual dos prédios mais antigos”.</p>
<p>Para o representante titular da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo, Claudio Elias Conz, o crédito oferecido é compatível com a necessidade do mercado. “O valor é significativo. A média do mercado para pedido de empréstimo nesse segmento é de R$ 8 mil. É um momento muito oportuno (para oferecer o crédito) já que o crédito não está totalmente restabelecido”.</p>
<p>Dados do governo mostram que cerca de 33 milhões de trabalhadores que contribuem mensalmente para o FGTS estão aptos a acessarem o financiamento.</p>
<p>Luciene Cruz/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/fgts-cria-linha-de-credito-para-financiar-material-de-construcao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Taxa média de juros para pessoa física é a menor desde 1995</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/taxa-media-de-juros-para-pessoa-fisica-e-a-menor-desde-1995/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/taxa-media-de-juros-para-pessoa-fisica-e-a-menor-desde-1995/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 10:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa física]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=9105</guid>
		<description><![CDATA[ A taxa média de juros das operações de crédito para pessoa física recuou pelo terceiro mês e fechou outubro em 6,6%. Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), este índice é 0,09 ponto percentual (p.p.) mais baixo do que o apresentado no mês anterior, quando os juros médios ficaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa média de juros das operações de crédito para pessoa física recuou pelo terceiro mês e fechou outubro em 6,6%. Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), este índice é 0,09 ponto percentual (p.p.) mais baixo do que o apresentado no mês anterior, quando os juros médios ficaram em 6,69%, e representa a menor taxa registrada desde 1995.</p>
<p>Considerando a taxa anual, a redução foi de 1,86%. Os juros médios passaram de 117,51% ao ano em setembro, para 115,32% em outubro.</p>
<p>Dos seis itens considerados para medição, o único que se manteve estável foi o cartão de crédito, com taxa de 10,69% ao mês. Todos os demais apresentaram redução. As maiores quedas foram encontradas nos juros cobrados em operações de crédito direto ao consumidor (CDC) e empréstimos pessoais em bancos, que caíram 3,57% e 3,58%, respectivamente, fechando em 2,16% e 4,31% ao mês.</p>
<p>Empréstimos por meio de financeiras tiveram redução de 2,01% e taxa média de 8,76%. A marca de 5,44%, encontrada nos juros no comércio, representou uma queda de 1,81%. A taxa do cheque especial caiu 0,24% e ficou em 8,21% ao mês.</p>
<p>Já a taxa média de juros que é oferecida para as empresas passou de 3,97%, em setembro, para 3,89% em outubro. A queda de 0,08 p.p. representa uma redução de 2,02% no mês e foi a menor taxa desde fevereiro deste ano. A taxa anual passou de 59,55% para 58,08% de um mês para o outro. Considerando os últimos doze meses, os juros médios para pessoas jurídicas caíram 2,47%.</p>
<p>Para o vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, as reduções podem ser atribuídas a quatro fatores: “bom momento por que passa a economia brasileira, mesmo com a pequena redução da atividade econômica; maior oferta de crédito, mesmo considerando uma redução no ritmo dos empréstimos; maior competição no sistema financeiro; e a queda da taxa básica de juros (Selic) promovida pelo Banco Central no último dia 19”.</p>
<p>Segundo a entidade, a perspectiva é de que as taxas de juros voltem a cair nos próximos meses por conta de prováveis novas reduções da Selic.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/taxa-media-de-juros-para-pessoa-fisica-e-a-menor-desde-1995/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uso de cartão de crédito aumenta e de talão de cheques cai</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/uso-de-cartao-de-credito-aumenta-e-de-talao-de-cheques-cai/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/uso-de-cartao-de-credito-aumenta-e-de-talao-de-cheques-cai/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 12:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cartão]]></category>
		<category><![CDATA[cheque]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=7415</guid>
		<description><![CDATA[ A quantidade de pagamentos com cartões de débito e de crédito  aumentou 23% no ano passado, enquanto a emissão de cheques caiu 7,1%,  mantendo a tendência de queda verificada nos últimos anos. No todo,  juntando cheques, cartões, boletos de cobrança, convênios de arrecadação  e transferências, a movimentação do sistema financeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A quantidade de pagamentos com cartões de débito e de crédito  aumentou 23% no ano passado, enquanto a emissão de cheques caiu 7,1%,  mantendo a tendência de queda verificada nos últimos anos. No todo,  juntando cheques, cartões, boletos de cobrança, convênios de arrecadação  e transferências, a movimentação do sistema financeiro nacional cresceu  9% em relação a 2009. Os índices constam do <em>Adendo Estatístico – 2010</em>, divulgado nesta quarta-feira, 15, pelo Banco Central (BC).</p>
<p>No que diz respeito ao atendimento das instituições financeiras, o canal <em>internet</em>, <em>home</em> e <em>office banking</em> – ou seja, o atendimento bancário pelo computador pessoal ou do  trabalho – foi o mais utilizado pelos clientes, com expansão de 26,7% no  ano. Já os pagamentos por meio do débito direto, predominantemente  intrabancário no mercado interno, tiveram baixa expressividade em termos  relativos e representaram apenas 4% do total de transações bancárias.</p>
<p>A publicação mostra ainda que a quantidade de terminais onde se fazem  transações com cartão de pagamento manteve-se estável, ao contrário do  crescimento acentuado em anos anteriores. Nas redes de comunicação de  dados em alta velocidade, permanece elevada a relação de 917 terminais  por grupo de 1 milhão de habitantes. Em contrapartida, o índice de uso  dessas redes continua baixo, comparado a outros países, porque ainda é  pequeno o nível de interoperabilidade e compartilhamento das redes no  país.</p>
<p>De acordo com o <em>Adendo Estatístico – 2010</em>, o sistema de  pagamentos brasileiro precisa ter mais iniciativas no sentido de  aumentar a utilização da plataforma de débito direto autorizado. A  publicação também aponta a necessidade de ganhos de eficiência em  infraestrutura, de modo a aumentar o nível de interoperabilidade e de  compartilhamento nas redes de autoatendimento.</p>
<p>Stênio Ribeiro/Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/uso-de-cartao-de-credito-aumenta-e-de-talao-de-cheques-cai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa do BC confirma que brasileiros usam cada vez menos cheques</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[cheques]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3891</guid>
		<description><![CDATA[ Os cheques são usados cada vez menos pelos brasileiros, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central (BC). A quantidade de cheques com liquidação entre os bancos caiu de 1,967 bilhão, em 2004, quando a pesquisa começou a ser feita pelo BC, para 1,233 bilhão no ano passado. Em 2008, foram 1,373 bilhão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Os cheques são usados cada vez menos pelos brasileiros, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central (BC). A quantidade de cheques com liquidação entre os bancos caiu de 1,967 bilhão, em 2004, quando a pesquisa começou a ser feita pelo BC, para 1,233 bilhão no ano passado. Em 2008, foram 1,373 bilhão de cheques liquidados.</p>
<p>Por outro lado, o valor médio desse instrumento aumentou em cerca de 6%, na comparação entre o ano passado (R$ 884) e 2008 (R$835). Em 2004, o valor médio era de R$ 510. Segundo o relatório, os cheques estão sendo substituídos pelos cartões de crédito ou débito nas operações de valores mais baixos. Na avaliação do BC “há, portanto, espaço para criação de facilidades adicionais que possibilitem pagamentos de maior valor comandados eletronicamente a partir do ponto de venda”.</p>
<p>O relatório também mostra que o cartão de crédito continua sendo o principal meio de pagamento em número de transações. Foram 2,777 bilhões no ano passado contra 2,52 bilhões em 2008. O valor médio dessas operações ficou em R$ 92 no ano passado. O cartão de débito foi usado em 2,309 bilhões de transações em 2009 (ante 2,097 bilhões em 2008), com valor médio de R$ 53. A transferência de crédito passou de 1,718 bilhão em 2008 para 1,848 bilhão de transações no ano passado, com média de R$ 3 mil por transação.</p>
<p>Kelly Oliveira / Agência Brasil<br />
Edição: Vinicius Doria</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/pesquisa-do-bc-confirma-que-brasileiros-usam-cada-vez-menos-cheques/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caixa tem lucro 72% maior no primeiro trimestre do que no mesmo período de 2009</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/caixa-tem-lucro-72-maior-no-primeiro-trimestre-do-que-no-mesmo-periodo-de-2009/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/caixa-tem-lucro-72-maior-no-primeiro-trimestre-do-que-no-mesmo-periodo-de-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 12:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[blog economia]]></category>
		<category><![CDATA[caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[cef]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3650</guid>
		<description><![CDATA[ A Caixa Econômica Federal registrou lucro de R$ 777,5 milhões no primeiro trimestre do ano, de acordo com balanço divulgado pela instituição. O valor foi 72,1% maior do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado. O patrimônio líquido da Caixa atingiu R$ 13,7 bilhões com aumento de 10,4% ante o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A Caixa Econômica Federal registrou lucro de R$ 777,5 milhões no primeiro trimestre do ano, de acordo com balanço divulgado pela instituição. O valor foi 72,1% maior do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado. O patrimônio líquido da Caixa atingiu R$ 13,7 bilhões com aumento de 10,4% ante o primeiro trimestre do ano passado.</p>
<p>A presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, disse que além do crédito imobiliário, o bom desempenho do banco também contou com o crédito comercial que registrou aumento de 41,8%, chegando a R$ 47,3 bilhões. A inadimplência das operações comerciais recuou de 3,8% para 3,2%. “Isso significa que a qualidade dos tomadores desse crédito é melhor do que a do ano passado”.</p>
<p>Os depósitos totais alcançaram um saldo de R$ 190,7 bilhões, aumento de 11,1%. O destaque ficou para os R$ 113,3 bilhões referentes à poupança que cresceu 16,2% e a participação no mercado que cresceu 33,96%. Os depósitos à vista registraram saldo de R$ 17,7 bilhões, 42,3% a mais do que no primeiro trimestre do ano passado.  </p>
<p>“O que temos visto, de forma geral, é que o país vai crescer este ano. Nossa expectativa é a de crescimento em todos os setores da economia. Então esperamos crescer com o Brasil, ou seja, vamos continuar ofertando crédito à pessoa física e jurídica&#8221;.</p>
<p>Flávia Albuquerque / Agência Brasil<br />
Edição: Rivadavia Severo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/caixa-tem-lucro-72-maior-no-primeiro-trimestre-do-que-no-mesmo-periodo-de-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crédito X Poupar</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/credito-x-poupar/</link>
		<comments>http://www.oeconomista.com.br/credito-x-poupar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 04:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=3588</guid>
		<description><![CDATA[ Conseguir um empréstimo ou financiamento está cada vez mais fácil. As instituições financeiras e as lojas de varejo estão oferecendo crédito para aquisição dos móveis até a compra da própria casa.
A quantidade de ofertas para aquisição de bens duráveis é gigante, basta vermos as revistas de grande circulação e poderemos verificar que a maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Conseguir um empréstimo ou financiamento está cada vez mais fácil. As instituições financeiras e as lojas de varejo estão oferecendo crédito para aquisição dos móveis até a compra da própria casa.</p>
<p>A quantidade de ofertas para aquisição de bens duráveis é gigante, basta vermos as revistas de grande circulação e poderemos verificar que a maior parte é de propaganda de eletrônicos e lançamentos de imóveis.</p>
<p>Mas o consumidor pode perguntar o que tem em comum nestes dois tipos de produtos e qual a relação com as linhas de crédito?</p>
<p>Há uma igualdade enorme, pois as lojas e instituições financeiras conhecem o poder de consumo médio das pessoas e monitoram o desejo de consumir, passando então a oferecer formas de pagamentos para os objetos de desejo, do tamanho que se encaixem no bolso do consumidor.</p>
<p>Vamos buscar na memória as últimas aquisições que realizamos, compra do carro, geladeira, celular roupa, presente do dias das crianças, dos namorados ou da casa própria, certamente a grande maioria das pessoas fez esta compra adequando o valor da prestação ao salário.</p>
<p>Os consumidores mais atentos podem estar falando que é óbvio adequar a prestação da casa e do carro ao salário, pois os valores são altos e guardar todo o dinheiro é muito mais difícil ou quase impossível.</p>
<p>Diria que parte é verdade, mas quando falamos de compras de aparelhos de celular, roupas, ferro de passar e tantos outros produtos que os consumidores têm as mesmas práticas.</p>
<p>Quem não se lembra da propaganda &#8220;quer pagar quanto&#8221;, talvez isto explique o grande sucesso dos canais de vendas pela televisão.</p>
<p>Nas propagandas de venda de carro, dá-se a impressão de estar comprando uma casa, pois os prazos são bastante similares 72 e até 84 vezes sem entrada.</p>
<p>O perigo deste crédito facilitado é que nos dá a sensação no curto prazo de satisfação da conquista no médio e longo prazo temos todas as outras contas para pagar e o que compramos já passou da hora de ser trocado.</p>
<p>O consumidor em geral sempre terá que colocar o valor da prestação em seu orçamento, mas também deve fazer conta da diferença de valores entre as parcelas e os diferentes prazos, daí poderão chegar à conclusão que a diferença do valor das parcelas não é tão grande em prazos maiores, portanto sendo melhor ter prazos menores.</p>
<p>Uma alternativa muito mais econômica é poupar e certamente é a chave-mestra do sucesso financeiro. Sabemos como é importante termos algum recurso para os tempos difíceis e melhor ainda para poupar e investir. Gastar menos do que se ganha nos trás oportunidades e segurança para realizarmos nossos projetos pessoais.<br />
Gastarmos antes, através do crédito amplamente oferecido nas lojas ao invés de pouparmos para depois gastar é um grande desafio, pois não estamos habituados ou até mesmo não sabemos.<br />
Para mudar esse hábito é preciso começar a entender a diferença entre poupar, economizar e investir.<br />
Economizar é gastarmos menos do que ganhamos e fazemos isso, normalmente, para manter nossas contas em ordem ou para os tempos difíceis.<br />
Poupar é para realizarmos projetos, uma viagem, a casa própria, o carro entre tantos outros.<br />
Investimento é para ganharmos dinheiro e aumentarmos nossas riquezas e que no futuro servirão para realizar outros sonhos ou um futuro mais tranqüilo.<br />
Se você não se sente seguro para tomar estas decisões, pergunte a quem você conhece que tem estas habilidades, pois onde não há conselhos fracassam os projetos.</p>
<p>Escute e tire suas conclusões, pois também é ser sábio não dar ouvido a todas as palavras, desconfie de grandes resultados de investimentos feitos, ganho do passado não representa necessariamente ganhos no futuro.</p>
<p>Vale à pena fazer conta e se preparar para as aquisições futuras.</p>
<p><em>Por: Marco César de Oliveira : Economista &#8211; PUC/SP, MBA Gestão Empresarial &#8211; FIA/USP, palestrante, Professor na UNIFIEO, sócio da CORPORATE Management Consulting</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oeconomista.com.br/credito-x-poupar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced)

Served from: www.oeconomista.com.br @ 2012-02-07 14:52:38 -->
