O Economista » desemprego http://www.oeconomista.com.br Blog de Economia Fri, 09 May 2014 21:09:56 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.8.1 Copyright © O Economista 2010 celso@humantech.com.br (O Economista) celso@humantech.com.br (O Economista) posts http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg O Economista » desemprego http://www.oeconomista.com.br 144 144 Blog de Economia O Economista O Economista celso@humantech.com.br no no Cai a oferta de emprego na construção civil do país em março http://www.oeconomista.com.br/cai-a-oferta-de-emprego-na-construcao-civil-do-pais-em-marco/ http://www.oeconomista.com.br/cai-a-oferta-de-emprego-na-construcao-civil-do-pais-em-marco/#comments Mon, 05 May 2014 20:53:15 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16596
Cai a oferta de emprego na construção civil do país em março

Nível de emprego no setor da construção civil diminui 0,10% em março sobre fevereiro. Das cinco regiões do país, apenas o Sul teve elevação.

Depois de se manter em alta nos meses de janeiro e fevereiro, o nível de emprego no setor da construção civil diminuiu 0,10%, em março sobre fevereiro, segundo a pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP ) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Das cinco regiões do país, apenas o Sul indicou elevação, empregando 0,39% mais pessoas do que em fevereiro, com a abertura de 1.958 vagas.

A redução do índice foi considerada atípica para o período. “Na construção civil, a queda do emprego em um mês como março não é usual. Entretanto, é cedo para dizer que isso será uma tendência para os próximos meses”, disse, por meio de nota, o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe.

Na comparação com março do ano passado, porém, houve crescimento de 1,27%, e no acumulado do trimestre, alta de 1,65%, com a criação de 57,1 mil postos de trabalho. O número de pessoas empregadas somou 3,5 milhões.

Watanabe observou que, enquanto alguns estados eliminaram vagas, outros ampliaram as contratações, como foi o caso de São Paulo, ao que ele atribuiu à finalização das obras por conta da Copa do Mundo e também aos empreendimentos residenciais. São Paulo teve expansão de 0,14% sobre fevereiro, com 1.192 empregos, e, no trimestre, alta de 1,76%, com um saldo de 15,1 mil trabalhadores entre demissões e contratações. Das dez regiões paulistas pesquisadas, cinco apresentaram queda no período (Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos e Bauru).

Já nas regiões do país, o Norte reduziu as oferta em 0,15%, eliminando 321 postos de trabalho; o Nordeste teve queda de 0,48%, com o corte de 3.639 empregos; o Sudeste diminuiu 0,06%, com 1.055 vagas suprimidas; e, no Centro-Oeste, houve recuo de 0,18%, equivalente a 542 contratações a menos do que em fevereiro.

O SindusCon-SP também divulgou nesta segunda-feira, 5, a pesquisa conjunta com a FGV de torno do Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil, que teve elevação de 0,15% em abril sobre março e um avanço acumulado no quadrimestre de 0,51%, com o valor do metro quadrado em R$ 1.105,20. Em 12 meses, o valor aumentou 7,42%. Na comparação com março, a mão de obra ficou 0,03% mais cara e os materiais de construção, 0,35%.

Marli Moreira / Agência Brasil.
Edição: Davi Oliveira.

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Desemprego aumenta nas regiões pesquisadas pelo Dieese e pela Seade http://www.oeconomista.com.br/desemprego-aumenta-nas-regioes-pesquisadas-pelo-dieese-e-pela-seade/ http://www.oeconomista.com.br/desemprego-aumenta-nas-regioes-pesquisadas-pelo-dieese-e-pela-seade/#comments Wed, 30 Apr 2014 20:45:40 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16584
Desemprego aumenta nas regiões pesquisadas pelo Dieese e pela Seade

Agora, número de desempregados no país já chega a quase 2,3 milhões de pessoas.

A taxa de desemprego aumentou no conjunto das seis regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). O índice passou de 10,3%, em fevereiro, para 11%, em março. Foram eliminados 137 mil postos de trabalho, o que elevou o total de desempregados para quase 2,3 milhões de pessoas.

De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada nesta quarta-feira, 30, na capital paulista, o nível de ocupação caiu 1,5% em Porto Alegre, 1,3% em Fortaleza, 1,2% no Recife, 0,9% em Belo Horizonte, 0,5% em São Paulo, e 0,2% em Salvador.

A indústria de transformação cortou 88 mil vagas, com queda de 3,1%; a construção civil eliminou 26 mil postos, queda de 1,7%; o comércio e a reparação de veículos automotores e motocicletas reduziu as vagas em 24 mil, um recuo de 0,7%; e o segmento de serviços manteve-se estável, segundo a PED.

Marli Moreira / Agência Brasil.
Edição: Graça Adjuto.

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Governo deve agir para evitar agravamento da crise nas montadoras http://www.oeconomista.com.br/governo-deve-agir-para-evitar-agravamento-da-crise-nas-montadoras/ http://www.oeconomista.com.br/governo-deve-agir-para-evitar-agravamento-da-crise-nas-montadoras/#comments Tue, 29 Apr 2014 14:06:41 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16572
Governo deve agir para evitar agravamento da crise nas montadoras

Situação das montadoras no Brasil está ficando cada vez mais crítica. O ministro Guido Mantega afirmou que governo vai atuar para resolver a situação.

Uma das dificuldades atuais das montadoras para dar vazão aos estoques que se acumulam nos pátios das fábricas é a exportação à Argentina, que está em baixa. Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo vai atuar para liberar os entraves existentes e minimizar este problema.

Mantega deu várias declarações na segunda-feira, 28, enquanto participava de seminários em São Paulo. Ele garantiu que o governo não vai deixar nenhum setor aumentar o desemprego, criticou a baixa liberação de crédito para a compra de novos automóveis no país e afirmou que nenhum setor importante para a formulação do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas do país) ficará sem estímulos.

Na semana passada, pelo menos 8,2 mil funcionários foram afastados das fábricas da Volksvagen, Fiat e GM. A Volvo anunciou na segunda-feira que vai dar férias coletivas aos seus funcionários da fábrica de Curitiba por conta da baixa produtividade. Na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a montadora anunciou um programa de demissão voluntária para liberar 2 mil empregados, considerados excedentes.

Com informações do portal G1 e do jornal O Estado de S. Paulo.

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Quase em crise, setor automobilístico propõe ação para salvar empregos http://www.oeconomista.com.br/quase-em-crise-setor-automobilistico-propoe-acao-para-salvar-empregos/ http://www.oeconomista.com.br/quase-em-crise-setor-automobilistico-propoe-acao-para-salvar-empregos/#comments Tue, 22 Apr 2014 14:36:57 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16538
Quase em crise, setor automobilístico propõe ação para salvar empregos

Com estoques cheios, queda nas vendas e diminuição das exportações, montadoras e sindicatos buscam alternativas para salvar empregos e evitar crise no setor.

O medo de uma crise no setor automobilístico diante do acúmulo de estoques com a queda nas vendas e na exportação de automóveis está levando empresários e sindicalistas a buscarem uma solução para evitar impactos negativos nos níveis de emprego do setor. A adoção de programas de demissão voluntária (PDV) e as férias coletivas, atualmente utilizadas, não são vistas como as melhores soluções.

Para o Sindicato dos Metalúrgicos, a melhor alternativa seria um sistema adotado na Alemanha, onde os trabalhadores são afastados, mas não demitidos em tempos de crise. Os salários continuam sendo pagos e bancados a maior parte pelo governo. Outra fatia, menor, cairia na conta da própria empresa e até o trabalhador daria a sua “contribuição”, embora em escala reduzida.

Hoje, um dos mecanismos ao qual as montadoras recorrem é o lay-off. Nele, o funcionário é afastado e tem parte dos vencimentos bancados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), do Ministério do Trabalho. Mas essa modalidade é limitada a cinco meses, enquanto no novo modelo proposto valeria por, pelo menos, dois anos.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, o fato de a Alemanha ter sido menos afetada pela crise europeia é mérito da manutenção dos postos de trabalho no país. “Vários países na Europa têm programas nessa linha, mas nossa base é o modelo alemão, o mais eficiente”, acredita.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, acredita ser importante um plano como este para o Brasil. Segundo ele, tanto a economia quanto o setor automotivo têm ciclos de crescimento e baixa, o que justifica a adoção de um plano de manutenção das vagas de emprego.

Só neste ano, 1,5 mil trabalhadores já foram dispensados das montadoras por conta do menor ritmo no setor. Para cada uma dessas vagas, em média, de três a cinco empregos da cadeia produtiva ficam comprometidas. No ano passado, as vendas caíram 0,9%. No primeiro trimestre de 2014 também houve retração, de 2,1% em relação ao mesmo período de 2013.

Com informações do Estado de S. Paulo.

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Confira no podcast os destaques da semana http://www.oeconomista.com.br/confira-no-podcast-os-destaques-da-semana/ http://www.oeconomista.com.br/confira-no-podcast-os-destaques-da-semana/#comments Fri, 11 Apr 2014 21:00:39 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16501
Confira no podcast os destaques da semana

Número de vendas de imóveis novos em São Paulo é o menor desde 2004 para o primeiro bimestre.

Investigação no varejo. Gigantes do varejo brasileiro estão sendo investigadas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), vinculado ao Ministério da Justiça, por suspeita de impor venda casada de modo abusivo de seguros, garantias estendidas e planos odontológicos sem o consentimento do cliente, ou de modo forçado. A abertura de processo administrativo contra essas empresas foi publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira, 9. Se condenadas, a multa pode chegar a R$ 7,2 milhões para cada empresa.

Mercado imobiliário. As vendas de imóveis residenciais novos, na capital paulista, tiveram o resultado mais baixo para o primeiro bimestre do ano desde 2004. Segundo balanço do Sindicato da Habitação de São Paulo, em janeiro e fevereiro foram vendidas 2.011 unidades, 27,5% menos que as 2.775 residências comercializadas no mesmo período de 2013.

Inflação. A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,92% em março deste ano. Os alimentos foram os principais responsáveis pelo resultado. O índice acumulado em 12 meses é 6,15%.

Emprego. Na quinta-feira, 10, o IBGE divulgou os dados de um levantamento que revela a criação de 1,575 milhão de empregos nas cinco grandes regiões do país em um ano. Percentualmente, a taxa da população ocupada cresceu, em um ano, 0,2%.

Confira os detalhes no podcast.

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http://www.oeconomista.com.br/confira-no-podcast-os-destaques-da-semana/feed/ 0 00:01:01 [caption id="attachment_14967" align="alignleft" width="150"] Número de vendas de imóveis novos em São Paulo é o menor desde 2004 para o primeiro bimestre.[/caption] Investigação no varejo. Gigantes ... [caption id="attachment_14967" align="alignleft" width="150"] Número de vendas de imóveis novos em São Paulo é o menor desde 2004 para o primeiro bimestre.[/caption] Investigação no varejo. Gigantes do varejo brasileiro estão sendo investigadas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), vinculado ao Ministério da Justiça, por suspeita de impor venda casada de modo abusivo de seguros, garantias estendidas e planos odontológicos sem o consentimento do cliente, ou de modo forçado. A abertura de processo administrativo contra essas empresas foi publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira, 9. Se condenadas, a multa pode chegar a R$ 7,2 milhões para cada empresa. Mercado imobiliário. As vendas de imóveis residenciais novos, na capital paulista, tiveram o resultado mais baixo para o primeiro bimestre do ano desde 2004. Segundo balanço do Sindicato da Habitação de São Paulo, em janeiro e fevereiro foram vendidas 2.011 unidades, 27,5% menos que as 2.775 residências comercializadas no mesmo período de 2013. Inflação. A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,92% em março deste ano. Os alimentos foram os principais responsáveis pelo resultado. O índice acumulado em 12 meses é 6,15%. Emprego. Na quinta-feira, 10, o IBGE divulgou os dados de um levantamento que revela a criação de 1,575 milhão de empregos nas cinco grandes regiões do país em um ano. Percentualmente, a taxa da população ocupada cresceu, em um ano, 0,2%. Confira os detalhes no podcast. Destaques, Podcasts celso@humantech.com.br no no
IBGE: país criou mais de 1,5 milhão de empregos em um ano http://www.oeconomista.com.br/ibge-pais-criou-mais-de-15-milhao-de-empregos-em-um-ano/ http://www.oeconomista.com.br/ibge-pais-criou-mais-de-15-milhao-de-empregos-em-um-ano/#comments Thu, 10 Apr 2014 20:52:05 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16492
IBGE: país criou mais de 1,5 milhão de empregos em um ano

Em um ano, país criou 1,575 milhão de novos postos de trabalho nas cinco grandes regiões do Brasil, informa IBGE. Foto: Agência Brasil.

Dados divulgados nesta quinta-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, entre o quarto trimestre de 2012 e o quarto trimestre de 2013, foram criados 1,575 milhão de empregos nas cinco grandes regiões do país.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Continuada (Pnad Continuada) que constatou que o nível de ocupação do país no quarto trimestre de 2013 chegou a 57,3% da população ocupada, o equivalente a 91,881 milhões de trabalhadores.

Percentualmente, a taxa da população ocupada cresceu em um ano 0,2 ponto percentual, ao passar de 57,1% para 57,3% entre o quarto trimestre de 2012 e o quarto trimestre de 2013 (de 90,306 milhões para 91,881 milhões). Do terceiro  para o quarto trimestres do ano passado este crescimento também foi 0,2 ponto percentual (de 91,175 milhões para 91,881 milhões).

Os números da Pnad Continuada indicam, ainda, que os 6,2% da taxa de desocupação verificada no quarto trimestre do ano passado, ao refletir uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao indicador do quarto trimestre de 2012, indica também a queda no número da população desocupada (ou procurando trabalho) – de 6,653 milhões para 6,052 milhões.

Nielmar de Oliveira / Agência Brasil.
Edição: Valéria Aguiar.

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Medo do desemprego aumenta e satisfação com a vida diminui, diz CNI http://www.oeconomista.com.br/medo-do-desemprego-aumenta-e-satisfacao-com-a-vida-diminui-diz-cni/ http://www.oeconomista.com.br/medo-do-desemprego-aumenta-e-satisfacao-com-a-vida-diminui-diz-cni/#comments Mon, 07 Apr 2014 13:46:02 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=16458
Medo do desemprego aumenta e satisfação com a vida diminui, diz CNI

Medo do desemprego entre os brasileiros aumenta 0,8% entre dezembro de 2013 e março último. Enquanto isso, satisfação com a vida recua 1% no período.

O brasileiro teme mais o desemprego e está menos satisfeito com a vida, revela a pesquisa trimestral Termômetros da Sociedade Brasileira, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).  O Índice do Medo do Desemprego (IMD) aumentou 0,8% entre dezembro de 2013 e março último, saindo de 73 pontos para 73,6 pontos, enquanto o Índice de Satisfação com a Vida (ISD) recuou 1% no mesmo período, caindo de 103,2 pontos para 102,2 pontos.

Na comparação com março de 2013, o IMD subiu mais, 6,7%, e de forma generalizada, disseminando-se praticamente em todos os perfis da pesquisa (por sexo, idade, grau de instrução, renda familiar) e nos domicílios (região, condição e tamanho do município). Por região, a exceção foi o Nordeste, onde o temor do desemprego permaneceu estável em março último sobre o mesmo mês de 2013.

O aumento do medo do desemprego entre dezembro de 2013 e março passado cresceu conforme a renda familiar, sendo mais alto entre os brasileiros de maior renda, segundo a pesquisa: subiu de 3% (entre aqueles de renda familiar até um salário mínimo) a 14,2% (entre aqueles com renda familiar acima de 10 salários mínimos). O levantamento revela ainda que, comparativamente a março de 2013, a satisfação com a vida recuou 2,2%.

A amostragem foi realizada para a CNI pelo Ibope Inteligência entre 14 e 17 de março, com 2002 entrevistas em 141 municípios e divulgada na sexta-feira, 4.

Com informações da Assessoria de Imprensa da CNI.

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Podcast. Brasil é menos desigual, mas tem mais impostos e imóveis mais caros http://www.oeconomista.com.br/podcast-brasil-e-menos-desigual-mas-tem-mais-impostos-e-imoveis-mais-caros/ http://www.oeconomista.com.br/podcast-brasil-e-menos-desigual-mas-tem-mais-impostos-e-imoveis-mais-caros/#comments Fri, 24 Jan 2014 19:52:49 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=15926
Podcast. Brasil é menos desigual, mas tem mais impostos e imóveis mais caros

Brasil é menos desigual, mas tem uma das maiores cargas tributárias e o mercado de imóveis mais valorizado do planeta.

Quem está pensando em comprar um imóvel, ou mesmo investir, o momento é de cautela. Embora os preços tenham mais que dobrado nos últimos cinco anos, a taxa de valorização tem diminuído a cada ano, segundo levantamento do Banco Central. Mesmo com essa desaceleração, o ritmo de avanço dos preços dos imóveis no Brasil é um dos maiores do mundo.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Oxfam divulgaram nesta semana um estudo detalhando o impacto da crise financeira mundial que abalou o planeta em 2008. Cinco anos após o ocorrido, as duas entidades revelam a preocupação com o nível de desemprego e desigualdade no mundo. Se ritmo atual permanecer, a previsão é de que, em 2018, 215 milhões de pessoas não tenham emprego. De acordo com os dados, 85 indivíduos controlam uma renda equivalente ao que ganham 3,5 bilhões de pessoas juntas. Um dos pontos principais do Fórum Econômico Mundial, que está ocorrendo em Davos, na Suíça, é o quanto a desigualdade social põe o planeta em risco.

Esse mesmo estudo da Organização Mundial do Trabalho apontou o Brasil como um dos países que está tendo sucesso na redução das desigualdades. Esse foi um dos motivos, inclusive, que animou a presidente Dilma Rousseff a participar do fórum. Lá no encontro em Davos, o executivo-chefe para América Latina do Itaú Unibanco, Ricardo Villela Marino, apresentou uma estimativa de que até 2016, 75% da população brasileira estará na classe média.

Apesar dessa boa visão internacional das iniciativas sociais no Brasil, a carga tributária do país continua uma das maiores do mundo e acima da média da América Latina. Mas, dessa vez, outro país está ainda pior que o Brasil. É a Argentina, segundo pesquisa divulgada nesta semana pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Ouça os detalhes no podcast.

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Caged mostra que média salarial na admissão cresceu 2,59% em 2013 http://www.oeconomista.com.br/caged-mostra-que-media-salarial-na-admissao-cresceu-259-em-2013/ http://www.oeconomista.com.br/caged-mostra-que-media-salarial-na-admissao-cresceu-259-em-2013/#comments Wed, 22 Jan 2014 11:34:17 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=15883
Caged mostra que média salarial na admissão cresceu 2,59% em 2013

Além do aumento do salário, em 2013 foram criados 1,1 milhão de novos postos de trabalho formais.

Além de apontar um saldo positivo de 1,1 milhão de empregos formais criados ao final de 2013, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na terça-feira, 21, pelo Ministério do Trabalho, mostram crescimento de 2,59% da média salarial no momento da admissão, com relação a 2012. Foi registrada uma média de R$ 1.104,12 em 2013, quando em 2012 a média alcançou R$ 1.076,23.

O Caged aponta ainda que os últimos dez anos apresentaram um crescimento constante nos salários médios de admissão. De 2003, quando a média era R$ 772,58, até 2013, houve um aumento real de 42,91%. Ainda se observa, no entanto, uma diferença entre os salários de homens e mulheres. A média salarial, também de admissão, dos homens, ao final do ano passado, chegou a R$ 1.167,01. O salário médio das mulheres, no mesmo período, alcançou R$ 1.000,36.

Os dados de 2013 também mostram que a média salarial por admissão dos habitantes da Região Sudeste é a mais alta do país, com R$ 1.188,93. A Região Sul ficou em segundo lugar, com uma média de R$ 1.048,69. A Região Nordeste tem a menor média, com R$ 953,09. Em relação à média por estado, São Paulo (R$ 1.254,26) e Rio Janeiro (R$ 1.253,27) apresentam melhores valores do país.

Marcelo Brandão / Agência Brasil.
Edição: Davi Oliveira.

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Após cinco anos da crise, mundo tem menos empregos e mais super-ricos http://www.oeconomista.com.br/apos-cinco-anos-da-crise-mundo-tem-menos-empregos-e-mais-super-ricos/ http://www.oeconomista.com.br/apos-cinco-anos-da-crise-mundo-tem-menos-empregos-e-mais-super-ricos/#comments Tue, 21 Jan 2014 12:34:19 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=15865
Após 5 anos da crise, mundo tem menos empregos e mais super-ricos

Uma das preocupações da OIT é com os jovens: além de haver muitos desempregados no mundo, aproximadamente 1 bilhão dentre os que estão ocupados exercem suas funções em condições inadequadas, ganhando menos de US$ 2 por dia.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Oxfam divulgaram nesta segunda-feira, 20, um estudo detalhando o impacto da crise financeira mundial que abalou o planeta em 2008. Cinco anos após o ocorrido, as duas entidades revelam a preocupação com o nível de desemprego no mundo, que já atinge 202 milhões de pessoas – aproximadamente o total da população brasileira – além da crescente desigualdade social no planeta.

No sentido inverso, o Brasil é classificado como um país que mostra “significativo sucesso” em reduzir as desigualdades. O estudo ainda aponta os investimentos públicos na área social e o aumento do salário mínimo em mais de 50% desde 2003 como medidas essenciais para diminuir as mazelas sociais do país. Mas de nenhuma maneira o restante do mundo vivencia ações parecidas.

A retomada gradativa da economia no planeta não tem recomposto, na mesma medida, a quantidade de postos de trabalho. Se ritmo atual permanecer, a previsão é de que, em 2018, 215 milhões de pessoas não tenham emprego. O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, classifica a situação como “muito séria”. “Precisamos repensar todas as políticas. A crise não vai acabar até que as pessoas voltem a trabalhar”, alerta.

Desde 2008, um excedente de 32 milhões de pessoas procura emprego, sem sucesso. Outras 30 milhões desistiram de ingressar no mercado de trabalho. Hoje, o total da população desempregada mundialmente chega a 6%.

Mesmo com dados impressionantes num público generalizado, uma das maiores preocupações da OIT é com os jovens. Entre estes, 13,1% estão desempregados. E mesmo os que trabalham, segundo a entidade, não estão exercendo suas funções em condições adequadas: 375 milhões ganham menos de US$ 1,25 por dia e outros 839 milhões recebem menos de US$ 2.

De acordo com os dados, atualmente, 1% da população mundial detém metade da riqueza global. Ou seja, 85 indivíduos controlam uma renda equivalente ao que ganham 3,5 bilhões de pessoas juntas. Os dez mais ricos da Europa mantêm fortunas que alcançam o valor de todos os pacotes de resgate aos países da região entre 2008 e 2010 – cerca de US$ 200 bilhões. Para a diretora da Oxfam, Winnie Byanyima, isso não é fruto do acaso. “A concentração de renda aconteceu por um processo em que a elite levou o processo político a desenhar regras no sistema econômico que a favorecessem”, diz.

Com isso, os esforços para a redução da pobreza no planeta ficaram comprometidos, enquanto a renda dos mais ricos cresce ainda mais. Nos Estados Unidos, por exemplo, 95% do crescimento gerado após a crise de 2008 ficou nas mãos de 1% da população.

Esses dados foram publicados na véspera do Fórum Econômico Mundial, que começa nesta terça-feira, 21, em Davos. A presidente Dilma Rousseff estará presente no evento. Pela primeira vez em mais de 40 anos da entidade, os organizadores reconhecem a desigualdade como o maior risco para o planeta.

Com informações do Estado de S. Paulo.

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