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	<title>O Economista &#187; desemprego</title>
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		<title>O Economista &#187; desemprego</title>
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		<title>Podcast. Desemprego na Europa está diminuindo a população do continente</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/podcast-desemprego-na-europa-esta-diminuindo-a-populacao-do-continente/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 20:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desemprego é recorde na Europa e cada vez menor no Brasil. Apesar disso, por aqui, inflação preocupa. Mesmo desonerados, preço dos alimentos continua subindo. Ouça no podcast.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13297" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13297" title="Ec1005_castSX" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Ec1005_castSX-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Desemprego está causando forte onda migratória na Europa.</p></div>
<p>A crise que persiste desde 2008 na Europa está provocando a maior onda migratória na região em 50 anos. A maioria de desempregados são jovens com formação superior. Por aqui, o índice de emprego avançou. O setor apresentou expansão de 0,2% em março com relação a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês de 2012, o crescimento foi de meio por cento.</p>
<p>Apesar dos bons números de emprego, os preços dos produtos que compõem a cesta básica dos brasileiros subiram, em abril, em 12 das 18 capitais onde o Dieese faz o acompanhamento das variações mensais. A alta dos alimentos foi um dos principais motivos para que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrasse expansão de 0,55% em abril deste ano, segundo o IBGE. Apesar disso, depois de registrar um índice de 6,59% em março, estourando a meta do governo, o IPCA acumulado em 12 meses voltou a ficar nos patamares aceitáveis, que varia de 2,5% a 6,5%.</p>
<p>Ouça no podcast.</p>
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A crise que persiste desde 2008 na Europa está provocando a maior onda migratória ...</itunes:subtitle>
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A crise que persiste desde 2008 na Europa está provocando a maior onda migratória na região em 50 anos. A maioria de desempregados são jovens com formação superior. Por aqui, o índice de emprego avançou. O setor apresentou expansão de 0,2% em março com relação a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês de 2012, o crescimento foi de meio por cento.

Apesar dos bons números de emprego, os preços dos produtos que compõem a cesta básica dos brasileiros subiram, em abril, em 12 das 18 capitais onde o Dieese faz o acompanhamento das variações mensais. A alta dos alimentos foi um dos principais motivos para que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrasse expansão de 0,55% em abril deste ano, segundo o IBGE. Apesar disso, depois de registrar um índice de 6,59% em março, estourando a meta do governo, o IPCA acumulado em 12 meses voltou a ficar nos patamares aceitáveis, que varia de 2,5% a 6,5%.

Ouça no podcast.</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Desemprego na América Latina é o menor em 20 anos</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/desemprego-na-america-latina-e-o-menor-em-20-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 14:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[América Latina tem o menor índice de desemprego em 20 anos. Em contrapartida, crise na Europa se intensifica e Espanha tem quase 30% da população sem trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13152" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13152" title="Hard Work 3" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Ec2504_mSX-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Desemprego nos países latinos é o menor em 20 anos. Já na Europa, Espanha tem 27,16% da população sem trabalho.</p></div>
<p>O desemprego na América Latina e no Caribe atingiu 6,4% em 2012. Este é o menor nível em 20 anos e representa uma queda em relação ao ano anterior, quando o índice alcançou 6,7%. As informações são da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).</p>
<p>Em contrapartida, na Europa, a situação é preocupante. Dados divulgados nesta quinta-feira, 25, pela Enquete de População Ativa (EPA), mostram que na Espanha, por exemplo, o número de trabalhadores desempregados é recorde e já ultrapassa a marca de seis milhões de pessoas, cerca de 27,16% da população. Só nos três primeiros meses deste ano, 237.400 pessoas ficaram desempregadas. O aumento do desemprego é a consequência mais grave da crise econômica que afeta toda a Europa desde 2008.</p>
<p>Os resultados negativos da economia no continente europeu foi um dos motivos que afetaram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina em 2012, que, segundo a Cepal, fechou o ano passado com uma média de crescimento em 3%. O desempenho da economia latina só não foi pior por causa dos bons números do mercado de trabalho.</p>
<p>Apesar do baixo crescimento em diversos países do continente, a Cepal ressaltou que a demanda interna foi uma das principais impulsionadoras do crescimento regional em 2012. Além da queda do desemprego, a entidade mencionou a expansão do crédito para as famílias como fator essencial para a manutenção da demanda e do consumo interno. No caso da América Central e do Caribe, o aumento da remessa de emigrantes para esses países contribuiu para não desaquecer a renda da população.</p>
<p>O levantamento da Cepal leva em conta o desemprego aberto urbano, abrangendo apenas moradores das cidades que estão procurando emprego. De acordo com a entidade, a boa fase do mercado de trabalho fez o total de desempregados na região diminuir em 400 mil no ano passado. No entanto, cerca de 15 milhões de pessoas permanecem sem trabalho nas zonas urbanas da região.</p>
<p>Para 2013, a expectativa para crescimento médio da região caiu de 3,8% para 3,5%. Segundo a Cepal, o baixo dinamismo da maioria das economias do continente, a manutenção das incertezas internacionais e a recuperação mais lenta que o previsto do PIB no Brasil e na Argentina contribuíram para a redução das estimativas para este ano.</p>
<p>Com informações da Agência Brasil e do portal G1.</p>
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		<title>Podcast: Gasolina fica mais cara nas refinarias</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/podcast-gasolina-fica-mais-cara-nas-refinarias/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 20:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gasolina fica mais cara nas refinarias. Mantega diz que Brasil deve crescer entre 3% e 4% em 2013. Desemprego é o menor da história. Índice de Confiança de Serviço começa 2013 em alta. Ouça no podcast.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_12456" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12456" title="Ec0102_cast" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Ec0102_cast1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Gasolina ficou mais cara nesta semana nas refinarias. </p></div>
<p>A Petrobras reajustou em 6,6% o valor da gasolina e 5,4% o preço do diesel nas refinarias. A correção passou a valer na quarta-feira, 30, e deve ser repassada integralmente às bombas porque o governo já zerou, no ano passado, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) o principal tributo do combustível, para evitar corrigir o preço naquela época.</p>
<p>Ainda nesta semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que economia brasileira deverá crescer entre 3% e 4% neste ano. Em 2012 a economia se expandiu pouco nos seis primeiros meses do ano, mas cresceu o dobro no segundo semestre. Este indicativo, segundo o ministro, é um sinal de que essa trajetória de avanço deve permanecer em 2013 e nos outros anos.</p>
<p>O IBGE divulgou a taxa de desemprego do país, que é a menor da série histórica (avaliada desde março de 2002). O índice ficou em 4,6% em dezembro e fechou o ano de 2012 em 5,5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME).</p>
<p>O setor de serviços também registrou otimismo. O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), iniciou 2013 em alta, com um crescimento de 1,1% na comparação de janeiro deste ano com dezembro de 2012.</p>
<p>Acompanhe os detalhes no podcast.</p>
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		<itunes:subtitle>[caption id="attachment_12456" align="alignleft" width="150" caption="Gasolina ficou mais cara nesta semana nas refinarias. "][/caption]

A Petrobras reajustou em 6,6% o valor da gasolina e 5,4% o preço ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>[caption id="attachment_12456" align="alignleft" width="150" caption="Gasolina ficou mais cara nesta semana nas refinarias. "][/caption]

A Petrobras reajustou em 6,6% o valor da gasolina e 5,4% o preço do diesel nas refinarias. A correção passou a valer na quarta-feira, 30, e deve ser repassada integralmente às bombas porque o governo já zerou, no ano passado, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) o principal tributo do combustível, para evitar corrigir o preço naquela época.

Ainda nesta semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que economia brasileira deverá crescer entre 3% e 4% neste ano. Em 2012 a economia se expandiu pouco nos seis primeiros meses do ano, mas cresceu o dobro no segundo semestre. Este indicativo, segundo o ministro, é um sinal de que essa trajetória de avanço deve permanecer em 2013 e nos outros anos.

O IBGE divulgou a taxa de desemprego do país, que é a menor da série histórica (avaliada desde março de 2002). O índice ficou em 4,6% em dezembro e fechou o ano de 2012 em 5,5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

O setor de serviços também registrou otimismo. O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), iniciou 2013 em alta, com um crescimento de 1,1% na comparação de janeiro deste ano com dezembro de 2012.

Acompanhe os detalhes no podcast.</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Podcast: Brasil não é mais a sexta economia mundial</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/brasil-nao-e-mais-a-sexta-economia-mundial/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 19:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil foi ultrapassado pelo Reino Unido e caiu da sexta para a sétima posição entre as maiores economias do planeta de acordo com a Economist Intelligence Unit (EIU). E a situação pode piorar, já que os presidentes da Câmara e do Senado decidiram adiar a votação do Orçamento 2013 para o ano que vem, o que pode prejudicar os investimentos da União.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_12069" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12069 " title="Ec2112_cast" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Ec2112_cast-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Para Dilma, um dos principais gargalos do país é a infraestrutura. Para reverter o fraco crescimento econômico, a aposta do governo agora são os aeroportos.</p></div>
<p>O Brasil foi ultrapassado pelo Reino Unido e caiu da sexta para a sétima posição entre as maiores economias do planeta, de acordo com a Economist Intelligence Unit (EIU). E a situação pode piorar, já que os presidentes da Câmara e do Senado decidiram adiar a votação do Orçamento 2013 para o ano que vem, o que pode prejudicar os investimentos da União.</p>
<p>Um dos próximos setores a receber aporte do governo são os aeroportos. Nesta semana foi anunciado mais de R$ 7,3 bilhões de reais para melhorias nos terminais regionais, além do anúncio de que os aeroportos de Confins (MG) e Galeão (RJ) passarão à iniciativa privada. De acordo com a presidenta Dilma Rousseff, há um “gargalo de infraestrutura” no país que o governo está trabalhando para resolver. Os investimentos em logística, aliados a decisões tomadas ao longo deste ano, segundo Dilma, aumentam a expectativa de crescimento do PIB em 2013.</p>
<p>Confira mais detalhes das principais informações da semana no podcast.</p>
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		<itunes:summary>[caption id="attachment_12069" align="alignleft" width="150" caption="Para Dilma, um dos principais gargalos do país é a infraestrutura. Para reverter o fraco crescimento econômico, a aposta do governo agora são os aeroportos."][/caption]

O Brasil foi ultrapassado pelo Reino Unido e caiu da sexta para a sétima posição entre as maiores economias do planeta, de acordo com a Economist Intelligence Unit (EIU). E a situação pode piorar, já que os presidentes da Câmara e do Senado decidiram adiar a votação do Orçamento 2013 para o ano que vem, o que pode prejudicar os investimentos da União.

Um dos próximos setores a receber aporte do governo são os aeroportos. Nesta semana foi anunciado mais de R$ 7,3 bilhões de reais para melhorias nos terminais regionais, além do anúncio de que os aeroportos de Confins (MG) e Galeão (RJ) passarão à iniciativa privada. De acordo com a presidenta Dilma Rousseff, há um “gargalo de infraestrutura” no país que o governo está trabalhando para resolver. Os investimentos em logística, aliados a decisões tomadas ao longo deste ano, segundo Dilma, aumentam a expectativa de crescimento do PIB em 2013.

Confira mais detalhes das principais informações da semana no podcast.</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<item>
		<title>Criação de novos postos de trabalho é 23,6% menor que no ano passado</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/criacao-de-novos-postos-de-trabalho-e-236-menor-que-no-ano-passado/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De janeiro a novembro deste ano o Brasil criou 1,77 milhão de novas vagas de empregos formais. O resultado é 23,6% menor do que o mesmo período do ano passado, quando foram criados 2,32 milhões de novas postos de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_12027" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12027  " title="Ec1912_v" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Ec1912_v-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Criação de vagas formais de emprego até novembro deste ano foi 23,6% menor que no mesmo período de 2011.</p></div>
<p>De janeiro a novembro deste ano o Brasil criou 1,77 milhão de novas vagas de empregos formais. O resultado é 23,6% menor do que o mesmo período do ano passado, quando foram criados 2,32 milhões de novas postos de trabalho. Em novembro, o saldo ficou em 46.095: 1.624.306 admissões contra 1.578.211 demissões no período. Em outubro, o saldo líquido havia sido de 66.988, sem ajustes. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta quarta-feira, 19, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>
<p>Dois oito setores pesquisados, apenas dois tiveram aumento na quantidade de novas contratações em novembro: Comércio, com criação 109.617 postos de trabalho, e Serviços, com 41.538. Construção Civil e Agricultura fecharam 41.567 e 32.733 vagas, respectivamente. A Indústria de Transformação reduziu 26.110 vagas.</p>
<p>Outros setores que registraram diminuição dos postos de trabalho foram a Administração Pública (2.615 postos a menos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (1.811 vagas fechadas) e Extração Mineral, (menos 224 empregos).</p>
<p>O Sul do país foi a região com o maior índice de criação de novas vagas, com a abertura de 29.562 postos de trabalho. Na outra ponta, a região que teve o pior desempenho foi a Centro-Oeste, com o fechamento de 14.820 vagas. Entre os estados, o melhor índice foi do Rio Grande do Sul (15.759 novos empregos) e o pior foi Goiás (8.649 vagas a menos).</p>
<p>Com informações do Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Crise deixou 13 milhões de mulheres desempregadas no mundo</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/crise-deixou-13-milhoes-de-mulheres-desempregadas-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 12:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 13 milhões de mulheres ficaram desempregadas no mundo todo por conta da crise econômica internacional, de acordo com o relatório Tendências Mundiais de Emprego das Mulheres 2012, divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). No mundo, 29 milhões de pessoas perderam o emprego e outras 2,5 milhões deverão entrar nessa situação em 2013 como consequência da crise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_12001" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12001" title="Mulheres desempregadas no mercado de trabalho" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Ec1812_m-150x150.jpg" alt="Mulher desempregada no mercado de trabalho" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Crise econômica deixou pelo menos 13 milhões de mulheres desempregadas no mundo: 0,7% mais que homens.</p></div>
<p>Pelo menos 13 milhões de mulheres ficaram desempregadas no mundo todo por conta da crise econômica internacional, de acordo com o relatório Tendências Mundiais de Emprego das Mulheres 2012, divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). No mundo, 29 milhões de pessoas perderam o emprego e outras 2,5 milhões deverão entrar nessa situação em 2013, como consequência da crise.</p>
<p>O desemprego feminino merece destaque porque, de acordo com a OIT, a taxa de emprego entre elas era 0,7% maior que a dos homens. Desde 2009, quando os países começaram a ficar abalados pelas crises, 6,4% das mulheres no mundo estão desempregadas contra 5,7% dos homens. A OIT não espera redução desses números antes de 2017.</p>
<p>Em nota, a diretora executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, Michelle Bachelet, que contribuiu com o relatório, explicou que “embora as mulheres contribuam para a economia e a produtividade em todo o mundo, continuam enfrentando muitos obstáculos que lhes impedem realizar seu pleno potencial econômico. Isso não somente inibe as mulheres, mas também representa um freio ao rendimento econômico e ao crescimento”, disse.</p>
<p>De acordo com os dados da organização, metade das mulheres no mundo trabalha com serviços, um terço na agricultura e um sexto na indústria. Nos países desenvolvidos, pelo menos 85% das mulheres se concentram nas áreas da saúde ou da educação. Para a OIT, isso é um indício de que as mulheres estão mais limitadas nas escolhas de emprego.</p>
<p>No mundo, 39,9% das mulheres estão inclusas no mercado de trabalho. Mas a diferença da participação feminina no mundo profissional é díspare entre os países. Enquanto na Jordânia apenas 16% das mulheres trabalham, na Tanzânia esse número chega a 90%. Como ambos são países em desenvolvimento, o órgão acredita que o estado econômico de cada nação não é suficiente para explicar essa diferença. No Brasil, 60% das mulheres estão no mercado de trabalho.</p>
<p>Com informações da revista IstoÉ.</p>
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		<title>Negros são os que mais sofrem com o desemprego</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 12:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de maioria da população economicamente ativa (PEA), os negros são os que mais sofrem com o desemprego. Os dados constam da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), referente a 2011, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceira com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Ministério do Trabalho (MTE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_11716" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-11716" title="Ec2011_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Ec2011_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">De acordo com o levantamento, a remuneração dos negros é inferior em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. </p></div>
<p>Apesar de maioria da população economicamente ativa (PEA), os negros são os que mais sofrem com o desemprego. Os dados constam da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), referente a 2011, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceira com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Ministério do Trabalho (MTE). O levantamento, divulgado na segunda-feira, 19, leva em consideração as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, do Recife, de Salvador, São Paulo e do Distrito Federal.</p>
<p>Nas regiões pesquisadas, verificou-se uma participação superior da população negra na PEA, comparada à da parcela não negra. De acordo com a pesquisa, à exceção de Fortaleza e Porto Alegre, onde as taxas de participação de negros e não negros eram semelhantes em 2011, nas demais regiões, as inserções no mercado de trabalho dos negros foram sempre mais elevadas.</p>
<p>Em Belo Horizonte, 57,3% da população negra participam da PEA, ante 56,7% da população não negra; no Distrito Federal o percentual é 63,7% (negra) e 62,7% (não negra); em Fortaleza, negra (58,1%) e não negra (58,4%); Porto Alegre, negra (57%) e não negra (57,1%); no Recife, 54,7% (negra) e 54,3% (não negra), em Salvador, negra (56,5%) e não negra (56,4%); e São Paulo, 63,7% (negra) e 62,9%(não negra).</p>
<p>“Apesar da intensidade da presença dos negros no mercado de trabalho metropolitano, esse segmento populacional ainda convive com patamares de desemprego mais elevados. No último ano, a proporção de negros no contingente de desempregados na maioria das regiões foi superior a 60%, exceto nas regiões metropolitanas de Porto Alegre (18,2%) e São Paulo (40,0%)”, diz a pesquisa.</p>
<p>Quando a análise é com base na cor da pele e também no sexo, destaca-se a discriminação sobre as mulheres negras – que sofrem as mais elevadas taxas de desemprego em comparação aos demais grupos, inclusive as mulheres não negras. Na região metropolitana do Recife, a taxa de desemprego das mulheres negras (18,1%) e de não negras (13,60%).Em Fortaleza, mulheres negras (11%) e não negras (9,9%).</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que a remuneração dos negros é inferior em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. Em Salvador e São Paulo, a hora trabalhada dos negros correspondia, respectivamente, a 60,9% e 61%. As situações menos desiguais foram encontradas em Fortaleza e Porto Alegre, onde os valores das horas trabalhadas dos ocupados negros equivaliam a 73,3% e 70,6% dos não negros, respectivamente.</p>
<div id="_mcePaste">Bruno Bocchini / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Aécio Amado.</div>
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		<title>Governo quer reduzir jornada de trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 12:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Para indústria, redução na jornada vai aumentar os custos de produção.
O governo federal já está discutindo a possibilidade de reduzir a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas por semana. A medida, que encontra grande apoio e está na pauta sindical há anos, é justificada pelo fato de, segundo o governo, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_11458" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-11458" title="Ec2910_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Ec2910_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Para indústria, redução na jornada vai aumentar os custos de produção.</p></div>
<p>O governo federal já está discutindo a possibilidade de reduzir a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas por semana. A medida, que encontra grande apoio e está na pauta sindical há anos, é justificada pelo fato de, segundo o governo, o brasileiro já estar trabalhando menos. A proposta pode entrar em vigor até o fim do governo Dilma.</p>
<p>Autoridades do governo já disseram à imprensa que &#8220;o brasileiro já está trabalhando menos, então uma mudança constitucional não provocaria a polêmica que causaria alguns anos atrás&#8221;. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de janeiro a setembro deste ano, 51,5 milhões de trabalhadores formais cumpriram jornada de 40,4 horas semanais, em média.</p>
<p>Para o diretor de relações do trabalho do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), José Silvestre, a redução da jornada de trabalho é consequência dos ganhos crescentes de produtividade que permitiram acordos coletivos em diversas categorias para reduzirem a jornada.</p>
<p>Mas a proposta encontra resistência entre os empresários, especialmente do setor industrial. Segundo eles, a mudança aumentaria os custos de produção porque seria necessário contratar mais funcionários no caso de uma possível redução na jornada. A construção civil também teria problemas em se adaptar às novas normas, já que nem mesmo a jornada de 44 horas semanais é respeitada e os trabalhadores deste setor costumam cumprir horários ainda mais longos.</p>
<p>Para o secretário executivo do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar, o desafio é manter o ritmo de crescimento mesmo com tais alterações na lei. &#8220;Vivemos um período onde a taxa de desemprego despencou, ao mesmo tempo em que o rendimento tem aumentado em todas as categorias, e a jornada tem caído. O desafio, agora, é manter toda essa engrenagem funcionando&#8221;, acredita.</p>
<p>Com informações do Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Emprego na indústria cai 0,1% em agosto</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 20:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Nos oito primeiros meses deste ano, houve recuo de 1,4% nas vagas de emprego com relação ao mesmo período de 2011.
O emprego na indústria apresentou variação negativa de 0,1% em agosto ante o mês de julho, informou nesta quarta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho o índice registrou acréscimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_11295" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-11295 " title="Ec1010_v" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Ec1010_v-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Nos oito primeiros meses deste ano, houve recuo de 1,4% nas vagas de emprego com relação ao mesmo período de 2011.</p></div>
<p>O emprego na indústria apresentou variação negativa de 0,1% em agosto ante o mês de julho, informou nesta quarta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho o índice registrou acréscimo de 0,2%.</p>
<p>O acumulado nos oito primeiros meses de 2012 aponta recuo de 1,4% frente a igual período do ano passado. Nos últimos 12 meses encerrados em agosto a taxa variou -1%.</p>
<p>O total de empregados diminuiu em 14 dos 18 ramos de atividade pesquisados. Os piores índices foram identificados no setor de vestuário (-12,1%), têxtil (-7%) e calçados e couro (-6,1%).</p>
<p>O estado de São Paulo registrou o pior índice da indústria (-3,2%), acompanhado por Santa Catarina (-1,5%), Ceará (-2,8%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e Bahia (-2,6%). No Paraná e em Minas Gerais o número de trabalhadores empregados na indústria subiu 2,8% e 1,0%, respectivamente.</p>
<div id="_mcePaste">Flávia Villela / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Beto Coura.</div>
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		<title>Empresas com alta rotatividade podem ser taxadas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 13:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Segundo o Dieese, setor de construção civil é o que tem o maior índice de rotatividade.
Para reduzir os gastos da União com o seguro-desemprego e garantir mais estabilidade ao trabalhador, o governo estuda a possibilidade de mudar a legislação para diminuir a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro. A ideia é criar taxas extras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_11234" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Ec0810_m.jpg" rel="lightbox[11233]"><img class="size-thumbnail wp-image-11234 " title="Ec0810_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Ec0810_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o Dieese, setor de construção civil é o que tem o maior índice de rotatividade.</p></div>
<p>Para reduzir os gastos da União com o seguro-desemprego e garantir mais estabilidade ao trabalhador, o governo estuda a possibilidade de mudar a legislação para diminuir a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro. A ideia é criar taxas extras para as empresas que tiverem índices de demissão maiores que as concorrentes e barreiras para acessar o seguro-desemprego, além da unificação do abono salarial com o salário família. Por outro lado, empresas que registrarem números de demissões abaixo da média, terão descontos nos tributos.</p>
<p>Para o governo, algumas empresas demitem sem justificativa, trocando os funcionários somente para diminuir custos, com salários mais baixos e menos benefícios.</p>
<p>As propostas estão sendo elaboradas pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) e pelos ministérios do Trabalho, Fazenda, Previdência e Planejamento e serão apresentadas às centrais sindicais antes de serem encaminhadas ao Congresso Nacional.</p>
<p>O presidente da Central Sindical de Profissionais (CSP), Antônio Neto, diz que a proposta pode ser benéfica aos trabalhadores. &#8220;O governo já fez isso com a questão de acidente de trabalho, e deu resultado. Quando pega no bolso, sempre ajuda&#8221;, avaliou. Já o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS) e vice-presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), Luigi Nese, diz ser contrário a qualquer nova forma de taxação às empresas: “O governo quer desonerar, e não onerar as empresas”, defendeu.</p>
<p>Para o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, as causas das demissões são muito variadas, o que exige estudos mais aprofundados antes de qualquer tomada de decisão. Do contrário, a medida terá pouco efeito: “Pode inibir uma parte das demissões, que são essas espúrias, feitas com o objetivo de reduzir salário&#8221;, disse.</p>
<p>Com informações do Estado de S. Paulo.</p>
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