O Economista » desemprego http://www.oeconomista.com.br Blog de Economia Wed, 06 May 2015 20:48:16 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.8.7 Copyright © O Economista 2010 celso@humantech.com.br (O Economista) celso@humantech.com.br (O Economista) posts http://www.oeconomista.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg O Economista » desemprego http://www.oeconomista.com.br 144 144 Blog de Economia O Economista O Economista celso@humantech.com.br no no IBGE: Desemprego de março sobe a 6,2% e atinge maior nível desde 2012 http://www.oeconomista.com.br/ibge-desemprego-de-marco-sobe-a-62-e-atinge-maior-nivel-desde-2012/ http://www.oeconomista.com.br/ibge-desemprego-de-marco-sobe-a-62-e-atinge-maior-nivel-desde-2012/#comments Tue, 28 Apr 2015 14:32:48 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=18069
IBGE: Desemprego de março sobe a 6,2% e atinge maior nível desde 2012

e fevereiro para março, o índice de desemprego registrado pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE subiu de 5,9% para 6,2%. (Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)

A taxa de desemprego do mês de março deste ano subiu de 5,9% para 6,2%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta terça-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O nível ficou 1,2% acima dos 5% registrados no mesmo mês do ano passado. É o pior resultado para o período desde 2012.

Segundo analistas do Instituto, a queda na ocupação é uma tendência comum no primeiro trimestre do ano. Em números, a população desocupada cresceu para 1,5 milhão no mês passado, uma alta de 23,1% ante a 2014. Já o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado permaneceu estável em 11,5 milhões.

Das regiões metropolitanas pesquisadas, as que registraram o maior índice de desemprego foram Salvador (12%), Recife (8,1%) e Porto Alegre (5,1%).

Além do emprego, os dados da pesquisa também registraram queda no valor do salário. O rendimento médio caiu de R$ 2.196,76 para R$ 2.134,60, um recuo de quase 3%. Em março do ano passado, o valor estava em R$ 2.200,85, segundo o IBGE. Esta redução mensal foi sentida principalmente nos setor de construção (-5,6%) e, se comparado com o rendimento do ano passado, o comércio foi a atividade mais atingida (-5,2%).

Com informações da Agência Brasil, do portal G1 e da Folha de São Paulo.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/ibge-desemprego-de-marco-sobe-a-62-e-atinge-maior-nivel-desde-2012/feed/ 0
Depois de trimestre difícil, Brasil volta a gerar emprego, em março http://www.oeconomista.com.br/depois-de-trimestre-dificil-brasil-volta-a-gerar-emprego-em-marco/ http://www.oeconomista.com.br/depois-de-trimestre-dificil-brasil-volta-a-gerar-emprego-em-marco/#comments Thu, 23 Apr 2015 20:57:48 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=18039
O ministro Manoel Dias admitiu que a corrupção investigada pela lava-jato teve impacto negativo nos empregos da Petrobras (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

O ministro Manoel Dias admitiu que a corrupção investigada pela lava-jato teve impacto negativo nos empregos da Petrobras (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

O Brasil gerou 19.282 vagas formais de trabalho em março deste ano. É uma alta significativa, se comparada aos números de dezembro a fevereiro, que somaram 50,3 mil demissões, principalmente nas áreas de Construção Civil e da Indústria, reflexo da desaceleração econômica. Os dados são do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 23, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado foi positivo também se comparado ao mês de março de 2014, que apresentou a geração de 13.117 postos de trabalho. A alta foi de 47% em um ano.

O setor que mais contratou foi o de Serviços, que gerou 53,8 mil empregos, compensando demissões em segmentos como Agricultura, Construção Civil e Indústria, que apresentaram baixas no mês passado. O comércio também cresceu em número de trabalhadores, com 2.684 contratações.

Mesmo assim, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou em nota que a operação Lava-Jato, da Polícia Federal, continua afetando negativamente os contratos da Petrobras. Contudo, Dias espera que, com a divulgação do balanço auditado divulgado na quarta-feira [link], a empresa deva se recuperar.

Com informações do jornal O Globo, do Estado de São Paulo e da Folha de São Paulo.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/depois-de-trimestre-dificil-brasil-volta-a-gerar-emprego-em-marco/feed/ 0
Número de empregos na indústria cai 0,5% de janeiro para fevereiro http://www.oeconomista.com.br/numero-de-empregos-na-industria-cai-05-de-janeiro-para-fevereiro/ http://www.oeconomista.com.br/numero-de-empregos-na-industria-cai-05-de-janeiro-para-fevereiro/#comments Fri, 17 Apr 2015 20:49:27 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=18010
Número de empregos na indústria cai 0,5% de janeiro para fevereiro

De janeiro para fevereiro o número de empregos na indústria sofreu uma queda de 0,5% e, se comparado ao segundo mês de 2014, a baixa foi de 4,5%.

A indústria teve queda de 0,5% em seus postos de trabalho de janeiro para fevereiro deste ano. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada nesta sexta-feira, 17 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o segundo recuo consecutivo do emprego industrial, pois, em janeiro, houve redução de 0,2% na comparação com o mês anterior (dezembro).

O emprego industrial teve piora em todos os indicadores e tipos de comparações feitas pelo IBGE. Os postos de trabalho tiveram queda de 4,5% na comparação com fevereiro do ano passado, 4,3% no acumulado do ano e 3,6% em 12 meses.

O número de horas pagas recuou 0,1% na comparação com janeiro deste ano, 5,2% em relação a fevereiro de 2014, 5,2% no acumulado do ano e 4,4% em 12 meses. Já a folha de pagamento real caiu 0,9% em relação ao mês anterior, 6,1% na comparação com fevereiro do ano passado, 5,2% no acumulado do ano e 2,5% em 12 meses.

Na comparação com fevereiro de 2014, houve queda no emprego industrial nos 18 ramos de atividade pesquisados pelo IBGE, sendo as principais observadas nos segmentos de meios de transporte (-8,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-12,2%), produtos de metal (-9,4%) e outros produtos da indústria de transformação (-8,5%).

Agência Brasil.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/numero-de-empregos-na-industria-cai-05-de-janeiro-para-fevereiro/feed/ 0
Terceirização: nova regulamentação pode piorar relações trabalhistas http://www.oeconomista.com.br/terceirizacao-nova-regulamentacao-pode-piorar-relacoes-trabalhistas/ http://www.oeconomista.com.br/terceirizacao-nova-regulamentacao-pode-piorar-relacoes-trabalhistas/#comments Thu, 16 Apr 2015 17:39:15 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=18001
Terceirização: nova regulamentação pode piorar relações trabalhistas

“Na verdade os empregadores foram atraídos pelo canto da sereia, contudo, estão absolutamente equivocados.” – Ricardo Pereira de Freitas

A terceirização das relações trabalhistas deverá ganhar novos rumos nos próximos dias. O Projeto de Lei 4330/2004, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 8 de abril, mas que ainda possivelmente sofrerá algumas alterações, simplesmente piora o que já estava ruim. E piora para ambos os lados: empresas e trabalhadores.

Na verdade os empregadores foram atraídos pelo canto da sereia, contudo, estão absolutamente equivocados. Explique-se. Dois pontos do projeto atraem a crença dos empregadores de que o projeto lhes favorece: o poder terceirizar qualquer atividade e a impossibilidade de vínculo de emprego entre os empregados do prestador e o tomador.

O primeiro ponto, se observado com calma, é atrativo apenas na questão financeira. Ou seja, para uma inicial economia da empresa na contratação. Contudo, se ela contratar empresas que cobram muito barato e, portanto, não remuneram corretamente seus empregados, esses tomadores, na forma do projeto aprovado, continuam a ter responsabilidade subsidiaria. E pior, caso esse terceirizado subcontrate outra empresa, o que é possível na forma do projeto, certamente se a prestação de serviços continuar sendo em favor do tomador desse subcontratado, a responsabilidade irá ser declarada pela Justiça do Trabalho.

Vale observar ainda que com essas sub das sub das subcontratações, cada vez mais se afasta o tomador de serviços e o contratante, inviabilizando, assim, que o próprio tomador controle se verbas e direitos trabalhistas estão sendo pagos corretamente. Em outras palavras, adia-se a dívida do tomador, mas não resolve o problema.

Já com relação a impossibilidade da declaração da relação de emprego, vale recordar que outro milagre como esse foi vendido aos empregadores quando se inseriu na CLT a mesma impossibilidade de reconhecimento da relação de emprego entre cooperados e a empresa que os contratava. Quase a totalidade desses empregados que ingressaram com a ação buscando a relação de emprego, mesmo sendo cooperados, viram seu vínculo declarado. Isso ocorre, porque a lei trabalhista (CLT), em seu artigo 9º, dita: “Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação”. É a regra legal de imperatividade da norma, se aplicando o princípio da realidade da relação. Ou seja, caso se demonstre os elementos da relação de emprego ente um terceiro e o tomador de serviços, não obstante seja permitida a terceirização, a declaração de emprego será reconhecida pela Justiça do Trabalho, e disso não há dúvida.

Importante deixar claro que o trabalhador poderá continuar buscando seus direitos junto a Justiça do Trabalho, mas não há dúvida que a regra inserida no texto da lei irá realmente precarizar o salário e outros direitos do trabalhador no seu cotidiano.

Vale destacar também que no caso de subcontratação de uma empresa de prestação por outra de prestação, responsabilizando ambas solidariamente não resolve, tendo em vista que geralmente ambas são pequenas e não conseguirão responder pelos débitos do empregado. Nessa hipótese, o empregado tentará receber de duas empresas que não terão patrimônio suficiente, o que apenas reafirma a precarização.

Por fim, entendo que a regulamentação dessa forma não é o melhor caminho. Seria conveniente que se mantivesse com clareza a questão de “atividade-fim” com impedimento para terceirizar, e permissão para terceirizar a “atividade-meio”. Esse formato aprovado talvez favoreça apenas uma instituição, que pouco tem feito pelos empregados, chamada sindicato.

 

* Ricardo Pereira de Freitas Guimarães é doutor e mestre em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor de Direito e Processo do Trabalho da pós-graduação da PUC-SP e sócio fundador do escritório Freitas Guimarães Advogados Associados.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/terceirizacao-nova-regulamentacao-pode-piorar-relacoes-trabalhistas/feed/ 0
Após protestos pelo Brasil, votação da terceirização é adiada na Câmara http://www.oeconomista.com.br/apos-protestos-pelo-brasil-votacao-da-terceirizacao-e-adiada-na-camara/ http://www.oeconomista.com.br/apos-protestos-pelo-brasil-votacao-da-terceirizacao-e-adiada-na-camara/#comments Thu, 16 Apr 2015 16:45:52 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17997
Após protestos pelo Brasil, votação da terceirização é adiada na Câmara

O Projeto de Lei 4.330/2004 foi alvo de passeatas e manifestações por todo o país. A mudança de regras sobre a terceirização preocupa lideranças sindicais e trabalhadores.

A votação do projeto de lei que pretende mudar as regras para as terceirizações foi adiada em uma semana. A decisão foi tomada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), na quarta-feira, 15. A votação ficou para o próximo dia 22, dia seguinte ao feriado de Tiradentes.

Entenda o projeto de lei que pretende mudar as regras das terceirizações no país. http://colla.bo/1eOQl

Depois da aprovação do texto integral pela comissão responsável na sexta-feira, 9, várias emendas foram feitas no PL, o que causou confusão generalizada no Congresso. Segundo Eduardo Cunha, o adiamento ocorreu após discussão com líderes de grandes partidos em posicionamentos opostos ao projeto como o PT e o PSDB.

Alguns analistas, porém, acreditam que a votação vai atrasar por conta dos protestos que ocorreram em todo o país no dia da votação. Depois da repercussão negativa da semana passada, líderes sindicais e de movimentos contrários à proposta marcaram passeatas em todo o Brasil.

Em São Paulo, as lojas da avenida Oscar Freire foram fechadas durante a manifestação que, segundo organizadores, reuniu cerca de 30 mil pessoas. Já a Polícia Militar fala em 2,5 mil manifestantes.

Os protestos ocorreram em 23 estados e no Distrito Federal e atingiram grandes centros como o Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Curitiba e Belo Horizonte.

O Projeto de Lei está parado até a próxima semana, quando o Congresso volta a se reunir para discutir e votar.

Com informações do Estado de São Paulo, do Valor Econômico e do El País Brasil.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/apos-protestos-pelo-brasil-votacao-da-terceirizacao-e-adiada-na-camara/feed/ 0
Taxa de desemprego chega aos 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-desemprego-chega-aos-74-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro/ http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-desemprego-chega-aos-74-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro/#comments Thu, 09 Apr 2015 14:37:35 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17948
Marcos Santos/USP Imagens Carteira de trabalho

Segundo o IBGE, o índice de desemprego no período de dezembro de 2014 a fevereiro deste ano alcançou 7,4%, a mesma taxa do trimestre encerrado em junho de 2013.

A taxa de desemprego do trimestre encerrado em fevereiro deste ano chegou aos 7,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual trimestral é o maior desde junho de 2013, que também foi de 7,4%. Os dados fora divulgados nesta quinta-feira, 9, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O número de pessoas desempregadas chegou a 7,4 milhões.

No mesmo período do ano passado, o índice foi de 6,8%. Já a renda média do trabalhador em 2015 chegou a R$ 1.817, um valor 1,1% maior que o da média dos três meses encerrados em fevereiro de 2014. Descontando a inflação, a alta foi de 0,7%.

A massa total de rendimento real recebida por todos os trabalhadores alcançou R$ 162,112 milhões, uma alta de 0,7% em relação ao trimestre encerrado em novembro e, se comparado aos três meses encerrados em fevereiro do ano passado, esta alta foi de 2,2%.

A Pnad contínua, do IBGE, está substituindo gradualmente a tradicional Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e, por conta da nova metodologia, contempla períodos trimestrais. O levantamento é feito em 3.464 dos mais de 5.500 municípios do país.

Com informações da Agência Brasil e do jornal O Globo.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-desemprego-chega-aos-74-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro/feed/ 0
Índice de desemprego de fevereiro chega a 5,9% em fevereiro http://www.oeconomista.com.br/indice-de-desemprego-de-fevereiro-chega-a-59-em-fevereiro/ http://www.oeconomista.com.br/indice-de-desemprego-de-fevereiro-chega-a-59-em-fevereiro/#comments Thu, 26 Mar 2015 14:45:02 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17883
Índice de desemprego de fevereiro chega a 5,9% em fevereiro

Desemprego de fevereiro teve alta de 0,8% em relação ao mesmo período do ano passado. É o maior percentual para o mês desde 2011, quando chegou a 6,4%.

A taxa de desemprego no país atingiu o nível de 5,9%, o mais alto em fevereiro desde 2011 (quando foi de 6,4%). No mesmo mês do ano passado, a taxa ficou em 5,1%. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 26, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

O índice referente ao número de pessoas ocupadas ficou 1% menor que em janeiro e fechou o mês em 22,8 milhões. Em relação a fevereiro do ano passado, porém, o número é estatisticamente estável. Já o número de desempregados subiu 10% em relação a janeiro e fechou fevereiro em 1,4 milhões de pessoas.

Os setores que mais demitiram no país, nos últimos 12 meses, foram a indústria e a construção, que chegaram a despedir mais de 360 mil trabalhadores.

A economia desacelerando gera também certo desestímulo na busca por vagas, segundo analistas. Isso diminui a busca por uma colocação, um fator isolado das demissões e que influencia parcialmente no índice de desemprego.

Renda

O IBGE também divulgou os resultados do rendimento médio real dos trabalhadores no mês passado, que foi de R$ 2.163,20, ante os R$ 2.194,22 de janeiro: uma redução de 1,4%. Houve queda também em comparação com o ano passado. O rendimento médio foi de R$ 2.174,35 em fevereiro de 2014.

Com informações da Agência Brasil, da Folha de São Paulo e do Estado de São Paulo.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/indice-de-desemprego-de-fevereiro-chega-a-59-em-fevereiro/feed/ 0
Fevereiro tem o pior resultado desde 1999 em número de postos de trabalho http://www.oeconomista.com.br/fevereiro-tem-o-pior-resultado-desde-1999-em-numero-de-postos-de-trabalho/ http://www.oeconomista.com.br/fevereiro-tem-o-pior-resultado-desde-1999-em-numero-de-postos-de-trabalho/#comments Wed, 18 Mar 2015 20:19:45 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17823
AC_Manoel-Dias-divulga-dados-CAGED-Fevereiro-2015_0118032015

O país registrou uma perda de 80,7 mil vagas em 2015. Este fevereiro, com um saldo negativo de 2.415 postos de trabalho, é o pior desde 1999, segundo o Ministério do Trabalho.

Nesta quarta-feira, 18, foram divulgados dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo o relatório, em fevereiro deste ano as contratações ficaram abaixo do número de demissões, com uma diferença de 2.415 vagas. É o pior resultado para o mês desde 1999.

É uma queda brusca se comparada ao ano passado quando, em fevereiro, foram criados 260,8 mil postos formais de trabalho. O mês passado foi o terceiro mês de queda no índice. No acumulado de janeiro e fevereiro, o país registrou o fechamento de 80,7 mil vagas.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou que o resultado não foi excepcional, mas foi positivo na média, demonstrando estabilidade, já que depois dos resultados de janeiro a expectativa era baixa para os dados do Caged.

O setor que mais contratou em fevereiro foi o de serviços, que criou 52,3 mil vagas. A indústria demonstra alguns sinais de recuperação, apresentando o saldo positivo de 2.001 postos de trabalho.

O ministro afirmou ainda que a elevação da cotação do dólar pode ser um fator econômico positivo, pois a alta na moeda norte-americana pode acabar valorizando o produto nacional.

Com informações da Agência Brasil e da Folha de São Paulo.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/fevereiro-tem-o-pior-resultado-desde-1999-em-numero-de-postos-de-trabalho/feed/ 0
Estudo do IBGE aponta para ligeira diminuição da oferta de emprego no país http://www.oeconomista.com.br/estudo-do-ibge-aponta-para-ligeira-diminuicao-da-oferta-de-emprego-no-pais/ http://www.oeconomista.com.br/estudo-do-ibge-aponta-para-ligeira-diminuicao-da-oferta-de-emprego-no-pais/#comments Thu, 12 Mar 2015 14:30:47 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17803
Estudo do IBGE aponta para ligeira diminuição da oferta de emprego no país

Trimestre encerrado em janeiro deste ano mostrou alta no nível de desemprego. Percentual registrado foi de 6,8%: 0,4% maior que o mesmo período do ano passado.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira, 12, os resultados relativos a emprego da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. A taxa de desemprego no semestre fechado em janeiro deste ano foi de 6,8%, o que representa uma alta se comparada ao mesmo período do ano passado, quando ficou em 6,4%.

Nos trimestres anteriores, o instituto registrou uma taxa de 6,5%, na média. Foram analisados para as pesquisas 70.464 domicílios no país e 211 mil residências.

O estudo também trouxe os resultados referentes à remuneração média dos trabalhadores, que ficou em R$ 1.795,53 entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. A cifra está levemente acima dos R$ 1.777,66 registrados no semestre que terminou em outubro.

A perspectiva de contratação vem caindo no país desde o ano passado por conta da elevação da inflação, da contração econômica e da alta dos jutos.

Por ser uma pesquisa muito mais abrangente do que a Pesquisa Mensal do Emprego (PME), também do IBGE, a Pnad Contínua, criada em 2012, costuma apresentar uma taxa maior nos índices avaliados.

O objetivo do Instituto é substituir a PME pela Pnad gradualmente.

Com informações do jornal O Globo, da Reuters e do portal G1.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/estudo-do-ibge-aponta-para-ligeira-diminuicao-da-oferta-de-emprego-no-pais/feed/ 0
Desemprego registra alta em janeiro, o maior nível desde 2013 http://www.oeconomista.com.br/desemprego-registra-alta-em-janeiro-o-maior-nivel-desde-2013/ http://www.oeconomista.com.br/desemprego-registra-alta-em-janeiro-o-maior-nivel-desde-2013/#comments Thu, 26 Feb 2015 14:20:56 +0000 http://www.oeconomista.com.br/?p=17709
Desemprego registra alta em janeiro, o maior nível desde 2013

Nível de 5,3% em janeiro é o maior índice de desemprego desde setembro de 2003, quando o percentual registrado foi de 5,4%. Analistas já esperavam alta para este ano.

O desemprego teve alta em janeiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O nível de 5,3% é 0,5% maior que o mesmo período de 2014 e 1% mais alto que em dezembro. É o percentual mais alto desde setembro de 2013, quando atingiu 5,4%. Os dados da pesquisa foram divulgados nesta quinta-feira, 26.

A maior queda registrada foi no setor privado, em que o número de trabalhadores com carteira assinada caiu 2,1% em relação a dezembro. Nas regiões pesquisadas, a maioria registrou alta no índice.

Apesar da elevação do número de inativos, a média dos salários subiu e atingiu R$ 2.168,80 no primeiro mês de 2015. O rendimento real médio dos trabalhadores também teve alta, chegando a ficar 0,4% acima do valor de dezembro.

Os profissionais de educação, saúde e administração foram os mais beneficiados na alta dos salários, com um aumento médio de 2,2%. Já na área de rendimento e na área de serviços, a remuneração caiu 1,2% e 2,4%, respectivamente.

A expectativa de analistas para o desemprego deste ano era de alta, deixando o indicador por volta dos 5% ao longo de 2015.

Segundo o IBGE, a média de 2014 foi estimada em 4,8%, menor nível registrado desde o início desta série histórica de pesquisas (em 2003, quando o nível era de 12,4%).

Com informações da Folha de São Paulo e da Agência Brasil.

]]>
http://www.oeconomista.com.br/desemprego-registra-alta-em-janeiro-o-maior-nivel-desde-2013/feed/ 0