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	<title>O Economista &#187; desemprego</title>
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		<title>O Economista &#187; desemprego</title>
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		<title>Mundo precisa criar 600 milhões de vagas de emprego em 10 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O mundo precisará criar 600 milhões de empregos na próxima década. O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em relatório, divulgado nessa segunda-feira, 23, intitulado Tendências Mundiais de Emprego 2012. O documento alerta para o fato de que não haverá alterações significativas nas taxas de desemprego em todo o mundo, nos próximos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O mundo precisará criar 600 milhões de empregos na próxima década. O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em relatório, divulgado nessa segunda-feira, 23, intitulado <em>Tendências Mundiais de Emprego 2012</em>. O documento alerta para o fato de que não haverá alterações significativas nas taxas de desemprego em todo o mundo, nos próximos quatro anos. A estimativa é que, neste ano, o número de desempregados atinja 200 milhões e, até 2016, esse número poderá alcançar os 206 milhões.</p>
<p>Caso o cenário econômico tenha uma piora até o fim deste ano, o número de desempregados em todo o mundo poderá atingir mais de 204 milhões e, em 2013, mantendo-se o mesmo cenário, esse número poderá chegar a 209 milhões.</p>
<p>Em 2011, de acordo com o documento, o número de jovens desempregados entre 15 e 24 anos chegou aos 74,8 milhões, isso significa um aumento de mais de 4 milhões desde 2007. O relatório diz ainda que 6,4 milhões de jovens perderam a esperança de encontrar um emprego e deixaram o mercado de trabalho. Aqueles que estão empregados, na maioria, trabalham em postos de meio período ou estão submetidos a contratos temporários.</p>
<p>Segundo a OIT, o número de pessoas empregadas sofreu uma queda entre 2007 e 2010. A taxa de pessoas empregadas em 2007 no mundo todo era 61,2% e, em 2010, caiu para 60,2%, o maior declínio desde 1991. A OIT diz que as projeções para os próximos anos não são boas e é possível que em 2013 seja registrada uma taxa ainda menor do que a de 2010. A organização aponta ainda que, mesmo no melhor cenário, as taxas de criação de empregos não serão suficientes para trazer um aumento significativo dos níveis de emprego.</p>
<p>Ainda de acordo com o relatório, as perspectivas econômicas mundiais são incertas e os níveis de investimento em todo o mundo têm sido desiguais. Nas economias avançadas e na Europa Oriental, os problemas financeiros não foram resolvidos e há altos níveis de incerteza sobre as perspectivas globais. Além disso, há uma menor propensão das famílias ao consumo, o que tem retardado a recuperação dos investimentos empresariais. A lenta recuperação desses investimentos tem trazido efeitos negativos para as taxas de emprego, como o aumento do desemprego.</p>
<p>Por outro lado, as economias emergentes – como o Brasil – têm voltado aos níveis pré-crise de investimento e deverão aumentar essas taxas no médio prazo. No entanto, a desaceleração dos investimentos nas economias mais fortes pode ser prejudicial para as economias em desenvolvimento. A OIT estima que o fortalecimento dos incentivos econômicos pode gerar uma recuperação mais rápida e que um crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, traduzido em valores nominais de US$ 1,2 bilhões, é necessário para absorver a lacuna de empregos criada pela crise financeira.</p>
<p>A OIT acredita que, para lidar com a recessão prolongada criada pela crise financeira internacional e colocar a economia mundial em um caminho sustentável é necessária uma mudança nas políticas públicas. Segundo a entidade, as políticas promovidas no período da crise, de financiamento do déficit público, e a flexibilização monetária não são eficientes. A OIT também sugere que uma maior liquidez financeira poderia ajudar os países, com reflexos na economia mundial. Esse tipo de medida, para o organismo internacional, é um dos pontos necessários para estimular a criação de empregos.</p>
<p>O relatório recomenda ainda uma maior regulação do sistema financeiro para restabelecer a credibilidade e a confiança dos mercados. Isso, conforme a OIT, permitiria que os bancos superassem o risco creditício que se instalou com a crise. Além disso, todas as empresas se beneficiariam com a volta do crédito, o que poderia ajudar na criação de novos empregos.</p>
<p>Roberta Lopes/Agência Brasil</p>
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		<title>Desemprego em novembro é o menor para esse período desde 2002, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O desemprego em novembro ficou em 5,2% e foi o menor para esse mês, desde março de 2002. Em relação a outubro teve queda de 0,6 ponto percentual e, em comparação com novembro de 2010 (5,7%), recuou 0,5 ponto percentual. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O desemprego em novembro ficou em 5,2% e foi o menor para esse mês, desde março de 2002. Em relação a outubro teve queda de 0,6 ponto percentual e, em comparação com novembro de 2010 (5,7%), recuou 0,5 ponto percentual. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A população desocupada, de 1,3 milhão de pessoas, caiu 9,6% em relação a outubro. Comparada a novembro do ano passado, o número recuou 7,9%. A população ocupada (22,8 milhões) cresceu 0,7% ante outubro. No confronto com novembro de 2010, o aumento chegou a 1,9%,com mais 431 mil pessoas ocupadas em 12 meses.</p>
<p>Segundo o IBGE, os 11,2 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado se mantiveram empregados entre outubro e novembro. Na comparação anual, houve elevação de 6,8%, representando mais de 708 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano.</p>
<p>O rendimento médio real habitual dos ocupados de R$ 1.623,40 (o valor mais alto para o mês de novembro desde 2002) não variou em comparação com outubro. Em relação a novembro do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu 0,7%.</p>
<p>O número de pessoas desocupadas caiu em Porto Alegre e em São Paulo entre outubro e novembro (0,8 e 0,6 ponto percentual respectivamente). Na comparação com o ano passado, houve queda também em Recife (2,9 pontos percentuais) e em Belo Horizonte (1,1 ponto percentual). Nas demais regiões ocorreu estabilidade. Nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo, a taxa de desocupação atingiu o menor patamar da série.</p>
<p>O nível da ocupação ficou estimado em 54,3% no total das seis regiões e aumentou 0,3 ponto percentual frente a outubro. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões metropolitanas mantiveram resultados estáveis, exceto Porto Alegre onde o indicador apresentou elevação de 1,1 ponto percentual. Frente a novembro do ano passado, ocorreu variação significativa apenas no Rio de Janeiro (crescimento de 1,9 ponto percentual).</p>
<p>Flávia Villela / Agência Brasil</p>
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		<title>Desemprego cai para 10,1% em outubro e atinge menor patamar desde janeiro de 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A taxa de desemprego em sete regiões metropolitanas (São Paulo, Salvador, Recife, Porto Alegre, Fortaleza, Belo Horizonte e Distrito Federal) caiu de 10,6% da população economicamente ativa (PEA), em setembro, para 10,1%, em outubro. É o menor índice desde janeiro de 2009, quando a apuração passou a ser feita também na região metropolitana de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa de desemprego em sete regiões metropolitanas (São Paulo, Salvador, Recife, Porto Alegre, Fortaleza, Belo Horizonte e Distrito Federal) caiu de 10,6% da população economicamente ativa (PEA), em setembro, para 10,1%, em outubro. É o menor índice desde janeiro de 2009, quando a apuração passou a ser feita também na região metropolitana de Fortaleza.</p>
<p>Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). O nível de ocupação nas sete regiões ficou praticamente estável em 0,3%, com a geração de 66 mil vagas, mas, no conjunto, diminuiu o número de pessoas em busca de emprego.</p>
<p>Houve uma redução na PEA de 56 mil pessoas. Com isso, o total de desempregados nas sete regiões teve uma redução de 122 mil, totalizando 2,240 milhões ante 2,362 milhões verificados na pesquisa anterior.</p>
<p>Nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego atingiu 9,9% da PEA em outubro. É a menor variação desde janeiro de 1991. Esta é a segunda redução seguida da taxa, que ficou em 10,6% em setembro e em 11,2% em agosto.</p>
<p>Marli Moreira/Agência Brasil</p>
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		<title>Taxa de desemprego em outubro é menor para o mês desde 2002</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 19:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país ficou em 5,8% em outubro. É a menor taxa para o mês desde 2002, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reformulou a Pesquisa Mensal de Emprego. Os dados divulgados nesta quinta-feira, 24, mostram que a taxa apresentou leve queda em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país ficou em 5,8% em outubro. É a menor taxa para o mês desde 2002, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reformulou a Pesquisa Mensal de Emprego. Os dados divulgados nesta quinta-feira, 24, mostram que a taxa apresentou leve queda em relação ao resultado de setembro (6%) e de outubro do ano passado (6,1%).</p>
<p>Cerca de 1,4 milhão de pessoas estavam desocupadas no mês passado, enquanto 22,7 milhões de brasileiros trabalhavam. Na comparação com outubro de 2010, houve aumento de 1,5% no número de pessoas ocupadas (adicional de 336 mil trabalhadores) em 12 meses.</p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não teve variação significativa em relação ao total de setembro. Na comparação com o de outubro de 2010, houve aumento de 7,4%, o que representou um adicional de 765 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano.</p>
<p>O rendimento médio real dos ocupados (R$ 1.612,70) também não variou na comparação com setembro e permaneceu estável ante outubro do ano passado. A massa de rendimento real (R$ 36,9 bilhões) ficou estável em relação a setembro. Na comparação com o valor registrado em outubro de 2010, houve alta de 0,9%.</p>
<p>As regiões metropolitanas analisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) não apresentaram variação significativa na taxa de desocupação na comparação com a de setembro. Já em relação à de outubro de 2010, houve queda de 2 pontos percentuais na região metropolitana de Recife e de 0,8 ponto percentual em Belo Horizonte e elevação de 0,7 ponto percentual em Porto Alegre. Nas demais, o índice ficou estável.</p>
<p>A estimativa do nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação àquelas em idade ativa) em outubro também ficou estável em relação à de setembro e à de outubro de 2010: 54% no total das seis regiões. Na comparação com a de outubro de 2010, ocorreu redução de 1,5 ponto percentual em Salvador e de 1 ponto percentual em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, o indicador aumentou 2 pontos percentuais.</p>
<p>Dos grupamentos de atividade, de setembro para outubro, houve acréscimos em dois contingentes de trabalhadores: os da construção, com alta de 4,7% (76 mil pessoas), e os de serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, com aumento de 8,4% (286 mil pessoas). Os demais grupamentos não se alteraram nesse período.</p>
<p>Na comparação com o de setembro, o rendimento médio aumentou em três das seis regiões em outubro: Recife (5,1%), Salvador (1,5%) e Belo Horizonte (0,8%). No entanto, caiu no Rio de Janeiro (1,6%) e em Porto Alegre (0,6%) e não variou em São Paulo. Em relação ao valor de outubro de 2010, houve declínio em Recife (6%) e no Rio de Janeiro (1,9%) e aumento em Salvador (3,7%) e Belo Horizonte (2,5%). Em São Paulo e Porto Alegre, o rendimento médio ficou estável.</p>
<p>Flávia Villela/Agência Brasil</p>
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		<title>Taxa de desemprego em agosto foi de 10,9%</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/taxa-de-desemprego-em-agosto-foi-de-109/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A taxa média de desemprego ficou relativamente estável em agosto: em 10,9%, um total estimado de desempregados de 2,4 milhão de pessoas, 27 mil a menos do que no mês anterior, quando a taxa era de 11%.
Os dados foram  pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos  Socioeconômicos (Dieese), em parceria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa média de desemprego ficou relativamente estável em agosto: em 10,9%, um total estimado de desempregados de 2,4 milhão de pessoas, 27 mil a menos do que no mês anterior, quando a taxa era de 11%.</p>
<p>Os dados foram  pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos  Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, e integram a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta  quarta-feira, 28. A pesquisa é realizada nas regiões de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. De acordo com a divulgação, é o quinto mês seguido  de relativa estabilidade na taxa.</p>
<p>A taxa de desemprego total manteve-se relativamente estável na maioria  das regiões onde a pesquisa é realizada. Diminuiu apenas em Belo  Horizonte, Fortaleza e, em menor proporção, em Porto Alegre, diz a  pesquisa.</p>
<p>Segundo setores de atividade, no conjunto das regiões, o nível ocupacional variou negativamente<br />
no comércio (menos 19 mil postos de trabalho, ou 0,6%), na indústria (18 mil, ou 0,6%), no<br />
agregado outros setores (11 mil, ou 0,7%) e na construção civil (3 mil, ou 0,2%). Apenas nos<br />
serviços a variação foi positiva (47 mil, ou 0,4%), mostra a pesquisa.<strong><br />
</strong><strong><br />
</strong>Na Região Metropolitana de São Paulo, a taxa média de desemprego ficou em 11,2% em agosto, segundo a pesquisa.</p>
<p>O resultado de agosto é semelhante ao de julho, quando o índice ficou  em 11,1%. Em agosto, o contingente de desempregados na RMSP foi estimado  em 1,2 milhão de pessoas, mantendo-se em relativa estabilidade em  comparação a julho &#8211; o aumento foi de 5 mil desempregados.</p>
<p>Com informações do portal G1.com</p>
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		<title>Crise econômica aumenta número de desempregados, que chega a 200 milhões</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 20:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O mundo tem, hoje, cerca de 200 milhões de desempregados. E, desde a  crise financeira internacional de 2008, mais de 20 milhões de empregos  foram perdidos, segundo estudo publicado nesta segunda-feira, 26, pela Organização  Internacional do Trabalho (OIT) e pela Organização para Cooperação e o  Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Segundo o estudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O mundo tem, hoje, cerca de 200 milhões de desempregados. E, desde a  crise financeira internacional de 2008, mais de 20 milhões de empregos  foram perdidos, segundo estudo publicado nesta segunda-feira, 26, pela Organização  Internacional do Trabalho (OIT) e pela Organização para Cooperação e o  Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p>Segundo o estudo, apesar de o índice de desemprego ter caído na maioria  dos países do G20 (grupo que reúne os países ricos e os principais  emergentes), o declínio foi moderado. Em alguns países, como Brasil,  Alemanha e Indonésia, os empregos têm crescido fortemente. Em outros,  como Argentina, Austrália e Rússia, a abertura de vagas é muito pequena  ou inexistente. E um terceiro grupo, que engloba África do Sul, Espanha,  Reino Unido e Estados Unidos, além dos países da União Europeia,  convivem com altos índices de desemprego.</p>
<p>A crise tem mudado algumas das estruturas do emprego em vários países.  As economias avançadas têm perdido muitas vagas na indústria. Já nos  países emergentes, os empregos no setor de manufaturados e de serviços  têm apresentado bons índices de crescimento.</p>
<p>A crise econômica tem afetado, principalmente, a abertura de vagas para  os mais jovens. O estudo informa que, em todos os países do G20, o  desemprego entre os jovens é duas a três vezes maior que o desemprego  dos adultos.</p>
<p>Foi verificada, ainda, uma tendência de ampliação do prazo de espera  por um novo emprego. Um terço ou mais dos desempregados na França,  Itália, Alemanha, Espanha, África do Sul e no Japão estava há mais de um  ano sem trabalho nos primeiros quatro meses de 2011. O estudo mostrou  que, para que o mundo volte aos níveis de emprego pré-crise, seria  necessário aumentar em 1,3% ao ano, até 2015, o número atual de vagas.</p>
<p>A pesquisa foi apresentada durante reunião dos ministros de Trabalho e  Emprego do G20, que estão reunidos em Paris, na França, nesta segunda e terça-feira, 26 e 27, para analisar a situação do emprego dentro do contexto da crise  econômica.</p>
<p>Roberta Lopes/Agência Brasil</p>
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		<title>Crise mundial pode aumentar desemprego e diminuir renda no Brasil</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/crise-mundial-pode-aumentar-desemprego-e-diminuir-renda-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Banco Central apontou nesta terça-feira, 20, no Relatório de Estabilidade Financeira – publicação semestral elaborada pela autoridade monetária –, que a piora do cenário econômico-financeiro internacional pode provocar aumento do desemprego e redução da renda no Brasil. Com esse cenário de estresse, haveria aumento da inadimplência, provocado pelo “crescente endividamento das famílias nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Central apontou nesta terça-feira, 20, no Relatório de Estabilidade Financeira – publicação semestral elaborada pela autoridade monetária –, que a piora do cenário econômico-financeiro internacional pode provocar aumento do desemprego e redução da renda no Brasil. Com esse cenário de estresse, haveria aumento da inadimplência, provocado pelo “crescente endividamento das famílias nos últimos anos”.</p>
<p>Segundo o documento, “os cenários de curto e médio prazo podem apresentar desafios às instituições do sistema bancário, dependendo principalmente da repercussão interna dos desdobramentos associados ao cenário financeiro internacional”.</p>
<p>No entanto, o risco de liquidez é considerado baixo. “A rentabilidade do sistema bancário foi mais uma vez determinada pela dinâmica das variáveis relativas ao crédito. Se, por um lado, as despesas de provisão aumentaram, acompanhando a elevação da inadimplência, por outro, a ampliação da carteira (…) permitiu aos bancos aumentarem o resultado de intermediação financeira e, consequentemente, o lucro e a rentabilidade”. Em economia, a liquidez diz respeito a ativos que facilmente podem ser convertidos em dinheiro vivo, como bens, títulos e ações. Nesse caso, o risco de liquidez das instituições financeiras, avaliado pelo BC, diz respeito ao risco de colapso, de falência.</p>
<p>Na avaliação do diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, mesmo em cenários de bastante instabilidade, o Brasil está preparado para enfrentar o problema. “O sistema financeiro brasileiro resistiria muito bem a esses choques. Mesmo choques bastante rigorosos não representariam, por si só, ameaça à estabilidade do sistema financeiro brasileiro”, disse.</p>
<p>Luciene Cruz/Agência Brasil</p>
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		<title>Taxas de desemprego e emprego informal são as menores desde 2002</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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		<description><![CDATA[ O emprego informal no país, em julho, absorveu 34,8% da população  economicamente ativa (PEA), a menor taxa de informalidade desde 2002,  quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deu  inicio à Pesquisa Mensal de Emprego (PME). A taxa de desemprego, que  ficou em 6%, também é a menor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O emprego informal no país, em julho, absorveu 34,8% da população  economicamente ativa (PEA), a menor taxa de informalidade desde 2002,  quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deu  inicio à Pesquisa Mensal de Emprego (PME). A taxa de desemprego, que  ficou em 6%, também é a menor da série histórica.</p>
<p>As constatações são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),  que divulgou nesta quinta-feira, 1º, o estudo sobre mercado de trabalho, conjuntura e  análise, que traça um perfil do comportamento do mercado de trabalho no  país no primeiro semestre deste ano, em comparação com 2010.</p>
<p>O estudo classifica como &#8220;bom&#8221;  o desempenho do mercado de trabalho no  primeiro semestre, com melhora “significativa” da maioria dos principais  indicadores. A análise constata, em relação ao nível de atividade, “uma  continuidade do crescimento da economia, porém em menor ritmo”.</p>
<p>O técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Carlos Henrique Leite disse que há um aspecto preocupante detectado pelo estudo em relação à renda  do trabalhador, que se manteve estável no período. “O rendimento do  trabalhador ficou meio parado neste primeiro semestre, mas, embora esse  valor esteja andando de lado, ou mesmo meio parado ao longo do primeiro  semestre, ele ainda é maior do que o do primeiro semestre de 2010”.</p>
<p>Uma preocupação que foi amenizada, segundo ele, no começo do segundo  semestre. “Em julho, o rendimento apresentou um crescimento de 2,2%  sobre junho, o que amenizou esta preocupação com os primeiros seis meses  do ano”.</p>
<p>Nielmar de Oliveira/Agência Brasil</p>
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		<title>Taxa de desemprego é a menor para meses de abril desde 2002</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 14:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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		<description><![CDATA[ A taxa de desemprego fechou abril em 6,4%, informou nesta quinta-feira, 26, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para um mês de abril desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.
A taxa de abril é considerada estável em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A taxa de desemprego fechou abril em 6,4%, informou nesta quinta-feira, 26, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para um mês de abril desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.</p>
<p>A taxa de abril é considerada estável em relação à registrada um mês antes, que foi 6,5%. Na comparação com abril de 2010, quando o indicador ficou em 7,3%, houve diminuição de 0,9 ponto percentual.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a população desocupada no país foi estimada em 1,5 milhão de pessoas e não aumentou em relação a março. Na comparação com o mesmo período de 2010, esse contingente teve queda de 10,1%, o que indica que em abril deste ano havia 173 mil pessoas a menos em busca de emprego.</p>
<p>A população ocupada também ficou estável na passagem de um mês para outro, totalizando 22,3 milhões de trabalhadores, e aumentou 2,3% em relação a abril de 2010. Com isso, em abril deste ano havia 492 mil pessoas a mais ocupando postos de trabalho.</p>
<p>O documento do IBGE aponta ainda que o rendimento médio dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.540 em abril, tendo apresentado queda de 1,8% em relação a março e aumento de 1,8% na comparação com abril de 2010.</p>
<p>A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) avalia a situação do mercado de trabalho em seis regiões metropolitanas &#8211; Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre.</p>
<p>Thais Leitão / Agência Brasil</p>
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		<title>Taxa de desemprego de 6,4% é a menor para meses de fevereiro</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 17:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>

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		<description><![CDATA[ A taxa de desemprego de 6,4% de fevereiro deste ano, divulgada nesta quinta-feira, 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a menor para o mês, desde o início da série histórica, em fevereiro de 2003. Desde 2005, as taxas de fevereiro vêm diminuindo no país.
Em 2010, a taxa de desemprego foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><em></em>A taxa de desemprego de 6,4% de fevereiro deste ano, divulgada nesta quinta-feira, 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a menor para o mês, desde o início da série histórica, em fevereiro de 2003. Desde 2005, as taxas de fevereiro vêm diminuindo no país.</p>
<p>Em 2010, a taxa de desemprego foi 7,4%. Em comparação com igual mês de 2010, o rendimento médio real dos trabalhadores teve um aumento de 3,7% em fevereiro deste ano, passando de R$ 1.485,94 para R$ 1.540,30.</p>
<p>A população ocupada aumentou 2,4% na mesma comparação, enquanto a desocupada teve queda de 12,4%. Já os trabalhadores com carteira assinada no setor privado aumentaram 6,9% no período.</p>
<p>Vitor Abdala / Agência Brasil</p>
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