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	<title>O Economista &#187; Economia</title>
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		<title>O Economista &#187; Economia</title>
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		<title>FMI reduz projeções de crescimento. Brasil deve ter resultado abaixo da média</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado nesta terça-feira, 24, na capital norte-americana, Washington.
Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado nesta terça-feira, 24, na capital norte-americana, Washington.</p>
<p>Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste ano, abaixo da média global de 3,3%. Em 2010, a projeção de crescimento da economia brasileira foi de 7,5%, acima da média global de 5,2%.</p>
<p>A redução da perspectiva de crescimento mundial foi motivada principalmente pela deterioração econômica na zona do euro. &#8220;A principal razão é o recrudescimento da crise na zona do euro, que interage com fragilidades financeiras em outros lugares&#8221;, diz o relatório.</p>
<p>Para o FMI, a crise na Europa também repercute de forma negativa nas economias emergentes. &#8220;O crescimento em economias emergentes também deve desacelerar por causa do pior ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna&#8221;, ressalta o documento.</p>
<p>A previsão anterior para a economia mundial foi divulgada no ano passado e previa uma expansão de 4%. Para 2013, a perspectiva é de uma expansão de 3,9%, o que representa um corte de 0,6 ponto percentual. Para a zona do euro, o relatório prevê uma retração de 0,5% em 2012. A previsão anterior era de uma expansão de 1,1%. Para 2013, o relatório prevê uma recuperação lenta, com expansão de 0,8%.</p>
<p>O relatório expressa ainda forte preocupação com a saúde financeira das instituições bancárias e também com a falta de medidas eficazes na busca do equilíbrio fiscal dos países europeus. &#8220;Especificamente, preocupações com perdas no setor bancário e com a sustentabilidade fiscal levaram a uma ampliação nos juros de títulos soberanos para muitos países europeus&#8221;, destaca o FMI.</p>
<p>Para a China, o relatório prevê uma expansão, em 2012, de 8,2%, uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação à previsão anterior. Já em relação aos Estados Unidos, apesar dos riscos para a economia considerados pelo FMI, o relatório manteve a estimativa de crescimento de 1,8% em 2012. De acordo com o relatório, “o impacto desses eventos no crescimento será compensado pela forte demanda doméstica subjacente em 2012&#8243;.</p>
<p>&#8220;No médio prazo, Estados Unidos e Japão devem formular e implementar um plano de consolidação factível, pois nenhum dos países pode confiar em sua condição de refúgio seguro&#8221;, sugere o organismo internacional no relatório.</p>
<p>Luciana Lima/Agência Brasil</p>
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		<title>Horário de verão deve gerar economia de até R$ 100 milhões para o governo</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/horario-de-verao-deve-representar-economia-de-ate-r-100-milhoes-para-o-governo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 20:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O horário de verão, que começa no dia 16 e vai até 26 de fevereiro do próximo ano, vai trazer uma economia para o país que pode variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões. A estimativa, divulgada nesta quinta-feira, 13, é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
O horário de verão 2011/2012 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O horário de verão, que começa no dia 16 e vai até 26 de fevereiro do próximo ano, vai trazer uma economia para o país que pode variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões. A estimativa, divulgada nesta quinta-feira, 13, é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).</p>
<p>O horário de verão 2011/2012 terá 133 dias de duração e é o mais longo desde 1985, segundo o ONS. Ele ocorrerá em três regiões brasileiras: Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Considerando-se todos os estados atingidos pela medida, a diminuição da demanda estimada será de 4,6%, ou o equivalente a 2.650 megawatts (MW).</p>
<p>A maior redução (4,9%) deverá ocorrer na Região Sul, correspondendo a 600 MW. Isso significa, segundo o ONS, 75% da demanda de Curitiba (PR) ou três vezes a de Florianópolis (SC). Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste juntas, a diminuição projetada do consumo é 4,6% e corresponde a 2.050 MW, ou duas vezes a demanda de Belo Horizonte e duas vezes e meia a de Brasília.</p>
<p>Alana Gandra/Agência Brasil</p>
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		<title>Índice do Ipea mostra otimismo em relação à economia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 18:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ As famílias brasileiras continuam otimistas em relação  à situação econômica do país, informou nesta quinta-feira, 9, o Instituto de Pesquisa  Econômica e Aplicada (Ipea).
O Índice de Expectativa das Famílias passou de 63,8 pontos, em  abril, para 62,9 pontos, em maio. Como o valor está entre 60 e 80  pontos, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>As famílias brasileiras continuam otimistas em relação  à situação econômica do país, informou nesta quinta-feira, 9, o Instituto de Pesquisa  Econômica e Aplicada (Ipea).</p>
<p>O Índice de Expectativa das Famílias passou de 63,8 pontos, em  abril, para 62,9 pontos, em maio. Como o valor está entre 60 e 80  pontos, é considerado um indicador de otimismo.</p>
<p>&#8220;A expectativa ainda é otimista, mas vem perdendo importância e mostra  uma certa correlação com as políticas macroeconômicas de combate  inflação e redução do gasto&#8221;, afirmou o presidente do Ipea, Marcio  Pochmann.</p>
<p>Na comparação com janeiro deste ano, a diminuição do indicador de  expectativa foi um pouco maior: de 4,3 pontos. Em janeiro, o dado  apurado foi de 67,2 pontos.</p>
<p>O Índice de Expectativa das Famílias começou a ser calculado pelo  Ipea em agosto de 2010. A pesquisa é feita por amostragem em 3,8 mil  domicílios, em 200 municípios do país.</p>
<p>Isabela Vieira/Agência Brasil</p>
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		<title>Curso de perícia econômico-financeira</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 19:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[ 18 de junho de 2011 to 19 de junho de 2011. 18 de junho de 2011 to 19 de junho de 2011. 25 de junho de 2011 to 26 de junho de 2011. 25 de junho de 2011 to 26 de junho de 2011. ] Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC  (Conselho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC  (Conselho Regional de Economia) e o Sindecon-SC (Sindicato dos Economistas). O custo é de R$ 620,00 para economistas filiados ao conselho ou estudantes e de R$ 680,00 para os demais.</p>
<p>Informações: <a href="http://www.corecon-sc.org.br/pericia2011/">http://www.corecon-sc.org.br/pericia2011/</a></p>
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		<title>Curso de perícia econômico-financeira será oferecido em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 19:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um curso de perícia econômico-financeira será ministrado pelo economista Pedro Afonso Gomes no mês de junho em Florianópolis (SC). As aulas acontecerão nos dias 18, 19, 25 e 26 no Centro de Eventos do Multy Bristol Castelmar Hotel, na Rua Felipe Schmidt, 1260. O curso será oferecido por meio de uma parceria entre Corecon-SC  (Conselho Regional de Economia) e o Sindecon-SC (Sindicato dos Economistas). O custo é de R$ 620,00 para economistas filiados ao conselho ou estudantes e de R$ 680,00 para os demais.</p>
<p>A perícia econômico-financeira diz respeito aos cálculos financeiros para liquidação de sentenças e para diversos fins no processo judicial. As aulas serão divididas em dois módulos que somarão 32 horas.</p>
<p>As inscrições on-line estão encerradas. Para participar, é preciso entrar em contato com a organização do curso pelo telefone  48 32221979 ou pelo e-mail  <a href="mailto:tecnico@corecon-sc.org.br">tecnico@corecon-sc.org.br</a>.  Também é possível inscrever-se no Corecon-SC, na Rua Trajano, n° 265, 12° andar, em Florianópolis.</p>
<p>Informações: www.corecon-sc.org.br/pericia2011/</p>
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		<title>Copom eleva taxa básica de juros para 10,75%</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual. Com isso, a taxa a vigorar pelos próximos 45 dias sobe de 10,25% para 10,75% ao ano. Foi o terceiro reajuste do ano para uma taxa que começou 2010 em 8,75%, o nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual. Com isso, a taxa a vigorar pelos próximos 45 dias sobe de 10,25% para 10,75% ao ano. Foi o terceiro reajuste do ano para uma taxa que começou 2010 em 8,75%, o nível mais baixo desde a criação do Copom, em 1996.</p>
<p>Em nota divulgada há pouco, logo depois do fim da quinta reunião do colegiado de diretores do BC no ano, o Copom afirmou que “avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unani midade, elevar a taxa Selic para 10,75% ao ano, sem viés [não pode ser alterada até a próxima reunião]”.</p>
<p>A nota acrescenta ainda que “considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo”.</p>
<p>O aumento da Selic não deve, porém, provocar maior impacto nas taxas de juros das operações de crédito do mercado, de acordo com Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).</p>
<p>Ele disse que algumas instituições financeiras já anunciaram que não vão reajustar suas taxas de juros, em razão da queda nos índices de inadimplência e da maior competição no sistema financeiro. De qualquer sorte, acrescentou que se houvesse correção plena, de acordo com o aumento da Selic, o efeito no mercado seria muito pequeno.</p>
<p>De acordo com as contas da Anefac, o Brasil tem a taxa de juros mais alta do mundo, entre os países industrializados e aqueles em desenvolvimento. Está acima de 5% reais, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, embora os juros praticados pelos bancos sejam bem mais altos ainda.</p>
<p>Considerando-se uma cesta de seis linhas de crédito oferecidas às pessoas físicas (juros do comércio, cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor, empréstimo pessoal no banco e empréstimo em financeira) a taxa média atual, de 6,90% ao mês ou 122,71% ao ano, aumentaria para 6,94% ao mês ou 123,71% ao ano.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil por Aécio Amado/Stênio Ribeiro</p>
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		<title>Como construir uma economia mais justa?</title>
		<link>http://www.oeconomista.com.br/economia-mais-justa/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 02:27:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Indiscutivelmente, todos desejam viver num mundo melhor; de preferência com oportunidades de ascensão social, com um bom emprego, acesso à renda e com possibilidade de desfrutar do bem-estar. No entanto, sempre é bom se perguntar: como obter isso? Dito de outra forma: como construir esse “outro mundo” desejável, com mais justiça e menos desigualdade?
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Indiscutivelmente, todos desejam viver num mundo melhor; de preferência com oportunidades de ascensão social, com um bom emprego, acesso à renda e com possibilidade de desfrutar do bem-estar. No entanto, sempre é bom se perguntar: como obter isso? Dito de outra forma: como construir esse “outro mundo” desejável, com mais justiça e menos desigualdade?</p>
<p>A construção desse “outro mundo” passa, inquestionavelmente, pelo sistema econômico que se estabelece, por primazia, na tentativa de conduzir a atividade econômica a bom termo. A economia (ciência e atividade), em sentido geral, tem esse “poder” de melhorar ou prejudicar, consideravelmente, a vida de muita gente. Eis porque se faz necessário estabelecer um sistema econômico com abrangência em torno da preocupação com as questões sociais, pois, não se deve perder de vista que a economia é, na prática, uma ciência humana, e não exata.</p>
<p>O fato – indiscutível &#8211; é que a ciência econômica moderna não pode mais ser pensada sem a inclusão da esfera social. É imprescindível pensar uma teoria social global que seja capaz de incluir os diversos atores do cenário sócio-econômico. Assim como também é de fundamental importância pensar em desenvolvimento sem desconsiderar o problema ecológico.</p>
<p>Constata-se facilmente que a desigualdade em um país como o Brasil, dado o seu nível de riqueza e de crescimento econômico, é inaceitável. Houve uma recente melhora na distribuição de renda, mas a nossa sociedade abrigava quase 50 milhões de pessoas em situação de pobreza em 2008, segundo estudo do IPEA, ou seja, essas pessoas viviam em famílias com uma renda mensal per capita abaixo de R$190,00. Além disso, ainda existem milhões de miseráveis que estão sujeitos a fome, embora o Brasil seja o quinto país em extensão territorial, com mais de 670 milhões de hectares agricultáveis. E a questão da fome continua a ser tratada apenas com medidas paliativas. Esta é uma nação com uma indústria de ponta que exporta aviões e calçados, mas mantém milhões de pessoas andando descalças. Percebe-se com clareza que o sistema econômico é, no mínimo, injusto. Sair dessa injustiça e incorporar os milhões de necessitados em uma economia solidária, fraterna, de comunhão e socialmente equilibrada é o passo a ser dado, caso se queira, de fato, caminhar de cabeça erguida em direção a um mundo melhor.</p>
<p>Aristóteles afirmou que a posse de um nível mínimo de renda é necessária para que o homem possa viver com dignidade e conforme a virtude. Como se pode criar uma economia mais justa e com menos pobreza? Sem dúvida, a manutenção de uma constante e elevada taxa de crescimento econômico é uma condição indispensável para a melhoria das condições de vida, juntamente com uma adequada política de transferência de renda. Mas não se pode cair em uma visão determinista e ver tudo em função de uma engenharia social. É preciso considerar também o desenvolvimento humano, que enfatiza a importância e a dignidade de cada pessoa. Isso não depende só de uma boa política econômica, mas de iniciativas de cooperação e solidariedade que podem ser realizadas por cada um de nós em escolas, empresas e em qualquer organização da sociedade civil. Um exemplo disso é o Instituto Ethos, que incentiva empresários e executivos a gerir seus negócios de forma socialmente responsável.</p>
<p>É fundamental que aqueles que se encontram em melhor situação econômica atuem ética e politicamente para a redução da pobreza e da desigualdade social.</p>
<p><em><strong>* Cimar Alejandro Prieto Aparicio é e</strong>conomista (USP) e mestrando em Demografia (Unicamp).</em></p>
<p><em><strong>* </strong></em>MarcusEduardo de Oliveira é economista pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco (FEAO), mestre pela USP e professor de economia da Faculdade de Ciências da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FAC-FITO) e da Fundação Instituto de Ensino para Osasco (UNIFIEO).<em><br />
</em></p>
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		<title>A Economia e a Teologia</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 05:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ “A economia é feita pelos homens e para os homens”
Karol Wojtyla (João Paulo II). 
O teólogo e professor Jung Mo Sung, em “Teologia e Economia – Repensando a Teologia da Libertação e Utopias”, (**) no prefácio a terceira edição dessa obra, pontua que: “Tudo ou quase tudo gira em torno da economia e se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><strong>“A economia é feita pelos homens e para os homens”<br />
</strong><em>Karol Wojtyla (João Paulo II). </em></p>
<p>O teólogo e professor Jung Mo Sung, em “Teologia e Economia – Repensando a Teologia da Libertação e Utopias”, (**) no prefácio a terceira edição dessa obra, pontua que: “Tudo ou quase tudo gira em torno da economia e se justifica em termos econômicos. O valor da vida de uma pessoa é medida em termos de seu sucesso econômico, assim como, em muitas igrejas, o sucesso econômico também passou a ser critério para ‘medir’ as bênçãos recebidas pelos fiéis e pela própria igreja”.</p>
<p>Apenas por essa singela colocação, o professor Sung contextualiza, no âmbito geral, algo que tem passado despercebido pela maioria, quer seja de teólogos ou de economistas sociais: a relação que existe entre a Economia e a Teologia.</p>
<p>Tal relação ganha maior proeminência, em nosso entendimento, à medida que se pensa que tanto a Economia quanto a Teologia nasceram, de certo modo, para compreender e encontrar alternativas para as graves desigualdades sociais existentes no mundo.</p>
<p>Esse sentimento é reforçado por Gustavo Gutierrez &#8211; célebre teólogo peruano, autor do clássico “Teologia da Libertação – Perspectivas”, obra de 1971 -, quando atesta que “(&#8230;) a teologia, enquanto reflexão crítica cumpre uma função libertadora do homem”. Eis porque é necessário promover, ainda nas palavras de Gutierrez, “(&#8230;) a libertação econômica, social e política, e a libertação que leva à criação de um homem novo numa sociedade solidária”. (in Sung, p. 69).</p>
<p>Ora, tais pressupostos (libertação e criação de um homem novo, desprovido dos vícios inerentes a sistemas excludentes) embasam, ao menos, dois tipos alternativos e contemporâneos de se fazer e pensar a economia social. Esses dois tipos são a Economia Solidária (ES) e a Economia da Comunhão (EdC) – a partir de um de seus elementares pressupostos: a cooperação-partilha. Conquanto, não é o objetivo deste artigo esboçar análise sobre esses dois tipos de economia social.</p>
<p>Apenas convém reiterar que a partir da constatação desses tipos de economia, que envolve a prática da solidariedade, podemos ver respondida afirmativamente a tentativa de se promover sociedades mais justas e humanas. Para isso, é fundamental se pensar numa melhor relação entre Teologia e Economia, uma vez que ambas podem (e devem, contudo) ser usadas para a promoção da igualdade social e do resgate aos mais necessitados.</p>
<p>No entanto, é mister afirmar que a relação entre Teologia e ação econômica somente se tornará fecunda mediante o entendimento do seguinte: é preciso ter claro o estabelecimento, em definitivo, da necessidade dos homens se libertarem. As amarras impostas, tanto do lado teológico, quanto e, principalmente, do lado econômico, impedem, sobremaneira, o homem de prosperar. Essas amarras significam, grosso modo, dependência e submissão. Ninguém, estando submisso e/ou dependente a algo, a alguém e/ou a um sistema qualquer consegue evoluir.</p>
<p>É por isso que a necessidade de libertação está contida, por exemplo, nos pressupostos da Teologia da Libertação, a partir da opção que essa faz preferencialmente em torno de ver erradicado os males da pobreza. A necessidade de se promover a libertação do homem oprimido também está presente na ação econômica quando, por meio de políticas públicas estritamente econômicas e eficazmente sociais, tende a facilitar o caminho ao desenvolvimento; afinal, o desenvolvimento traz embutido consigo a promessa de libertar. Não por acaso, Amartya Sen, um dos economistas mais proeminentes da atualidade, pontua o “desenvolvimento como liberdade” (Development as Freedom).</p>
<p>No entanto, para que esse sentimento não alcance o malogro, a teoria econômica ainda deverá evoluir o bastante para ensinar os teóricos insensíveis e mecanicistas dessa ciência social a incorporar, como objetivo e fundamento principal da macroeconomia – a promoção da igualdade social.</p>
<p>Outro ponto não menos importante nessa necessária evolução da teoria econômica é derrubar o paradigma dominante que sugere que crescimento seja visto como sinônimo de progresso.</p>
<p>Como a estupidez anda de mãos dadas com a cegueira intelectual de alguns, ainda não há clareza suficiente para enxergar que crescimento econômico diz respeito apenas a dimensão quantitativa da produção econômica, ao passo que desenvolvimento permeia a idéia central de incorporar no mercado a massa marginalizada. No Brasil, essa massa de excluídos conta mais de 30 milhões de pessoas buscando igualdade social e melhor participação efetiva nos meandros que orientam a economia -, buscando, outrossim, melhorar a qualidade de vida, por meio de oportunidades sociais.</p>
<p>Cabe à Economia, nesse pormenor, criar um novo futuro para o homem. Disso provém a necessidade de estabelecer um humanismo econômico que promova, por sua vez, a conexão entre a Teologia &#8211; que defende a libertação do homem &#8211; com um sistema econômico includente que ponha esse homem livre dentro da atividade produtiva.</p>
<p>O homem, sendo ele o construtor de sua história, deve saber fazer uso das ciências – principalmente as sociais – para facilitar sua ascensão, tanto material, mas, principalmente, espiritual, embasada, de preferência, no nobre sentimento da cooperação. Disso decorre a necessária simbiose que aqui estamos defendendo, a exemplo do professor Sung, em obra citada, entre estreitar os laços da Teologia com os da Economia.</p>
<p>Para isso, urge construir algo mais: é preciso edificar um sistema econômico qualitativamente diferente do atual. Um sistema econômico que puxe o crescimento da economia e direcione suas benesses para consolidar a busca do que realmente importa: o desenvolvimento econômico. E que esse, uma vez alcançado, seja um desenvolvimento que não se limite a uma mera questão de ter algo mais, mas, de ser mais. De um desenvolvimento, por fim, que seja capaz de ser “o novo nome da paz”, para parafrasearmos o papa Paulo VI, em sua encíclica Populorum Progressio.</p>
<p>Quanto à Teologia, nessa mesma linha de contextualização, é importante frisar que essa se inscreve com força maior quando afirma, em definitivo, sua luta em defesa das comunidades carentes. Ao fazer isso, a Teologia não está fazendo outra coisa senão a prática de uma pura economia social, principalmente quando reitera a necessidade da comunhão e cooperação entre os mais necessitados.</p>
<p>Esse tipo de economia social praticado pela teologia humana e caritativa visa, unicamente, levantar do chão o homem ali derrubado pela miséria, sabendo ser esse uma vítima potencial das constantes e crescentes injustiças econômicas.</p>
<p>No que toca aos termos da Economia, é forçoso enaltecer ainda que somente alcançando-se o desenvolvimento – e nada mais – conseguir-se-á ser livre. Conquanto, cabe reiterar que essa liberdade apregoada pela Teologia e pela Economia, em certo sentido, tende a se firmar quando se assume o compromisso de colocar as pessoas em primeiro lugar, e de fazer com que a economia e a teologia sirvam as pessoas, e não o contrário.</p>
<p>Sem essas premissas (de libertar e de ajudar o próximo), parece-me adequado afirmar que tanto a economia (social), quanto a teologia (humana) não apresentam sentido de existirem.</p>
<p>Afinal, é importante não perder de vista que as aspirações tanto da economia social quanto do pensamento cristão é o de resgatar as pessoas para a vida; para uma vida plena, sem injustiças ou amarguras. Na essência, espera-se que tanto a Economia quanto a Teologia cumpram, de fato e de direito, as palavras de Jesus, proferidas um dia antes de sua crucificação: “Que todos sejam um só”.</p>
<p><em>(**) Publicado pela Fonte Editorial, 2008.</em></p>
<p><em>Por <strong>Marcus Eduardo de Oliveira</strong><br />
Economista brasileiro, é especialista em Política Internacional. Articulista dos sites “O Economista”, “Portal EcoDebate” e Agência Zwela de Notícias (Angola).<br />
Autor dos livros “Conversando sobre Economia”, “Pensando como um Economista” e “Provocações Econômicas” (no prelo).<br />
Os artigos desse autor em torno de questões econômicas têm sido amplamente publicados no Brasil e no exterior, com destaque em Portugal, Cabo Verde, Timor Leste e Angola, além de Rússia, pelo jornal PRAVDA (em sua página em português destinada aos países da CPLP).</p>
<p></em></p>
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		<title>Campanha Nacional de Recadastramento de Economistas tem prazo prorrogado para 31 de agosto de 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:40:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ O Conselho Federal de Economia prorrogou para 31 de agosto de 2010 o prazo para o Recadastramento de Economistas, que faz parte do programa do Cofecon para implantação da nova carteira de identidade profissional do Economista.
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Conselho Federal de Economia prorrogou para 31 de agosto de 2010 o prazo para o Recadastramento de Economistas, que faz parte do programa do Cofecon para implantação da nova carteira de identidade profissional do Economista.</p>
<p>O recadastramento poderá ser feito na sede do CORECON/SC em Florianópolis. Para os Economistas que residam fora da Grande Florianópolis e não possam comparecer dentro deste prazo na sede do CORECON/SC, entrar em contato com o Departamento de Fiscalização através do fone (48) 3222-1979 ou e-mail fiscalizacao@corecon-sc.org.br, para o agendamento da coleta dos dados biométricos nas Delegacias Regionais do CORECON/SC.</p>
<p>Informações do Conselho Regional de Economia &#8211; CORECON/SC</p>
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		<title>O horizonte da economia</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:51:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Basicamente, pode-se agregar à Economia duas orientações básicas: 1) Ser funcionalista; 2) Ser dialética.<br />
No que concerne às funções vitais (ser funcionalista), a Economia se apresenta em algumas dimensões próprias, a saber: estuda o comportamento dos homens; estuda o processo de escolhas; estuda os conflitos entre a existência de recursos limitados e o atendimento aos amplos, diversificados e ilimitados desejos das pessoas; estuda as diferentes possibilidades de produção. A função vital dessa ciência, na essência, guardadas suas sutilezas, é a de proporcionar satisfação às pessoas.</p>
<p>Quanto à sua orientação em ser dialética, no sentido de provocar a discussão (o diálogo), ainda que em tom laudativo ou pejorativo, as Ciências Econômicas ganha um aspecto mais interessante, pois nem sempre (ou quase nunca) há consenso entre os economistas. Não por acaso, a arte da discussão entre os economistas, em sentido geral, é um dos pontos que mais chama a atenção dos observadores. Tomemos, nesse pormenor, a discussão em torno da questão conflitante ou amistosa entre o campo econômico e o social.</p>
<p>Há alguns que consideram os mercados, por exemplo, como construtores do campo social. Esses enxergam que os mercados operam, sempre, de modo o patrocinar o bem comum. Outros, no entanto, entendem que os mercados são sempre gerados de crises, promovendo, por conseqüência, uma convivência conflituosa com o aspecto social.</p>
<p>A partir disso, uns buscam construir uma economia civil (civil economy), enquanto outros pautam a realidade econômica apenas no lado mercantil. Os que defendem o mercado como elemento de construção da harmonia, entendem que sempre há e haverá sintonia do mercado com o aspecto social. Para os que se colocam numa posição contrária, o mercado dificilmente tende a promover a experiência da sociabilidade humana dentro da vida econômica normal. Para uns, a teoria econômica está correta em ser centralizada nas mercadorias – e no mercado; para outros, a base de fundamentação técnico-teórica da economia é a vida humana, com todas as suas manifestações: trabalho, lazer, bem-estar, bem viver, consumo, produção etc.<br />
Dentro dessas manifestações emerge uma importante pergunta: afinal, qual é o horizonte da economia? Em nosso entendimento, o horizonte da economia é um só: a construção de uma nova sociedade.</p>
<p>Acontece que construir uma nova sociedade significa, pormenorizadamente, promover a libertação do homem &#8211; principalmente do jugo econômico. O certo é que só há possibilidade de se construir uma nova sociedade, caso “nasça” um “novo homem”. É nesse sentido que ganha relevância ímpar a relação entre a Teologia e a Economia.</p>
<p>Da relação dessas ciências, que para muitos pode não fazer sentido, dois aspectos se realçam. Se entendermos que os modos de pensar da teologia e da economia se afirmam para com as questões que envolvem o viver, teremos claro que não se pode furtar dos fundamentos implícitos localizados na seara teológica e também econômica. Quais são esses fundamentos e quais os dois aspectos de maior realce dessa relação entre a Teologia e a Economia?</p>
<p>Ora, para se viver é necessário produzir bens e serviços. Isso cabe, estritamente, à Economia. O segundo aspecto está relacionado à pobreza – em especial à condição de ser pobre.</p>
<p>Não percamos de vista que a Teologia, essencialmente, faz votos de luta em defesa dos pobres. São eles – e ninguém mais – a figura de principal preocupação dos estudos teológicos. Pois bem, do lado dos estudos econômicos, entra-se numa discussão de quem (ou do quê) gera pobreza. É certo, todavia, que a pobreza não é uma condenação divina, mas, antes, está eivada de condições econômicas que decidiram por sua existência. Na essência, isso significa dizer que ninguém é pobre por opção, mas todos os que são, assim são por forças econômicas impostas.</p>
<p>Logo, apenas e tão somente por esses dois aspectos, a relação entre a Teologia e a Economia deve ser cada vez mais salientada.</p>
<p>É interessante trazer aqui, nessa discussão, uma passagem do teólogo peruano Gustavo Gutierrez quando afirma que “ser cristão hoje na América Latina é preocupar-se com o lugar onde os pobres dormirão”. De igual monta, cabe adaptar essa contextualização para o aspecto econômico e se preocupar com o que os pobres comerão – se é que terão a oportunidade de comer algo.</p>
<p>Nessa mesma linha de pensamento, nosso dom Hélder Câmara certa vez disse que: “Quando dou comida para os pobres [eles] me chamam de santo. Mas, quando pergunto por que os pobres não têm comida [eles] me chamam de comunista”.</p>
<p>Sabemos muito bem quem são “eles” a quem dom Hélder se referia. Resta apenas fazer com que [eles] não atrapalhem mais a condução da economia para a realização de seu verdadeiro horizonte: construir uma nova sociedade.</p>
<p><em><strong>Por: Marcus Eduardo de Oliveira</strong><br />
Economista e professor. Articulista dos sites “O Economista”, “Portal EcoDebate” e Agência Zwela de Notícias (Angola). Os artigos desse autor em torno de questões econômicas têm sido amplamente publicados no Brasil e no exterior, com destaque em Portugal, Cabo Verde, Timor Leste e Angola.</em></p>
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