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	<title>O Economista &#187; financiamento</title>
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		<title>O Economista &#187; financiamento</title>
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		<title>Volume de financiamento imobiliário em 2011 é o maior já registrado</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:05:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões. Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões. Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% acima do ano anterior. Os dados foram anunciados nessa quinta-feira, 26, pelo novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari.</p>
<p>De acordo com o executivo, a previsão é manter o crédito imobiliário em alta neste ano de 2012, mas o ritmo de crescimento deverá ser um pouco mais lento com um aumento em torno de 30%. Na avaliação de Lazari, mesmo prevendo uma taxa menor, esse avanço esperado será muito expressivo, devendo alcançar R$ 103,9 bilhões.</p>
<p>“A nossa preocupação não é a de apresentar um crescimento elevado, e sim contínuo, de forma sustentável”, observou.</p>
<p>Lazari acrescentou que existem sinalizações para um aumento da participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB), do atual 4,7% para 10%, nos próximos anos, tomando por base o bom desempenho da economia interna.</p>
<p>Mas para isso, ele destacou, serão necessárias novas alternativas de captação de recursos, além da poupança. Ele informou que as negociações com as autoridades monetárias nesse sentido estão caminhando bem e que ainda neste ano poderão estar definidas. Entre as sugestões está o lançamento de novas opções de investimentos no mercado financeiro a exemplo do Covered Bonds, título já adotado na Europa.</p>
<p>No ano passado, a captação líquida da poupança atingiu R$ 9,4 bilhões e o saldo das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aumentou 10% sobre 2010 totalizando R$ 330,6 bilhões.</p>
<p>Marli Moreira/Agência Brasil</p>
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		<title>FGTS cria linha de crédito para financiar material de construção</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nessa terça-feria, 10, em reunião extraordinária, a criação de uma nova linha de crédito à classe média. O financiamento pode ser de até R$ 20 mil por pessoa, para aquisição de materiais de construção.
Inicialmente, o crédito disponível será de R$ 300 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nessa terça-feria, 10, em reunião extraordinária, a criação de uma nova linha de crédito à classe média. O financiamento pode ser de até R$ 20 mil por pessoa, para aquisição de materiais de construção.</p>
<p>Inicialmente, o crédito disponível será de R$ 300 milhões. Caso a demanda seja maior, o valor pode chegar a R$ 1 bilhão. Para tomar o empréstimo, não é exigido limite de renda. No entanto, o financiador deve possuir conta no FGTS e comprovar propriedade de imóvel residencial regularizado com valor máximo de R$ 500 mil. O teto faz parte das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).</p>
<p>Segundo o representante do Ministério do Trabalho e presidente suplente do Conselho Curador do FGTS, Paulo Eduardo Cabral Furtado, os juros cobrados nesta linha de empréstimo serão de 12% ao ano. O valor é metade da menor taxa praticada pelos bancos, que está entre 25% e 45% ao ano. O prazo de pagamento é de até 120 meses.</p>
<p>Furtado destacou que o financiamento servirá para facilitar a melhoria dos imóveis residenciais. “Essa linha se propõe à ampliação e reforma de imóveis residenciais, enquadrados no SFH e que contempla também inovações como equipamentos de aquecimento solar, hidrometração individual dos prédios mais antigos”.</p>
<p>Para o representante titular da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo, Claudio Elias Conz, o crédito oferecido é compatível com a necessidade do mercado. “O valor é significativo. A média do mercado para pedido de empréstimo nesse segmento é de R$ 8 mil. É um momento muito oportuno (para oferecer o crédito) já que o crédito não está totalmente restabelecido”.</p>
<p>Dados do governo mostram que cerca de 33 milhões de trabalhadores que contribuem mensalmente para o FGTS estão aptos a acessarem o financiamento.</p>
<p>Luciene Cruz/Agência Brasil</p>
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		<title>Caixa negociou R$ 81 bilhões em financiamentos habitacionais em 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Números preliminares divulgados nessa quinta-feira, 5, pela Caixa Econômica Federal mostram que a instituição negociou R$ 81,8 bilhões em financiamento habitacional no ano passado, com crescimento de 4,6% em relação aos créditos imobiliários fechados em 2010, no valor de R$ 77,8 bilhões. O balanço detalhado só será liberado, porém, em fevereiro.
Apesar do aumento, houve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Números preliminares divulgados nessa quinta-feira, 5, pela Caixa Econômica Federal mostram que a instituição negociou R$ 81,8 bilhões em financiamento habitacional no ano passado, com crescimento de 4,6% em relação aos créditos imobiliários fechados em 2010, no valor de R$ 77,8 bilhões. O balanço detalhado só será liberado, porém, em fevereiro.</p>
<p>Apesar do aumento, houve queda no ritmo de contratações em 2011 na comparação com 2010. Em relação a 2009, houve um crescimento de 57% no número de contratações, movimento que foi impulsionado pela primeira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida. A segunda fase do programa, lançado no início de 2011, só se efetivou no início do segundo semestre.</p>
<p>Os financiamentos imobiliários corresponderam a 35,5% do total de créditos negociados pela Caixa de janeiro a novembro de 2011, no valor recorde de R$ 229,7 bilhões – 12% a mais que os R$ 205 bilhões contratados em igual período do ano anterior.</p>
<p>De acordo com a Caixa, as operações de crédito comercial para pessoas físicas totalizaram R$ 59,7 bilhões, 26,7% a mais que em 2010, e para pessoas jurídicas somaram R$ 65,7 bilhões, resultado 19,4% superior ao do ano anterior, além de R$ 22,5 milhões em contratações para saneamento e infraestrutura.</p>
<p>De acordo com o diretor de Gestão de Ativos de Terceiros da Caixa, Marcelo de Jesus, nos últimos quatro anos, constatou-se mais interesse empresarial por créditos do banco oficial, por causa, principalmente, da redução de liquidez da rede bancária.</p>
<p>Stênio Ribeiro/Agência Brasil</p>
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		<title>BNDES libera 2ª parcela do financiamento para construção de Angra 3</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 19:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Banco Nacional de Dessenvolvimento Social e Econômico (BNDES) liberou nesta quinta-feira, 27, a segunda parcela do financiamento para construção da Usina Nuclear Angra 3, em Angra dos Reis (litoral sul do estado do Rio), no valor de R$ 308 milhões. A quantia representa 8,3% do empréstimo de R$ 6,1 bilhões. A primeira parcela, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Nacional de Dessenvolvimento Social e Econômico (BNDES) liberou nesta quinta-feira, 27, a segunda parcela do financiamento para construção da Usina Nuclear Angra 3, em Angra dos Reis (litoral sul do estado do Rio), no valor de R$ 308 milhões. A quantia representa 8,3% do empréstimo de R$ 6,1 bilhões. A primeira parcela, de R$ 200 milhões, foi liberada em junho passado. O dinheiro vai ser usado na compra de máquinas e equipamentos e na contratação de serviços nacionais até dezembro de 2011.</p>
<p>De acordo com o diretor de Administração e Finanças da Eletrenuclear (estatal responsável pela construção e operação de usinas nucleares no Brasil), até o fim do ano serão investido R$ 1,4 bilhão em Angra 3.</p>
<p>&#8220;Com a retomada das obras da usina em 2010, a empresa já injetou R$ 300 milhões no empreendimento no ano passado. Além dos recursos do BNDES, a empresa receberá R$ 890 milhões da Eletrobras, do fundo da Reserva Global de Reversão (RGR), para serem aplicados unicamente no setor elétrico&#8221;.</p>
<p>Desse montante, explicou o Negrine, já foram liberados R$ 366 milhões (41,1% do total) em duas parcelas, pagas em janeiro e agosto de 2011. Os obras de Angra 3 foram paralisadas em 1986 por decisão do governo e só foi retomada depois de 2008, quando passou a fazer parte do Programa de Aceleração do Crecimento (PAC). A usina termonuclear terá 1.405 megawatts de potência instalada e deve entrar em operação em dezembro de 2015, com capacidade para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante um ano inteiro. A usina está orçada em R$ 10 bilhões, sendo que 75% desses gastos serão feitos no Brasil.</p>
<p>A cobertura dos serviços de engenharia e das aquisições de equipamentos no mercado externo, cerca de 1,3 bilhão de euros, será feita por meio de financiamento internacional. A Eletrobras escolheu um consórcio de bancos liderado pelo francês Société Générale para financiar essa etapa do empreendimento. O contrato entre as partes deverá ser assinado em novembro.</p>
<p>Flávia Villela/Agência Brasil</p>
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		<title>Aprovado financiamento do BNDS para construção de parques eólicos na Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um financiamento no valor de R$ 297,4 milhões foi aprovado nesta terça-feira, 4, pelo  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a  construção de cinco parques eólicos no interior da Bahia, totalizando  potência de 98,8 megawatts (MW). A estimativa é de que as obras e a  operação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Um financiamento no valor de R$ 297,4 milhões foi aprovado nesta terça-feira, 4, pelo  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a  construção de cinco parques eólicos no interior da Bahia, totalizando  potência de 98,8 megawatts (MW). A estimativa é de que as obras e a  operação dos empreendimentos criem mais de 1.400 postos de trabalho  diretos e indiretos.A participação do BNDES corresponde a 70% do valor total do projeto (R$  423,3 milhões).</p>
<p>Segundo o banco, as novas usinas integram o conjunto de 14 centrais  eólicas que foi vencedor do 2º Leilão de Energia de Reserva, realizado  em 2009. As centrais eólicas são controladas pela empresa Renova  Energia. Nove dessas usinas já obtiveram financiamento do BNDES no ano  passado.</p>
<p>Incluindo esses cinco novos parques na Bahia, sobe para 70 o número de  usinas eólicas construídas com apoio do BNDES no país. A capacidade  instalada é de 1,5 mil MW. Os empréstimos do banco para o setor somam R$  4,5 bilhões.</p>
<p>Alana Gandra/Agênia Brasil</p>
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		<title>Financiamento da casa própria bate recorde com ajuda do Minha Casa, Minha Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 19:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Nos seis primeiros meses deste ano, o valor financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF) para aquisição de moradia alcançou R$ 34,1 bilhões, valor que supera o registrado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões), período em que a economia brasileira crescia acima da média dos anos anteriores até o início da crise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Nos seis primeiros meses deste ano, o valor financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF) para aquisição de moradia alcançou R$ 34,1 bilhões, valor que supera o registrado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões), período em que a economia brasileira crescia acima da média dos anos anteriores até o início da crise financeira internacional.</p>
<p>O vice-presidente da instituição, Jorge Hereda, observou que, comparado ao ano de 2003, por exemplo, o movimento do primeiro semestre é sete vezes maior. Ele atribuiu o bom desempenho à expansão econômica do país e à política de inclusão social do governo federal. Hereda associou também o resultado à sexta edição do Feirão da Casa Própria, evento que passou por 13 cidades e movimentou R$ 8,4 bilhões, 70% mais do que no ano passado, quando o feirão fechou R$ 5 bilhões em contratos.</p>
<p>O executivo informou que o programa Minha Casa, Minha Vida tem ajudado a impulsionar o setor. “Acho que isso vai continuar nos próximos anos e, até o final de agosto próximo ou início de setembro, já deveremos ter concluído a contratação das 400 mil moradias para as faixas até três salários mínimos”. Isso não significa, esclareceu ele, o fim do atendimento para novas contratações nessa faixa de renda. As novas demandas, no entanto, vão entrar para a segunda edição do programa.</p>
<p>Segundo Hereda, existem recursos para continuar a atender os mutuários cujo perfil se insere no Minha Casa, Minha Vida, que prevê cerca de R$ 70 bilhões ao ano para os próximos quatro anos, sendo R$ 26 bilhões provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p>Ele defendeu que, para combater o déficit habitacional, estimado em cerca de 6 milhões de moradias no Brasil, os recursos deveriam crescer dos atuais 3% do Produto Interno Bruto (PIB) para algo próximo de 10%.</p>
<p>O desafio a ser enfrentado, explicou, é o de criar linhas de crédito para a população com faixa de renda acima dos dez salários mínimos. Na análise do vice-presidente da CEF, a solução pode ser a busca de novas formas de captações, apontado como hipótese o uso de dinheiro obtido por meio de investidores estrangeiros.</p>
<p>Marli Moreira / Agência Brasil<br />
Edição: Vinicius Doria</p>
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		<title>BNDES aprova financiamento para hidrelétrica de Furnas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 12:15:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (8) a aprovação de financiamento para a estatal Furnas Centrais Elétricas, no valor de R$ 224 milhões.
Os recursos serão utilizados na construção da Hidrelétrica Batalha, no limite dos municípios de Cristalina (GO) e Paracatu (MG), e do seu sistema de transmissão associado.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (8) a aprovação de financiamento para a estatal Furnas Centrais Elétricas, no valor de R$ 224 milhões.</p>
<p>Os recursos serão utilizados na construção da Hidrelétrica Batalha, no limite dos municípios de Cristalina (GO) e Paracatu (MG), e do seu sistema de transmissão associado.</p>
<p>A usina terá capacidade de 52,5 megawatts (MW). A participação do BNDES corresponde a 30,27% do projeto total da usina, avaliado em R$ 740 milhões. A expectativa é que as obras gerem em torno de 4,8 mil empregos diretos e indiretos. O projeto integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.</p>
<p>Os desembolsos do BNDES para o setor elétrico totalizaram até junho R$ 4,6 bilhões, informou a assessoria de imprensa da instituição.</p>
<p>Alana Gandra / Agência Brasil<br />
Edição: Rivadavia Severo</p>
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		<title>Governo anuncia liberação de R$ 3 bilhões para financiar compra de motos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira (17), em São Paulo, um crédito de R$ 3 bilhões para o financiamento de motocicletas. Do total, R$ 200 milhões vão ser disponibilizados por meio do Fundo de Ampara ao Trabalhador (FAT) e o restante sairá de instituições financeiras como o Banco Votorantin (BV), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira (17), em São Paulo, um crédito de R$ 3 bilhões para o financiamento de motocicletas. Do total, R$ 200 milhões vão ser disponibilizados por meio do Fundo de Ampara ao Trabalhador (FAT) e o restante sairá de instituições financeiras como o Banco Votorantin (BV), que hoje pertence ao Banco do Brasil, e o Panamericano, comprado recentemente pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p>O financiamento poderá ser feito diretamente nas revendedoras por intermédio dos bancos parceiros. “Estamos suspendendo a cobrança do PIS até 31 de março do próximo ano, a partir do dia 1º janeiro, com alíquota zero sobre motos”, afirmou o ministro, corrigindo-se depois, já que não há incidência de PIS sobre motos, mas apenas o Cofins.</p>
<p>Para receber o financiamento, as revendedoras e fabricantes de motos se comprometeram a não demitir nesse período, durante o qual vão ser fiscalizadas por sindicatos.</p>
<p>O ministro disse que o crédito de R$ 3 bilhões representará uma renúncia fiscal de R$ 54 milhões.</p>
<p>Agência Brasil / Elaine Patrícia Cruz<br />
Edição: João Carlos Rodrigues</p>
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		<title>BID aprova empréstimo de US$ 3 bilhões para financiar pequenas empresas brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:39:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ A diretoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou na quinta-feira (19) a criação de uma linha de crédito de US$ 3 bilhões para financiar as micro, pequenas e médias empresas brasileiras. A operação será feita em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que entrará com uma contrapartida no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A diretoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou na quinta-feira (19) a criação de uma linha de crédito de US$ 3 bilhões para financiar as micro, pequenas e médias empresas brasileiras. A operação será feita em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que entrará com uma contrapartida no mesmo valor.</p>
<p>O anúncio da linha de crédito foi divulgado no endereço eletrônico do BID, com a informação adicional de que ainda na quinta-feira foi liberada a primeira parte dos recursos, no valor de US$ 1 bilhão. Nada foi divulgado quanto à liberação dos US$ 2 bilhões restantes. Sabe-se apenas que deve ocorrer em duas etapas de igual valor.</p>
<p>O comunicado do BID diz que a linha de crédito condicional tem prazo de 20 anos, com carência de quatro anos e correção pela Libor (taxa de juros inglesa), e se destina, exclusivamente, a assegurar os recursos de médio e longo prazos para financiar os projetos de investimento destinados a expandir, modernizar e diversificar a produção de pequenas e médias empresas.</p>
<p>De acordo com o BID, as microempresas podem contratar empréstimos de até US$ 200 mil, enquanto as pequenas empresas podem negociar o máximo de US$ 850 mil e as firmas de porte médio têm opção de financiar até US$ 3 milhões.</p>
<p>Agência Brasil / Stênio Ribeiro<br />
Edição: Aécio Amado</p>
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		<title>BNDES deve fechar o ano com financiamentos de R$ 14 bilhões para o Setor Elétrico</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O gerente do Departamento de Energia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Alexandre Siciliano Espósito, disse à Agência Brasil que o banco aprovou créditos de cerca de R$ 13 bilhões para o setor elétrico nacional até setembro deste ano e deve encerrar o ano com desembolsos superiores a R$ 14 bilhões.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>O gerente do Departamento de Energia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Alexandre Siciliano Espósito, disse à Agência Brasil que o banco aprovou créditos de cerca de R$ 13 bilhões para o setor elétrico nacional até setembro deste ano e deve encerrar o ano com desembolsos superiores a R$ 14 bilhões.</p>
<p>O resultado representará quase o dobro do valor liberado no ano passado, que foi de R$ 8,5 bilhões. “Praticamente dobrou, muito por conta dos grandes projetos hidrelétricos, como as usinas do Rio Madeira”.</p>
<p>A maior parcela do financiamento aprovado até setembro, correspondente a R$ 11,4 bilhões, foi destinada ao segmento de geração de energia elétrica, sendo R$ 7,5 bilhões para médias e grandes hidrelétricas, R$ 2,6 bilhões para termelétricas, R$ 934 milhões para pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e R$ 342 milhões para biomassa. Outros R$ 686 milhões foram aprovados para o segmento de distribuição e R$ 662 milhões para a área de transmissão.</p>
<p>Espósito disse que o objetivo para 2010 é o de repetir o volume de empréstimos deste ano, com desembolsos entre R$ 14 bilhões e R$ 15 bilhões. Ele explicou que como os investimentos elétricos têm um tempo de maturação grande e boa parte deles já está na carteira do banco, a tendência é que os desembolsos perdurem nesse patamar durante um bom tempo.</p>
<p>De acordo com o gerente, os projetos apoiados pelo banco, desde 2003, totalizam 12 mil quilômetros em linhas de transmissão. Em geração, o incremento foi próximo a 25 mil megawatts. O total de financiamentos foi de quase R$ 58 bilhões em créditos aprovados, com investimentos associados de R$ 99 bilhões. Desse montante, R$ 29 bilhões são financiamentos aprovados para 38 projetos hidrelétricos, que geram R$ 50,8 bilhões em investimentos.</p>
<p>Agência Brasil / Alana Gandra</p>
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