Relógios deverão ser adiantados em uma hora no domingo em 11 Estados, mais DF, para aproveitar a luz do sol e reduzir o consumo de energia.

O horário de verão representará uma folga a mais para a demanda de energia elétrica do país, que embora não esteja no limite da oferta, por causa da crise econômica mundial, continua intensa. A avaliação é do pesquisador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rubens Rosental.

O horário de verão começa à meia-noite de domingo, 21, quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora. Segundo o governo federal, a medida representará uma economia de até 5% no consumo durante o horário de pico (das 18h às 21h).

Para o especialista, mesmo que haja equilíbrio entre oferta e demanda, a ascensão social dos brasileiros nos últimos anos representou um grande aumento na aquisição de bens de consumo, principalmente aparelhos elétricos. “É uma margem de segurança importante, ainda que represente um impacto pequeno, para reduzir a pressão sobre o pico de consumo.”

Rosental defende que o governo continue investindo no setor principalmente na construção de usinas e na ampliação das linhas de transmissão. “No médio prazo, com a volta do crescimento da economia, a demanda por energia também vai aumentar. Isso justifica a manutenção de investimentos nos grandes projetos de geração, de usinas como Belo Monte, e também em novas linhas de transmissão.”

O horário de verão foi adotado em 1986 com o objetivo de aproveitar melhor a luz do dia para gerar economia de energia elétrica. A alteração nos relógios vale para 11 estados, mais o Distrito Federal.

Com informações da Agência Brasil.

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