As empresas brasileiras contrataram, entre janeiro e abril de 2017, 143,3 mil jovens aprendizes, registrando queda em relação aos 145 mil contratados no mesmo período do ano passado. Do total, 37,62 mil ocorreram só no estado de São Paulo, campeão de contratações. Em seguida, aparecem Minas Gerais (17,7 mil), Rio Grande do Sul (12,2 mil), Santa Catarina (12,1 mil) e Rio de Janeiro (10,3 mil).

De acordo com o Ministério do Trabalho, os setores que mais contrataram foram a indústria de transformação, comércio e reparação de veículos, serviços sociais e de saúde. Juntas, essas quatro áreas responderam por 103,5 mil contratações, mais de 72% do total.

As empresas do setor de indústria de transformação celebraram 43,7 mil contratos, enquanto o setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, ficou responsável por 32,5 mil. Saúde humana e serviços sociais empregaram 15,54 mil aprendizes e outras atividades de serviços contrataram 11,6 mil jovens aprendizes.

No entanto, a auditora fiscal Taís Arruti Lyrio Lisboa, responsável nacional pelo projeto, explica que a tendência é de crescimento no restante do ano, já que a economia do País está dando sinais de recuperação e os auditores fiscais do trabalho vêm atuando diariamente para expansão desses números.

Alguns setores apontam para essa tendência, com aumento na contratação de jovens aprendizes, na comparação com janeiro a abril de 2016. É o caso do setor da indústria de transformação; saúde humana e serviços sociais; transporte, armazenagem e correio; atividades administrativas e serviços complementares; alojamento e alimentação; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação; eletricidade e gás.

“Essas contratações ajudam a aumentar a inclusão social, por meio do primeiro emprego para os mais jovens e da contribuição para a formação dos futuros profissionais do País”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

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