Imposto de Renda

O primeiro trimestre deste ano registrou um aumento do número de pessoas físicas inadimplentes, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). No final de março, 59,2 milhões de consumidores brasileiros estavam nas listas de inadimplência, ou seja, 39,36% da população adulta. O crescimento é de 900 mil pessoas na comparação com o fim de dezembro de 2016, quando eram 58,3 milhões de consumidores inadimplentes.

A série histórica do indicador mostra que, após atingir a marca dos 59 milhões em setembro de 2016, a estimativa seguiu mostrando pequenas quedas, permanecendo entre os 58 e 59 milhões de consumidores.

Em relação à variação anual, os dados mostram queda de 0,36% em março, em comparação com março de 2016. Após crescer a taxas próximas a 5% entre o final de 2015 e início de 2016, mostrou sucessivos recuos ao longo do ano passado, sendo a primeira vez, desde o início da série histórica, em 2010, que o indicador mostra queda anual. Na passagem de fevereiro para março, a inadimplência mostrou alta de 0,44%.

De acordo com o estudo, a estimativa por faixa etária indica que é entre 30 e 39 anos a maior frequência de negativados, uma vez que em março metade dessa população (50,12%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito – um total de 17,1 milhões de pessoas.

De acordo com a estimativa, a região Sudeste é a região que concentra, em termos absolutos, o maior número de negativados, somando 25,10 milhões de consumidores, o que representa 38,52% da população adulta da região.

Em seguida aparecem o Nordeste, que conta com 15,57 milhões de negativados, ou 39,14% da população; o Sul, com 8,34 milhões de inadimplentes (37,44%); o Norte, que, com 5,31 milhões de devedores (45,55% – o maior percentual entre as regiões); e o Centro-Oeste, com um total de 4,84 milhões de inadimplentes (42,28% da população).

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